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Shell Brasil e Raízen firmam parceria para produzir hidrogênio renovável a partir de etanol | Café com ESG, 28/06

Raízen, Shell Brasil e outros parceiros firmam parceria para produzir hidrogênio renovável a partir de etanol ainda esse ano; Petrobras vai aumentar produção de diesel com conteúdo renovável

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de terça-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,60% e -1,22%, respectivamente.

• No lado das empresas, (i) a Petrobras informou que vai aumentar em 146% sua capacidade de produção de diesel R, um combustível com conteúdo renovável na proporção de 5% a 7% produzido a partir do coprocessamento de óleo fóssil e vegetal, ainda esse ano – a previsão vem após a estatal ter recebido autorização da ANP para operar mais uma unidade de produção desse combustível na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR); e (ii) um projeto inédito no mundo para produção de hidrogênio renovável a partir do etanol começa a se materializar no Brasil, por meio de uma parceria entre Shell Brasil, Raízen e USP (entre outros) – a iniciativa, que tem como objetivo validar a tecnologia de reforma de etanol, envolve a construção de uma planta dimensionada para produzir 50 metros cúbicos por hora de hidrogênio, com a primeira já prevista para começar a operar ainda neste ano.

• Na política, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou ontem que o imposto seletivo previsto na reforma tributária e o mercado de carbono, que será regulamentado pelo governo, serão instrumentos de uma “combinação virtuosa” que vão favorecer a transição energética no Brasil – segundo ele, uma consulta pública sobre a regulamentação do mercado de carbono será lançada pelo governo.

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Brasil

Empresas

Dasa anuncia Lício Cintra como próximo CEO; executivo escalou o Grupo São Francisco

“Lício Cintra, o executivo que liderou o Grupo São Francisco por 10 anos até sua venda para a Hapvida, será o COO da Dasa a partir de agosto e assumirá como CEO em fevereiro. Naquela data, o atual CEO, Pedro Bueno, se tornará o vice-presidente executivo do conselho por um ano, iniciando a fase final da transição. A contratação mostra a família Bueno, que controla a companhia com 79% do capital, recorrendo a um peso-pesado do setor com experiência no trato com operadoras e um histórico robusto de execução para turbinar seu crescimento num momento difícil para o mercado de saúde suplementar, que contrata os serviços da empresa. Lício passou 14 anos no Grupo São Francisco – 10 como CEO – e esteve à frente da venda do grupo para a Hapvida por R$ 5 bilhões em 2019. Durante sua gestão, o São Francisco passou de uma receita de R$ 28 milhões para R$ 2,3 bi – uma taxa de crescimento composta de quase 40% ao ano. A Dasa disse que, sob sua gestão, o São Francisco “ficou reconhecido como uma empresa com o cliente no centro do negócio, focada em pessoas, alavancando uma política de meritocracia e de desenvolvimento de talentos.” O executivo passou os últimos três anos na Hapvida, como membro do conselho e vice-presidente de M&A e comercial. Ele deixou a empresa da família Pinheiro em meados do ano passado.”

Fonte: Brazil Journal, 27/06/2023

Petrobras planeja aumentar capacidade de produção de diesel R em 146%

“A Petrobras informou que vai aumentar em 146% sua capacidade de produção de diesel R ainda esse ano. O diesel R é um combustível com conteúdo renovável na proporção de 5% a 7% produzido a partir do coprocessamento de óleo fóssil e vegetal. Atualmente a Petrobras produz 5 milhões de litros do produto por dia e passará a ter um potencial de processar 12,3 milhões de litros por dia. A previsão vem após a estatal ter recebido autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para operar mais uma unidade de produção desse combustível na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR). Essa é a primeira refinaria apta a produzir o diesel R, mas a Petrobras planeja expandir ainda mais essa produção adaptando outras refinarias em São Paulo e no Rio (Replan, RPBC e Reduc). Para essa conversão, a companhia prevê investir R$ 3 bilhões, como já disse o diretor de Transição Energética e Sustentabilidade da empresa, Mauricio Tolmasquim. A utilização dessa nova capacidade de produção de diesel R na Repar, ponderou a Petrobras, vai depender da disponibilidade de matéria-prima e das condições de mercado. O diesel R ainda não é aceito como substituto no mandato do biodiesel, que obriga sua aplicação na proporção de 10% do diesel a comercializado no varejo.”

Fonte: Exame, 27/06/2023

Brasil tem projeto inédito de hidrogênio a partir de etanol

“Um projeto inédito no mundo para produção de hidrogênio renovável a partir do etanol começa a se materializar no Brasil, por meio de uma parceria entre Shell Brasil, Raízen, Hytron, Universidade de São Paulo (USP) e o braço de inovação em biossintéticos e fibras do Senai, o Cetiqt. A iniciativa, que tem como objetivo validar a tecnologia de reforma de etanol, envolve a construção de uma planta dimensionada para produzir 50 metros cúbicos por hora de hidrogênio. Posteriormente, será implantada uma segunda unidade, dez vezes maior. A primeira planta, prevista para começar a operar ainda neste ano, inclui a instalação de uma estação de abastecimento veicular (HRS – Hydrogen Refuelling Station) no campus da USP, na cidade de São Paulo. Os ensaios para avaliar o biocombustível a partir do etanol serão realizados em três ônibus que circulam na Cidade Universitária, que deixarão de utilizar diesel e motores a combustão; eles serão adaptados com motores equipados com células a combustível (fuel cell) para operar com hidrogênio. Os testes incluirão ainda um Toyota Mirai, primeiro carro de série da montadora japonesa que será movido a hidrogênio. O projeto é financiado pela Shell Brasil, que está injetando R$ 50 milhões para construção da planta, desenvolvimento da tecnologia e realização dos estudos de avaliação da eficiência do biocombustível e das emissões de CO2, por meio da cláusula de pesquisa, desenvolvimento e inovação da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).”

Fonte: Valor Econômico, 28/06/2023

Petrobras pode exportar hidrogênio, diz Tolmasquim

“O diretor de transição energética e sustentabilidade da Petrobras, Mauricio Tolmasquim, disse que a estatal tem estudado o mercado de hidrogênio e que pode vender o produto para o mercado interno ou externo. “Ainda não sabemos se vamos começar pelo Brasil ou pelo exterior, vai depender dos preços do mercado e da regulação”, disse em evento organizado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (Cebri). Segundo o executivo, tanto o hidrogênio verde, produzido a partir de energia limpa, quanto o hidrogênio azul, produzido a partir de combustíveis fósseis, estão no radar para se tornar produtos para que a companhia venda. “Hidrogênio está no nosso radar, tanto o verde quanto o azul. O verde porque pretendemos produzir fontes renováveis, e o azul porque temos gás natural e especialistas em injetar gás carbônico. Mas ainda estamos olhando o mercado.” Tolmasquim mencionou que haverá um leilão na Europa em breve, e que a companhia está avaliando participação. O mercado americano também está no radar.”

Fonte: Valor Econômico, 27/06/2023

Incerteza regulatória trava avanço do net zero no Brasil, diz estudo

“As empresas brasileiras estão motivadas para a transformação de seus negócios rumo ao net zero e acreditam que haverá oportunidades, mas muitas delas esperam mais certezas regulatórias antes de agir. Essa é uma das conclusões de um estudo divulgado hoje pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável, o CEBDS, sobre os desafios da descarbonização do setor privado no país. Regras para divulgações de informações, no caso das companhias negociadas na bolsa, e o aguardado mercado regulado de carbono são apontados como pontos relevantes para 97% dos entrevistados. O CEBDS está envolvido no desenho do mercado de carbono brasileiro há seis anos. “Agora vai”, disse Marina Grossi, presidente da entidade. “São empresas de setores que serão regulados pedindo para ser regulados e dizendo que se sentem maduras para isso. Mas elas querem segurança para investir.” A necessidade de programas e marcos setoriais, como as prometidas regras para incentivar a produção de hidrogênio verde no país, também foi destacada por 92% dos que responderam. Falando no evento de lançamento do estudo, a secretária de Mudança do Clima do Ministério do Meio Ambiente, Ana Toni, afirmou que o governo vai “tangibilizar” as metas brasileiras do Acordo de Paris para nove setores da economia.”

Fonte: Capital Reset, 27/06/2023

Política

Imposto seletivo e crédito de carbono são “combinação virtuosa” para transição energética, diz Haddad

“O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou nesta terça-feira (27) que o imposto seletivo previsto na reforma tributária e o mercado de carbono, que será regulamentado pelo governo, serão instrumentos de uma “combinação virtuosa” que vão favorecer a transição energética no Brasil. A declaração foi dada durante abertura do evento “Ontem, Hoje e Amanhã”, do Fundos de Investimento Climático (CIF), em Brasília. “A reforma tributária cria um imposto seletivo, que fará diferença na questão ambiental e de saúde pública, pois será imposto moderno”, afirmou Haddad. “Imposto seletivo e crédito de carbono são uma combinação virtuosa de instrumentos que favorecem essa transição”, completou o ministro. Ele disse que uma consulta pública sobre a regulamentação do mercado de carbono será lançada pelo governo. Haddad também afirmou que o Brasil, até o final deste ano, vai estar “sintonizado com as melhores práticas mundiais” em relação à economia verde. “Vamos trazer muitos investimentos para o Brasil, nenhum outro país vai oferecer tão boas condições para produtos verdes.” O ministro avaliou que o país tem “condições enormes” de avançar em todas as áreas tecnológicas voltadas à transição energética.”

Fonte: Valor Econômico, 27/06/2023

Brasil aumentou perda florestal em 113,8% desde o Acordo de Paris

“Desde 2015, quando líderes de todo o mundo assinaram o histórico Acordo de Paris, para reduzir as emissões de gases-estufa e frear a crise climática, a perda florestal no Brasil mais do que dobrou: foi de 8.288 km² naquele ano para 17.726 km² em 2022, um salto de 113,8%. O desmatamento é a principal fonte de emissões brasileira. Os índices brasileiros também passaram a representar uma fatia maior da perda de florestas tropicais em todo o mundo. Em 2015, o país respondia por 28% do total de cobertura perdida naquele ano, taxa que chegou a 43% em 2022, ao final do governo de Jair Bolsonaro (PL). Os dados foram divulgados nesta terça-feira (27) pela Global Forest Watch (GFW), ferramenta da organização não governamental World Resources Institute (WRI) em parceria com a Universidade de Maryland, nos Estados Unidos. Os pesquisadores acompanham o estado das florestas do planeta através da análise de imagens de satélite. O coordenador de ciência de dados da WRI Brasil, Jefferson Ferreira-Ferreira, diz que a destruição ambiental registrada desde 2015 não apenas foi alta, mas também sustentada. “Isso mostra que as políticas ocorridas nesse período permitiram que as perdas de cobertura arbórea se mantivessem em patamares elevados”, afirma.”

Fonte: Valor Econômico, 27/06/2023

Minas Gerais ultrapassa São Paulo e lidera geração distribuída de energia solar

“O estado de Minas Gerais (MG) se tornou o primeiro colocado em potência instalada com 3.062,205,90 GW, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Em seguida, seguem os estados de São Paulo (SP) com 2.998.862,89 GW, e Rio Grande do Sul (RS) com 2.275.658,43 GW. Ainda de acordo com o ranking, dentre as agentes com mais potência instalada (em kW), estão: Cemig Distribuidora, EMG e ESS. “Esta é uma grande notícia para Minas Gerais, dentro dessa disputa saudável com São Paulo pela liderança na geração de energia solar. O resultado mostra que as pessoas continuam acreditando que o investimento vale a pena e que nós estamos sempre atentos ao que acontece no setor”, diz Bruno Catta Preta, coordenador da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar) em MG e diretor de relações institucionais da Genyx, industria de geradores solares fotovoltaicos. Ainda levando em consideração a potência instalada, a geração na própria UC, ou seja, a energia gerada e consumida localmente em pequenas unidades de até 5 MW instaladas em casas, empresas e condomínios, é a modalidade com maior potência instalada (com 17.149.704,26 GW). Seguido de autoconsumo remoto, geração compartilhada e múltiplas UC.”

Fonte: Exame, 27/06/2023

Internacional

Empresas

Fontes limpas atraem mais investimento que as fósseis

“O investimento global em tecnologias para geração de energia limpa deverá alcançar US$ 1,7 trilhão em 2023, superando, pelo oitavo ano consecutivo, o montante destinado aos combustíveis fósseis (petróleo, gás e carvão), que deverá ficar em pouco mais de US$ 1 trilhão. Se for mantido o ritmo de investimentos anuais, o acumulado até 2030 excederia o patamar necessário para cumprir as promessas do Acordo de Paris e evitar que a temperatura média global suba acima de 1,5 ºC. A conta é do relatório World Energy Investment 2023, lançado em maio pela Agência Internacional de Energia (AIE), e engloba recursos destinados a geração por fontes renováveis, veículos elétricos, energia nuclear, redes inteligentes, armazenamento, combustíveis de baixa emissão e eficiência energética. O relatório soa otimista. A temperatura média global ficou 1,15 ºC acima da média climatológica de 1850-1990 em 2022 e a barreira do 1,5 ºC poderá ser ultrapassada até o fim da década, segundo a Organização Meteorológica Mundial. Ao mesmo tempo, relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) da Organização das Nações Unidas (ONU) diz ser possível reduzir as emissões de gases de efeito estufa e frear as consequências mais danosas da mudança do clima com tecnologias que já estão no mercado – ponto corroborado pela AIE.”

Fonte: Valor Econômico, 28/06/2023

Ford planeja demitir pelo menos 1 mil trabalhadores ante custos elevados de veículos elétricos

“A Ford Motor planeja demitir pelo menos 1 mil trabalhadores com contratos permanentes e temporários na América do Norte, disseram fontes próximas do assunto, no mais recente esforço da empresa para lidar com os custos elevados de investir em veículos elétricos. A empresa começou a notificar, em reuniões internas na segunda-feira, alguns trabalhadores de contratos de longo prazo na América do Norte de que haveria cortes de empregos, confirmou um porta-voz da empresa. As demissões planejadas estão concentradas em cargos de engenharia, onde a Ford está visando a custos das suas unidades de negócio. A montadora fez várias rodadas de demissões globais em 2022, incluindo uma redução de 3 mil funcionários nos Estados Unidos, e uma demissão um pouco maior na Europa no início deste ano. A Ford tem cerca de 28 mil funcionários com contratos de longo prazo na América do Norte. A última rodada de demissões inclui funcionários nos negócios de veículos elétricos e de software, confirmou o porta-voz da empresa, e os cortes também afetarão os trabalhadores das divisões de motores a gasolina e veículos comerciais da montadora.”

Fonte: Valor Econômico, 27/06/2023

Área destruída de florestas tropicais em 2022 foi equivalente ao tamanho da Suíça

“A área total de perda de florestas tropicais em 2022 no mundo era o equivalente ao tamanho da Suíça, segundo relatório do Instituto Mundial de Recursos (WRI, na sigla em inglês), que estima as perdas totais de matas originárias no ano passado. A pesquisa mostrou que foram destruídos 4,1 milhões de hectares de florestas tropicais, um aumento de cerca de 10% em relação ao ano anterior. O texto destaca que estas matas estão entre as ferramentas mais eficazes do mundo para conter o aquecimento global. Os países que mais perderam cobertura florestal em 2022 foram Brasil, Congo e Bolívia, enquanto Indonésia e Malásia registraram os menores números, em parte devido a ações de empresas e governo para conter o desmatamento, segundo o relatório do WRI. Gana foi o país que mais teve aumento na perda de cobertura florestal entre um ano e outro, porém o total de área desmatada na região é pequeno. Os números indicam a perda de cobertura florestal, que não é necessariamente desmatamento. O desmatamento é sempre feito por seres humanos, enquanto a cobertura florestal pode ser perdida por meio de incêndios e outros eventos.”

Fonte: Valor Econômico, 27/06/2023

Movimento contra o ESG coloca em alerta gestoras de investimento britânicas

“A Associação de Investimento e Finanças Sustentáveis do Reino Unido (UKSIF), cujos membros administram mais de 19 trilhões de libras (US$ 24 trilhões) e incluem o JPMorgan Chase e o Barclays, quer que o governo forneça diretrizes claras que especifiquem se as gestoras de ativos têm como dever se preocupar com riscos de danos ambientais, impactos sociais e má governança corporativa. James Alexander, diretor-presidente da associação, espera que a UKSIF e outras associações de investidores defendam publicamente a incorporação de considerações ESG na regulação do mercado. “Não é uma busca direta de uma agenda política, mas algo necessário para que investidores cumpram seu dever fiduciário”, afirma. Alexander faz parte de um número crescente de participantes do mercado financeiro no Reino Unido e da União Europeia que observam a evolução do assunto nos EUA com uma sensação de desconforto. A reação contra o ESG liderada pelo Partido Republicano chocou o setor, com ameaças de ações judiciais e listas contra alguns dos maiores bancos e gestoras de ativos do mundo. O Partido Republicano classifica o ESG de movimento antiamericano que colocar uma agenda “woke” (termo relativo ao ativismo) à frente dos deveres fiduciários, que incluem a responsabilidade dos gestores de agir em prol dos interesses dos investidores.”

Fonte: Bloomberg Línea, 27/06/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
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