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Reunião do G20 chega ao fim sem consenso sobre combustíveis fósseis | Café com ESG, 24/07

Investimentos reforçados em energia eólica; G20 não chega em acordo sobre redução gradual dos combustíveis fósseis

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na semana em que o Ibovespa voltou ao patamar de 120 mil pontos, o índice encerrou em alta de +2,13%, enquanto o ISE subiu +2,6%. Acompanhando a tendência de forte alta, o mercado encerrou o pregão de sexta-feira também em território positivo, com o Ibov e o ISE subindo +1,8% e +2,09%, respectivamente.

• No Brasil, (i) geradores e fornecedores de energia eólica estão reforçando investimentos para uma nova fase de arranque no setor de renováveis – segundo um levantamento da consultoria Exata Energia, até março de 2023, 48% da energia produzida por parques eólicos já foram destinados a consumidores do ambiente de contratação livre (ACL); e (ii) entidades ligadas ao setor de biocombustíveis acreditam que a proposta de política pública para redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), o chamado “Projeto de Lei Combustível do Futuro”, poderá colocar o Brasil em posição de destaque global com relação à transição energética, o que deverá estimular a produção agroindustrial nacional – em nota, as entidades ressaltaram que a cadeia dos biocombustíveis possui estrutura e capacidade instalada para a transição energética e que o PL é um instrumento de estímulo à cadeia econômica.

• No internacional, a reunião do G20, grupo das principais economias globais, chegou ao fim no último sábado após quatro dias de discussões, sem chegar a um consenso sobre a redução gradual dos combustíveis fósseis após objeções de alguns países produtores – os países membros do G20 são responsáveis por mais de três quartos das emissões globais, e um esforço conjunto do grupo para descarbonizar é crucial na luta global contra as mudanças climáticas.

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Brasil

Empresas

Geradora de eólica reforça investimentos

“Geradores e fornecedores de energia eólica estão reforçando investimentos para uma nova fase de arranque no setor de renováveis. Em outubro do ano passado, o governo federal ampliou a abertura do mercado livre de energia para empresas ligadas à alta tensão, que poderão escolher seus fornecedores a partir de 2024. De acordo com um levantamento da consultoria Exata Energia, até março de 2023, 48% da energia produzida por parques eólicos já foram destinados a consumidores do ambiente de contratação livre (ACL). O volume aparece logo abaixo da quantidade oferecida por fornecedores de energia solar (54%) e hídrica (57%).“Até 2029, teremos mais de 30,7 gigawatts [GW] de projetos eólicos firmados com contratos no mercado livre”, afirma Elbia Gannoum, presidente executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica). “E já podemos estimar um valor de mais de R$ 215 bilhões, em investimentos, nesses projetos”, diz. Gannoum explica que o avanço deve ser pavimentado por uma maior sensação de autonomia na escolha da fonte de energia entre empresas e grandes consumidores. Cada vez mais, as companhias buscam políticas alinhadas ao ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança), justifica. Com a ampliação do mercado, a executiva diz que muitos grupos eólicos estão investindo em pessoal, estudos climáticos e novas tecnologias, além da abertura de unidades comercializadoras dirigidas para empresas.”

Fonte: Valor Econômico, 24/07/2023

Concessionária de Belo Monte tem compensação de CO2 equivalente a 826 mil residências

“A Norte Energia, concessionária da usina hidrelétrica de Belo Monte, emitiu 1,65 milhão de certificados de energia renovável desde janeiro de 2022 até junho deste ano, o que seria suficiente para neutralizar o consumo de energia de 826 mil residências. Segundo a concessionária, o valor equivale à soma dos domicílios registrados em municípios paraenses como Belém, Altamira e Vitória do Xingu, onde a usina está, e mais outros 10 municípios de atuação direta e indireta, diz a companhia em nota, citando dados do Censo de 2022 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O “International REC Standard” (I-REC), do qual a Norte Energia faz parte, é um sistema global que possibilita o comércio de certificados de energia renovável. Por meio da plataforma, empresas podem garantir que a energia que consomem seja proveniente de fontes renováveis e, portanto, limpa. Para ganhar o direito de transacionar os certificados, a empresa que deseja se tornar emissora precisa passar por um ciclo de certificação antes de aderir ao código I-REC. Inicialmente, a companhia deve apresentar informações detalhadas sobre o seu empreendimento e passar por uma auditoria documental pelo emissor local. No Brasil, o emissor local é o Instituto Totum. Em 2022, a Norte Energia negociou cerca de 840 mil I-RECs. Este ano, até o mês de junho, a Norte Energia já havia comercializado 809 mil certificados, sendo 145 mil certificados para unidades consumidoras em países da América Latina e para a Austrália. A iniciativa, diz a concessionária de Belo Monte em nota, reforça o compromisso da empresa com o meio ambiente e contribui com a política ESG de clientes que queiram neutralizar suas emissões de carbono, independentemente do porte de consumo.”

Fonte: Valor Econômico, 22/07/2023

Chegada de empresas menores estimula a criação de serviços

“Em 1º de janeiro de 2024, o mercado livre de energia elétrica mudará de patamar, permitindo que todas as empresas ligadas à alta tensão possam escolher seu fornecedor de energia, segundo regulação do governo federal divulgada no fim do ano passado. A decisão permitirá que o ambiente de livre comercialização, que hoje reúne pouco mais de 11,5 mil empresas e responde por um terço do consumo do país, possa mudar de tamanho e receber mais de 70 mil empresas, segundo estudo recente da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). A abertura, a maior da história do segmento – cuja primeira migração foi registrada em novembro de 1999, com a adesão de uma unidade da Carbocloro, em Cubatão (SP) -, já movimenta as empresas. Um exemplo é a Eletrobras, que centralizou recentemente suas operações de comercialização após a capitalização em 2022 e agora busca uma forma de ampliar sua receita. “Estávamos acostumados a que os clientes viessem a nós, e agora estamos buscando ir atrás deles”, afirma o presidente da companhia, Wilson Ferreira Jr. De 1999 até agora, o mercado livre cresceu com base em grandes clientes como Vale, Gerdau e Volkswagen, em que o tíquete médio de ingresso era uma conta acima de R$ 50 mil mensais. A partir do próximo ano, esse tíquete deve cair para pelo menos R$ 5.000 por mês. A chegada de empresas menores significará que as companhias de energia elétrica precisarão transformar seu modo de atuação, com avanço da digitalização e uma comunicação mais simples. Um exemplo está em Minas Gerais. A Cemig lançou há poucas semanas um sistema de e-commerce que oferece aos clientes a possibilidade de simular e contratar energia renovável com desconto de até 35% na fatura mensal. “O mercado livre de energia agora está disponível para todas as unidades conectadas à alta tensão, que já podem garantir a compra de energia e migrar a partir de janeiro de 2024”, afirma Dimas Costa, diretor da Cemig Comercialização.”

Fonte: Valor Econômico, 24/07/2023

A iniciativa que quer desenrolar o ‘escopo 3’

“Um dos maiores desafios da jornada de descarbonização é o chamado “escopo 3”, que diz respeito às emissões indiretas de gases de efeito estufa, seja na cadeia de valor ou no uso dos produtos. É onde se encontra o grosso das emissões para a maioria das companhias. Mais especificamente, o equivalente a 11,4 vezes das emissões diretas, na média, segundo dados do CDP. A dificuldade já começa na medição, que tipicamente é feita com base em estimativas. Outro ponto é: como dividir de forma efetiva a responsabilidade pela mitigação ao longo de cadeias complexas, formados por diversos elos que se entrelaçam? Uma iniciativa em gestação há mais de dois anos, batizada de CarbonPrime, quer resolver esse problema — começando pela contabilidade dessas emissões. Uma “prova de conceito” mediu as emissões geradas na cadeia para a produção de 2,5 mil toneladas de nuggets de frango fabricadas pela JBS.  A quantidade é minúscula perto da escala de produção da gigante de alimentos, mas o projeto-piloto é emblemático por conseguir medir os gases de efeito estufa lançados na atmosfera ao longo da cadeia, unindo informações exatas de cada um dos fornecedores envolvidos no processo. O projeto é resultado de uma colaboração da JBS com a Bayer, que faz o processamento das sementes de soja e milho, e a Amaggi, que faz o cultivo dos grãos que se tornarão ração para os frangos que serão transformados no produto final. A Rumo, de logística rodoviária, também participa do projeto.”

Fonte: Valor Econômico, 24/07/2023

SP têm 1º distrito turístico com foco ambiental

“No dia 9 de maio, o diretor-executivo da Reservas Votorantim (RV), David Canassa, recebeu a notícia pela qual mais esperou nos últimos anos: a Secretaria de Turismo e Viagens do Estado de São Paulo havia, finalmente, aprovado a instituição de um “distrito turístico” na região de Ibiúna, Piedade, Juquiá, Miracatu e Tapiraí, no Vale do Ribeira (SP). O ‘Portal da Mata Atlântica’, como foi nomeado, é o primeiro do tipo com foco em preservação ambiental. A cerimônia de assinatura do título, com participação do governador Tarcísio de Freitas – quando o distrito será lançado oficialmente – está prevista para agosto. A comemoração de Canassa se deve ao fato de que é na região que fica a maior reserva privada de Mata Atlântica do país, o Legado das Águas, com 32 mil hectares de floresta e infraestrutura para ecoturismo administrados pela RV, do Grupo Votorantim. Além do ecoturismo, o Legado é sede de um centro de biodiversidade do bioma, que se tornou destino de pesquisadores do Brasil pela sua riqueza natural – são 1.832 espécies animais e vegetais identificadas – e recebe visitantes para eventos especiais, como observação de pássaros (“birdwatching”) e de estrelas, e encontros de grupos corporativos. “Nós investimos no turismo ligado à preservação ambiental na região há 10 anos e a aposta já se mostrou acertada”, comenta Canassa, idealizador do Legado e da candidatura da região ao título de distrito turístico. Quando começou, a sigla ESG (ambiental, social e de governança) era pouco conhecida, e preservar o ambiente se tratava mais de uma questão de cidadania e responsabilidade corporativa do que uma avenida de negócios que visam lucro. O Legado já consegue gerar receita suficiente para pagar 70% de seus custos, segundo o executivo. Só em 2022 foram 3 mil visitantes. Apesar de ser o empreendimento “âncora” do ecoturismo local, não é o único, e a expectativa é que outros devam chegar. “Já vemos movimentação de pousadas próximas investindo em melhorias para atender turistas, assim como restaurantes. Um resort também deve ser instalado em Miracatu, o que deve trazer ainda mais visitantes”, diz Canassa.”

Fonte: Valor Econômico, 24/07/2023

Política

PL Combustível do Futuro coloca Brasil em destaque global, dizem entidades

“Entidades ligadas ao setor de biocombustíveis acreditam que a proposta de política pública para redução das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), o chamado “Projeto de Lei (PL) Combustível do Futuro”, poderá colocar o Brasil em posição de destaque global com relação à transição energética, o que deverá estimular a produção agroindustrial nacional. Em nota, a União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Fórum Nacional Sucroenergético (FNS) e Associação dos Produtores de Biodiesel (Aprobio) ressaltaram que a cadeia dos biocombustíveis possui estrutura e capacidade instalada para a transição energética e que o PL é um instrumento de estímulo à cadeia econômica. Segundo elas, o governo federal, por meio do grupo interministerial de Minas e Energia, Fazenda, Desenvolvimento da Indústria, Comércio e Serviços e pela Casa Civil, dispõe sobre a promoção da Mobilidade Sustentável de Baixo Carbono, o Programa Nacional de Combustível Sustentável de Aviação (ProBioQAV), o Programa Nacional de Diesel Verde (PNDV) e estabelece o marco legal da Captura e Estocagem de Dióxido de Carbono. Entre as propostas do texto do projeto de lei está a alteração do limite mínimo e do limite máximo do teor de mistura de etanol anidro à gasolina C, que é comercializada ao consumidor final. Atualmente, o limite mínimo estipulado é de 18% e o máximo de 27 5%, podendo mudar para 20% e 30%, respectivamente. Outros pontos presentes no PL tratam sobre a regulamentação e fiscalização da atividade de captura e estocagem geológica de dióxido de carbono e sobre medidas adotadas no âmbito da Política Nacional de Biocombustíveis (RenovaBio).”

Fonte: Exame, 22/07/2023

Internacional

Empresas

Impedir vazamentos de metano de poços de petróleo abandonados para crédito de carbono

“Staci Taruscio passou mais de uma década explorando e perfurando poços de petróleo, primeiro como engenheira para terceiros e depois como chefe de sua própria empresa. Como a maioria no ramo, Staci gastou pouco tempo ou esforço acompanhando o destino dos poços que já possuía – centenas de locais espalhados pelas Grandes Planícies. Em talvez 15 casos, diz ela, sua empresa tampou-os com cimento, mas pelo que ela sabia, os outros estavam expelindo gases tóxicos. “Quando olhamos para trás, para a forma como tratamos alguns poços que provavelmente deveríamos ter tampado, isso nos traz honestamente um pouco de vergonha”, diz ela. Atualmente, Staci está tentando desfazer alguns dos danos ambientais – e ganhar dinheiro com isso. Dois anos atrás, ela adicionou a palavra “Soluções” ao nome de sua empresa – agora é Rebellion Energy Solutions – e mudou o foco da perfuração e gerenciamento de novos poços para o fechamento de poços abandonados. Os EUA contam com cerca de 3.7 milhões de poços de petróleo e gás, abandonados estima a Agência de Proteção Ambiental, localizados em todos os lugares, desde os subúrbios de Los Angeles até os parques de trailers da Pensilvânia, e mais são deixados para trás a cada dia. Muitos deixam escapar enormes volumes de metano, que tem um impacto muito maior no aquecimento do planeta do que o dióxido de carbono, equivalente, segundo algumas estimativas, às emissões de mais de 1.8 milhão de carros. A Rebellion é uma das poucas empresas que surgiram nos últimos dois anos com o objetivo de localizar poços abandonados, calcular o volume de vazamento e tampá-los para manter os gases no subsolo. Se tudo correr conforme o planejado, eles irão comercializar seu trabalho como os chamados créditos de carbono para compradores que buscam compensar voluntariamente suas próprias emissões.”

Fonte: Exame, 23/07/2023

Política

Bloco do G20 não chega a acordo sobre corte de combustíveis fósseis

“A reunião do Grupo dos 20 (G20) das principais economias da Índia falhou neste sábado em chegar a um consenso sobre a redução gradual dos combustíveis fósseis após objeções de alguns países produtores. Cientistas e ativistas estão exasperados com a lentidão dos organismos internacionais em ações para conter o aquecimento global, mesmo quando o clima extremo da China aos Estados Unidos sublinha a crise climática que o mundo enfrenta. Os países membros do G20 são responsáveis ​​por mais de três quartos das emissões globais e do produto interno bruto, e um esforço cumulativo do grupo para descarbonizar é crucial na luta global contra as mudanças climáticas. No entanto, divergências, incluindo a triplicação pretendida das capacidades de energia renovável até 2030, resultaram na emissão de uma declaração de resultado e um resumo da presidência em vez de um comunicado conjunto no final de sua reunião de quatro dias em Bambolim, no estado costeiro indiano de Goa. As seções instando os países desenvolvidos a cumprir a meta de mobilizar conjuntamente US$ 100 bilhões por ano para ações climáticas nas economias em desenvolvimento de 2020 a 2025 e a descrição da guerra na Ucrânia também escaparam do consenso. O uso de combustíveis fósseis se tornou um para-raios nas discussões de um dia, mas as autoridades não conseguiram chegar a um consenso sobre a restrição do uso “ininterrupto” e discutiram sobre o idioma para descrever o caminho para reduzir as emissões, disseram duas fontes familiarizadas com o assunto.”

Fonte: Reuters, 22/07/2023

EUA planejam padrões para aquecedores de água e dizem que economizarão US$ 11 bilhões para os consumidores

“O Departamento de Energia dos Estados Unidos propôs na sexta-feira padrões de eficiência energética para aquecedores de água que, segundo ele, economizariam US$ 11,4 bilhões para os consumidores anualmente em contas de energia e água. Os padrões de eficiência de aquecedores de água residenciais, exigidos pelo Congresso, não são atualizados há 13 anos. O aquecimento de água é responsável por aproximadamente 13% do uso anual de energia residencial e dos custos de serviços públicos do consumidor, disse o DOE. A proposta exigiria que os aquecedores de água elétricos de tamanho mais comum obtivessem ganhos de eficiência com tecnologia de bomba de calor e aquecedores de água a gás para obter ganhos de eficiência por meio da tecnologia de condensação. Espera-se que os padrões, que entrarão em vigor em 2029 se finalizados, economizem quase US$ 200 bilhões e reduzam mais de 500 milhões de toneladas métricas de emissões de dióxido de carbono ao longo de 30 anos, quase igual às emissões anuais combinadas de 63 milhões de lares, ou aproximadamente 50% dos lares nos Estados Unidos, disse o DOE. A secretária de Energia, Jennifer Granholm, disse que a proposta “baseia-se nas ações sem precedentes já tomadas por este governo para reduzir os custos de energia para as famílias trabalhadoras”. Um grupo que inclui a fabricante de aquecedores de água Rheem, o grupo ambientalista Conselho de Defesa dos Recursos Naturais e organizações de defesa da eficiência e do consumidor emitiram uma declaração conjunta dando as boas-vindas aos novos padrões.”

Fonte: Reuters, 21/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • CVM avança em diversidade; Preocupações ambientais impactam setor de telecom nos EUA; PETR4 e a saga com o Ibama | Brunch com ESG (link)
  • O que muda com as novas normas globais de sustentabilidade do ISSB? (link)
  • Radar ESG | Mineração & Siderurgia: Um setor desafiador, gradualmente buscando oportunidades; Gerdau à frente dos pares (link)
  • ESG: Quatro principais tendências para a segunda metade do ano (link)
  • Atualização Radar ESG | Orizon (ORVR3): Companhia segue como uma das melhores sob a cobertura da XP (link)
  • Destaques da reunião com a Verra, maior certificadora global de crédito de carbono (link)
  • Itaú (ITUB4): Feedback ESG do Itaú Day (link)
  • ESG nos fundos: Onde estamos e como as gestoras investem (link)
  • Dia Mundial do Meio Ambiente: 10 ações para investir que fazem parte da solução (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para junho (link)
  • Raízen (RAIZ4): Feedback ESG do Raízen Day 2023 (link)
  • Fim da 1T23: Quantas vezes o termo ‘ESG’ foi mencionado pelas empresas durante a temporada? (link)
  • Risco climático na carteira de crédito: Importante demais para o BCB deixar passar (link)
  • Radar ESG | Cosan (CSAN3): Fortalecendo governança e impulsionando a agenda ESG em suas subsidiárias (link)
  • Lojas Renner (LREN3): Feedback do Investor Day sob as lentes ESG (link)
  • Yduqs (YDUQ3): Feedback do evento ESG; Resultado positivo, principalmente no (S) (link)
  • Marfrig (MRFG3): Feedback do evento Marfrig Verde+; Em busca da rastreabilidade na cadeia (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações no nosso portfólio para maio (link)
  • O Brasil está preparado para a transição energética? Reunião com Absolar e Abeeólica explora as oportunidades para o país (link)
  • ESG nos 100 primeiros dias de 2023: Uma visão sobre os acontecimentos e o que esperar adiante (link)
  • Radar ESG: Viveo (VVEO3): Sólido desempenho apesar da recente adoção ESG (link)
  • Temporada de resultados 4T22: Onde ESG se encaixa? (link)
  • CCR (CCRO3): Feedback do ESG Day; Webinar deixa visão positiva, principalmente no pilar (G) (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Bebendo da fonte: O que ouvimos das nossas conversas com Conselheiros das empresas da cobertura XP (link)
  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
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  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
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