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Na COP27, Lula diz que agenda climática será uma das prioridades do seu governo | Café com ESG, 17/11

BNDES e Petrobras devem lançar hoje o edital do programa Floresta Viva; Lula compromete-se a tentar fazer a COP30 na Amazônia; e primeiro rascunho do documento final da COP27 começa a ser elaborado

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,6% e -3,7%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o BNDES e a Petrobras lançam hoje, na COP27, o primeiro edital do programa Floresta Viva, um financiamento coletivo para a restauração de florestas e biomas brasileiros – a seleção inicial, no valor de R$ 44,4 milhões, vai investir em até nove projetos na área de recuperação de manguezais e restingas no litoral do país; e (ii) o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva comprometeu-se ontem em tentar fazer a conferência do clima das Nações Unidas de 2025, a COP30, na Amazônia – em seu discurso, também disse que a agenda climática será uma das prioridades do seu governo e propôs um pacto mundial pela segurança alimentar, pelo fim da fome e das desigualdades, com responsabilidade climática.

• No exterior, o primeiro rascunho de um acordo que está sendo elaborado na cúpula do clima COP27 no Egito manteria a meta de limitar o aquecimento global a 1,5ºC, mas tem deixado muitas das questões mais controversas nas negociações sem solução – o presidente da COP27 do Egito pediu aos negociadores que acelerem o ritmo de superação de suas diferenças, enquanto os países pobres criticaram o projeto por não atender à necessidade de fundos para lidar com os danos já causados por tempestades, secas e inundações causadas pelo clima.

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Clique aqui para acessa o nosso último relatório | “Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo?

Brasil

Empresas

FecomercioSP lança guia com orientações ESG para cadeia de fornecedores

“Com o objetivo de ajudar as empresas, especialmente as pequenas e médias (PMEs), a integrarem cada vez mais práticas sustentáveis em seu dia a dia, o Comitê ESG da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) acaba de lançar um guia orientativo para engajamento da cadeia de fornecedores nas práticas ambientais, sociais e de governança (ESG). O Guia traz, para cada um desses momentos, dicas de quais aspectos ESG avaliar. Na fase da homologação, por exemplo, as empresas podem solicitar, aos fornecedores classificados como grandes geradores (que geram mais de 200 litros diários de resíduos), o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS). Já no período de qualificação, o guia destaca a classificação do grau de risco do fornecedor, verificando a real necessidade de certificações, como qualidade ou saúde e segurança do trabalho, e a periodicidade de re-homologação, por exemplo.”

Fonte: Valor Econômico, 16/11/2022

Guilherme Leal entra na re.green e reforça constelação de investidores

“Criada este ano com a meta ambiciosa de reflorestar 1 milhão de hectares de florestas nativas na Amazônia e na Mata Atlântica e gerar créditos de carbono com isso, a re.green já nasceu com um time estrelado de investidores. A Lanx Capital, de Marcelo Medeiros e Marcelo Barbará, o BW, family office dos Moreira Salles, a Gávea Investimentos, de Arminio Fraga, e a Dynamo fizeram um cheque inicial de R$ 390 milhões para tirar o projeto do papel. Agora, a empresa vai ganhar dois novos investidores de renome no meio da sustentabilidade: o empresário Guilherme Leal, um dos controladores da Natura, e Roberto Waack, cofundador da empresa de manejo florestal sustentável Amata, conselheiro de empresas e presidente do conselho do Instituto Arapyaú, o braço de filantropia de Leal.”

Fonte: Capital Reset, 17/11/2022

Empreendedor negro ganha fundo temático

“A BrazilFoundation, organização não governamental que promove investimentos de impacto social no Brasil, está lançando um fundo de R$ 4 milhões voltado ao empreendedorismo negro. A iniciativa é parte de um novo modelo de investimento em organizações da sociedade civil (OSCs): os fundos temáticos, cujos focos são quatro assuntos principais – empreendedorismo negro, equidade de gênero, meio ambiente e mudanças climáticas e educação. O investimento total para os quatro fundos é de R$ 16 milhões. Os recursos são provenientes de uma doação de US$ 5 milhões da ativista e filantropa MacKenzie Scott e das arrecadações de eventos da BrazilFoundation em Nova York e no Brasil.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2022

B3 atende parcialmente pedido do BMG para manter circulação de ações abaixo do mínimo

“O Banco BMG informou nessa quarta-feira (16) que a B3 deferiu parcialmente pedido e autorizou a instituição a manter temporariamente o “free float” (quantidade de ações em circulação no mercado) abaixo do percentual mínimo exigido. A instituição deverá manter em livre circulação, concomitantemente e no mínimo, ações representativas de 15% de seu capital social e 48% do total de ações preferenciais até sua recomposição – ou seja, até o atingimento de 15% do capital social e 50% das ações preferenciais em circulação. Na hipótese de o “free float” de ações preferenciais atingir patamar superior a 48% não será permitida a sua redução até que seja alcançado o percentual mínimo de 50%. O prazo para recomposição expira em 31 de julho de 2023.”

Fonte: Valor Econômico, 16/11/2022

Mosaic compra energia de eólica da Casa dos Ventos

“A elétrica brasileira Casa dos Ventos e a Mosaic Fertilizantes assinaram acordo comercial para o fornecimento de 30 megawatts médios (MWm) de energia eólica por 14 anos do complexo eólico Umari, no Rio Grande do Norte, a partir de 2026. O valor do contrato não foi divulgado. Com a parceria, a Mosaic se torna a primeira empresa de fertilizantes do Brasil a fazer um investimento em aquisição de energia eólica com a possibilidade de se tornar autoprodutora com capacidade de suprir 30% das necessidades de energia contratada no período de 2026 a 2039, além de proporcionar estabilidade no fornecimento.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2022

Maioria das pequenas empresas do Rio conhece práticas sustentáveis, mas poucas dominam a sigla ESG, aponta Sebrae

“Uma pesquisa desenvolvida pelo Sebrae-RJ em parceria com o Portal Integridade, da Insight Comunicação, apontou que embora 67% dos representantes de Empresas de Pequeno Porte (EPPs) entrevistadas no Estado do Rio de Janeiro, conheçam práticas sustentáveis, apenas 42% dominam a sigla ESG. Do inglês, a sigla significa temas relacionados a questões ambientais, sociais e de governança corporativa. O estudo, chamado Sondagem ESG, analisou o conhecimento e a valorização da agenda ESG em 390 companhias de serviços, indústria e comércio. Curioso é que, mais da metade delas já adota alguma prática do universo ESG, mesmo sem relacioná-la com o termo. Entre as empresas que já possuem iniciativas ESG, as principais vantagens percebidas estão ligadas ao aumento de reputação e vendas.”

Fonte: O Globo, 16/11/2022

Política

Estatais lançam edital para recompor biomas

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a Petrobras lançam hoje, na COP27, no Egito, o primeiro edital do programa Floresta Viva, um financiamento coletivo para a restauração de florestas e biomas brasileiros. A seleção inicial, no valor de R$ 44,4 milhões, vai investir em até nove projetos na área de recuperação de manguezais e restingas no litoral do país. O “matchfunding” liderado pelo BNDES foi lançado na COP26, ano passado, e tem captação prevista de R$ 686,27 milhões via a adesão de 15 empresas e um aporte próprio do banco de R$ 250 milhões. Cada empresa participou com uma fatia e só a Petrobras, principal parceira, se comprometeu a injetar R$ 50 milhões ao longo de cinco anos. Além da petrolífera, participam a mineradora Vale e transnacionais como Heineken e Nestlé, cuja adesão foi anunciada na COP27, disse Aranha.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2022

Recebido como rock star na COP, Lula cobra países ricos e deixa promessas na mesa

“No discurso que marca sua volta ao cenário internacional e a do Brasil às conversas globais sobre o clima, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva disse que as promessas feitas nas COPs precisam ser cumpridas, ou “seremos vítimas de nós mesmos”. Parte do problema é a falta de liderança, afirmou ele. Sinalizando uma postura ativa para a diplomacia brasileira, em contraste com o auto isolamento dos últimos quatro anos, Lula se manifestou sobre o tema que divide a conferência do clima deste ano. Mesmo sem poderes sobre a equipe de negociadores brasileiros, o futuro presidente disse que é urgente decidir sobre “mecanismos financeiros para remediar perdas e danos causados pela mudança do clima”. “É tempo de agir. Não temos tempo a perder. Não podemos mais conviver com essa corrida rumo ao abismo”, disse Lula, falando numa sala afastada da plenária onde discursam chefes de Estado e ministros.”

Fonte: Capital Reset, 16/11/2022

Lula pede para Brasil sediar COP em 2025

“O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva comprometeu-se nesta quarta-feira em tentar fazer a conferência do clima das Nações Unidas de 2025, a COP30, na Amazônia. Ele manifestou o desejo em seu discurso na COP27, que acontece desde o dia 5 em Sharm el-Sheikh, na costa do Mar Vermelho, no Egito. Em seu discurso, Lula lembrou que o Brasil presidirá o G20 em 2024. “Estejam certos de que a agenda climática será uma das nossas prioridades.” E propôs um pacto mundial pela segurança alimentar, pelo fim da fome e das desigualdades, com responsabilidade climática. Foi um discurso em que Lula colocou seu compromisso de “deixar a devastação no passado” como eixo de um renovado protagonismo do Brasil no cenário internacional, para a criação do que chamou de uma “nova ordem mundial pacífica”.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2022

O custo global do descaso na Amazônia

“O Brasil está de volta ao mundo, disse o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ontem em seu primeiro discurso na conferência ambiental da ONU (COP27) no Egito. A verdade é que, para o bem e para o mal, quando o assunto é a questão climática, o Brasil e as consequências de suas políticas nunca estiveram de fora dele ainda que o presidente Jair Bolsonaro (PL) tenha tentado ao longo dos últimos quatro anos. Até por isso o discurso de Lula era tão aguardado. Mas, por mais que a questão ambiental e climática tenha conquistado espaço no debate público brasileiro, sobretudo durante a eleição presidencial deste ano, nem sempre é fácil para a população afastada das discussões em Sharm El Sheik ter uma boa ideia do tamanho do problema. Não que a preservação ambiental não deva ser um princípio em si, mas, neste caso, algum exercício de valoração monetária pode ajudar.”

Fonte: Valor Econômico, 17/11/2022

Clique aqui para acessa o nosso último relatório | “Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo

Regulação

Setor de reciclagem tenta reverter derrota bilionária no Supremo

“O setor de reciclagem tenta, no Supremo Tribunal Federal (STF), uma última cartada para manter benefício fiscal derrubado pelos próprios ministros no ano passado. Trata-se da isenção de PIS e Cofins na venda de reciclados, que vigorou por mais de 15 anos. Empresas e associações de catadores pedem uma nova análise do mérito e, em caso de o pedido ser negado, que não tenham que pagar o que deixou de ser recolhido no passado – uma conta bilionária. Relator do caso, o ministro Gilmar Mendes negou o pedido para reanálise do mérito. Mas defendeu a chamada modulação de efeitos – expediente usado pelo Supremo para limitar os efeitos de suas decisões no tempo. Pela proposta, que terá que ser chancelada pelos demais ministros, ficaria definida uma data para início da cobrança das contribuições: 16 de junho de 2021, quando foi publicada a ata do julgamento de mérito.”

Fonte: Valor Econômico, 16/11/2022

Internacional

Política

Projeto de acordo climático da COP27 mantém limite de 1,5°C, mas muitas questões não foram resolvidas

“O primeiro rascunho de um acordo que está sendo elaborado na cúpula do clima COP27 no Egito manteria a meta de limitar o aquecimento global a 1,5 graus Celsius, mas deixou muitas das questões mais controversas nas negociações sem solução antes do prazo de sexta-feira. O presidente da COP27 do Egito pediu aos negociadores que acelerem o ritmo de superação de suas diferenças, enquanto os países pobres criticaram o projeto por não atender à necessidade de fundos para lidar com os danos já causados por tempestades, secas e inundações causadas pelo clima. “O tempo não está do nosso lado, vamos nos unir agora e entregar até sexta-feira”, disse o presidente da COP27, Sameh Shoukry, em uma carta aos delegados datada de quarta-feira e publicada na quinta-feira.”

Fonte: Reuters, 17/11/2022

Clique aqui para acessa o nosso último relatório | “COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias

Compromisso do G20 de limitar o aquecimento global a 1,5°C envia sinal à COP27

“O G20 prometeu na quarta-feira se esforçar para limitar o aquecimento global a 1,5°C, em uma medida que foi bem recebida pelos negociadores na cúpula climática da ONU COP27 no Egito, onde o limite principal se tornou um ponto de inflamação. O grupo das principais nações – incluindo os maiores emissores, EUA e China, bem como Arábia Saudita, Reino Unido e Alemanha – reconheceu que os efeitos das mudanças climáticas seriam “muito menores com um aumento de temperatura de 1,5°C comparado a 2°C”. que era o objetivo menos ambicioso do acordo de Paris. “Resolvemos buscar esforços para limitar o aumento da temperatura a 1,5°C”, disse o grupo no comunicado. Isso exigiria “ações significativas e efetivas e comprometimento de todos os países”. “A determinação de tentar limitar o aumento da temperatura a 1,5°C é urgente”, disse o comunicado, após dois dias de negociações em Bali.”

Fonte: Financial Times, 16/11/2022

Crise de energia deixa clubes que eliminam combustíveis fósseis lutando para recrutar

“Uma aliança comprometida em proibir novas perfurações domésticas de petróleo e gás adicionou Portugal como membro das negociações climáticas da COP27 na quarta-feira, mas grandes produtores de combustíveis fósseis ficaram de fora enquanto o mundo se recupera da turbulência energética causada pela guerra na Ucrânia. A Beyond Oil and Gas Alliance (BOGA) se apresenta como um clube de pioneiros para eliminar gradualmente a produção de petróleo e gás de acordo com as metas para evitar mudanças climáticas severas, embora nenhum de seus membros tenha produção significativa. Além de Portugal, inclui Costa Rica, Dinamarca, França, Irlanda, Suécia e País de Gales, além da Groenlândia, Estado de Washington e a província canadense de Quebec.”

Fonte: Reuters, 16/11/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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