Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE recuando 0,17% e 0,37%, respectivamente.
• No lado das empresas, a Omnia, do Patria Investimentos, acertou com a geradora renovável Casa dos Ventos o fornecimento de energia elétrica para o data center que está construindo no Brasil para a chinesa ByteDance, dona do TikTok, em acordo avaliado em cerca de US$ 2 bilhões – a primeira fase do projeto assinada pela ByteDance terá 200 megawatts (MW) de capacidade de TI e um consumo energético de cerca de 300 MW.
• Na política brasileira, (i) a Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono, do Ministério da Fazenda, apresentará nesta terça-feira (19) a proposta preliminar de definição da cobertura setorial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE) – considerada uma das fases centrais da regulamentação do SBCE, a etapa vai indicar quais atividades econômicas estarão obrigadas a monitorar, relatar e verificar emissões de gases de efeito estufa; e (ii) o ministro da Fazenda, Dario Durigan, apresentará na reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G7, hoje, em Paris, o objetivo do Brasil de atrair investimentos internacionais para a industrialização de minerais críticos no país – o objetivo é posicionar o Brasil como alternativa estratégica em um momento em que as nações desenvolvidas buscam meios para reduzir sua dependência da China no fornecimento de minerais, um dos temas centrais desse encontro do G7.
Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mail? Clique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!
Brasil
Empresas
Norueguesa Odfjell inaugura corredor verde com biobunker da Petrobras
“A empresa norueguesa de serviços de navegação e logística Odfjell anunciou nesta segunda (18/5) o primeiro corredor verde para navios-tanque entre o Brasil e a Europa movido a biocombustível certificado. A iniciativa irá reduzir emissões de carbono nas viagens marítimas a partir do uso de uma mistura de 24% de biodiesel e 76% de VLSFO (óleo combustível de baixa viscosidade) produzida no Brasil. O combustível é fornecido pela Refinaria Riograndense com tecnologia da Petrobras. Em janeiro deste ano, as empresas anunciaram um acordo de fornecimento, que prevê a entrega de até 12 mil toneladas ao longo de 2026 para os navios-tanque químicos que navegam a rota de 5.000 milhas náuticas entre o Brasil e a Europa. O corredor terá de 12 a 15 viagens por ano, cada uma com duração aproximada de 40 dias. O abastecimento será feito por barcaças dedicadas a partir do Terminal de Rio Grande (Terig), onde também ocorrerá a mistura do produto. O combustível possui Certificação Internacional de Sustentabilidade e Carbono nos termos da União Europeia (ISCC EU, em inglês), que assegura a rastreabilidade do biocombustível, o cumprimento de critérios de sustentabilidade e a redução das emissões ao longo da cadeia produtiva.”
Fonte: Eixos; 18/05/2026
Petrobras vai oferecer bunker com teor renovável no Porto de Santos
“A Petrobras vai investir R$ 3,3 bilhões na segunda área contratada no Porto de Santos e ampliar a capacidade de tancagem na região. O valor vai ser destinado à ampliação do terminal aquaviário, um novo píer e maior área de tancagem. Com isso, a estatal será capaz de vender bunker com 24% de biodiesel em São Paulo. Hoje, a companhia já comercializa o produto em Singapura. Os anúncios foram feitos pela presidente da Petrobras, Magda Chambriard, durante evento na Refinaria de Paulínia (Replan), nesta segunda-feira (18/5), com a presença do presidente Lula (PT). Chambriard anunciou também R$ 37 bilhões de investimentos para o estado até 2030. Desse total, R$ 6 bilhões serão investidos na Replan. A presidente da estatal anunciou, ainda, um edital de R$ 18 milhões para cooperativas de catadores recolherem óleos de cozinha usados para serem coprocessados e transformados em combustível sustentável de aviação (SAF) com 5% de conteúdo renovável. “A Replan é responsável por 1% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro (…) Estamos andando a passos largos para até o fim do ano fazer combustível de aviação com 5% de conteúdo renovável. Vamos ser capazes de, com a ajuda dessa Replan, cumprir totalmente a legislação internacional que vai exigir SAF no mercado de aviação”, disse a presidente.”
Fonte: Eixos; 18/05/2026
Omnia e Casa dos Ventos assinam acordo de energia de US$ 2 bi para data center do TikTok
“A Omnia, do Patria Investimentos, acertou com a geradora renovável Casa dos Ventos o fornecimento de energia elétrica para o data center que está construindo no Brasil para a chinesa ByteDance, dona do TikTok, em acordo avaliado em cerca de US$ 2 bilhões, disseram as empresas à Reuters. A primeira fase do projeto assinada pela ByteDance terá 200 megawatts (MW) de capacidade de TI e um consumo energético de cerca de 300 MW. A energia será fornecida a partir do complexo eólico Ibiapaba, com 630 MW no Ceará, que está sendo construído pela Casa dos Ventos, brasileira que tem a TotalEnergies como acionista e que participou do desenvolvimento inicial do data center. Uma parcela menor do consumo de energia será atendida pelo parque eólico Dom Inocêncio, no Piauí, também depropriedade da Casa dos Ventos. A assinatura representa mais um passo de um projeto “ambicioso” de longo prazo que visa a tornar o Porto do Pecém um campus global de data centers, aproveitando a zona de processamento de exportação, disse Rodrigo Abreu, CEO da Omnia, plataforma do Patria dedicada a data centers “hyperscale” [operações de computação em nuvem em larga escala]. O acordo, com prazo de 20 anos e avaliado em US$ 2 bilhões, foi estruturado como uma autoprodução de energia, modelo no qual os consumidores de energia entram como sócios nos parques de geração, o que lhes garante benefícios tarifários, isenção de encargos e custos mais competitivos no insumo.”
Fonte: Valor Econômico; 18/05/2026
Política
Lula defende exploração de petróleo na Margem Equatorial para fortalecer Petrobras
“Pré-candidato à reeleição, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou nesta segunda-feira (18) quem defende a privatização da Petrobras e incentivou a exploração de petróleo na Margem Equatorial para fortalecer a empresa. Ao participar em Paulínia (SP) do anúncio de R$ 37 bilhões de investimentos da Petrobras no Estado de São Paulo até 2030, Lula afirmou que a petrolífera deve expandir sua atuação em outros segmentos para ser a “maior empresa de energia do país”. “Enquanto eu for vivo, ninguém pode pensar em se desfazer da Petrobras. A Petrobras tem que ser a grande empresa de energia desse país. Com o potencial dela, ninguém segura esse país”, afirmou o presidente. Lula disse que pretende fazer da Petrobras uma empresa forte não só no país, mas também no cenário internacional. O presidente defendeu a exploração petrolífera na Margem Equatorial, apesar das críticas de ambientalistas, e disse que “ninguém tem mais cuidado com a Amazônia” do que seu governo. “Vamos fazer a exploração com a maior responsabilidade do mundo. Ninguém tem mais cuidado com a Amazônia do que nós”, disse. Segundo Lula, a exploração faz parte de uma ação estratégica de seu governo do ponto de vista internacional. “A gente não pode deixar com que uma riqueza que está a quase 500 metros de distância da nossa margem…Daqui a pouco o [presidente dos Estados Unidos, Donald] Trump vai achar que é dele e vai lá. Ele achou que o Canadá era dele, que a Groenlândia, que o Golfo do México era dele… Quem é que diz que ele não vai dizer que a Margem Equatorial é dele também? Então vamos ocupar”, afirmou o presidente, defendendo o fortalecimento da Petrobras no país.”
Fonte: Valor Econômico; 18/05/2026
Fazenda apresenta proposta preliminar de cobertura setorial do SBCE
“A Secretaria Extraordinária do Mercado de Carbono, do Ministério da Fazenda, apresentará nesta terça-feira (19) a proposta preliminar de definição da cobertura setorial do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões (SBCE). A etapa vai indicar quais atividades econômicas estarão obrigadas a monitorar, relatar e verificar emissões de gases de efeito estufa. Segundo o governo, a versão final do normativo deve ser publicada no segundo semestre de 2026. A proposta será submetida ao Comitê Técnico Consultivo Participativo (CTCP), instância que acompanha a implementação do sistema. De acordo com o Ministério da Fazenda, a cobertura setorial é uma das fases centrais da regulamentação do SBCE, porque delimita quais segmentos econômicos entrarão no mecanismo e em que ritmo isso ocorrerá. O material prevê inclusão progressiva dos setores, com definição de etapas e critérios de faseamento. O conteúdo divulgado até aqui, no entanto, não informa quais atividades específicas estarão em cada fase, nem detalha parâmetros técnicos como limites de emissões, cronograma operacional ou eventuais exigências por segmento. Após a apresentação ao comitê, o cronograma oficial prevê consulta pública em julho. Na sequência, o texto deverá ser consolidado para publicação da versão final ainda no segundo semestre deste ano. O Ministério da Fazenda afirma que a construção da proposta ocorre em paralelo a oficinas com setores produtivos e à atuação de três grupos de trabalho temáticos. Segundo a pasta, a iniciativa busca incorporar contribuições técnicas de representantes da produção, da sociedade civil e de outras partes interessadas.”
Fonte: Canal Rural; 18/05/2026
“O ministro da Fazenda, Dario Durigan, apresentará na reunião de ministros das Finanças e presidentes de Bancos Centrais do G7, nesta terça-feira (19), em Paris, o objetivo do Brasil de atrair investimentos internacionais para a industrialização de minerais críticos no país. O Brasil visa se posicionar como alternativa estratégica em um momento em que as nações mais ricas do mundo buscam meios para reduzir sua dependência da China no fornecimento de minerais como terras raras, nióbio e lítio, um dos temas centrais desse encontro do G7. Para Durigan, é importante “fugir da lógica histórica” do Brasil ser um mero exportador de minerais críticos e avançar no estímulo à industrialização desses minerais no país. “Se há capital francês, alemão, norte-americano querendo fazer investimento nisso, que se faça no Brasil, dividindo tecnologia com universidades brasileiras. Essa é a nossa diretriz”, disse o ministro nesta segunda-feira (18) em Paris após um debate sobre taxação internacional de altas rendas na prestigiosa École Normale Supérieure. O evento que durou pouco mais de uma hora contou com a participação do economista francês Gabriel Zucman, autor da proposta de um imposto mínimo mundial de 2% sobre a fortuna dos bilionários. A Câmara dos Deputados aprovou no início do mês o marco regulatório do setor de minerais críticos e o texto segue em tramitação no Congresso.”
Fonte: Valor Econômico; 18/05/2026
Terras raras: “Brasil não abre mão de sua soberania”, diz Lula
“O presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (18) que o Brasil não vai abrir mão de sua soberania para exploração de minerais críticos e terras raras existentes no país. Durante evento realizado em Campinas, no interior de São Paulo, Lula destacou que outros países poderão se associar ao Brasil para explorar esses recursos, dentro do território brasileiro. “Não temos preferência por ninguém. Pode vir chinês, alemão, francês, japonês, americano. Pode vir quem quiser. Desde que tenham consciência de que o Brasil não abre mão de sua soberania para dizer que os minerais críticos e as terras raras são nossas e que queremos explorá-la aqui dentro”, disse o presidente. Em seu discurso, Lula também destacou que pesquisadores brasileiros, especialmente do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), poderão ajudar a fazer um estudo sobre esses recursos do país. “Se a gente for fazer esse estudo só cavando buraco, isso vai demorar muito. A gente vai ter que contar com inteligência e a ciência e o conhecimento de vocês para dar um salto de qualidade, e ver se, em um curto espaço de tempo, a gente faça que o Trump [presidente dos EUA] deixe de brigar com o Xi Jinping [presidente da China] e venha se associar a nós para explorar isso aqui”, disse ele.”
Fonte: Eixos; 18/05/2026
Internacional
Empresas
Empresas de baterias estão de olho em demanda de IA, mas enfrentam obstáculos
“As empresas de armazenamento de energia em baterias nos Estados Unidos estão vendo um aumento no interesse dos data centers de inteligência artificial, mas as longas filas para se conectar à rede e uma cadeia de suprimentos altamente dependente da China estão dificultando a capacidade do setor de crescer rapidamente. Os sistemas de armazenamento de energia em baterias, que absorvem energia quando o suprimento é abundante e a descarregam de volta para a rede quando necessário, têm sido cada vez mais implantados em regiões com alto consumo de energia renovável, como a Califórnia, onde ajudam a atender à demanda à noite, quando a energia solar começa a diminuir. Agora, eles estão surgindo como uma solução promissora para data centers. Quando instalados antes do medidor, eles podem suavizar a demanda de energia e otimizar a capacidade da linha de transmissão. Atrás do medidor, eles podem gerenciar picos de demanda, reduzir o consumo de energia quando a rede está sobrecarregada, cobrir interrupções temporárias de energia e diminuir a dependência de geradores a diesel de reserva. No entanto, os especialistas afirmam que o setor ainda enfrenta gargalos. “As restrições da cadeia de suprimentos e as filas de interconexão são duas das barreiras mais importantes”, disse Harvest-Time Obadire, analista sênior de energia e renováveis da BMI, uma unidade da Fitch Solutions. Embora os data centers possam ser construídos em 18 a 24 meses, a conexão com a rede de energia pode levar de três a sete anos em partes dos EUA, acrescentou ele.”
Fonte: Valor Econômico; 18/05/2026
Calor extremo já custa bilhões e deve testar sistema elétrico em 2026
“Relatórios apontam perdas bilionárias com eventos extremos enquanto previsão de El Niño amplia preocupação global. Fenômeno climático pode elevar demanda por energia e dificulta planejamento do sistema. A mais recente previsão de cientistas de meteorologistas aponta que o fenômeno que aquece as águas do Oceano Pacífico Equatorial estará de volta no segundo semestre do ano, trazendo com ele a intensificação de eventos climáticos como ondas de calor, secas e inundações. Para este ano, a Administração Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) calcula a probabilidade de 60% de desenvolvimento do El Niño, para o trimestre maio-junho-julho, e mais de 90% a partir da próxima primavera, em setembro. (G1) E se, na média global, os três primeiros meses de 2026 foram os quartos mais quentes já registrados, com a expectativa de um El Niño forte – e potencialmente “super” – em setembro, prepare-se para o calor.Uma análise do Carbon Brief prevê que 2026 provavelmente será o segundo ano mais quente já registrado, e possibilidade de 2027 ser recordista. Some ao fenômeno o aquecimento de longo prazo causado pelas atividades humanas, as temperaturas podem subir acima de 2,5°C no fim de 2026 e as consequências dos extremos climáticos são motivo de alerta para diversos setores da economia. Só em 2025, empresas no mundo todo reportaram que eventos climáticos causaram quase US$ 3 bilhões em perdas reais, principalmente devido ao aumento de custos diretos e paralisações operacionais, sendo chuvas intensas o principal fator isolado dessas perdas (US$ 1,5 bilhão), segundo o CDP.”
Fonte: Eixos; 18/05/2026
Empresas de defesa querem adiamento de proibição americana a ímãs de terras raras chineses
“As empresas de defesa americanas estão pressionando Washington a adiar a proibição do uso de ímãs de terras raras chineses em contratos militares dos Estados Unidos, uma medida decidida há anos e que entra em vigor daqui a alguns meses. Algumas empresas querem mais tempo para cumprir com a proibição do uso de ímãs chineses de samário-cobalto e de neodímio-ferro-boro chineses em contratos com o Departamento de Defesa dos EUA a partir de 1º de janeiro, segundo quatro fontes a par do assunto. Os ímãs são usados quase em tudo, desde veículos elétricos e telefones celulares até caças e sistemas de armamentos, mas a produção é dominada pela China, que endureceu ainda mais seu controle, limitando o acesso a esses materiais cruciais. Governos ocidentais agora correm para reduzir sua vulnerabilidade. O governo Trump tem trabalhado a passos acelerados para injetar bilhões de dólares na nascente indústria americana de terras raras, mas a China continua, de longe, a principal produtora de elementos de terras raras, metais e ímãs. Especialistas advertem que erigir uma cadeia de suprimentos alternativa inteiramente desenvolvida levará anos. De acordo com vários executivos do setor de metais nos EUA, o governo provavelmente não verá com bons olhos esse lobby para adiar o prazo. Em uma publicação na plataforma de relacionamento social on-line Truth Social neste mês, o presidente dos EUA, Donald Trump, enfatizou que “todas as agências federais precisam comprar produtos americanos”.”
Fonte: Valor Econômico; 18/05/2026
Política
Casa Branca marca pequena vitória em terras raras, mas regime de exportação da China veio para ficar
“A China vai responder às preocupações dos EUA sobre a falta de terras raras, disse a Casa Branca neste domingo, em um resumo dos acordos firmados na cúpula de líderes da semana passada — que, porém, parou de pedir a remoção das restrições que vêm prejudicando a indústria aeroespacial e de semicondutores norte-americana. Introduzidos em abril de 2025, em retaliação às chamadas tarifas do Dia da Libertação do presidente dos EUA, Donald Trump, os controles de Pequim continuam a restringir fortemente as exportações de certas terras raras, apesar do acordo firmado na cúpula de Busan, em outubro passado, quando a Casa Branca afirmou que a China havia se comprometido a “eliminar efetivamente” todos os controles atuais e propostos sobre a exportação de minerais críticos. Seis meses depois, o novo comunicado da Casa Branca agora reconhece, ainda que de forma tácita, que o regime de controles de exportação da China veio para ficar. O texto também não mencionou se a trégua de um ano sobre um conjunto mais amplo de restrições chinesas a terras raras, que deve expirar em novembro, será prorrogada. O informativo divulgado no domingo, que resume os principais resultados da cúpula em Pequim, afirmou que a China vai responder às preocupações dos EUA sobre a escassez de minerais críticos e terras raras, incluindo ítrio, escândio e índio. Também declarou que a China vai tratar das preocupações dos EUA em relação às restrições à exportação de tecnologia de processamento de terras raras, que Pequim protege rigidamente para resguardar os produtores domésticos responsáveis por quase toda a produção mundial.”
Fonte: Reuters; 17/05/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
Ainda não tem conta na XP? Clique aqui e abra a sua!
![YA_2026_Banner_Intratexto_-_download[1]](https://conteudos.xpi.com.br/wp-content/uploads/2025/12/YA_Banner_Intratexto_-_download1.jpg)
