Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares

Ao longo deste relatório destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para os laboratórios e analisamos como as empresas sob o universo de cobertura da XP (FLRY3, PARD3 e AALR3) se posicionam quando o tema é ESG.


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Resumo

As empresas de saúde operam na vanguarda de um dos maiores desafios de longo prazo do mundo – a busca por uma vida mais longa e melhor. Em nossa visão, o setor de saúde oferece uma combinação interessante de desafios e oportunidades em uma perspectiva ESG. Para este setor, vemos o pilar Social de longe como o mais importante dos três, seguido por Governança e Ambiental, respectivamente.

Em uma perspectiva por empresa, vemos o Grupo Fleury se destacando em relação aos pares, bem como em um espectro mais amplo, estando bem posicionado no universo de cobertura da XP, com a agenda ESG diretamente ligada à missão e estratégia do Fleury, agregando valor à empresa. Para o Grupo Pardini, embora tenhamos sentido falta de uma divulgação detalhada sobre suas iniciativas e dados ESG, vemos a empresa bem posicionada, principalmente no que diz respeito aos seus esforços para minimizar seus impactos ao meio ambiente, enquanto para a Alliar, apesar de notarmos que a empresa não tem um relatório de sustentabilidade, reconhecemos positivamente que a companhia possui compromissos gerais nessa agenda, enquanto esperamos ver mais avanços adiante, tanto no que se refere à iniciativas, bem como à divulgação de dados ESG.

Neste relatório, destacamos os tópicos ESG que vemos como os mais importantes para os laboratórios e analisamos como as empresas sob o universo de cobertura da XP (FLRY3, PARD3 e AALR3) se posicionam quando o tema é ESG.

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Um olhar setorial: Uma combinação interessante de desafios e oportunidades

Empresas do setor de saúde operam na vanguarda de um dos maiores desafios de longo prazo do mundo: a busca por uma vida mais longa e melhor. Em nossa visão, o setor oferece uma combinação interessante de desafios e oportunidades na perspectiva ESG.

Melhorar a qualidade dos serviços de saúde e, ao mesmo tempo, aumentar o custo-benefício dos tratamentos está se tornando cada vez mais os principais objetivos das empresas nesse segmento, inclusive dos laboratórios. Com isso em mente, consideramos que empresas inovadoras com estratégias de preços criteriosas e com capacidade de adaptação ao cenário em mudança têm negócios mais sólidos.

Para este setor, vemos o pilar Social de longe como o mais importante dos três, seguido por Governança e Ambiental, respectivamente. A seguir, destacamos brevemente os tópicos ESG comuns entre as empresas de saúde em uma perspectiva setorial.

Ambiental: Impacto limitado, mas ainda importante de ser monitorado

Em comparação com as indústrias pesadas, as operações de saúde são substancialmente menos intensivas em carbono, ainda assim, os riscos relacionados às emissões representam o desafio ambiental mais substancial da indústria. As empresas que possuem clínicas, como é o caso das que são cobertas pela XP (AALR3, FLRY3 e PARD3), estão mais expostas a tais riscos, pois estão sujeitas a uma série de padrões rígidos que podem restringir a implementação de oportunidades de eficiência energética, e portanto, reduções nas emissões de carbono. Além disso, as clínicas e outras unidades de saúde geram uma quantidade cada vez maior de resíduos, dos quais aproximadamente 15% podem ser infecciosos, tóxicos ou radioativos. Posto isto, vemos a gestão de resíduos como uma questão importante para as empresas do setor da saúde.

Social: No centro da equação ESG

Fatores sociais são fundamentais em nossa análise ESG, uma vez que as empresas brasileiras de saúde desempenham um papel crucial para as comunidades que atendem. Na frente S, destacamos três temas principais: (i) Segurança e Qualidade do Serviço, dada a sua enorme responsabilidade em garantir que sejam mantidos os mais elevados padrões de segurança e qualidade; (ii) Gestão da força de trabalho, uma vez que a inovação e a qualidade do serviço são fundamentais para o desempenho das empresas de saúde; (iii) Privacidade e segurança de dados, que se tornou um risco social notável à luz das leis recentes mais rígidas em relação à privacidade e proteção de dados.

Governança: Espaço para avanço na independência dos Conselhos de Administração

A governança corporativa é uma questão-chave padrão para todas as empresas, independentemente do setor. Para os laboratórios, destacamos que todas as três empresas sob nossa cobertura (AALR3, FLRY3 e PARD3) possuem suas ações listadas no Novo Mercado, o mais alto padrão de governança corporativa do mercado brasileiro, o que vemos de forma positiva. No entanto, vemos espaço para melhorias na independência do Conselho de Administração das empresas, uma vez que identificamos a ausência de uma maioria independente nas três companhias – os membros independentes no Conselho da Alliar, Fleury e Pardini representam 18%, 25% e 20%, respectivamente. Por fim, no que diz respeito à diversidade, destacamos que a Fleury possui uma mulher na cadeira de CEO – o que coloca a empresa entre as 5 únicas empresas brasileiras listadas com uma mulher ocupando esse cargo* -, enquanto quando olhamos para o Conselho da FLRY, as mulheres representam 17% (2 dentre os 12 membros). No caso da Pardini, há um membro feminino tanto no Conselho quanto na Diretoria (20%), enquanto para Alliar notamos uma ausência feminina no Conselho de Administração, mas notamos que a CFO da empresa é uma mulher, Srta. Karla Dolabella, o que apreciamos.

* A Teva Indices considera no estudo um universo de 177 empresas brasileiras listadas, com três critérios de elegibilidade: (i) Free Float: Não são consideradas as empresas que possuem menos de 4,0% de suas ações em circulação; (ii) Valor de Mercado: Não são consideradas empresas abaixo de R$ 300 milhões e (iii) Volume negociado: Não são consideradas empresas abaixo de R$ 100 milhões.

Para ler a análise ESG completa do setor de saúde, clique aqui.


Fleury (FLRY3): No coração da empresa; Se destacando em relação aos pares

Vemos a agenda ESG diretamente ligada à missão e estratégia do Fleury, agregando valor ao grupo, levando-nos a ver o Fleury se destacando em relação aos pares em uma perspectiva ESG, bem como em um espectro mais amplo, estando bem posicionado considerando todo o universo de cobertura da XP.

Ambiental: Altos padrões

O setor de saúde possui uma diversidade de aspectos ambientais que, dependendo da atividade, podem se transformar em impactos significativos no meio ambiente por meio do consumo de recursos como energia e água, além da geração de resíduos sólidos e efluentes. No que diz respeito ao Fleury, a empresa foi pioneira no setor ao implantar um sistema ambiental integrado certificado pelas ISO 9001 e ISO 14001, além de suas iniciativas robustas no que diz respeito à gestão de resíduos e água, além da eficiência energética. A seguir, destacamos quatro tópicos principais do pilar E.




(i) Gerenciamento de Resíduos: o Fleury monitora e controla a segregação, disposição, armazenamento e transporte dos resíduos perigosos e não perigosos decorrentes de sua operação, divulgando os dados históricos, o que vemos como muito positivo. Como mencionamos, este tema é um tópico importante para as empresas do setor de saúde. Assim, destacamos que (i) a destinação dos resíduos do Fleury é definida de acordo com o tipo e com base nos procedimentos do Sistema de Gestão Ambiental; e (ii) a forma de tratamento dos resíduos varia de acordo com o sistema disponível nos municípios em que a empresa atua, sendo os resíduos perigosos transportados de acordo com a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), bem como com as diretrizes estabelecidas pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT).

(ii) Consumo de Energia: O Fleury segue na trajetória de aumento da aquisição de energia renovável no mercado livre de energia, que representa 43% do consumo de energia do Fleury. Além disso, visando a eficiência energética, a empresa está trabalhando na instalação de iluminação LED e na substituição de equipamentos por modelos com menor consumo de energia, dentre outras iniciativas.

(iii) Uso da Água: O Fleury investiu na instalação de sistemas de reuso de água, além de iniciativas para conscientizar os colaboradores sobre a necessidade do uso racional da mesma. Tais esforços já mostraram resultados positivos: (i) o consumo de água da empresa caiu 2,2% A/A em 2019; e (ii) o indicador de intensidade da água do Fleury (m3/teste) atingiu 0,0038 m3/teste, superando a meta estabelecida de 0,0042 m3/teste.






(iv) Emissões de GEE: O inventário anual de gases de efeito estufa (GEE) da empresa é baseado nas diretrizes do GHG Protocol desde 2010, uma ferramenta que ajuda a compreender, quantificar e gerenciar as emissões de GEE. Os esforços do Fleury neste tema, visando minimizar seus impactos no meio ambiente, levaram a empresa a apresentar uma redução de 40% no ano nas emissões de GEE em 2019. Por fim, destacamos que a companhia também está alinhada com o Carbon Disclosure Program (CDP) desde 2015, o que vemos como positivo.

Social: Gestão da mão de obra é o principal destaque

O Fleury está bem posicionado no que diz respeito ao pilar Social, estando comprometido com o Pacto Global e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), o que destacamos como positivo. Neste pilar, destacamos as iniciativas da empresa em três frentes principais:

(i) Segurança e Qualidade do Serviço: O sistema de gestão da qualidade do Fleury está alinhado a importantes padrões nacionais e globais, com destaque para: (i) ISO 9001, visando garantir a qualidade do produto; (ii) PALC (Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos); (iii) Pesquisas e Programas de Educação em Patologia Anatômica do College of American Pathologists (CAP; e (iv) Programa de Proficiência em Ensaios Laboratoriais (PELM) da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica / Medicina Laboratorial (SBPC / ML).

(ii) Saúde e Segurança: 100% dos produtos e serviços da empresa são avaliados quanto às questões de saúde e segurança, sendo que a política do Fleury estabelece diretrizes para garantir a adequada abordagem à saúde e segurança nas operações, em linha com a legislação do setor, atendendo normas do Ministério do Trabalho e da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).



(ii) Gestão da Mão de obra: O Fleury encerrou 2019 com 9.994 funcionários, sendo que as mulheres representam 80,2% da força de trabalho total da empresa. No que diz respeito à agenda de diversidade e inclusão, notamos um grande esforço para contratar pessoas que tiveram menos oportunidades ao longo da história – o Fleury aumentou em 38% o número de pessoas com deficiência em seu quadro de funcionários em 2019. Por fim, em relação ao treinamento de funcionários, destacamos o Fleury Universidade Corporativa, que oferece treinamento envolvendo funcionários diretos da organização, médicos, contratados, parceiros, comunidades, instituições educacionais e clientes.

(iii) Privacidade e segurança de dados: A mudança para soluções mais voltadas para a tecnologia pode aumentar os riscos de violações de dados, levando a uma crescente preocupação com a privacidade de empresas que coletam dados pessoais em relação à saúde de seus clientes. O Fleury possui grandes volumes de informações confidenciais de pacientes e, apesar de ter uma política de segurança de dados, notamos que ela não inclui planos proativos de resposta no caso de violações de dados.

Governança: Se destacando vs. seus pares

O Fleury tem suas ações (FLRY3) listadas nas regras do Novo Mercado, o mais alto padrão de governança corporativa do mercado brasileiro, e a estrutura acionária da empresa é composta por Bradeseg (com 22,1% das ações da empresa), um bloco de médicos sócios (20,2%) e por ações em circulação – free float (57.7%).

Em relação ao Conselho de Administração do Fleury, ele carece de maioria independente (4 dos 12 membros), enquanto no que se refere à diversidade, destacamos que a CEO da empresa é uma mulher, Sra. Jeane Tsutsui, o que coloca o Fleury entre as únicas 5 empresas brasileiras listadas* que possuem uma mulher ocupando esse cargo (Eletrobras, BMG, Ambipar, AES Brasil e Fleury).

Além disso, vale a pena mencionar a recente criação de um Comitê ESG pela empresa, o que apreciamos profundamente. O Comitê busca aprimorar as práticas da empresa nas frentes social, ambiental e de governança e é composto por 4 membros: Marcio Mendes (coordenador), Cristiane Correa, Glaucimar Peticov e Jéssica Silva Rios.

* A Teva Indices considera no estudo um universo de 177 empresas brasileiras listadas, com três critérios de elegibilidade: (i) Free Float: Não são consideradas as empresas que possuem menos de 4,0% de suas ações em circulação; (ii) Valor de Mercado: Não são consideradas empresas abaixo de R$ 300 milhões e (iii) Volume negociado: Não são consideradas empresas abaixo de R$ 100 milhões.

Por fim, vale ressaltar que o Grupo Fleury faz parte do Índice de Sustentabilidade Empresarial B3 (ISE) desde 2014, e foi selecionado para integrar, pela primeira vez, o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) da NYSE, no segmento de mercados emergentes, sendo 1 dentre as somente 9 empresas brasileiras e a única do setor de Saúde nas Américas a fazer parte do índice (composto por 100 empresas).

MSCI ESG Ratings

O Grupo Fleury teve sua classificação atualizada de ‘BBB’ para ‘A’ em setembro de 2020. Em uma perspectiva global, a classificação A coloca o FLRY dentre os 30% de empresas com esta classificação sob os constituintes do Índice MSCI ACWI em Provedores e Serviços de Saúde (46 empresas).


Pardini (PARD3): Cuidando das questões ESG, mas com divulgação limitada de dados

Embora tenhamos sentido falta de uma divulgação detalhada sobre as iniciativas e dados ESG do Grupo Pardini, vemos a empresa bem posicionada na agenda ESG, principalmente no que diz respeito aos esforços da mesma para minimizar seus impactos no meio ambiente, o que vemos com bons olhos.

Na frente E (ambiental), reconhecemos positivamente: (i) a política de gestão de resíduos da empresa, sendo todos os resíduos sólidos gerados descartados de acordo com a legislação em vigor, além das normas e procedimentos específicos presentes nos Planos de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS); e (ii) as iniciativas do grupo para reduzir o consumo de água, principalmente por meio do reuso da mesma em seus processos produtivos, com a empresa realizando um levantamento das contas de água de suas unidades de atendimento e laboratórios centrais, sendo possível identificar quais possuem o maior consumo de água, visando centralizar seus esforços nessas unidades. Apesar de reconhecermos os esforços mencionados acima, sentimos falta de informações detalhadas sobre isso e esperamos ver mais avanços na divulgação de dados ESG adiante.

No que se refere ao pilar S, destacamos que, visando mitigar os riscos associados à qualidade dos serviços prestados, o grupo adotou um sistema de gestão de qualidade robusto, o qual é reforçado com as certificações ISO 9001 e ISO 17025, o que vemos de forma positiva.

Por fim, em relação à frente G, o Grupo Pardini é controlado pela Família Pardini – Áurea Maria Pardini (com 21,6% das ações da empresa), Regina Pardini (21,6%) e Victor Cavalcanti Pardini (21,6%), com o restante em ações em tesouraria (1,6%) e free float (33,6%). A empresa tem suas ações (PARD3) listadas no Novo Mercado da B3, o mais alto padrão de governança corporativa. Por outro lado, no que diz respeito ao Conselho de Administração, notamos a ausência de uma maioria independente (20%, 1 em 5 membros), ao passo que em relação à diversidade, apesar de vermos espaço para melhorias até atingirmos a igualdade de gênero, destacamos a presença feminina tanto no Conselho de Administração (com a Sra. Regina Pardini), quanto na Diretoria Executiva (com a Sra. Adriana Linhares, Diretora Executiva do Serviço de Atendimento ao Cliente).

MSCI ESG Ratings

O Grupo Pardini teve sua classificação revisada de ‘BBB’ para ‘A’ em abril de 2021. Em uma perspectiva global, a classificação A coloca o PARD dentre os 30% de empresas com esta classificação sob os constituintes do Índice MSCI ACWI em Provedores e Serviços de Saúde (46 empresas).


Alliar (AALR3): Ainda no começo da jornada

Apesar de ressaltarmos que a Alliar não tem um relatório de sustentabilidade, o que limita a nossa análise, reconhecemos positivamente que a empresa possui compromissos gerais nessa agenda, enquanto esperamos ver mais avanços adiante, tanto no que se refere à iniciativas, bem como divulgação de dados ESG.

Em relação à frente E (ambiental), destacamos (i) os esforços da empresa na gestão ambiental, principalmente no que se refere à medição e gestão de resíduos sólidos, além das regras para sua correta destinação, o que apreciamos; e (ii) os projetos da Alliar para reaproveitamento de água em seus processos produtivos (em unidades clínicas) e redução do consumo, evitando o desperdício. No entanto, vale a pena mencionar que sentimos falta de maiores detalhes em relação aos resultados dos esforços mencionados acima.

No pilar S, destacamos que a empresa possui bons requisitos para a gestão de suas atividades, visando garantir a qualidade dos serviços, com destaque para a certificação ONA (Organização Nacional de Acreditação), juntamente com programas internos, como o SIGA (Sistema Integrado de Gestão Alliar ), que estabelece um padrão de referência para medição periódica de práticas e KPIs (indicadores) em cada unidade da Alliar. Por outro lado, vemos espaço para melhorias nas medidas para acompanhar e mensurar a satisfação do cliente.

Por fim, em relação ao G, a estrutura acionária da Alliar é composta pelos fundadores do CDB (com 31% das ações da empresa), Pátria Investimentos (25%), médicos e gestão (14%) e free float (30%). Apesar de apreciarmos que as ações dessa empresa (AALR3) estejam listadas no segmento do Novo Mercado, sinalizamos que o Conselho de Administração carece de maioria independente (18%, 2 dos 11 membros). Quando se trata de diversidade, notamos a ausência de membros femininos no Conselho de Administração, mas destacamos que a CFO da empresa é uma mulher, a Sra. Karla Dolabella.

MSCI ESG Ratings

A Alliar tem uma classificação BB pela MSCI ESG Ratings. Em uma perspectiva global, a classificação BB coloca a AALR dentre os 17% de empresas com esta classificação sob os constituintes do Índice MSCI ACWI em Provedores e Serviços de Saúde (46 empresas).


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