Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG

Neste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para o setor de calçados e analisamos como a Arezzo & Co. (ARZZ) se posiciona quando o tema é ESG.


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Resumo

Dado o entendimento do setor de moda e vestuário como um grande influenciador de sustentabilidade, seria negligente pensar que o setor como um todo seria capaz de escapar do crescente interesse e demanda à cerca de áreas-chave como produção, cadeia de valor e força de trabalho. Diante desse movimento, as empresas de vestuário e calçados estão reconhecendo a necessidade de atender ao interesse dos investidores e consumidores que desejam entender melhor e opinar sobre como seus pertences são obtidos, produzidos e reciclados. E a Arezzo está caminhando nessa direção. Para este setor, vemos a frente Social como a mais importante das três, seguida pelo pilar Governança e Ambiental, respectivamente.

Vemos com bons olhos os esforços e compromissos da Arezzo & Co. na agenda ESG, principalmente na frente G, enquanto esperamos ver mais avanços adiante nos pilares E e S. Na frente E, destacamos o Sistema de Gestão Ambiental da empresa, porém vemos espaço para melhorias no que diz respeito à eficiência energética e às emissões de gases do efeito estufa. Em relação ao S, ressaltamos as iniciativas para promoção da diversidade, enquanto esperamos divulgação mais detalhada em relação às políticas para gestão da força de trabalho na cadeia de suprimentos. Por fim, no G, notamos que a Arezzo é uma empresa familiar, controlada pela Família Birman, o que, em nossa opinião, é uma alavanca de valor única para a marca. Além disso, recebemos de forma positiva que (i) as ações da empresa são listadas no segmento do Novo Mercado; (ii) o Conselho de Administração da Arezzo tem 3 membros independentes de 7; e (iii) as mulheres representam 33% e 29% da Diretoria e Conselho da empresa, respectivamente.

Neste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para o setor de Vestuário & Calçados e analisamos como a Arezzo & Co. (ARZZ) se posiciona quando o tema é ESG.

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Vestuário & Calçados: Nossa visão setorial em poucas palavras

Dado o entendimento do setor de moda e vestuário como um grande influenciador de sustentabilidade, seria negligente pensar que o setor como um todo seria capaz de escapar do crescente interesse e demanda à cerca de áreas-chave como produção, cadeia de valor e força de trabalho. Diante desse movimento, as empresas de vestuário e calçados estão reconhecendo a necessidade de atender ao interesse dos investidores e consumidores que desejam entender melhor e opinar sobre como seus pertences são obtidos, produzidos e reciclados. E a Arezzo está caminhando nessa direção.

Para este setor, vemos a frente Social como a mais importante das três, seguida pelo pilar Governança e Ambiental, respectivamente. Abaixo, apresentamos uma breve visão geral sobre os tópicos ESG comuns na indústria de vestuário e calçados, em uma perspectiva setorial.

Ambiental

Neste pilar, destacamos duas questões-chave dentro dessa indústria:

(i) Abastecimento de matéria-prima. Os varejistas de vestuário e calçados dependem principalmente do couro, matéria-prima fundamental para a indústria, bem como do algodão. Esses materiais estão associados a impactos ambientais consideráveis ligados ao alto consumo de água e pesticidas ou potencial desmatamento, tornando esta uma questão chave dentro do setor. De acordo com a MSCI, na indústria de têxteis, vestuário e artigos de luxo, 76% das empresas compram couro, enquanto 89% usam algodão em seus produtos. Dessa forma, as empresas podem enfrentar uma exposição à riscos reputacionais e, como a sociedade e o mercado estão cada vez mais focados em empresas sustentáveis, acreditamos que o fornecimento sustentável pode se tornar significativamente mais importante para o risco de reputação;

(ii) Pegada de carbono. Os varejistas do consumo discricionário vendem produtos que têm uma pegada de carbono moderada em comparação com seus pares no varejo de alimentos. No entanto, esforços para reduzir a exposição por meio da medição e redução das emissões de carbono associadas à produção de matérias-primas, fabricação de produtos, distribuição e varejo são bem-vindos. Ao nosso ver, tal esforço, além de reduzir o impacto ambiental de sua cadeia de suprimentos, faz com que as empresas estejam bem posicionadas para lidar com maiores custos de insumos.

Social

Essa frente é a mais importante quando se trata da indústria de vestuário e calçados. Em primeiro lugar, as varejistas são intensivas em mão de obra, assim, os esforços para mitigar riscos por meio de remuneração competitiva, benefícios e incentivos de desempenho, bem como para desenvolver canais de engajamento e comunicação para os funcionários, são fundamentais. Em segundo lugar, as relações do consumidor com marcas de varejo e moda estão mudando rapidamente. A expectativa de consumo consciente, diversidade e inclusão está em alta, impulsionando as empresas a agirem. Ao mesmo tempo, os clientes exigem uma experiência ágil e fluída, pautada pela inovação constante. Terceiro, a cadeia de suprimentos da indústria da moda é altamente fragmentada, com milhares de participantes e atores envolvidos; portanto, esse setor está sob os holofotes intensos por sua pegada social e ambiental. Em nossa opinião, as empresas brasileiras estão atentas e levando isso a sério, como é o caso da Arezzo.

Governança

Conforme temos mencionado, a governança corporativa é uma questão fundamental para todas as indústrias. O setor de varejo tem alta proporção de empresas “de dono” e familiares em comparação com o universo do índice MSCI ACWI, como é o caso da Arezzo. Dado a presença de empresas de moda no universo de companhias do varejo, é comum que possamos ver o próprio fundador e/ou membros da família sendo uma contribuição única para o valor da marca e, consequentemente, da empresa. No entanto, isso requer atenção quando essas características coexistem com um conselho não independente e / ou nichado, uma vez que isso poderia implicar preocupações com potenciais transações com partes relacionadas, movimento este que nem sempre é alinhado com o interesse dos acionistas minoritários.


Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG

Vemos com bons olhos os esforços e compromissos da Arezzo & Co. na agenda ESG, principalmente na frente G, enquanto esperamos ver mais avanços adiante nos pilares E e S. Na frente E, destacamos o Sistema de Gestão Ambiental da empresa, implantado em 2019, porém vemos espaço para melhorias no que diz respeito à eficiência energética e às emissões de gases do efeito estufa. Em relação ao S, ressaltamos as iniciativas da Arezzo para promover a diversidade, enquanto esperamos mais divulgações em relação às políticas para gestão da força de trabalho na cadeia de suprimentos. Por fim, no G, notamos que a Arezzo é uma empresa familiar, controlada pela Família Birman, o que, em nossa opinião, é uma alavanca de valor única para a marca. Além disso, recebemos de forma positiva que (i) as ações da empresa são listadas no segmento do Novo Mercado; (ii) o Conselho de Administração da Arezzo tem 3 membros independentes de 7; e (iii) as mulheres representam 33% e 29% da Diretoria e Conselho da empresa, respectivamente.


Ambiental: Sistema de Gestão Ambiental é o principal destaque

Apesar de ter menos materialidade para as empresas de vestuário do que os pilares S e G, não podemos subestimar o impacto das empresas de varejo no meio ambiente. Assim, vemos com satisfação que a Arezzo & Co. tenha iniciativas sólidas nesta frente, com destaque para o seu Sistema de Gestão Ambiental, implantado em 2019. Tal sistema mapeia as atividades da Arezzo em seus escritórios, centros de distribuição, lojas próprias e fábricas, com o objetivo de analisar seus respectivos impactos na meio ambiente. Em seguida, com uma consultoria externa, a empresa consegue identificar os principais problemas e definir a forma de gerenciar esses riscos, estabelecendo as prioridades de atuação. A seguir destacamos dois tópicos-chave dentro do pilar Ambiental.

Gestão da cadeia de suprimentos: Para acompanhar a captação de sua matéria-prima e toda a cadeia produtiva, a empresa mapeou os principais materiais utilizados na produção de calçados e também avalia quais deles podem ser substituídos por materiais de fontes renováveis, abordando como isso será possível e a que custo. A MSCI estima que mais de 30% dos produtos da Arezzo, entre bolsas e calçados, são confeccionados em couro, produto que traz preocupação por seus impactos no meio ambiente. Pensando nisso, vemos com bons olhos que a Arezzo firmou um acordo de cooperação com a Certificação Brasileira de Sustentabilidade do Couro (CSCB), o que indica seu compromisso com o fornecimento sustentável de couro.

Indo além do couro, reconhecemos positivamente o compromisso da Arezzo com uma cadeia de suprimentos sustentável como um todo, conforme evidenciado por sua adesão a importantes certificações, apresentadas abaixo. Além disso, vale ressaltar que a empresa estabeleceu metas a serem alcançadas, com destaque para: (i) o compromisso de possuir o Selo de Origem Sustentável e a Certificação Brasileira de Sustentabilidade do Couro (CSCB) para todos os seus fornecedores; e (ii) a substituição de 30% dos materiais derivados do petróleo por componentes de fontes renováveis. Assim, vemos a Arezzo com fortes iniciativas de suprimento sustentável em relação a seus pares.

*O Programa Abvtex é um esforço setorial, liderado pelo varejo de moda, na consolidação de boas práticas na cadeia de suprimentos para um ambiente sustentável, compatível com condições de trabalho dignas;
**O Certificado de Sustentabilidade do Couro Brasileiro é um programa que visa estabelecer o compromisso do setor coureiro brasileiro com as melhores práticas no tripé do meio ambiente, da sociedade e da economia;
***O Leather Working Group é uma organização sem fins lucrativos responsável pela certificação ambiental líder mundial para a indústria de fabricação de couro;
****O Selo Origem Sustentável foi criado por duas Associações Brasileiras e garante que os fabricantes de calçados do país incorporem a sustentabilidade em seus processos produtivos.

Resíduos e Reciclagem: A geração de resíduos a partir de embalagens é uma característica intrínseca da indústria, sendo uma questão fundamental quando se trata de empresas varejistas. Assim, apreciamos que (i) a Arezzo segue os parâmetros de licença ambiental na gestão de resíduos sólidos e não descarta seus resíduos em aterros; e (ii) tenha esforços positivos quando o tema é reciclagem. Sobre este tópico, destacamos que, de acordo com o relatório de sustentabilidade da empresa, em 2019, das ~4.000t de resíduos de embalagens, 891t foram recuperadas – ou seja, 22% do equivalente ao volume de embalagens gerado pós-consumo foi reciclado. Olhando para frente, a Arezzo estabeleceu uma meta de fazer uma mudança para caixas 100% recicláveis ​​até 2021.

Sobre o consumo de energia e as emissões de gases de efeito estufa (GEE), apesar de não termos dados detalhados sobre ambos, notamos (i) primeiro, no que diz respeito à energia, reconhecemos que a sede da Arezzo e sua fábrica de Campo Bom utilizam 100% de energia de fontes renováveis, além de o uso de lâmpadas LED nas lojas da empresa; (ii) em segundo lugar, sobre as emissões de GEE, apreciamos que a Arezzo esteja elaborando seu inventário de gases de efeito estufa, o que permitirá que a empresa cumpra seu objetivo de neutralizar suas emissões de GEE. Destacamos positivamente os passos iniciais da empresa, enquanto esperamos ver mais avanços.

Por fim, no que se refere à economia circular e logística reversa, vale ressaltar que (i) em 2020, a Arezzo ingressou na economia circular ao adquirir a Troc, uma loja de brechó online no Brasil, que trata de um grande problema da indústria da moda, a poluição – abaixo estão os principais alvos alcançados pelo Troc; (ii) uma das marcas da Arezzo, a Reserva, desenvolveu uma nova linha a partir de sobras de malha, que, em vez de serem descartados, os tecidos são reciclados, contribuindo para a economia circular; e (iii) a Arezzo está aproveitamento de resíduos de suas próprias fábricas para produzir solados para algumas de suas marcas, e a empresa possui um projeto de logística reversa de calçados descartados por seus clientes – desde março de 2019, a Arezzo fornecia caixas adequadas para esse tipo de descarte, em parceria com a ADS Micrologística, empresa especializada em coleta e destinação para reciclagem ou reaproveitamento de resíduos sólidos. As primeiras lojas beneficiadas são Fiever e Alme, na Rua Oscar Freire (SP), além dos escritórios em São Paulo e no Rio Grande do Sul.


Social: Bem posicionada, mas há espaço para melhorias nos padrões de trabalho na cadeia de suprimentos

As relações do consumidor com marcas de varejo e moda estão mudando rapidamente. A expectativa de consumo consciente, diversidade e inclusão está em alta, impulsionando as iniciativas das empresas nessas frentes. Abaixo destacamos quatro tópicos principais dentro do pilar social.

Gestão de mão de obra: Uma vez que as varejistas são intensivos em mão de obra, os esforços para fornecer benefícios e incentivos de desempenho, bem como para desenvolver canais de engajamento e comunicação para os funcionários são fundamentais. A Arezzo encerrou 2019 com 2.641 colaboradores, sendo 61% mulheres. Além de um projeto de Nova Cultura Organizacional, destacamos que, em 2018, a Arezzo passou a realizar uma Pesquisa de Clima e Engajamento com seus colaboradores em parceria com o Great Place To Work (GPTW). Em 2019, a adesão ao programa foi de 80% (1.000 pessoas selecionadas) e 68 foi o Índice de Confiança Global, em comparação com 67 em 2018.

Normas trabalhistas na cadeia de suprimentos: Dada a importância deste tema para o setor, esperávamos mais evidências de programas e medidas para gerenciar a força de trabalho, especialmente sobre funcionários de fábricas e terceiros. De acordo com os estudos da MSCI, as evidências sugerem que a empresa e suas subsidiárias estão envolvidas em alguns processos trabalhistas relacionados à benefícios de remuneração, como salários e horas extras aos funcionários. Porém, destacamos positivamente que, em 2019, a empresa implantou o TechSocial, ferramenta de gestão integrada para fornecedores em processo de homologação e para aqueles que já estão na base da Arezzo – para serem aprovados, os fornecedores devem estar 100% aderentes à aspectos como implantação de trabalho infantil; trabalho forçado ou obrigatório; trabalho estrangeiro ilegal; habitação integrada à empresa; liberdade de associação; discriminação; abuso sexual e assédio. Além disso, apreciamos a meta da Arezzo de ter 100% de sua cadeia produtiva rastreada e certificada até 2024 e 100% dos fornecedores/funcionários treinados anualmente em temas relevantes.

Diversidade: Em 2019, a Arezzo lançou seu Código de Conduta para a Diversidade, seguido de uma série de iniciativas internas, com o objetivo de transformar as diferenças entre seus profissionais em um poderoso símbolo cultural e de ganho competitivo para a empresa. O Código da Empresa aborda temas de combate ao racismo e intolerância ao público LGBTQIA+ e ajuda a orientar e mobilizar os funcionários sobre como agir em casos de possíveis atitudes discriminatórias na empresa. Os programas de diversidade da Arezzo incluem quatro iniciativas principais: (i) Igualdade racial; (ii) PcDs; (iii) LGBTQIA+; e (iv) Primeiro Emprego, programa voltado exclusivamente para a formação em Varejo e em parceria com a ONG Vocação.

Trabalho voluntário: A empresa realiza diversas iniciativas, com destaque para: (i) Loja dos Sonhos – 150 voluntárias prepararam uma manhã especial para 100 mulheres atendidas pelas ONGs Vocação (SP) e Elas por Elas (RS); e (ii) Gerando Falcões – calçados doados pela Arezzo & Co. são transformados em auxílio financeiro para as dezenas de projetos da Gerando Falcões, entidade voltada para programas de geração de renda familiar, esporte e cultura para crianças e adolescentes das periferias e favelas da cidade de São Paulo.


Governança: Família Birman como alavanca de valor única para a marca

A Arezzo & Co é uma empresa familiar, com ações da companhia (ARZZ3) listadas no segmento do Novo Mercado, o mais alto padrão de governança corporativa no B3. A Arezzo tem como principais acionistas a família Birman, com o Sr. Anderson Birman e o Sr. Alexandre Birman – CEO da empresa – com 45,84% das ações, sendo o restante pertencente à administração (0,01%) e free float (54,15%).


O Conselho de Administração da Arezzo possui 7 membros, sendo 3 independentes (43%) e, quanto à diversidade, notamos que possui 2 mulheres (29%) – Sra. Renata Vichi e Sra. Juliana Fonseca. Além disso, vale destacar que (i) a Diretoria da Arezzo conta com uma mulher (1 dos 3 membros) – Sra. Aline Penna; (ii) as mulheres representam mais de 61% da força de trabalho da empresa; e (iii) a Arezzo tem como meta estar entre as três melhores empresas de varejo do Brasil no Great Place to Work Women. Por fim, em 2019, destacamos que um comitê especialmente dedicado à sustentabilidade passou a orientar a atuação nessa área, reportando diretamente ao CEO, o que apreciamos.


MSCI ESG Ratings

A Arezzo & Co. tem uma classificação BB pela MSCI ESG Ratings. Em uma perspectiva global, a classificação BB coloca a ARZZ dentre os 21% de empresas com essa classificação considerando os constituintes do Índice MSCI ACWI no setor têxtil, vestuário e bens de luxo (28 empresas).


Estamos iniciando a cobertura de Arezzo & Co. (ARZZ) com recomendação de COMPRA e preço alvo de R$ 110,0/ação para o fim de 2021. Clique no link abaixo para ler o relatório completo.

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