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Geração de energia solar pelo agronegócio cresce 35% em 2023 | Café com ESG, 11/07

Geração própria de energia solar no agronegócio cresce 35% no ano; Dívidas para projetos 'verdes' pela primeira vez são maiores do que para combustíveis fósseis

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,80% e -0,98%, respectivamente.

• No Brasil, (i) segundo um mapeamento da fintech Meu Financiamento Solar, a geração própria de energia solar pelo agronegócio registrou expansão de 34,8% em potência instalada entre janeiro e junho deste ano, em meio a maiores investimentos dos produtores para garantir suprimento elétrico seguro e sustentável – com o crescimento registrado neste ano, o segmento agro passou a representar 14% de toda a capacidade nacional de geração distribuída fotovoltaica; e (ii) o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu ontem que o Plano de Transição Ecológica “pode ser a grande marca” do terceiro mandato do presidente Lula – entre as ações do plano estarão leis, como a de regulação do mercado de carbono, que será enviada ao Congresso em agosto, “até a infraestrutura legal que desburocratiza investimentos verdes”.

• No internacional, um levantamento feito pela Bloomberg mostra que, pela primeira vez, empresas e governos estão captando mais dinheiro nos mercados de dívida para projetos ‘verdes’ do que para combustíveis fósseis – na primeira metade do ano, o dinheiro levantado com green bonds somou US$ 350 bilhões, vs. menos de US$ 235 milhões de financiamentos voltados para as indústrias de petróleo, gás natural e carvão em todo o mundo.

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Brasil

Empresas

Energia solar no agronegócio brasileiro cresce 34,8% em potência no ano até junho

” A geração própria de energia solar pelo agronegócio registrou expansão de 34,8% em potência instalada entre janeiro e junho deste ano, alcançando 3,1 gigawatts (GW), em meio a maiores investimentos dos produtores para garantir suprimento elétrico seguro e sustentável. Os dados são de um mapeamento divulgado nesta segunda-feira pela fintech Meu Financiamento Solar, feito com base em informações da agência reguladora Aneel e da associação setorial Absolar. O levantamento mostrou que os investimentos em sistemas distribuídos de geração solar pelo agro aumentaram 27% no ano até junho e atingiram 15,5 bilhões de reais no acumulado desde 2012, quando a modalidade de geração distribuída de energia foi regulamentada no país. Ao todo, a geração distribuída solar já atende mais de 200 mil de unidades consumidoras do agronegócio, estando presente em 4,9 mil municípios brasileiros com pelo menos um sistema do tipo no meio rural. Com o crescimento registrado neste ano, o segmento agro passou a representar 14% de toda a capacidade nacional de geração distribuída fotovoltaica –tecnologia que cresce a taxas elevadas no Brasil por seus incentivos tarifários, e que é utilizada também por residências, comércios e indústrias sobretudo por meio de telhados e fazendas solares. A redução de gastos com eletricidade, com economia de até 90%, e a garantia de suprimento seguro e de uma fonte de energia renovável são os principais chamarizes da modalidade, tanto para grandes produtores agro quanto para a agricultura familiar.”

Fonte: Investing, 10/07/2023

A cadeia de valor na análise ESG

“Considerando que a finalidade de uma rede de varejo é fazer chegar ao público um amplo conjunto de produtos, dos mais diversos tipos, ainda não teríamos resposta para questões importantes. De onde vieram os produtos expostos nas gôndolas do supermercado e para onde irão os seus resíduos pós-consumo? Os alimentos de origem animal estão associados a áreas de desmatamento ou a criadores que não adotam práticas de bem-estar animal? A escolha dos produtos oferecidos levou em consideração o futuro descarte das embalagens? Ao nos depararmos com essas questões, temos que incorporar à análise ESG o conceito de cadeia de valor, voltando a atenção para etapas que ocorrem antes e depois das operações que estão sob controle total da empresa. Para explorar esse ponto, basta olharmos para um dos temas mais importantes da agenda socioambiental internacional, as mudanças climáticas. No Brasil, em torno de 50% das emissões de gases de efeito-estufa (GEE) são relacionados ao uso da terra e ao desmatamento, em parte associados à pecuária. Ao fazer um inventário de emissões de GEE, grandes frigoríficos constatam que grande parte está associada ao escopo 3, mais especificamente à cadeia de fornecedores. Isto traz um desafio para os seus programas de redução de emissões, exigindo esforço de rastreamento de origem do gado, bem como seleção e qualificação de fornecedores. Esta questão é particularmente importante no Brasil, pela sua configuração empresarial. Temos em torno de 400 grandes empresas listadas na bolsa de valores (B3), de um total de, aproximadamente, 20 milhões de empresas. Isto significa que somos um país, essencialmente, formado por micro, pequenas e médias empresas, que respondem por parcela relevante do emprego e do PIB. Muitas delas fazem parte das cadeias de valor dos grandes empreendimentos, que podem ter um efeito indutor nas políticas e práticas da agenda ESG das empresas menores.”

Fonte: Valor Econômico, 10/07/2023

JVMC Participações prevê faturamento de R$ 350 milhões com nova companhia de reciclagem de plásticos

“Com investimento de R$ 12 milhões e expectativa de faturamento de R$ 350 milhões no primeiro ano, a JVMC Participações cria a BLZera para promover e contribuir com a cadeia de reciclagem de plástico na América Latina. A companhia, do empresário Rodrigo Clemente – mais uma vez pioneiro em desenvolver iniciativas sustentáveis nessa escala, visa fornecer matéria-prima sustentável para a indústria de alimentos e bebidas e tem como proposta coletar e separar todos os tipos de plásticos, descontaminar e transformá-los em insumos que serão disponibilizados novamente para o setor produtivo. A empresa conta com uma estrutura de mais de 20 aterros distribuídos no estado de São Paulo e no Nordeste, onde coletam cerca de 400 toneladas de plástico por dia. Após o recolhimento, é realizada a separação e descontaminação do material, que posteriormente será transformado em matéria-prima para a indústria. Desde o início da operação, a BLZera já reciclou mais de 40 mil toneladas de plástico. O plano é ainda aproveitar o plástico que não tem mais condições de ser reciclado para virar combustível de caldeira das indústrias. “

Fonte: Exame, 10/07/2023

Green bonds ultrapassam dívidas para financiar combustíveis fósseis 

“Um levantamento feito pela Bloomberg mostra que, pela primeira vez, empresas e governos estão captando mais dinheiro nos mercados de dívida para projetos ‘verdes’ do que para combustíveis fósseis. Na primeira metade do ano, o dinheiro levantado com green bonds e dívidas voltadas para projetos (ao menos em teoria) mais amigáveis ao meio ambiente somou US$ 350 bilhões, contra menos de US$ 235 milhões de financiamentos voltados para as indústrias de petróleo, gás natural e carvão em todo o mundo. No mesmo período de 2022, foram cerca de US$ 300 bilhões para green bonds contra US$ 315 bilhões para os combustíveis fósseis. No primeiro semestre de 2020, logo após o estouro da pandemia, o placar era de US$ 138 bilhões contra US$ 437 bilhões. As razões para a liderança da dívida verde, contudo, não são todas positivas para o clima. Com lucros recordes após a disparada dos preços que se seguiu à guerra da Rússia com a Ucrânia, as empresas de petróleo e gás estão muito bem capitalizadas e precisando recorrer menos ao mercado de renda fixa. Outro ponto, aponta a Bloomberg, é que como falta transparência nos contratos de green bonds, não é possível saber exatamente para onde vão esses recursos. Neste ano, boa parte das captações verdes vieram de instituições financeiras, governos e empresas de energia com espectro mais amplo. Poucos títulos vieram de empresas que atuam apenas com energias renováveis. “

Fonte: Capital Reset, 10/07/2023

Política

Regulação do mercado de carbono será encaminhada ao Congresso em agosto, diz Haddad

“O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu nesta segunda-feira (10) que o Plano de Transição Ecológica “pode ser a grande marca” do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre as ações do plano estarão leis, como a de regulação do mercado de carbono, que será enviada ao Congresso em agosto, “até a infraestrutura legal que desburocratiza investimentos verdes”. Segundo Haddad, durante seis meses o Ministério da Fazenda mapeou um “conjunto de oportunidades [na área ambiental] para promover essa transição e gerar empregos de ponta”. “Isso vale para infraestrutura, atração de energia limpa, investimentos estrangeiros que querem produzir produtos verdes”, afirmou. As ações também envolverão “combate ao desmatamento, [energias] solar e eólica, hidrogênio verde, combustíveis, marco regulatório da mineração”. Outros pontos serão “crédito de carbono, passando pela reforma tributária que tem imposto seletivo até a exploração de terras raras, lítio e coisas que estão na fronteira do que vai ser produzido”. As ações serão validadas por Lula “uma a uma” e a “maior parte dos investimentos virá do setor privado”. Com isso, o governo federal pretende “criar uma infraestrutura jurídica e um ambiente de negócio propícios ao investimento verde”. O governo federal também está com “um ‘roadshow’ programado para empresas que queiram receber selo de ‘net zero’”. “

Fonte: Valor Investe, 10/07/2023

Internacional

Empresas

Investidores temem que movimento anti-ESG ganhe força no Reino Unido

“A Associação de Finanças e Investimentos Sustentáveis do Reino Unido (UKSIF), cujos membros supervisionam mais de £ 19 trilhões (US$ 24 trilhões) e incluem o JPMorgan Chase e Barclays, quer que o governo britânico forneça diretrizes claras que especifiquem se faz parte do dever fiduciário de um gestor se preocupar com os riscos decorrentes de danos ambientais, sociais e má governança corporativa. James Alexander, diretor-executivo da associação, disse que espera que o UKSIF e outras associações de investidores em breve “precisem tornar mais forte os casos públicos em que a incorporação ativa do ESG – incluindo fatores sociais –é necessária para que os investidores cumpram seu dever fiduciário”. Ele faz parte de um número crescente de participantes do mercado financeiro no Reino Unido e na União Europeia que observam os desenvolvimentos nos EUA com uma sensação de desconforto. O movimento anti-ESG liderado pelo Partido Republicano chocou o setor, com ameaças de ações judiciais e listas atingindo alguns dos maiores bancos e gestores de ativos do mundo. O partido apelidou o ESG de um movimento anti-americano que coloca uma agenda à frente dos deveres fiduciários.”

Fonte: Infomoney, 10/07/2023

LeapFrog planeja investimento de US$ 500 milhões em empresas asiáticas e africanas de transição climática

“O gerente de ativos focado na sustentabilidade LeapFrog Investments disse que planeja investir US$ 500 milhões em empresas que abordam as mudanças climáticas na Ásia e na África, com projetos que espera que alcancem até 50 milhões de pessoas de baixa renda. O compromisso foi anunciado no Fórum de Mobilização Financeira Climática na Grã-Bretanha na segunda-feira, com a presença de líderes financeiros, empresas e órgãos filantrópicos com o objetivo de reforçar os fluxos de capital privado para as economias emergentes. A LeapFrog disse em um comunicado que o dinheiro direcionaria investimentos para acelerar a transição para uma economia de baixo carbono nos setores de ambiente construído, energia, mobilidade e alimentos. Até 2030, os investimentos gerais nos quatro setores poderiam ajudar os países em desenvolvimento a criar até 90 milhões de novos empregos, acrescentou. A análise da LeapFrog sugeriu que tecnologias, incluindo scooters elétricas na Índia e energia solar no telhado na Nigéria, poderiam custar 30-40% menos do que as alternativas tradicionais e intensivas em carbono. “Invester em soluções climáticas em mercados emergentes não é apenas a coisa certa a fazer, mas também uma oportunidade comercial altamente atraente”, disse o CEO da LeapFrog, Andy Kuper.”

Fonte: Reuters, 10/07/2023

Mais de US$ 2 bilhões comprometidos no fórum financeiro climático Reino Unido-EUA

“Líderes financeiros, empresas e filantropos comprometeram mais de US$ 2 bilhões para ajudar a financiar os esforços para reduzir as emissões de carbono e aumentar a resiliência climática em toda a África, Ásia e América Latina, disse um comunicado conjunto Reino Unido-EUA na terça-feira. A declaração, da Segurança Energética da Grã-Bretanha e do Secretário Net Zero Grant Shapps e dos EUA O Enviado Presidencial Especial sobre o Clima, John Kerry, seguiu um Fórum de Mobilização Financeira Climática realizado no Castelo de Windsor, Inglaterra, com o objetivo de reforçar os fluxos de capital privado para economias emergentes. “Reconhecerando a escala e a urgência da crise climática, a reunião enfatizou a importância da parceria entre governos, filantropias e investidores – dado que nenhum ator pode mobilizar o financiamento na escala necessária para agir sozinho”, disse o comunicado. Os compromissos incluíram um novo empreendimento da Builders Vision, que se descreve como uma “plataforma de impacto”, o comerciante japonês Mitsui & Co e o gerente de ativos Renewable Resources Group Partnership para abordar os impactos das mudanças climáticas em cadeias de suprimentos críticas na agricultura, desenvolvimento de recursos naturais e energia, disse o comunicado. Essas empresas identificarão pelo menos US$ 1 bilhão de projetos iniciais em mercados emergentes usando soluções baseadas na natureza, como agricultura regenerativa e gerenciamento sustentável da água, juntamente com tecnologia para desenvolver produtos e sistemas que reduzam os impactos ambientais negativos.”

Fonte: Reuters, 10/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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