XP Expert

CVM aprova regras de diversidade propostas pela B3 | Café com ESG, 21/07

CVM dá aval ás medidas da B3 e impões diversidade na alta liderança de listadas; EUA propõe aumento nas taxas de títulos para poços de petróleo e gás

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,45% e +0,33%, respectivamente.

• No Brasil, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu aval às medidas propostas pela B3 para estimular a diversidade na alta liderança das empresas listadas – até 2026, as companhias em todos os níveis de listagem da bolsa terão de ter pelo menos uma mulher e um membro de “comunidades sub-representada” no conselho de administração ou na diretoria estatutária.

• No internacional, (i) a promessa do presidente Lula de acabar com o desmatamento ilegal da Amazônia até 2030 está se tornando regional – segundo a ministra peruana do Meio Ambiente, as oito nações sul-americanas que compõem a floresta amazônica concordaram em adotar o compromisso em agosto; e (ii) o governo Biden propôs ontem um aumento significativo na taxa aplicável às obrigações do Tesouro para cobrir o custo de obstrução de poços de petróleo e gás abandonados, além de regras para limitar o desenvolvimento em áreas sensíveis à vida selvagem e cultural – segundo membros do governo, as propostas fazem parte de uma série de reformas destinadas a garantir retornos justos dos contribuintes da perfuração em terras federais, desencorajar a especulação e abordar os danos ambientais da extração de combustíveis fósseis.

Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mailClique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!


XPInc CTA

Abra a sua conta na XP Investimentos!

XPInc CTA

Receba conteúdos da Expert pelo Telegram!

Brasil

Empresas

CVM dá aval a regras de diversidade para empresas listadas da B3 

“A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) deu aval hoje às medidas propostas pela B3 para estimular a diversidade na alta liderança das empresas listadas. Até 2026, as companhias em todos os níveis de listagem da bolsa terão de ter pelo menos uma mulher e um membro de “comunidades sub-representada” no conselho de administração ou na diretoria estatutária. As regras foram colocadas em audiência pública pela B3 entre agosto e setembro do ano passado e receberam mais de 250 contribuições. Agora, com o aval do xerife do mercado, a bolsa lançou uma nova instrução, chamada de “Anexo ASG” para orientar os emissores. Um dos aperfeiçoamentos no texto final em relação à proposta originalmente apresentada ao mercado foi a inclusão de pessoas indígenas na definição de comunidades minorizadas, que abrange ainda pessoas pretas, pardas ou indígenas, integrantes de comunidades LGBTQIA+ ou pessoas com deficiência. Outra alteração é que o acúmulo das duas características (ser mulher e integrante de comunidade sub-representada) pelo mesmo administrador não será mais suficiente para o atendimento da regra. O prazo para cumprimento será faseado. Até 2025, as empresas já listadas terão de ter pelo menos um membro diverso no conselho ou na diretoria, com os dois assentos contemplados no ano seguinte.  As empresas que fizerem IPO têm até um ano após a listagem para se enquadrar.”

Fonte: Capital Reset, 20/07/2023

Braskem investe para melhorar imagem do plástico

“Como parte das iniciativas para promover a economia circular e o uso e descarte consciente do plástico, a Braskem, maior produtora de resinas termoplásticas das Américas, se lançou no universo dos parques e de grandes festivais de música para chegar mais perto do consumidor final. A aposta, que está sob o pilar de educação ambiental da plataforma Wemove, também responde ao ambicioso plano da companhia de chegar a 1 milhão de toneladas de produtos com conteúdo reciclado até 2030 e outras metas ESG estabelecidas para as próximas décadas. Grandes marcas que falam diretamente ao consumidor final, como Natura e Heineken, já exploram essa rota há algum tempo e vêm colhendo resultados positivos. Foi justamente uma experiência de sucesso nesse terreno, que logo mais chega às prateleiras das lojas da Natura na forma de embalagens plásticas a partir de resíduo plástico gerado de festival de música, que levou a Braskem, uma empresa do circuito B2B (“business-to-business”), a patrocinar o Rock in Rio. “O patrocínio a parques e festivais muda, de fato, o comportamento do consumidor em relação ao destino dos resíduos. No momento de lazer, ele aprende e se engaja mais”, disse ao Valor a diretora de Marketing da Braskem, Ana Laura Sivieri. “O plástico também tem atributos positivos e não estamos buscando, necessariamente, um reconhecimento da marca”, acrescentou. De fato, a perenidade do negócio da Braskem depende da imagem junto ao consumidor final, mesmo que ele desconheça que o que consome se originou de uma de suas resinas.”

Fonte: Valor Econômico, 21/07/2023

Empresas brasileiras investem na transição energética

“Jorge Moreno, Diretor de Novos Negócios da Tecnogera, empresa especializada em soluções completas em energia temporária e locação de equipamentos, afirma que a transição para uma economia de baixo carbono já é uma realidade em muitas corporações, que estão minimizando o uso de combustíveis fósseis e buscando investir em energias renováveis. Moreno avalia que uma das formas de descarbonizar os processos industriais é por meio da eletrificação. “Por ser uma solução acessível a grande parte das empresas, o uso de energia elétrica proveniente de fontes renováveis apresenta-se como uma boa opção, que reduz a pegada de carbono e as despesas, e colabora para que as metas corporativas de sustentabilidade sejam alcançadas.”O Diretor da Tecnogera conta que, considerando a necessidade de adequação ao processo de transição energética, a companhia optou por entrar no mercado de plataformas elevatórias – equipamentos utilizados para elevação de pessoas, em diversas frentes de trabalho – com uma frota 100% elétrica, movida à base de baterias de lítio. “O resultado que obtivemos foi satisfatório e até surpreendente. A capacidade operacional do equipamento elétrico é a mesma em comparação com a de outros modelos, e fazemos o reaproveitamento das baterias de lítio após sua vida útil aplicando-a no armazenamento de energia e em segurança energética”, explica. “Além disso, vimos todos os nossos colaboradores abraçando a causa, comprometidos com o processo de transição energética, orgulhosos de fazerem parte de um projeto maior, que é o de contribuir para o meio ambiente com práticas mais sustentáveis”, comemora Moreno.”

Fonte: Valor Econômico, 20/07/2023

Viajar de avião pode ser sustentável? Com novo combustível, companhias aéreas esperam que sim

“Uma das indústrias mais poluentes do planeta, a aviação gera 2,5% de todas as emissões globais anuais de CO2. Diminuir a emissão dos gases de efeito estufa é um desafio central para frear o aquecimento global em 1,5 grau celsius e evitar maiores desastres ocasionados pelas mudanças climáticas. Para isto, uma das mudanças necessárias é em relação à produção de Combustível Sustentável de Aviação (SAF). O SAF é um biocombustível feito a partir de, por exemplo, milho ou óleo de cozinha. Apesar do Brasil ser um grande produtor de etanol, outro biocombustível, os testes e o uso do SAF são mais comuns no hemisfério norte. Exemplo disso é um acordo fechado na Europa, em abril, quando os fornecedores concordaram em garantir que 2% do combustível disponibilizado nos aeroportos da região seja sustentável até 2025. A proporção deve aumentar para 6% em 2030, 20% em 2035 e 70% em 2050. Com a notícia, algumas companhias aéreas destacaram a já utilização do SAF. A Air France, por exemplo, afirmou estar envolvida no desenvolvimento desses combustíveis alternativos desde 2011 e pretende aumentar gradativamente seu uso para pelo menos 10% até 2030. “Em março de 2023, o grupo LATAM realizou a sua primeira operação internacional com SAF em um voo da LATAM Cargo Chile, de Zaragoza, na Espanha, para a América do Norte. Em seguida, iniciamos um estudo em parceria com Airbus e o Massachusetts Institute of Technology (MIT) para avaliar os impactos em políticas públicas dos distintos modelos de desenvolvimento do SAF”, diz Juan Jose Toha, diretor de assuntos corporativos e sustentabilidade da Latam. A Azul também utiliza SAF em voos de Toulouse, cidade sede da Airbus, para o Brasil. “Recebemos ao menos três novos aviões desta forma desde novembro. Um deles foi o A320 com a pintura da Margarida, personagem de Disney”, diz Diogo Youssef, gerente de engenharia e despacho de voos da Azul.”

Fonte: Exame, 19/07/2023

LG lança ar condicionado que não desliga e geladeira transparente para aplicar economia circular

“A economia circular é um dos temas mais comentados dentre as preocupações ambientais que tomaram conta de empresas e consumidores nos últimos anos. De forma simples, o conceito preconiza que os produtos devem ser pensados para que a maior parte dos materiais contidos neles possam ser reutilizados e não descartados na natureza. Mas a ideia deve ser estendida para todas as fases da produção. “Tentamos sempre soluções para mitigar o impacto ambiental que também o consumidor gera ao utilizar essas peças”, cita Sonah Lee, líder de Marketing Corporativo e ESG da LG Brasil. Outro ponto são as embalagens dos produtos, com a substituição do isopor, material que pode demorar séculos para se decompor na natureza, por papelão biodegradável, que demora muito menos tempo e não polui. Para os próprios aparelhos, estender a vida útil também é necessário. Em produtos que trabalham com motores para manutenção de uma temperatura, como ar condicionado e geladeira, novamente o design pode fazer a diferença antes sequer da produção começar. No caso do ar condicionado, com o motor do tipo inverter, que permanece ligado de forma constante, embora “em espera”, o que evita os picos de gasto de energia ao religar o aparelho e ajuda a estender a vida útil. Para as geladeiras, além do motor, outra alteração perceptível é tornar parte da porta transparente, o que faz com que não seja necessário abri-la para ver o que tem dentro e, assim, exigir menos refrigeração de quando a porta fica aberta.”

Fonte: Terra, 21/07/2023

Política

América do Sul buscará fim do desmatamento da Amazônia até 2030

“A ambiciosa promessa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de acabar com o desmatamento ilegal da Amazônia até 2030 está se tornando regional. As oito nações sul-americanas que compõem a floresta amazônica concordaram em adotar o compromisso em agosto, disse Albina Ruiz, ministra peruana do Meio Ambiente, em entrevista coletiva na quinta-feira. “Há um consenso quando se trata de desmatamento zero”, afirmou Ruiz, em Lima. O Peru tem a segunda maior seção da Amazônia depois do Brasil. A promessa seria o esforço governamental mais ambicioso até agora para proteger a maior floresta tropical do mundo, cuja preservação os cientistas veem como a chave para ajudar a evitar a mudança climática. Também enfrenta enormes obstáculos, pois as nações que compartilham a Amazônia têm interesses econômicos que às vezes entram em conflito com sua preservação. A mineração de ouro é uma preocupação fundamental, assim como as indústrias de petróleo e madeira. Lula deve receber os presidentes das oito nações – Bolívia, Brasil, Colômbia, Equador, Guiana, Peru, Suriname e Venezuela – em agosto para assinar uma declaração sobre a Amazônia. Ruiz disse que a promessa de desmatamento já foi incluída no rascunho da declaração porque há consenso sobre ela.”

Fonte: Valor Econômico, 19/07/2023

Internacional

Empresas

Japonesa JERA investirá US$ 300 milhões em start-ups com foco em tecnologia verde

“O principal comprador de gás natural liquefeito do Japão, JERA, investirá US$ 300 milhões em start-ups focadas em tecnologia verde por meio de uma unidade interna recém-criada, disse na sexta-feira, como parte dos esforços do país para alcançar a neutralidade de carbono até 2050. A JERA, também a maior utilidade do Japão, teria como alvo start-ups que desenvolvem tecnologias de descarbonização, incluindo hidrogênio, amônia e outras energias renováveis, tecnologias digitais, bem como aquelas com foco na saúde das mulheres, disse em um comunicado. Fundos de capital de risco ligados a tais start-ups também seriam alvos de investimento para a JERA Ventures, disse a empresa. O anúncio de sexta-feira vem depois que a JERA anunciou um acordo de colaboração estratégica com a ADNOC dos Emirados Árabes Unidos para cooperar em hidrogênio e amônia limpos, após a visita do primeiro-ministro do Japão, Fumio Kishida, ao Oriente Médio no início desta semana. A JERA também assinou um memorando de entendimento com o Fundo de Investimento Público da Arábia Saudita – que lidera a campanha de descarbonização no principal produtor de petróleo do mundo – para explorar o desenvolvimento de projetos de hidrogênio verde e derivados, disse na quinta-feira.”

Fonte: Reuters, 21/07/2023

Apesar da controvérsia, pesquisa da WTW/Nasdaq mostra que 75% dos membros do conselho apoiam o ESG

“O comunicado Fostering Corporate Governance and Enhancing Board Effectiveness Survey afirmou que “75% dos membros do conselho concordam que uma estratégia coerente (ESG) com prioridades claras ajuda a criar valor organizacional sustentável e resultados financeiros mais fortes”. Esta é uma revelação interessante no contexto da recente resistência ao ESG nos Estados Unidos. Larry Fink mudou recentemente sua opinião sobre o uso do termo ESG, embora ainda defenda seus princípios. Fink é o CEO da BlackRock Inc, o maior gestor de fundos e um dos primeiros proponentes das políticas ESG. Notavelmente, a pesquisa, divulgada em 11 de julho, foi realizada de 15 de fevereiro a 7 de abril de 2023, antes dos comentários de Fink. O comunicado afirma que 62% dos membros do conselho “acham que seu conselho dedicou tempo e recursos suficientes à governança no contexto de suas prioridades e agenda ESG”. Além disso, 23% são neutros na declaração, enquanto 14% discordam fortemente que dedicaram tempo suficiente. Ao classificar suas principais prioridades ESG, surpreendentemente, a política ambiental não estava entre as três primeiras. As opções disponíveis eram ambientais – clima; ambiental – outras áreas; governança (por exemplo, ética, relatórios, riscos); social – capital humano (por exemplo, saúde e segurança dos funcionários; diversidade, equidade e inclusão); e social – outras áreas (por exemplo, cliente, comunidade). Social – capital humano (82%), governança (70%) e social – outras áreas (60%) foram as três primeiras selecionadas. A pesquisa observou que os membros do conselho na Europa e na Ásia-Pacífico eram mais propensos a classificar o meio ambiente como uma questão importante em comparação com os da América do Norte, Oriente Médio e região da África.”

Fonte: Forbes, 20/07/2023

Política

EUA propõem aumento acentuado nas taxas de títulos para poços de petróleo e gás

“O governo Biden propôs na quinta-feira um aumento acentuado nas taxas de vínculo para cobrir o custo de obstrução de poços de petróleo e gás abandonados e regras para limitar o desenvolvimento em áreas sensíveis à vida selvagem e cultural. As propostas estavam entre uma série de reformas de locação destinadas a garantir retornos justos dos contribuintes da perfuração em terras federais, desencorajar a especulação e abordar os danos ambientais da extração de combustíveis fósseis, disse o Departamento do Interior. Embora muitas das propostas, incluindo taxas de royalties mais altas, formalizem disposições da Lei de Redução da Inflação (IRA) aprovada no ano passado, a proposta de aumentar a taxa de vínculo para um único contrato de arrendamento em 15 vezes decorre de uma revisão do programa Interior realizada em 2021. O presidente Joe Biden prometeu durante sua campanha eleitoral acabar com a perfuração federal de petróleo e gás como parte de uma agenda de mudanças climáticas. Mas o IRA efetivamente garantiu leilões contínuos de direitos de perfuração em terras federais por pelo menos mais uma década como uma concessão ao poderoso lobby de petróleo e gás. Os perfuradores são obrigados a pagar uma fiança antecipada para cobrir futuras limpezas se ficarem de barriga para cima. Uma análise do governo em 2019 descobriu que os níveis existentes eram inadequados, muitas vezes forçando os contribuintes a cobrir o custo de fechamento de poços. Poços incorretamente obstruídos podem liberar o metano do gás de aquecimento climático na atmosfera e representar outros riscos ambientais e de segurança..”

Fonte: Reuters, 20/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • O que muda com as novas normas globais de sustentabilidade do ISSB? (link)
  • Radar ESG | Mineração & Siderurgia: Um setor desafiador, gradualmente buscando oportunidades; Gerdau à frente dos pares (link)
  • ESG: Quatro principais tendências para a segunda metade do ano (link)
  • Atualização Radar ESG | Orizon (ORVR3): Companhia segue como uma das melhores sob a cobertura da XP (link)
  • Destaques da reunião com a Verra, maior certificadora global de crédito de carbono (link)
  • Itaú (ITUB4): Feedback ESG do Itaú Day (link)
  • ESG nos fundos: Onde estamos e como as gestoras investem (link)
  • Dia Mundial do Meio Ambiente: 10 ações para investir que fazem parte da solução (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para junho (link)
  • Raízen (RAIZ4): Feedback ESG do Raízen Day 2023 (link)
  • Fim da 1T23: Quantas vezes o termo ‘ESG’ foi mencionado pelas empresas durante a temporada? (link)
  • Risco climático na carteira de crédito: Importante demais para o BCB deixar passar (link)
  • Radar ESG | Cosan (CSAN3): Fortalecendo governança e impulsionando a agenda ESG em suas subsidiárias (link)
  • Lojas Renner (LREN3): Feedback do Investor Day sob as lentes ESG (link)
  • Yduqs (YDUQ3): Feedback do evento ESG; Resultado positivo, principalmente no (S) (link)
  • Marfrig (MRFG3): Feedback do evento Marfrig Verde+; Em busca da rastreabilidade na cadeia (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações no nosso portfólio para maio (link)
  • O Brasil está preparado para a transição energética? Reunião com Absolar e Abeeólica explora as oportunidades para o país (link)
  • ESG nos 100 primeiros dias de 2023: Uma visão sobre os acontecimentos e o que esperar adiante (link)
  • Radar ESG: Viveo (VVEO3): Sólido desempenho apesar da recente adoção ESG (link)
  • Temporada de resultados 4T22: Onde ESG se encaixa? (link)
  • CCR (CCRO3): Feedback do ESG Day; Webinar deixa visão positiva, principalmente no pilar (G) (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Bebendo da fonte: O que ouvimos das nossas conversas com Conselheiros das empresas da cobertura XP (link)
  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

Ainda não tem conta na XP? Clique aqui e abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.