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Fundos ESG de biodiversidade crescem 15% nos últimos dois meses | Café com ESG, 31/03

MSCI revê metodologia; Fundos de biodiversidade crescem 15% nos últimos 2 meses

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE subindo +1,88% e +2,02%, respectivamente.

No Brasil, para colocar de pé dois empreendimentos eólicos no Nordeste com investimentos na ordem de R$ 9 bilhões, a Casa dos Ventos fechou um acordo com a Vestas para fornecimento de 291 aerogeradores que vão totalizar 1,3 gigawatts (GW) de potência – o maior contrato já realizado pela fabricante dinamarquesa no mundo para turbinas onshore e a maior aquisição de equipamentos de energia eólica registrada na América Latina.

No internacional, (i) cerca de 31 mil fundos estão prestes a ter suas pontuações de ESG reduzidas pela MSCI, dado que a unidade de classificação da empresa está trabalhando em uma grande revisão de sua metodologia em resposta a crescente críticas de participantes do mercado – as mudanças significam que apenas 0,2% dos fundos terão uma classificação AAA no futuro, vs. cerca de 20% agora; e (ii) um segmento relativamente novo no mercado ESG, a base de ativos de fundos de biodiviersidade cresceu 15% nos últimos dois meses, alcançando a marca de US$ 2,9 bilhões – os maiores fundos de biodiversidade são da Northern Trust, Axa Investment Managers e Lombard Odier, todos os três sediados na Europa, e impulsionados principalmente pelo acordo assinado na COP15 em dezembro do ano passado que prevê um investimento anual de US$ 200 bilhões para preservação da biodiversidade.

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Brasil

Empresas

Empresas com práticas integradas de ESG têm retorno financeiro 615% superior ao Ibovespa, aponta estudo

“Em seu quarto ano consecutivo, a pesquisa multistakeholder “Melhores para o Brasil” busca entender como o mercado brasileiro está alinhado às práticas da nova economia, voltada para o chamado capitalismo consciente. Realizado pela empresa de avaliação ESG Humanizadas, o estudo abrange todos os públicos envolvidos nos processos de uma organização: sócios, investidores, lideranças, colaboradores, clientes, consumidores, fornecedores, parceiros e comunidades. Nesta edição, 198 empresas foram avaliadas a partir de quatro pilares institucionais: reputação, princípios de gestão, cultura e narrativas. De acordo com Pedro Paro, fundador e CEO da Humanizadas, os resultados da pesquisa apontam que ainda existe uma imaturidade do mercado brasileiro em relação à prática integrada do ESG. Apesar do cenário parecer pouco inspirador, a esperança está justamente nas empresas que formam o rating “Melhores para o Brasil”. A lista destaca organizações que já atuam de maneira mais humana, ética, consciente, sustentável e inovadora no país. Entre os oito setores analisados estão nomes como Banco BV, Magazine Luiza, Arezzo, MaxMilhas, Reserva, Special Dog, Grupo Sabin e Instituto Coca-Cola Brasil.”

Fonte: Época Negócios, 30/03/2023

Eletrificação avança no setor de máquinas

“O setor de máquinas e equipamentos voltados para logística tem motivos para comemorar. O aquecimento do e-commerce, processo iniciado durante a pandemia de covid-19, e do correlato aumento de investimentos na ampliação de distribuição e movimentação de cargas levou à expansão da demanda de cerca de 20% em itens como empilhadeiras elétricas no ano passado. Para 2023, a expectativa do setor é de acomodação da demanda, mas, ainda assim, em patamares superiores aos de 2021. Os números vão na contramão do segmento industrial como um todo, que amargou retração de 5,9% na receita líquida, de R$ 310,4 bilhões em 2022, e de 6,4% em janeiro de 2023 em relação ao mesmo mês do ano anterior, conforme estatísticas da Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq). “A produção de máquinas e equipamentos voltados para intralogística, operação interna das empresas, foi muito bem em 2022. Houve expansão de vários centros de distribuição no Brasil em geral e investimentos em equipamentos mais modernos, como robotização, fazendo uso da tecnologia da informação”, afirma Reinaldo Moura, presidente do conselho do Instituto de Movimentação e Armazenagem de Materiais (Imam).”

Fonte: Valor Econômico, 30/03/2023

Operadores logísticos substituem combustível para conter emissões

“Num cenário em que a redução das emissões de gases de efeito estufa é uma demanda crescente do mercado e da sociedade, operadores logísticos estão engajados em uma série de iniciativas para incorporar às suas operações boas práticas de governança ambiental, social e corporativa (ESG, na sigla em inglês). A reformulação de rotas para diminuir percursos, o compartilhamento da carga e a substituição de combustíveis fósseis estão entre as prioridades para reduzir o impacto ambiental. “A diversidade na matriz energética da indústria automobilística é cada vez mais estratégica para que o transporte rodoviário de carga tenha mais opções de caminhões com diferentes fontes, sem comprometer a segurança e a eficiência da operação”, afirma Marcella Cunha, diretora-executiva da Associação Brasileira de Operadores Logísticos (Abol). Os operadores preveem que, nos próximos quatro a cinco anos, vão eletrificar 100% da frota leve, adotar caminhões movidos a gás natural veicular (GNV) e ampliar o número de armazéns e galpões com placas fotovoltaicas.”

Fonte: Valor Econômico, 30/03/2023

Casa dos Ventos fecha com a Vestas maior compra de turbinas eólicas da América Latina

“Para colocar de pé dois empreendimentos eólicos no Nordeste com investimentos na ordem de R$ 9 bilhões, a Casa dos Ventos fechou acordo com a Vestas para fornecimento de 291 aerogeradores que vão totalizar 1,3 gigawatts (GW) de potência. Este é o maior contrato já realizado pela fabricante dinamarquesa no mundo para turbinas onshore (localizados em terra) e a maior aquisição de equipamentos de energia eólica registrada na América Latina. A parceria é para o fornecimento de equipamento para o Complexo Eólico Babilônia Centro, na Bahia, com 554 MW de capacidade instalada, que receberá 123 turbinas, e o Complexo Eólico Serra do Tigre, no Rio Grande do Norte, com 756 MW, que contará com 168 turbinas, e o Complexo Eólico Serra do Tigre, no Rio Grande do Norte, com 756 MW, que contará com 168 turbinas. As máquinas são do modelo V150-4.5MW. As empresas fazem segredo do valor do contrato dos aerogeradores, mas sabe-se que, em média, os equipamentos custam entre 65% a 75% do valor global dos empreendimentos.”

Fonte: Valor Econômico, 30/03/2023

Metas claras ajudam a estruturar a equidade

“Tornar uma empresa igualitária é uma tarefa diária, segundo lideranças ouvidas pelo Valor. Um dos principais desafios das equipes de recursos humanos é estruturar e manter políticas de equidade que não fiquem apenas no papel: é preciso que os programas sejam desenhados com metas de treinamento e de promoções de executivas, de olho em quadros mais plurais. Entretanto, de acordo com a pesquisa “Mulheres na Liderança”, as organizações estão perdendo terreno nas estratégias de ascensão das profissionais. A identificação de chefias para promoções apresenta uma queda de oito pontos percentuais em 2022, ante 2021, passando de 71% para 63%, entre as companhias analisadas. Na montadora GM, um dos principais entraves é romper a barreira da desigualdade em um setor tradicionalmente ocupado por homens em postos de comando. Mas, já há vitórias na mesa, de acordo com Adriana Quintas, head de diversidade, equidade e inclusão na GM América do Sul.”

Fonte: Valor Econômico, 31/03/2023

Política

Governo começa a fechar brechas no rastreio do ouro ilegal

“O governo começou, finalmente, a fechar as lacunas existentes no controle da compra e venda de ouro no país e que impediam o rastreio da origem do produto. A Receita Federal definiu hoje que a comercialização do ouro exigirá a emissão de nota fiscal eletrônica (NF-e). A medida valerá para as operações em que o metal for considerado um ativo financeiro ou instrumento cambial e entrará em vigor em 3 de julho. A cadeia do ouro no país é marcada por irregularidades e desrespeito a questões humanitárias, que ganharam evidência com a recente crise dos Yanomamis. Mais da metade do metal vendido no Brasil carrega traços de irregularidade, segundo levantamento do Instituto Escolhas, de  2021. Uma das principais lacunas é justamente o uso da nota fiscal em papel no setor, que se manteve apesar da digitalização de outros segmentos da economia, o que dificulta o cruzamento de dados e verificação de regularidade do metal. Agora, o documento fiscal será totalmente digital, emitido e armazenado eletronicamente.”

Fonte: Capital Reset, 30/03/2023

Internacional

Empresas

Régua vai subir na hora de classificar fundos ESG – e isso levará ao rebaixamento de 31 mil deles, diz MSCI

“Cerca de 31.000 fundos estão prestes a ter suas pontuações de ESG (quesitos ambientais, sociais e de governança) reduzidas pela MSCI, já que a unidade de classificação da empresa está trabalhando em uma grande revisão de sua metodologia em resposta ao feedback dos participantes do mercado. Os clientes expressaram preocupação sobre “uma tendência ascendente nas classificações em todo o universo de fundos”, que agora está sendo endereçada, de acordo com a MSCI ESG Research. As mudanças significam que apenas 0,2% dos fundos terão uma classificação AAA no futuro, em comparação com cerca de 20% agora, de acordo com estimativas da MSCI. As medidas incluem dar aos gestores de fundos negociados em bolsa seis meses para fornecer dados sobre a composição de seus índices subjacentes, que a MSCI começará a usar para gerar pontuações ambientais, sociais e de governança, em vez de garantias, afirmou. A nova metodologia, que entrará em vigor no final do próximo mês, ocorre quando os provedores de pontuação ESG continuam recebendo críticas por usar abordagens inconsistentes que ainda precisam ser devidamente regulamentadas.”

Fonte: InfoMoney, 30/03/2023

Fundos ESG de biodiversidade veem salto de 15% em ativos

“Nos últimos dois meses, houve um aumento de 15% na base de ativos dos fundos de biodiversidade, de acordo com um artigo de Natasha White, da Bloomberg. Este é um segmento relativamente novo do mercado ESG, que viu um aumento de 150% no número de fundos no ano passado. No geral, a biodiversidade é uma fração do mercado ESG geral, com ativos combinados de US $ 2,9 bilhões. Para comparar, estima-se que o mercado ESG geral tenha US $ 41 trilhões em ativos. Os maiores fundos de biodiversidade são da Northern Trust, Axa Investment Managers e Lombard Odier. Todos os três estão sediados na Europa, onde existe um ambiente regulamentar mais definido. Um catalisador para a classe de ativos foi o acordo na cúpula da COP15 em dezembro do ano passado, onde o Quadro Global de Biodiversidade foi assinado por quase 200 nações, com a intenção de mobilizar US $ 200 bilhões anualmente para preservar e manter a biodiversidade. Um desafio para a classe de fundos nascente é a falta de dados padronizados sobre a biodiversidade, o que significa que há desacordo sobre as melhores práticas e a avaliação do impacto.”

Fonte: Nasdaq, 30/03/2023

CEO da Shell divide negócios de energias renováveis ​​em busca de eficiência

“A Shell está dividindo sua divisão de renováveis ​​e de baixo carbono como parte da reformulação do CEO Wael Sawan para aumentar os retornos da gigante de energia. As mudanças ocorrem quando Sawan, que assumiu o cargo no início do ano, sinalizou nas últimas semanas que a Shell está considerando abandonar as metas de redução de produção de petróleo como parte de seus planos de transição energética. A Shell está eliminando o cargo de vice-presidente executivo de geração renovável ocupado por Thomas Brostrom, que ingressou na empresa em 2021 vindo da gigante dinamarquesa de renováveis ​​Orsted, disse um porta-voz da empresa. Os negócios de energia eólica e solar agora ficarão sob os chefes regionais da Shell Energy, reportando-se ao vice-presidente executivo Steve Hill. Ao mesmo tempo, a Shell nomeou Anna Mascolo como vice-presidente executiva para produtos e setores de baixo carbono, incluindo biocombustíveis, captura de carbono e soluções baseadas na natureza.”

Fonte: Reuters, 30/03/2023

Yara e Enbridge planejam fábrica de amônia de US$ 2,9 bilhões no Texas

“A norueguesa Yara (YAR.OL) e a canadense Enbridge (ENB.TO) planejam investir até US$ 2,9 bilhões para construir uma planta de produção de amônia azul de baixo carbono no Texas, disseram na sexta-feira. A usina, a ser construída no Centro de Energia Enbridge Ingleside perto de Corpus Christi, usará a tecnologia de captura e armazenamento de carbono (CCS) para garantir a remoção da maior parte das emissões de CO2, disseram as empresas. “Uma vez operacional, a instalação de produção será capaz de fornecer amônia de baixo carbono para atender à crescente demanda global, com uma capacidade esperada de 1,2 milhão a 1,4 milhão de toneladas por ano”, disseram as empresas em comunicado. “Aproximadamente 95% do dióxido de carbono (CO2) gerado no processo de produção deve ser capturado e transportado para armazenamento geológico permanente próximo”. A Yara, maior distribuidora de amônia do mundo, pretende comprar toda a produção da fábrica, disse a empresa norueguesa.”

Fonte: Reuters, 31/03/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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