Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em alta, com o IBOV e o ISE subindo 1,16% e 1,22%, respectivamente.
• Na política, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse nesta terça (2/6) que as regras para o primeiro leilão do Brasil para contratação de armazenamento em baterias para o sistema elétrico serão publicadas hoje – a previsão é de realização do certame em dezembro deste ano.
• No lado das empresas, (i) as montadoras chinesas SAIC Motor e BYD planejam lançar veículos elétricos equipados com baterias de estado sólido (ASSB) em 2027, após sucessivos testes para produção em massa – de forma geral, as ASSB são vistas como um potencial divisor de águas para o setor, por endereçarem limitações das baterias de íon-lítio atuais: oferecem maior segurança, eliminam o risco de fuga térmica (superaquecimento decorrente de vazamento de eletrólito) e apresentam maior densidade energética, o que pode viabilizar autonomias superiores a mil quilômetros; e (ii) a JetBio, controlada pelo grupo americano Summit Agricultural Group, planeja construir no Brasil a maior fábrica comercial do mundo de combustível sustentável de aviação (SAF) a partir do etanol, aproveitando a ampla disponibilidade de matérias-primas do país – a planta contará com uma ampla variedade de fornecedores de etanol, incluindo aqueles que produzem o biocombustível a partir da cana-de-açúcar, do milho de segunda safra ou de resíduos.
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Brasil
Empresas
Knauf substitui parte do gás natural por biometano em fábrica de materiais de construção no Rio
“A Knauf, fabricante de materiais de construção, vai substituir parte do seu consumo de gás natural por biometano na planta em Queimados (RJ), a partir deste mês. O biocombustível será fornecido pela Gás Verde. Inicialmente, a fábrica vai adquirir 13 mil m³/dia durante três anos, com possibilidade de expansão no volume contratado. O biometano vai substituir um terço da energia consumida pela planta do grupo alemão. A unidade é a primeira da Knauf no mundo a adotar o gás renovável no processo produtivo. Em nota, o CEO da Knauf do Brasil, Eduardo Eleuterio, destacou que a introdução do biometano na planta de Queimados é parte de uma decisão estratégica para acelerar a descarbonização da empresa. Segundo a companhia, a redução de emissão será de 9.500 toneladas de CO2 equivalente por ano.”
Fonte: Eixos; 02/06/2026
JetBio planeja maior fábrica de combustível sustentável de aviação do mundo no Brasil
“A JetBio, controlada pelo grupo americano Summit Agricultural Group, planeja construir no Brasil a maior fábrica comercial do mundo de combustível sustentável de aviação (SAF) a partir do etanol, aproveitando a ampla disponibilidade de matérias-primas do país. A planta contará com uma ampla variedade de fornecedores de etanol, incluindo aqueles que produzem o biocombustível a partir da cana-de-açúcar, do milho de segunda safra ou de resíduos, segundo o CEO da JetBio, William Moore. A empresa pretende iniciar as obras no segundo semestre de 2027. A liderança do Brasil na produção de etanol com menor pegada de carbono do que a dos Estados Unidos, maior produtor mundial do biocombustível, foi um dos fatores que motivaram a decisão de instalar a fábrica no país sul-americano. A projeto é a resposta da JetBio à crescente demanda por descarbonização do setor de aviação.“O mercado dos EUA não dispõe do volume de etanol de baixa intensidade de carbono que o Brasil tem”, afirmou Moore. “Além disso – como acontece com muitas questões na política americana atualmente –, o país não tem a política de biocombustíveis mais estável.” Mudanças regulatórias ou atrasos na implementação de regras, além de divergências sobre mandatos de mistura, têm afetado a política de biocombustíveis dos EUA. Em contrapartida, o governo brasileiro anunciou a mistura obrigatória de 32% de etanol na gasolina, embora a medida ainda não tenha entrado em vigor. O Brasil, grande produtor e fornecedor global de grãos, também agora promove testes para elevar a mistura de biodiesel no diesel convencional para até 25%.”
Fonte: Bloomberg; 02/06/2026
Anbima critica passo atrás da CVM na divulgação de informações financeiras sustentáveis
“A decisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) de eliminar a obrigação das companhias abertas de reportarem informações financeiras relacionadas à sustentabilidade foi um balde de água fria para alguns setores do mercado de capitais. A medida foi assinada pelo presidente interino da CVM, João Accioly, no dia 29. Por meio da resolução CVM 244, a autarquia alterou a resolução 193 e eliminou essa obrigação, que passaria a valer neste ano. Em 2024 e 2025, a prestação de contas era voluntária. Foi atendida, assim, uma demanda da Associação Brasileira das Companhias Abertas (Abrasca), crítica à exigência. Hoje, a Associação Nacional das Empresas dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima) compartilhou nota dizendo ver com preocupação a recente alteração, promovida no regime de adoção dos padrões IFRS S1 e S2. “A mudança, ocorrida de forma abrupta e sem amplo debate com a sociedade pode gerar impactos negativos sobre um processo de desenvolvimento de mercado que vinha sendo construído de maneira consistente ao longo dos últimos anos, e pelo qual o Brasil tem sido reconhecido internacionalmente como referência”, escreveu. Para a entidade, padrões consistentes de transparência e comparabilidade são fundamentais para o funcionamento do mercado de capitais e para o financiamento da economia. “Informações estruturadas sobre riscos e oportunidades relacionados às mudanças climáticas vêm ganhando relevância para decisões de investimento e alocação de recursos, além de contribuírem para o fortalecimento da governança corporativa.” A convergência da prática brasileira para referências internacionais era considerada pela entidade um avanço, ao aproximar estratégia, gestão de riscos e decisões econômicas.”
Fonte: Valor Econômico; 02/06/2026
BlackRock: Atlas congela US$ 1 bilhão em investimentos em renováveis no Brasil
“A Atlas Renewable Energy, uma das maiores geradoras de energia limpa da América do Sul, colocou em espera planos de investir US$ 1 bilhão em novos projetos no Brasil, após o operador nacional do sistema ter passado a rejeitar periodicamente energia renovável, disse o CEO Carlos Barrera. A Atlas — controlada pela Global Infrastructure Partners, unidade da BlackRock (BLK.N) — havia planejado esses projetos para o ano passado e este ano, afirmou Barrera, destacando que os níveis de curtailment (despacho reduzido) chegaram a 15%–25% em seus projetos já em operação no segundo trimestre. Curtailment se refere à quantidade de energia solar ou eólica que poderia ter sido produzida, mas é rejeitada de forma antecipada porque a rede atinge seus limites. “Temos pelo menos… 1,5 gigawatt que colocamos em espera no Brasil, em projetos cuja construção já pretendíamos iniciar”, disse ele à Reuters, à margem da conferência de energia fotovoltaica SNEC, em Xangai. Apesar de governos estarem mais dispostos a adotar renováveis para proteger seus países de interrupções de oferta ligadas à guerra no Irã, o curtailment de energia renovável continua sendo um grande gargalo ao desenvolvimento em diversos países, incluindo Austrália, Japão, Índia e Chile.”
Fonte: Reuters; 03/06/2026
Política
Regras do primeiro leilão de baterias serão publicadas na quarta (3/6), anuncia Silveira
“O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD), disse nesta terça (2/6) que as regras para o primeiro leilão do Brasil para contratação de armazenamento em baterias para o sistema elétrico serão publicadas na quarta-feira (3). A previsão é de realização do certame em dezembro deste ano. “Chegou o momento que a presidenta Dilma tanto sonhou. Ela estava certa! Amanhã (3/6), vamos publicar a portaria com as diretrizes para o primeiro leilão de baterias do Brasil, que será realizado em dezembro deste ano”, anunciou Silveira nas redes sociais, em uma alusão à famosa frase de ex-presidenta sobre o desafio de “estocar vento”. “É um momento histórico, que vai permitir armazenar a energia gerada pelo vento e pelo sol, exatamente como ela, de forma visionária, previu anos atrás”, completou. A publicação da portaria esta semana, se confirmada, cumpre a sinalização dada ao mercado em 22 de maio. A indústria de baterias, assim como a de renováveis intermitentes, vem cobrando pela definição da regras em um movimento de pressão para que a concorrência ocorra ainda em 2026. A introdução dos sistemas de armazenamento em baterias (BESS) é vista como parte da solução para o crescimento da utilização de fontes renováveis intermitentes, como solar e eólica, na medida em que garante potência por algumas horas independente das condições climáticas. Segundo o Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2035), o sistema elétrico brasileiro deve demandar mais de 6 gigawatts (GW) de baterias até 2035. “Vamos atrair investimentos, gerar empregos e renda, impulsionar o desenvolvimento tecnológico e a inovação, além de fortalecer a sustentabilidade. Vamos avançar ainda mais na produção de energia limpa e renovável, garantindo o protagonismo do nosso país na transição energética”, disse o ministro nesta manhã.”
Fonte: Eixos; 02/06/2026
Fim da Moratória da Soja serviu de argumento para nova tarifa dos EUA
“Pode parecer contraditório que o governo de Donald Trump, que tem desmantelado políticas ambientais e climáticas em casa, esteja tão preocupado com o que o Brasil faz para proteger suas florestas. Mas os argumentos da USTR para justificar novas tarifas deixam explícito quais os mercados ele quer alcançar, enquanto gera desconfianças sobre a origem de produtos brasileiros em um mercado internacional que cobra cada vez mais rastreabilidade. O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) divulgou o relatório (.pdf) com as conclusões da investigação aberta em julho do ano passado sobre políticas e práticas do Brasil consideradas “injustas” ou “discriminatórias”. O processo com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974 questionava se determinadas medidas oneram ou restringem o comércio norte-americano. A resposta do órgão foi que sim, embora o governo e a indústria brasileira discordem e estejam se organizando para contra-argumentar e evitar a imposição de uma taxa de 25%. Etanol e meio ambiente, além do Pix e do combate à corrupção, aparecem entre os gatilhos explorados na investigação dos EUA para justificar novas tarifas contra o Brasil, em uma ofensiva que já está sendo explorada no contexto das eleições presidenciais. Na avaliação dos EUA, mesmo o Brasil tendo um marco legal para combater desmatamentos ilegais, o país tem um histórico de falhas na sua aplicação eficaz e “o desmatamento ilegal persiste”. A investigação cita aberturas de áreas para criação de gado e expansão do agronegócio com produção de soja e milho, culturas que competem com as exportações dos EUA.”
Fonte: Eixos; 02/06/2026
Internacional
Empresas
BYD e SAIC Motor planejam equipar veículos elétricos com baterias de estado sólido a partir de 2027
“Fabricantes chineses de baterias e automóveis estão trabalhando no desenvolvimento da próxima geração de baterias para veículos elétricos. As fabricantes SAIC Motor e BYD planejam lançar veículos elétricos equipados com baterias de estado sólido (ASSB) em 2027. No início de março, a estatal SAIC e a startup de baterias Qingtao (Kunshan) Energy Development Group montaram um protótipo de veículo elétrico equipado com uma bateria ASSB, batizada de “Guangqi”. As empresas pretendem lançar o produto no mercado em 2027, após repetidos testes para produção em massa. As baterias ASSB substituem o eletrólito líquido usado em baterias convencionais por um material sólido. Elas são vistas como um divisor de águas para veículos elétricos, pois resolvem as deficiências das baterias de íon-lítio existentes. Entre suas vantagens está a maior segurança, eliminando o risco de fuga térmica (acúmulo incontrolável de calor) causado por vazamento de eletrólito. Elas também apresentam alta densidade energética, que deverá permitir autonomias superiores a mil quilômetros. A SAIC e a Qingtao Energy estão trabalhando tanto em baterias de estado sólido (ASSBs) quanto em suas precursoras, as baterias de estado semissólido. A MG, marca britânica pertencente ao grupo SAIC, já lançou modelos equipados com baterias semissólidas que reduzem o teor de eletrólito líquido para 5%. Entre os modelos da linha MG4 veículos elétricos da marca, a versão com bateria semissólida oferece uma autonomia de 530 quilômetros com uma carga completa, com base nos padrões de teste da China. O veículo tem preço inicial de 90 mil yuans (US$ 13.300). A bateria mantém um desempenho estável mesmo em baixas temperaturas.”
Fonte: Valor Econômico; 02/06/2026
Sete estados processam governo dos EUA por pagar US$ 1 bi para TotalEnergies sair de eólica offshore
“Sete estados estão processando o governo Trump por causa do pagamento de quase US$ 1 bilhão feito à TotalEnergies para que a empresa abandonasse projetos de energia eólica offshore nos EUA. Uma coalizão de estados do Nordeste argumenta que o acordo firmado em março — pelo qual a companhia devolve dois arrendamentos de áreas para eólica offshore em troca de reembolso integral dos US$ 928 milhões pagos e de um compromisso de redirecionar esses recursos para investimentos em combustíveis fósseis — é “escancaradamente ilegal” e deveria ser anulado pela Justiça. Liderada por Nova York, a coalizão inclui Connecticut, Maine, Massachusetts, Nova Jersey, Rhode Island e Vermont. A ação marca mais um movimento de resistência de estados e fundos de pensão contra pagamentos da administração Trump voltados a reduzir a expansão da energia eólica. A governadora de Nova York, Kathy Hochul, afirmou nesta terça-feira: “Esse esquema de ‘pagar para não jogar’, pressionando uma empresa estrangeira a abrir mão de projetos de eólica offshore planejados nos EUA em favor de perfuração de gás e petróleo, é um abuso escandaloso do dinheiro do contribuinte.” O processo alega que os cancelamentos prejudicarão as economias, as necessidades energéticas e as metas climáticas dos estados, que o acordo violou a Lei da Plataforma Continental Externa (Outer Continental Shelf Lands Act) e que representa uso indevido do fundo de sentenças do Departamento de Justiça.”
Fonte: Financial Times; 02/06/2026
Política
Regulador dos EUA concede isenção para acelerar reativação de Three Mile Island
“O regulador de energia dos Estados Unidos concedeu uma isenção para agilizar a conexão da usina nuclear de Three Mile Island, na Pensilvânia, que está sendo reativada para atender data centers da Microsoft (MSFT.O) na região, segundo documento divulgado nesta semana. Na noite de segunda-feira, a Federal Energy Regulatory Commission (FERC) publicou uma decisão concedendo dispensa regulatória que permite à Constellation Energy (CEG.O), proprietária da usina, transferir determinados direitos de acesso à rede de sua usina termelétrica a gás natural de Eddystone, nos arredores da Filadélfia, para a usina nuclear de Three Mile Island. A Constellation está “ressuscitando” Three Mile Island, agora sob o novo nome Crane Clean Energy Center, com o objetivo de religar a usina no próximo ano. Avaliações iniciais do operador regional do sistema indicavam que a planta só poderia começar a fornecer energia à rede em 2031. Com a isenção concedida, a FERC recoloca a Constellation na rota para atingir sua meta de retomada das operações em 2027, disse a empresa. “Esta decisão representa um marco importante para permitir que Crane forneça energia confiável e livre de emissões para a região PJM o mais rápido possível”, afirmou a Constellation em comunicado. A empresa acrescentou que a decisão não altera as ordens emergenciais do Departamento de Energia dos EUA (DOE) para manter a usina de Eddystone em operação além da data de aposentadoria originalmente planejada.”
Fonte: Reuters; 02/06/2026
Japão elevará subsídio para compra de veículos elétricos em até US$ 8.100
“O Governo Metropolitano de Tóquio aumentará os subsídios para a compra de veículos elétricos em até 1,3 milhão de ienes (US$ 8.130 ou cerca de R$ 41 mil), como parte de um esforço para incentivar mais consumidores japoneses a adquirirem esses veículos ecologicamente corretos. Os subsídios para veículos elétricos e híbridos plug-in serão aumentados em 300 mil ienes, com um limite de 1,3 milhão de ienes para veículos elétricos e 1,15 milhão de ienes para híbridos. Tanto pessoas físicas quanto jurídicas são elegíveis, e não há limite para o número de veículos que podem ser adquiridos. Diversos fatores contribuem para o valor final do subsídio. Os compradores recebem inicialmente um subsídio base de 100 mil ienes, valor que será elevado para 200 mil ienes com o próximo reajuste. No sistema atual, os compradores recebem um adicional de 100 mil ienes se o veículo tiver uma função que permita fornecer energia para residências ou outros veículos elétricos por meio de um dispositivo de alimentação. Outros 100 mil ienes são adicionados para a instalação de equipamentos de carregamento e descarregamento. Além disso, os compradores podem receber um adicional de 150 mil ienes se tiverem um contrato de fornecimento de eletricidade 100% proveniente de fontes renováveis, ou um adicional de 300 mil ienes se possuírem equipamentos de energia solar em sua residência ou empresa.”
Fonte: Valor Econômico; 03/06/2026
“Os Estados Unidos vão aumentar em até 50% sua capacidade de produção de combustível nuclear após um investimento de vários bilhões de dólares em uma empresa parcialmente controlada pelos governos do Reino Unido e da Holanda, à medida que Washington busca reduzir sua dependência do enriquecimento de urânio russo. A Urenco afirmou nesta terça-feira que construirá uma nova planta de enriquecimento de urânio no estado do Novo México, em antecipação à proibição de importação de combustível nuclear russo, que deve entrar em vigor em 2028, conforme legislação aprovada durante o governo Biden. Atualmente, a Rússia controla quase metade da capacidade mundial de enriquecimento de urânio e fornece até um quinto do combustível nuclear utilizado pela frota de mais de 90 reatores nucleares dos EUA. A Urenco é uma das poucas fornecedoras ocidentais de serviços comerciais de enriquecimento de urânio que planejam expandir operações nos EUA, em meio a um boom de investimentos no setor nuclear americano. A francesa Orano e a Centrus Energy também planejam restabelecer serviços comerciais de enriquecimento no país, após quase uma década de interrupção. No momento, a Urenco é a única fornecedora baseada nos EUA, com sua planta em Eunice, Novo México, que possui capacidade anual de 4,3 milhões de unidades de trabalho de separação (SWU) — algo em torno de um terço da demanda atual dos EUA. A empresa já está ampliando em 700 mil SWU a capacidade dessa unidade, expansão que deve ser concluída no ano que vem. O novo investimento, de múltiplos bilhões de dólares, em uma nova planta adicionará mais 2,1 milhões de SWU em capacidade. “Essa expansão reforça nosso compromisso com uma cadeia de suprimento de combustível nuclear resiliente nos EUA, focada em atender às necessidades dos nossos clientes e apoiar a segurança energética do país”, declarou Boris Schucht, CEO da Urenco, acrescentando que a nova unidade deverá entrar em operação em 2032.”
Fonte: Financial Times; 02/06/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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