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Países se dividem sobre a busca de minérios no fundo do mar | Café com ESG, 13/07

Eletrobras bem posicionada para produção de hidrogênio verde; Países debatem exploração de minérios no fundo do mar

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território misto, com o Ibov em alta de +0,09% enquanto o ISE registrou queda de -0,29%.

• No Brasil, a Eletrobras é esperada para ocupar uma posição de destaque na produção de hidrogênio verde, que deve se tornar uma importante alavanca do processo global de substituição de energias fósseis por energias renováveis – a maior companhia do setor elétrico da América Latina vem realizando trabalhos pioneiros sobre hidrogênio verde e está pronta para empregar o conhecimento adquirido nesse processo em projetos de grande porte.

• No internacional, (i) representantes de 168 países estão reunidos desde segunda-feira na Jamaica para decidir se o fundo do mar pode ser explorado em busca de minérios – o tema, controverso há décadas, ganhou urgência com a necessidade de abandonar os combustíveis fósseis, dado que a exploração pode garantir acesso a elementos críticos da eletrificação, como o níquel, o cobre e o cobalto usados nas baterias; e (ii) o presidente da próxima conferência climática da COP28 convocou os governos a aumentarem suas metas climáticas nos próximos dois meses antes da reunião – a mensagem foi para atualizar as Contribuições Nacionalmente Determinadas (NDCs, na sigla em inglês).

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Brasil

Empresas

ESG: questão social é o pilar mais considerado no agronegócio, diz pesquisa

“A agenda ESG (ambiental, social e governança, em português) começa a fazer parte também do dia a dia do agronegócio. Pesquisa com empresas do setor mostra que 100% delas têm métricas ESG, embora apenas 50% voltam-se para os três pilares da agenda, revela o estudo da HR Tech Mereo, plataforma integrada de gestão de pessoas presente em mais de 40 países, responsável por atender 10% das 500 maiores empresas do Brasil. O pilar mais considerado é o social (100%), seguido de governança (83%) e ambiental (50%). No pilar S, o foco é voltado para as estratégias para as pessoas (73%), ou seja, a relação com o colaborador. Entre os tópicos, estão saúde e segurança (28%), treinamento e desenvolvimento (19%) e clima organizacional (19%). No pilar governança, o foco tem sido para boas práticas de gestão (61%), seguido de saúde fiscal (26%) e saúde financeira (13%). Na agricultura e pecuária, envolve o uso ético da terra, práticas trabalhistas justas e fornecimento responsável. Conforme o estudo, empresas que priorizam uma boa governança podem aumentar a confiança dos investidores, atrair mais capital e construir relacionamentos sólidos com os stakeholder, mas o pilar é um desafio. Em se tratando de ambiente, pilar com foco em alcançar uma agricultura sustentável, consumo de energia (50%), regulação ambiental (25%) e gestão de resíduos e reciclagem (25%) têm sido prioridade do agronegócio. A pesquisa fez 94 entrevistas com fundos de investimento sediados nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro entre os dias 6 e 10 de julho. A amostra considerou 47% de gestores, 31% de economistas, 14% de traders, 5% de analistas e 3% de pessoas com outros cargos.”

Fonte: Canal Rural, 12/07/2023

Como o hidrogênio verde e a Eletrobras podem ajudar o Brasil a cumprir meta de sustentabilidade

“A produção de hidrogênio verde deve se tornar uma importante alavanca do processo global de substituição de energias fósseis, causadoras do aquecimento global, por energias renováveis. Nesse movimento, que promete beneficiar muito o Brasil, a Eletrobras ocupa uma posição de destaque. A maior companhia do setor elétrico da América Latina vem realizando trabalhos pioneiros sobre hidrogênio verde, os quais geraram as primeiras toneladas do produto no País e está pronta para empregar o conhecimento adquirido nesse processo em projetos de grande porte. “Produção em larga escala exige muita energia renovável, disponível o tempo todo e por preços competitivos, além de conexão ao Sistema Interligado Nacional”, resume o vice-presidente de Engenharia de Expansão da Eletrobras, Ítalo Freitas. “Oferecemos todas essas condições.” Nos próximos anos, deve se tornar um dos principais instrumentos para o Brasil cumprir o compromisso de neutralizar suas emissões de CO2 na atmosfera até 2050, assumido no Acordo de Paris. O produto é útil aos mais diversos setores econômicos, seja na geração de energia elétrica, uso como combustível industrial, matéria-prima na indústria de transformação, processos em refinarias e siderurgia, combustível para o transporte em geral e insumos da indústria do agronegócio.”

Fonte: Infomoney, 12/07/2023

ESG entra de vez nas prioridades das empresas de logística

“Pesquisa realizada pela consultoria ILOS, em 2022, com operadores logísticos atuantes no Brasil mostra que a maioria (81%) desenvolveu dentro da organização uma área de sustentabilidade. Do total, 30% dos operadores possuem metas de sustentabilidade e 19% tem objetivos dentro de uma área mais ampla, que engloba diferentes ações de ESG (sigla em inglês: Environmental, Social and Governance / traduzindo: Ambiental, Social e Governança). Para a compliance officer Elizabete Loz, da empresa Prestex, especializada em Logística Emergencial B2B, o crescimento do setor de logística, aliado às mudanças do perfil consumidor e à busca por eficiência, principalmente após a pandemia, têm incentivado as empresas a investirem em capacitação e inovações, que englobam também práticas de ESG. “A logística movimenta o mundo. Tudo precisa sair de um ponto e chegar em outro, como alimentos, peças, remédios, mercadorias. Se o nosso setor não investir em práticas ambientais, sociais e de governança, estará fadado à estagnação”, alerta. A compliance officer lembra ainda que, diferente do que muitos pensam, as práticas de ESG não precisam ser mirabolantes ou com altos investimentos, mas precisam ter conexão com a cultura e a atividade da empresa. Na Prestex, que atua há 20 anos em Logística Emergencial B2B, atendendo a indústria de transformação e indústria de medicamentos, os exemplos estão nas três letras:”

Fonte: Terra, 12/07/2023

Maior parte das empresas considera o ESG importante; uma minoria possui área dedicada ao tema

“A popularização do ESG (sigla em inglês para ambiental, social e governança) faz com que 61% das empresas brasileiras enxerguem o tema como uma estratégia de negócio. Entretanto, apenas 39% possuem um departamento específico de ESG e/ou sustentabilidade, é o que revela a oitava edição do Estudo de Sustentabilidade da BDO Brasil. A disparidade entre o entendimento e a prática, contudo, não é visto como greenwashing por Luana Castilho, gerente de ESG e sustentabilidade. “Muitas das empresas entrevistadas estão tendo um contato estruturado com o tema apenas recentemente. O agregado é um indicador de diferentes níveis de maturidade entre elas”, diz em entrevista à EXAME. Em relação à transparência, 37% publicam anualmente Relatórios de Sustentabilidade, sendo que 41% dos materiais elaborados fundamentam-se em metodologias próprias e apenas 24% destes possuem verificação e validação externa. As três principais barreiras para o avanço da sustentabilidade nas empresas, de acordo com o estudo, são: existência de outras prioridades estratégicas (69%); dificuldade na disseminação da estratégia entre os colaboradores (23%), além de dotação orçamentária ou capilaridade de captação (8%).”

Fonte: Exame, 13/07/2023

OPINIÃO: Indústria da moda precisa olhar a sério para a cadeia produtiva

“A grande maioria do impacto de uma empresa não está nas suas instalações ou veículos, mas nas suas cadeias produtivas. Mais precisamente, na média, o impacto indireto (que leva em consideração a origem e o destino de materiais) é 11,4 vezes maior do que o impacto direto, de acordo com CDP. Ou seja, uma marca de moda que utiliza prioritariamente algodão tem a maior parte do seu impacto na agricultura. Quem utiliza couro, tem seu impacto na pecuária. Viscose, na indústria florestal, e assim por diante. A moda é cúmplice do impacto dessas indústrias. Mas empresas tendem a se referir a esses impactos como externalidades, considerando-os menos relevantes, o que resulta em investimentos insuficientes para as mudanças necessárias. A edição mais recente do Fashion Transparency Index (FTI), que acaba de ser lançada, mostra que apenas 5% das marcas de moda divulgam esforços para oferecer capacitação ou investir na cadeia produtiva para uma ‘transição justa’ e ‘circular’ de práticas e processos. Além disso, segundo o relatório, que traz informações sobre práticas socioambientais das maiores marcas e varejistas de moda de todo o mundo, apenas 16% divulgam evidências de implementação da agricultura regenerativa, um aumento pequeno de 2 pontos percentuais em relação ao ano anterior.”

Fonte: Capital Reset, 11/07/2023

Grupo Malwee adota construção modular em lojas

““Em 2023, temos como objetivo a abertura de 45 novas lojas, sendo 10 dentro da solução modular”, diz o CEO do Grupo Malwee, Guilherme Weege em entrevista para a EXAME ESG. A iniciativa faz parte de um novo modelo de negócios proposto pela companhia de moda para oferecer uma alternativa de baixo custo de implementação, com estrutura acessível e que pode ser instalada em cerca de dez dias. A primeira loja modular foi inaugurada na última semana, na rede Aqui Tem Malwee. A ação faz parte das comemorações dos 55 anos do Grupo. A construção modular consiste no processo no qual um edifício “é construído fora do local, sob condições controladas da planta, usando os mesmos materiais e projetando de acordo com os mesmos códigos e padrões das instalações construídas convencionalmente – mas em cerca de metade do tempo”, segundo o Modular Building Institute (do inglês, Instituto de Construção Modular). Esses edifícios ou construções são produzidos em “módulos” que, quando montados no local, refletem a mesma especificação do projeto. Um estudo da canadense Universidade de Alberta afirma que o cronograma geral de uma construção usando o método modular foi reduzido em quatro meses em um projeto de, inicialmente, 11 meses, enquanto as emissões de CO2 foram reduzidas em mais de 40%. A pesquisa foi assinada pelo professor Mohammed Al-Hussein. No Brasil, a construção modular tem se tornado uma tendência – principalmente pela questão de economia de tempo e praticidade no período de construção e por evitar gastos excessivos de materiais.”

Fonte: Exame, 13/07/2023

Internacional

Empresas

HSBC constrói finanças verdes na China e equipes de títulos em impulso de fundos

“O HSBC está construindo suas equipes de finanças verdes e títulos na China para atender à crescente demanda, disseram duas fontes com conhecimento do assunto à Reuters, enquanto o maior banco da Europa continua com a expansão no país, apesar das tensões geopolíticas. O presidente do HSBC, Mark Tucker, se reuniu com autoridades reguladoras chinesas em Pequim na semana passada para ajudar a pavimentar o caminho para o banco acelerar o crescimento na China, inclusive no mercado de fundos de rápido crescimento de US$ 3,9 trilhões do país. Tucker disse às autoridades que um espírito de “quebra o gelo” adotado pelas empresas britânicas historicamente ajudaria o Reino Unido e a China a superar desafios e tensões geopolíticas, disse um extrato bancário publicado na quarta-feira. O HSBC se comprometeu a reforçar seus negócios de giro de dinheiro na Ásia e perder unidades de baixo desempenho em outros lugares, depois de ficar sob pressão de seu maior investidor chinês Ping An Insurance para priorizar a região. O HSBC fará investimentos importantes em seu braço de gerenciamento de ativos na China este ano, incluindo o lançamento de novas equipes dedicadas a ativos verdes e renda fixa, a primeira das duas fontes e uma terceira fonte com conhecimento do assunto. As fontes não colocaram um valor nos investimentos. O credor está explorando a oferta de produtos de compensação de carbono aos clientes após um aumento nas consultas dos clientes no ano passado, disse a segunda fonte, particularmente de empresas multinacionais ocidentais sob pressão para atender a metas rígidas de emissões.”

Fonte: Reuters, 12/07/2023

Política

O mundo vai permitir a mineração submarina?

“Representantes de 168 países estão reunidos desde segunda-feira na Jamaica para decidir se o fundo do mar pode ser explorado em busca de minérios. O tema, controverso há décadas, ganhou urgência com a necessidade de abandonar os combustíveis fósseis. Os defensores da mineração submarina dizem que ela é crucial para garantir acesso a elementos críticos da eletrificação, como o níquel, o cobre e o cobalto usados nas baterias .Os ambientalistas argumentam que os impactos negativos nos ecossistemas são incalculáveis, literalmente: mais de 75% do fundo do oceano não foi nem sequer mapeado. Os países também estão divididos. Rússia e China lideram o movimento a favor da liberação. França e Alemanha são os expoentes da resistência. As negociações acontecem no âmbito da Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos (ISA, na sigla em inglês), um obscuro órgão da ONU que governa tudo abaixo de 200 metros de profundidade em águas internacionais. Durante as próximas três semanas, os negociadores terão de decidir se o fundo do mar, definido como uma “herança comum da humanidade”, poderá ser explorado comercialmente, e como. Uma resolução terá de ser encontrada neste mês por uma questão técnica. Nauru, uma pequena ilha do Pacífico, apresentou em 2021 uma demanda à ISA que na prática obriga o órgão a se manifestar em no máximo dois anos sobre a mineração no fundo do mar. O prazo está para vencer, mas ainda não se chegou a um acordo sobre as regras para esse novo tipo de atividade. O temor é que, caso a entidade aprove o pedido de Nauru sem consenso sobre diretrizes mínimas de governança, abram-se as portas para a exploração indiscriminada.”

Fonte: Capital Reset, 13/07/2023

Os governos precisam aumentar as metas climáticas até setembro, diz o presidente da COP28

“O presidente designado dos Emirados Árabes Unidos da próxima conferência climática da COP28 instou os governos na quinta-feira a aumentar suas metas climáticas nos próximos dois meses antes da reunião. “Convoco a todos os governos que atualizem seus NDCs até setembro deste ano, garantindo o alinhamento com o Acordo de Paris”, disse Sultan al-Jaber em uma reunião em Bruxelas de ministros do clima e representantes de cerca de duas dúzias de países, entre eles Brasil, China e Estados Unidos. Os NDCs se referem a Contribuições Determinadas Nacionalmente, promessas de corte de emissões que servem como contribuições nacionais dos países para cumprir as metas do Acordo de Paris de 2015 para conter as mudanças climáticas. Este mês, os Emirados Árabes Unidos atualizaram sua própria promessa nacional dizendo que estavam comprometidos em reduzir as emissões em 40% até o ano de 2030, um aumento de quase 10% em relação à sua meta anterior. Os Emirados Árabes Unidos, um dos principais exportadores de petróleo da OPEP, estão sediando a cúpula da COP28, que está programada para ocorrer no final deste ano. O evento é a primeira avaliação global do progresso desde o histórico Acordo de Paris em 2015 para limitar o aquecimento global. “Estamos no meio do caminho entre Paris e 2030, mas não estamos nem perto o suficiente do nosso destino”, disse Jaber sobre a próxima avaliação, muitas vezes referida como o inventário global. “Devemos ser brutalmente honestos sobre as lacunas que precisam ser preenchidas, as causas básicas e como chegamos a este lugar aqui hoje”, disse ele.”

Fonte: Reuters, 13/07/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Eletrobras (ELET3): Principais destaques do Investor Day (link)
  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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