COP26: Implicações do documento final

Reunindo líderes mundiais de 197 países, a COP26 foi uma oportunidade crucial para alcançar mudanças fundamentais e transformadoras na ação climática global. Com os olhos do mundo voltados para as implicações da COP26, aproveitamos para trazer mais detalhes sobre o que ficou definido em relação aos principais temas que centralizaram as discussões do evento - veja aqui o relatório em que aprofundamos no tema!


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Um encontro decisivo para conter o aquecimento global; Pt. II

A Conferência das Partes da ONU (COP26) foi oficialmente concluída em 13/nov, um dia depois do programado, encerrando duas longas semanas de negociações entre quase 200 países sobre como enfrentar o desafio comum do aquecimento global. Com os olhos do mundo voltados para as implicações da COP26, aproveitamos para trazer mais detalhes sobre o que ficou definido em relação aos três principais temas que centralizaram as discussões do evento, ao mesmo tempo em que todas as atenções agora se voltam para os desdobramentos posteriores que estão por vir.

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Mudanças climáticas: De uma questão marginal a uma prioridade global. Em nossa visão, a COP26 tinha uma urgência única, e a combinação da pressão por parte dos investidores e agentes do mercado, somado aos eventos climáticos extremos recentes, levaram os formuladores de política a fazerem mudanças importantes com o objetivo manter o aumento da temperatura global inferior a 1,5°C.

Progressos importantes foram feitos, mas algumas dúvidas permanecem. Embora reconheçamos que avanços e promessas importantes foram feitas, notamos que alguns tópicos ainda precisam de um fechamento final, ao mesmo tempo em que manter viva a meta de limitar o aquecimento global a 1,5°C continua sendo uma grande batalha, de forma que mais avanços são esperados olhando para frente.

Todos os olhos voltados para as implicações de Glasgow. Destacamos o desenvolvimento de três tópicos principais que centralizaram as discussões:

(i) Financiamento do clima. Embora as conversas não tenham ido longe o suficiente, a conferência fez o mundo avançar com uma série de compromissos que provavelmente terão um impacto mensurável, com destaque para a promessa dos países desenvolvidos em cumprir o acordo original de US$100bn para ajuda climática aos países em desenvolvimento.

(ii) Mercado de crédito de carbono. A COP26 marcou a aprovação do emblemático Artigo 6 do Acordo de Paris, definindo a criação das diretrizes básicas para o comércio entre países e agentes privados no mercado regulado de carbono, embora ainda tenham pontos importantes a serem fechados.

(iii) Carvão. O evento culminou na elaboração do 1° pacto climático internacional que referencia os combustíveis fósseis e aborda limites ao uso do carvão, em que os países concordaram em “reduzir gradualmente” o uso do mesmo e “eliminar gradualmente” os subsídios aos combustíveis fósseis.

Todos os olhos voltados para o que ainda está por vir. Embora reconheçamos que as conclusões da COP26 não foram tão longe quanto o esperado e mais ações são necessárias para limitar o aquecimento global, vemos que o evento teve um saldo final positivo, e a atenção agora se volta aos esforços dos países para cumprirem o que eles se comprometeram, de forma a mostrarem seu progresso na COP27.

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