XP Expert

WEG fecha duas novas parcerias para autoprodução de energia eólica | Café com ESG, 07/07

WEG avança em autoprodução de energia eólica; Importante acordo sobre emissões do transporte marítimo pode ser fechado hoje

Compartilhar:

  • Compartilhar no Facebook
  • Compartilhar no Twitter
  • Compartilhar no Whatsapp
  • Compartilhar no LinkedIn
  • Compartilhar via E-mail

Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,77% e -2%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a WEG fechou duas parcerias para a autoprodução de energia eólica, sendo um movimento que deve ajudar a gigante industrial a reduzir seus custos com eletricidade ao mesmo tempo em que endereça suas metas de sustentabilidade – as parcerias foram feitas com a Alupar e com a 2W Ecobank em contratos de 20 anos no valor de R$ 970 milhões; e (ii) o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, defendeu a manutenção das atividades com menor impacto ao meio ambiente e destacou a urgência na mobilização de recursos para fomentar a mudança da transição energética durante seminário internacional da Opep, realizado em Viena, na Áustria – é a primeira vez que um presidente da Petrobras participa do evento.

• No internacional, hoje pode ser fechado um acordo importante sobre emissões de gases estufa do transporte marítimo, um dos setores que ficaram de fora do Acordo de Paris, em 2015, e que contribui com entre 2% e 3% das emissões globais – no último dia da rodada de negociação dos 173 países membros da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) o texto sobre a mesa aponta para um compromisso de emissões líquidas zero até 2050.

Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mailClique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!


XPInc CTA

Abra a sua conta na XP Investimentos!

XPInc CTA

Receba conteúdos da Expert pelo Telegram!

Brasil

Empresas

WEG faz parcerias de R$1,4 bi em autogeração eólica

“A WEG fechou duas parcerias para a autoprodução de energia eólica — um movimento que deve ajudar a gigante industrial a reduzir seus custos com eletricidade ao mesmo tempo em que endereça suas metas de sustentabilidade. A primeira parceria foi feita com a Alupar. A WEG virou sócia da companhia de transmissão e geração num parque eólico no Rio Grande do Norte, o AW Santa Régia. Esse parque tem capacidade de 37,8 MW e vai começar a operar em janeiro do ano que vem. A WEG fechou um contrato de compra de energia de 18 anos no valor de R$ 460 milhões. O parque vai entregar cerca de 15 MW de energia. O segundo acordo foi feito com a 2W Ecobank, e envolve os parques eólicos Anemus I, II e III, também no Rio Grande do Norte. A WEG fechou um contrato de 20 anos no valor de R$ 970 milhões; os três parques vão entregar 30 MW de energia para a companhia. Daniel Godinho, o diretor de sustentabilidade e relações institucionais da WEG, disse ao Brazil Journal que os dois projetos vão levar para 90% o uso de energias renováveis nas fábricas da companhia no Brasil. “Também estamos avançando em projetos nas nossas operações no exterior. Na China e na Índia já vamos atingir 50% e 90% de energia renovável, por exemplo,” disse ele. “Com todos esses movimentos, o grupo WEG vai atingir globalmente 75% de consumo de energia com fontes renováveis, em comparação aos 15% de hoje.” A Weg tem 52 fábricas em 15 países e o objetivo da companhia é que 100% de toda a energia usada por elas venha de fontes renováveis no modelo de autogeração.”

Fonte: Brazil Journal, 06/07/2023

Em evento da Opep, presidente da Petrobras defende transição energética

“O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, defendeu a manutenção das atividades com menor impacto ao meio ambiente e destacou a urgência na mobilização de recursos para fomentar a mudança da transição energética. Prates foi um dos palestrantes do 8º Seminário Internacional da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep), realizado em Viena, na Áustria. É a primeira vez que um presidente da Petrobras participa do evento. “Só há uma certeza hoje entre as sociedades estatais e estados nacionais exportadores de petróleo: estamos em tempos de transição inexorável que vai custar a todos e todas muito mais no que se refere à descarbonização e reexploração/revitalização, do que para iniciar investimentos em outras fontes. As companhias têm um duplo desafio de repor reservas e produzir hidrocarbonetos, ao mesmo tempo em que se transformam em empresas de energia e investem em novas fontes. Tudo isso com uma preocupação indiscutível de não deixar ninguém para trás – nem trabalhadores, nem consumidores”, afirmou o presidente da Petrobras. Prates foi um dos convidados do painel “Investimento em Energia: Desafios e Oportunidades”, juntamente com Shaikh Nawaf S. Al-Sabah, CEO da KPC (Kuwait); Claudio Descalzi, CEO da Eni (Itália); Russel Hardy, presidente e CEO da Vitol; John Hess, CEO da HESS Corporation (EUA); Sebastião Martins, CEO da Sonangol (Angola); e Alfred Stern, CEO da OMV (Áustria).”

Fonte: Valor Econômico, 07/07/2023

Franqueados diversificam ações para cumprir agenda ESG

“A franquia possibilita que o franqueado já inicie o negócio com modelos testados, mas também exige que as boas práticas de governança, ambientais e sociais, cujas diretrizes são aglutinadas na sigla ESG (em inglês) estejam em consonância entre franqueador e franqueado, abrangendo colaboradores, fornecedores e consumidores. “O segmento de franquias está engajado na sustentabilidade”, afirma Rodrigo Abreu, diretor da comissão de ESG da Associação Brasileira de Franchising (ABF), entidade que representa mais de 184 mil operações e cerca de 3.000 marcas de franquias no território brasileiro. Com objetivo de reunir dados, a entidade iniciou um mapeamento sobre a maturidade do ESG e um censo de diversidade das franquias, que empregam mais de 1,5 milhão de pessoas no país. Segundo Abreu, o diagnóstico – previsto para ser concluído até o fim do ano – servirá de subsídio para criar ações e reforçar outras, como o “franchising íntegro”, manifesto lançado em 2022 que lista os valores da instituição, como ética, respeito e transparência em toda a cadeia da franquia.”

Fonte: Valor Econômico, 07/07/2023

Política

Fazendas de painéis dão a MG a liderança na geração de energia solar

“No norte de Minas Gerais, a paisagem do Cerrado, antes entrecortada por áreas de pecuária e produção de bananas, é substituída de forma acelerada pelas fileiras de painéis solares. Em Janaúba, a 550 quilômetros de Belo Horizonte, as chamadas fazendas solares se multiplicam. O cenário se repete em outros municípios do norte e noroeste do Estado, onde se concentra a maioria dos projetos de geração de energia fotovoltaica. Os altos índices de irradiação solar e os preços favoráveis das terras têm contribuído para atrair investimentos a essas regiões. Minas Gerais lidera em projetos de geração de energia fotovoltaica, totalizando potência instalada de 6,06 Gigawatt (GW), fruto de investimentos de R$ 25,1 bilhões, de acordo com a Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar). Desse total, 3,08 GW são unidades de geração centralizada e 2,98 GW são de geração distribuída. No primeiro semestre deste ano, a potência total instalada no Estado cresceu 39,2% em relação ao ano passado. Em investimentos, houve aumento de 86,6% na mesma base de comparação. Em geração centralizada, que são parques com capacidade de geração acima de 5 MW, há 91 unidades em operação, que somam os 3,08 GW, e outras 64 unidades em construção, somando 2,73 GW.”

Fonte: Valor Econômico, 07/07/2023

Alertas de desmate na Amazônia caem 33,6% no 1º semestre

“Os alertas de desmatamento na Amazônia somaram no primeiro semestre deste ano uma área de 2.649 km², o que representa queda de 33,6% em relação ao mesmo período de 2022, informou nesta quinta-feira o Ministério do Meio Ambiente, com base em dados do sistema DETER, que usa fotos de satélite. Com os números apresentados ontem, os níveis de desmatamento na região voltaram ao patamar de 2018, antes, portanto, do início do governo de Jair Bolsonaro. Nos seis primeiros meses do ano passado, os alertas somaram 4 milhões de hectares. O secretário-executivo da pasta, João Paulo Capobianco, disse que ainda não é possível garantir que o resultado anual apresentará queda. Isso ocorre porque o balanço anual do Deter considera os alertas feitos entre agosto e julho, ou seja, será contabilizada uma parte do desmatamento feito durante o governo anterior. Ele garantiu, no entanto, que a tendência de crescimento da derrubada de árvores na Amazônia foi revertida. “O esforço de reverter a curva de crescimento do desmatamento foi bem-sucedido”, afirmou Capobianco durante a apresentação dos dados. O Mato Grosso assumiu a primeira posição entre os Estados que mais desmataram no primeiro semestre, com 34% do total e alta de 7% em relação ao mesmo período de 2022. Já o Pará, que sediará a COP 30, em 2025, reduziu o desmatamento em 32% e caiu para a segunda posição, com 28% dos alertas.”

Fonte: Valor Econômico, 07/07/2023

Internacional

Empresas

Descarbonização: estudo aponta a viabilidade da captura direta do ar para a remoção de CO2

“A corrida pela descarbonização e o desenvolvimento de tecnologias para a mitigação das emissões de dióxido carbono é essencial para o cumprimento do Acordo de Paris. Pensando nisto, a consultoria Boston Consulting Group (BCG) promoveu o estudo Shifting the Direct Air Capture Paradigm, focado na captura direta do ar para a remoção de dióxido de carbono de modo escalável e permanente. “Por mais que estejamos estudando diferentes tecnologias para a redução das emissões de CO2, há sempre um resíduo. A DAC pode resolver essa questão, desde que haja investimento e desenvolvimento para que a tecnologia seja acessível e escalável”, diz André Pinto, diretor executivo e sócio sênior do BCG em entrevista à EXAME. De acordo com o executivo, a tecnologia precisaria ter um custo de 100 a 200 dólares por tonelada de C02 retirado da atmosfera, mas hoje o custo é cerca de 1.000 dólares. “Projeções para 2030 é de que o hidrogênio verde, por exemplo, tenha o custo médio de 150 a 200 dólares por tonelada de carbono; o biometano é de 160 dólares. Assim, o DAC só é viável se competitiva”, afirma. O estudo aponta ainda que, até 2050, cerca de 10 bilhões de toneladas de CO2 precisarão ser removidas da atmosfera anualmente. Para armazenar essa quantidade de CO2, o DAC precisa ser avançar rapidamente nos próximos 25 anos.”

Fonte: Exame, 07/07/2023

Política

Acordo mira zerar emissões de transporte marítimo até 2050

“Hoje pode ser fechado um acordo importante sobre emissões de gases-estufa do transporte marítimo, um dos setores que ficaram de fora do Acordo de Paris, em 2015. No último dia da rodada de negociação dos 173 países-membros da Organização Marítima Internacional (IMO, na sigla em inglês) o texto sobre a mesa aponta para um compromisso de emissões líquidas zero até 2050. A cautela dos termos do acordo, aprovado até agora em comissões da entidade, revela o nível de tensionamento da decisão entre países desenvolvidos e em desenvolvimento. Recomenda que o pico das emissões do transporte marítimo internacional aconteça “o mais rápido possível” e que alcance o net-zero “ao redor ou perto de 2050”. O setor de transporte marítimo contribui com entre 2% e 3% das emissões globais de gases-estufa, algo equivalente às da Alemanha, a maior economia da zona do euro. Algumas estimativas indicam que as emissões do setor poderão mais que duplicar até 2050, se não forem tomadas medidas. Em 2018, um acordo entre os governos que participam da IMO definiu a meta de cortar as emissões pela metade, em 2050, baseada nos níveis de 2008. Mesmo que o compromisso de agora seja mais ambicioso, frustra ambientalistas. “A estratégia falha em colocar o setor em sintonia com limitar o aquecimento a 1,5°C, como diz o Acordo de Paris”, diz uma nota do WWF.”

Fonte: Valor Econômico, 07/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

Ainda não tem conta na XP? Clique aqui e abra a sua!

XP Expert

Avaliação

O quão foi útil este conteúdo pra você?


Newsletter
Newsletter

Gostaria de receber nossos conteúdos por e-mail?

Cadastre-se e receba grátis nossos relatórios e recomendações de investimentos

A XP Investimentos CCTVM S/A, inscrita sob o CNPJ: 02.332.886/0001-04, é uma instituição financeira autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.Toda comunicação através de rede mundial de computadores está sujeita a interrupções ou atrasos, podendo impedir ou prejudicar o envio de ordens ou a recepção de informações atualizadas. A XP Investimentos exime-se de responsabilidade por danos sofridos por seus clientes, por força de falha de serviços disponibilizados por terceiros. A XP Investimentos CCTVM S/A é instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil.


Este site usa cookies e dados pessoais de acordo com a nossa Política de Cookies (gerencie suas preferências de cookies) e a nossa Política de Privacidade.