Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante

Ao longo deste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para o setor de Bens de Capital e analisamos como a WEG, uma das empresas melhor posicionadas dentro da cobertura da XP sob as lentes ESG, se posiciona nessa agenda.


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A tendência ESG está ganhando impulso mesmo em setores mais tradicionais e um número crescente de investidores está pressionando as empresas por uma agenda de sustentabilidade. Para a indústria de Bens de Capital, vemos o pilar G como o fator mais importante na análise ESG, seguido pelos pilares E e S, respectivamente. Em nossa visão, as crescentes preocupações com as mudanças climáticas estão transformando esta indústria e três mudanças importantes estão sendo observadas em todo o setor: (i) a contínua transição da matriz energética para fontes renováveis; (ii) a tendência mundial de eletrificação; e (iii) a migração do sistema de infraestrutura e transporte para um formato mais verde. Por ser uma empresa exposta à eletrificação, aliada a sua exposição ao segmento de energias renováveis ​​(eólica e solar), vemos a WEG muito bem posicionada para ser um player líder na mudança para uma economia de baixo carbono, e ainda utilizando a inovação como uma ferramenta-chave nesse processo.

Os players da indústria brasileira têm espaço para buscar padrões ESG mais elevados. Um número crescente de investidores está pressionando a agenda de sustentabilidade e os ventos de mudança são ainda mais favoráveis ​​a este setor.

A WEG é uma das empresas melhor posicionadas dentro da cobertura da XP sob as lentes ESG. Governança robusta e grandes esforços para abraçar a crescente demanda por energia limpa justificam a nossa visão ESG positiva, apoiada em:

(E) Bem posicionada para capitalizar sobre a crescente demanda por energia limpa. Como empresa exposta à tendência de eletrificação, aliada a sua exposição ao setor de energias renováveis, vemos a WEG bem posicionada para liderar a transição para uma economia de baixo carbono.

(S) Menos material, mas ainda importante monitorar. Nesse pilar, destacamos dois tópicos: (i) Gestão da Mão de Obra: Como fabricante de equipamentos elétricos, a operação da WEG é intensiva em mão de obra (~33 mil colaboradores); (ii) Saúde e Segurança: A WEG está de acordo com as normas e diretrizes da legislação brasileira e convenções internacionais, além da presença de um comitê dedicado ao tema e investimentos significativos nessa frente.

(G) Padrões elevados, mas a diversidade de gênero falha. A estrutura de governança da WEG está à frente da de seus pares, mas a falta de uma maioria independente no Conselho, juntamente com o alto número de conselheiros de longa data, pode levantar preocupações sobre a capacidade do Conselho de contrabalançar efetivamente a gestão. Em relação à diversidade, há muito espaço para melhorias e esperamos ver mais diversidade, tanto na Diretoria da WEG, bem como no Conselho, em breve.

Neste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para o setor de Bens de Capital e analisamos como a WEG (WEGE3) se posiciona quando o tema é ESG.

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Setor industrial brasileiro: É hora de impulsionar a agenda da sustentabilidade

A tendência ESG (Ambiental, Social e Governança) está ganhando força mesmo em setores mais tradicionais, como o industrial. Com isso, um número cada vez maior de investidores está pressionando as empresas por uma agenda de sustentabilidade e os ventos de mudança são ainda mais favoráveis ​​a esse setor. Em nossa visão, os players do setor industrial brasileiro têm espaço para buscar padrões ESG mais elevados, especialmente por meio da tendência de (i) transição contínua de energia para fontes renováveis; (ii) eletrificação; e (iii) migração do sistema de infraestrutura e transporte para um formato mais verde.

Para este setor, vemos o pilar Governança como o fator mais importante na análise ESG, seguido pelos pilares Ambiental e Social, respectivamente. Abaixo destacamos os tópicos ESG comuns na indústria de bens de capital, em uma perspectiva setorial.

Ambiental

A indústria de equipamentos elétricos é caracterizada por um alto índice de empresas que estão envolvidas em soluções de energia e impacto ambiental. De acordo com a MSCI, mais da metade das empresas do setor está envolvida na produção de tecnologia de energia eólica e solar, e um terço da indústria em redes inteligentes, componentes de veículos híbridos e elétricos, que podem apoiar ações climáticas e ajudar a acelerar a transição para uma economia de baixo carbono.

Em nossa visão, (i) a clara tendência para a transição contínua de energia para fontes renováveis, (ii) a eletrificação mundial; e (iii) a migração do sistema de infraestrutura e transporte para um formato mais verde oferecem uma mistura de oportunidades e desafios para empresas de bens de capital, a fim de impulsionar a agenda ESG. A seguir destacamos os tópicos com maior materialidade no pilar E neste setor.

(i) Consumo de Energia: Os motores elétricos respondem por cerca de 70% do consumo de energia elétrica industrial. Portanto, o gerenciamento da eficiência energética e das emissões de carbono de produtos e processos é um fator ambiental fundamental para as empresas de bens de capital. Em nossa visão, as mudanças na regulamentação e na dinâmica do mercado (como regulamentos mais rígidos de energia e carbono e o uso crescente de tecnologias renováveis) estão moldando a demanda por equipamentos e serviços industriais, o que evidencia as inúmeras oportunidades que essas empresas têm em suas próprias e em outras indústrias, por meio do desenvolvimento e produção eficiente de motores elétricos.

(ii) Oportunidade em Tecnologia Limpa: As empresas do setor têm uma grande oportunidade de causar um impacto positivo na pegada ambiental global por meio da tecnologia limpa, otimizando o uso de recursos e reduzindo a geração de resíduos. Ter um foco estratégico de P&D em tais soluções de energia e impacto ambiental pode ajudar as empresas a se prepararem para oportunidades de mercado no mundo pós-pandêmico, já que muitos países e economias regionais estão buscando a recuperação econômica usando estímulos verdes. Em nossa opinião, o foco global em soluções para mudanças climáticas pode abrir oportunidades para empresas do setor capitalizarem o aumento da demanda por energia e soluções de impacto ambiental. Portanto, vemos o setor de Bens de Capital em uma posição forte para atender e se beneficiar da demanda por energia limpa.

(iii) Emissões Tóxicas e Resíduos: De acordo com a MSCI, a maioria das linhas de negócios da indústria geram baixas quantidades de poluentes atmosféricos perigosos, como compostos orgânicos voláteis (VOCs), que afetam a saúde pública. Por outro lado, as empresas de componentes elétricos podem gerar subprodutos, que devem ser reciclados ou descartados. Desta forma, são necessários investimentos em tecnologias e na melhoria constante dos processos, estabelecendo objetivos e metas ambientais, especialmente relacionados (i) ao tratamento e destinação de resíduos; e (ii) emissões atmosféricas.

Social

Os riscos sociais são geralmente limitados para empresas neste setor, mas estão principalmente relacionados à (i) gestão da mão de obra e (ii) saúde e segurança.

(i) Gestão da Mão de Obra: Com operações em diferentes continentes e uma grande força de trabalho, a gestão da mão de obra é uma questão chave para as empresas do setor. As empresas de bens de capital dependem da produtividade de uma força de trabalho relativamente grande, portanto, programas robustos de engajamento de funcionários e planos de benefícios abrangentes com o objetivo de gerenciar os riscos associados à gestão do trabalho são fundamentais.

(ii) Saúde e Segurança: A mudança no comportamento do consumidor está levando ao aumento da automação nas fábricas e, consequentemente, a uma alteração no conjunto de habilidades da força de trabalho das empresas para atender às estratégias de eficiência operacional direcionadas. Automação, digitalização e robótica são tendências globais na indústria de bens de capital. No entanto, ao mesmo tempo, elas mudarão fundamentalmente o ambiente de trabalho dos funcionários da indústria de manufatura. Visto que a produção de equipamentos está associada ao risco de lesões aos funcionários, incluindo penalidades regulatórias e interrupções operacionais, as empresas desse setor devem ter políticas de gestão de segurança para mitigar esses riscos.

Governança

Conforme mencionamos em todos os nossos relatórios ESG anteriores, a governança corporativa é uma questão fundamental para todas as empresas, independentemente do setor. Em nossa opinião, as boas práticas de governança corporativa apoiam a sustentabilidade de longo prazo de uma empresa e o equilíbrio dos interesses econômicos e sociais de seus diversos públicos de relacionamento, o que não difere no caso da indústria de bens de capital.


WEG (WEGE3): Uma das empresas melhor posicionada dentre a cobertura da XP sob as lentes ESG

Sólida governança e grandes esforços para abraçar a crescente demanda por energia limpa nos levam a ver a WEG como uma das empresas melhor posicionada dentro da cobertura do XP sob as lentes ESG. Por estar exposta às tendências de eletrificação, aliada a sua exposição ao setor de energias renováveis ​​(eólica e solar), a WEG está comprometida com práticas sustentáveis, estando bem posicionada para liderar a transição para uma economia de baixo carbono, ao mesmo tempo em que usando a inovação como uma ferramenta.

Ambiental: Bem posicionada para capitalizar a crescente demanda por energia limpa

O aumento das preocupações com as mudanças climáticas está transformando a indústria de bens de capital. Em nossa opinião, três mudanças importantes estão sendo observadas neste setor: (i) contínua transição da matriz energética para fontes renováveis; (ii) tendência mundial de eletrificação; e (iii) migração do sistema de infraestrutura e transporte para um formato mais verde. Estando exposta à tendência de eletrificação, aliada a sua exposição ao setor de energias renováveis, vemos a WEG bem posicionada para liderar a transição para uma economia de baixo carbono.

(i) Consumo de Energia: Como mencionamos anteriormente, dado que os motores elétricos respondem por ~70% do consumo de energia elétrica industrial, o gerenciamento da eficiência energética e das emissões de carbono de produtos e processos é um fator ambiental fundamental para empresas de bens de capital. Assim, destacamos positivamente o esforço da WEG nesta frente, o que levou a empresa a apresentar uma redução de 24% A/A no consumo de energia elétrica em relação ao seu lucro operacional em 2020.

(ii) Oportunidade em Tecnologia Limpa: A inovação em tecnologia limpa é uma estratégia central na WEG. A empresa investe em inovação tecnológica principalmente por meio do Sistema de Manufatura WEG (WMS), programa que tem como prática de gestão a eco eficiência e a produção mais limpa, que se baseia nos princípios do WCM (World Class Manufacturing), cujo foco são os pilares técnico e de gestão, incluindo o pilar ambiental. Acreditamos que o DNA inovador da WEG, além de antecipar segmentos de alto crescimento, deve levar a empresa a superar seus pares em inovação de tecnologia limpa – os investimentos em PD&I (Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação) totalizaram R$ 469 milhões, atingindo 2,7% da ROL (Receita Operacional Líquida) em 2020.

Além disso, a exposição da WEG (i) à tendência mundial de eletrificação (como produtora de equipamentos de energia); e (ii) ao setor de energia renovável, tanto eólica quanto solar, também reforça nossa visão de que a empresa está bem posicionada para capturar oportunidades em tecnologia limpa. Sobre este assunto, destacamos:

• Oferecimento de soluções integradas para veículos elétricos (EVs): Por ser um dos maiores fabricantes mundiais de máquinas elétricas e tecnologias de automação para a indústria e sistemas de energia, a WEG está continuamente focando no desenvolvimento de tecnologias que contribuam para o crescimento sustentável do planeta – em 2020, a WEG forneceu dez postos de carregamento de EVs WEMOB para o projeto VEM Paraná, desenvolvido pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial, pelo Parque Tecnológico Itaipu e pelo Governo do Estado do Paraná para estimular a adoção de políticas sustentáveis ​​e a disseminação de modelos de negócios inovadores no Brasil.

• Contribuição na promoção de energias renováveis: Como um dos principais fornecedores de produtos e soluções para usinas solares do país, a WEG acompanha de perto a evolução da energia solar fotovoltaica no Brasil, valendo-se de toda a sua experiência tecnológica – em 2020, a empresa fechou contrato com a Nebras Power, empresa global de energia, e com a Canadian Solar, uma das maiores incorporadoras de projetos de energia solar do mundo.

(iii) Emissões Tóxicas e Resíduos: A WEG possui iniciativas robustas para tratar os impactos ambientais das emissões atmosféricas, hídricas e de resíduos em relação aos seus pares, com destaque para o Sistema de Gestão Ambiental (SGA) da empresa, que foca (i) na otimização do uso de matéria-prima e entradas; (ii) no desenvolvimento de processos e produtos menos agressivos ao meio ambiente; e (iii) na otimização da gestão de resíduos e efluentes nos processos de fabricação. Além do ótimo desempenho da WEG na redução de resíduos de suas operações fabris, cerca de 87% de seus resíduos sólidos são reciclados ou reaproveitados.

Social: Menos material, mas ainda importante de monitorar

Nesse pilar, destacamos dois temas que merecem ser acompanhados.

(i) Gestão de Mão de Obra: Como fabricante de equipamentos elétricos, as operações da WEG são intensivas em mão de obra – a empresa possuía cerca de 33 mil funcionários em 2020. Apesar de reconhecermos que a WEG oferece treinamentos regulares para sua força de trabalho, vemos espaço para melhorias, tanto em termos do número de funcionários treinados (por exemplo, no treinamento de política de combate à corrupção e outros atos prejudiciais, 261 funcionários foram treinados em 2020) e abrangência desses programas de treinamento – de acordo com a MSCI, os programas da WEG voltados para a gestão da força de trabalho estão aquém dos seus pares.

(ii) Saúde e Segurança: A WEG declara estar de acordo com as normas e diretrizes da legislação brasileira e convenções internacionais relativas à segurança e saúde ocupacional de sua força de trabalho. A empresa possui um comitê de Saúde e Segurança, ao qual apreciamos – o comitê é formado por diretores e é responsável por avaliar e aprovar projetos de melhoria de segurança e ergonomia no trabalho, bem como analisar os resultados das metas, objetivos e indicadores anuais, apoiando os investimentos necessários para estabelecer o padrão de prevenção necessário. No ano passado, a empresa investiu R$ 19 milhões em Segurança, conforme gráfico abaixo (à esquerda), e obteve redução em diversos KPIs, como índice de lesões, número de acidentes e ocorrências e coeficiente de gravidade, gráfico à direita.

Governança: Altos padrões, mas a diversidade de gênero falha

A WEG tem suas ações (WEGE3) listadas no segmento Novo Mercado, o mais alto nível de governança corporativa na B3, e a estrutura de governança da empresa supera a de seus pares do mercado brasileiro.

A WEG é uma empresa controlada, com o acionista controlador possuindo participação de 64,53%: 50,09% é detido pela WPA Participações e Serviços S.A. (propriedade das Famílias Fundadoras); 14,44% pelos membros das famílias dos fundadores (diretamente).

Quando se trata do Conselho de Administração da empresa, notamos que falta uma maioria independente (2 dos 7 membros – 28%), além da presença de um alto número de diretores de longa data, conforme tabela abaixo. Dito isso, (i) a falta de maioria independente no Conselho; (ii) a ausência de um presidente independente; juntamente com (iii) o alto número de conselheiros com longo mandato, podem levantar preocupações sobre se o conselho é capaz de fornecer um contrapeso eficaz à administração.

Em relação à diversidade na liderança, há muito espaço para melhorias, uma vez que nem o Conselho de Administração nem a Diretoria (composta por 13 membros) têm presença feminina (vide composição dos Boards abaixo). Diversos estudos recentes têm mostrado que empresas com poucas mulheres no conselho tendem a ser menos eficazes e até mesmo abaixo do desempenho daquelas cujos conselhos são mais diversos, e esperamos ver mais diversidade, tanto no Conselho da WEG, bem como na Diretoria, em breve.

Pelo lado positivo, vemos com bons olhos a criação de um Comitê de Sustentabilidade no ano passado, liderado pelo atual Diretor de RH, Sr. Hilton José da Veiga Faria. O Comitê conta com uma equipe multidisciplinar, composta por representantes das cinco unidades de negócios, um representante do exterior e representantes de áreas estratégicas da empresa, como RI e Meio Ambiente.

Por fim, é importante destacar os diversos reconhecimentos e certificações que a WEG possui, o que, a nosso ver, reforça o compromisso da empresa com as melhores práticas para um desenvolvimento sustentável.

MSCI ESG ratings

A WEG possui uma classificação BBB pela MSCI ESG Ratings. Em uma perspectiva global, a classificação BBB coloca a WEGE3 dentre os 30% das empresas com esta classificação sob os constituintes do Índice MSCI ACWI equipamentos elétricos (40 empresas).


Estamos iniciando a cobertura de WEG (WEGE3) com recomendação de Compra e Preço-Alvo de R$50/ação.

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