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BNDES financia R$59M para novo aerogerador da WEG | Café com ESG, 12/05

BNDES aprova financiamento de R$ 59 milhões para a WEG; EUA propõem lei para reduzir emissões de GEE em usinas que utilizam carvão e gás para gerar energia

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,75% e +1,04%, respectivamente.

• No lado das empresas, o BNDES anunciou ontem a aprovação de um financiamento de R$59 milhões para a WEG – os recursos serão destinados ao desenvolvimento de um novo aerogerador que vai permitir a geração de energia de forma mais eficiente em parques eólicos localizados em terra e será o maior equipamento de alta potência em operação no mercado brasileiro.

• Na política, (i) o governo dos Estados Unidos propôs ontem uma lei que visa reduzir drasticamente a emissão de gases de efeito estufa em usinas que utilizam carvão e gás para gerar energia – as medidas podem custar bilhões de dólares, mas as autoridades dizem que as mudanças serão benéficas para a saúde da população, com a proposta já gerando novos embates políticos em Washington sobre regulações do setor elétrico que visam combater as mudanças climáticas; e (ii) o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou ontem que o governo Lula terá de fazer uma reavaliação os demais países do Mercosul das condições para o acordo comercial entre o bloco sul-americano e a União Europeia – segundo o chanceler, um documento adicional apresentado pelos europeus recentemente traz condições bastante rígidas em relação a compromissos ambientais, podendo inclusive gerar a aplicação de sanções ao Brasil, e, por isso, quer apresentar uma contraproposta aos europeus.

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Brasil

Empresas

BNDES financia R$59 milhões em projeto eólico da WEG

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) anunciou nesta quinta-feira (11) a aprovação de um financiamento de R$ 59 milhões para a fabricante de equipamentos elétricos WEG. Os recursos serão destinados ao desenvolvimento de um novo aerogerador que vai permitir a geração de energia de forma mais eficiente em parques eólicos localizados em terra. O equipamento de alta potência será o maior em operação no mercado brasileiro, de acordo com o banco, e possibilitará a redução dos investimentos totais para a instalação de novos parques e a emissão de carbono. A expectativa é que o gerador comece a ser fabricado em série no final de 2024. O financiamento do BNDES se dá por meio do Fundo Clima e tem como objetivo apoiar o desenvolvimento, fabricação, transporte, montagem e instalação do equipamento. Parte dos recursos também será aplicada na aquisição de componentes necessários para a produção de um protótipo para testes de campo e certificação. De acordo com o banco, o equipamento vai utilizar uma tecnologia que permite otimização no peso dos componentes e a flexibilidade no transporte e instalação. O sistema também será adaptável a diferentes redes de energia, podendo ser exportado para outros países.”

Fonte: Valor Econômico, 12/05/2023

Huawei e Rio Alto fecham contrato para uso de inteligência artificial em usinas solares

“A multinacional chinesa Huawei, por meio de sua subsidiária Huawei Digital Power, fechou uma parceria com o Grupo Rio Alto de Energias Renováveis para o desenvolvimento conjunto de soluções de inteligência artificial para serem instaladas em usinas fotovoltaicas. O valor do contrato não foi divulgado. A previsão é que em dois anos, os complexos de energia solar Coremas (365 MWp) e Santa Luzia (550 MWp) da Rio Alto estarão todos automatizados com inteligência artificial da Huawei. Segundo as empresas, o novo acordo renova uma parceria iniciada em 2017, e que tem realizado projetos de geração de energia nos municípios de Coremas e Santa Luzia, na Paraíba, onde a Rio Alto mantém dois complexos solares. Nos próximos meses, a Rio Alto deve adquirir da Huawei novos equipamentos, como inversores e transformadores, para geração de mais um 1 gigawatt (GW) de energia, ampliando ainda mais o projeto de 2,4 (GW). “Esse é um dos maiores contratos de parceria já fechados entre a Huawei e a Rio Alto e deve gerar mais 1 GW de energia elétrica fotovoltaica, o que corresponde a energia suficiente para garantir o abastecimento de 500 mil residências. Este é o quinto acordo entre as duas empresas. O diferencial está na implantação de tecnologias de automação que farão nossos processos se tornarem mais rápidos e eficientes”, disse ao Valor o diretor financeiro e sócio da Rio Alto Energias Renováveis Rafael Brandão.”

Fonte: Valor Econômico, 11/05/2023

Empresas da América Latina demonstram maior otimismo em alcançar metas de sustentabilidade para 2030

“O otimismo extremo em alcançar as metas de sustentabilidade até 2030 está alto na América Latina: 52%, de acordo com a empresa de tecnologia dos Estados Unidos Honeywell. O número representa uma melhora em relação à edição anterior do levantamento, realizado em 2022, e está acima das outras regiões. O otimismo aumentou em todos os continentes, exceto na região formada por Europa, afetada pela guerra na Ucrânia, Oriente Médio e África. Outro ponto medido pela Honeywell foi a prioridade dada à questão ambiental: 71% dos CEOs responderam que a questão era uma das suas principais prioridades. Embora alto, o número ainda fica abaixo da média global, que também teve a sustentabilidade como líder (75%) entre os temas, seguida pela transformação digital (56%), performance financeira (47%) e crescimento de mercado (47%). A pesquisa ouviu 750 líderes empresariais diretamente envolvidos em iniciativas socioambientais nas companhias.” O que os dados nos mostraram é que o momento atual da nossa geopolítica, como a guerra da Ucrânia, tem um impacto direto nas metas de sustentabilidade”, relatou Macedo. A guerra gerou um aumento no custo da energia no mundo todo, mas de forma ainda mais acentuada no continente, o que atrapalhou a transição para energias renováveis enquanto eram buscadas novas formas de obter a energia gerada por combustíveis fósseis de forma barata.”

Fonte: Terra, 12/05/2023

Na Vesper Ventures, a ciência é o ativo

“Gabriel Bottós está convencido de que o Brasil tem a ciência necessária para ser um grande celeiro de startups de biotecnologia. Falta apenas quem pegue na mão dos pesquisadores e os acompanhe na criação de negócios. Esse foi o objetivo dele, de seu irmão gêmeo, Rafael, e dos outros três sócios ao criar a Vesper Ventures, um misto de fundo de investimentos e venture builder com sede em Florianópolis (SC). A ideia é ajudar a transformar o conhecimento desenvolvido nas universidades brasileiras em inovações que tenham aplicações práticas no mundo todo, diz Bottós. O modelo é peculiar. A Vesper administra fundos de capital de risco, mas não é uma gestora tradicional, que faz aportes e contribui com networking. Também não se trata de uma aceleradora com levas periódicas de startups. Bottós descreve a companhia como um “copiloto” que ajuda na concepção e formatação dos negócios até que eles estejam prontos para a decolagem. Enquanto isso, os cientistas se concentram no que realmente importa: a ciência. Mas em último caso o sucesso depende do que acontece na bancada do laboratório, que vai se traduzir em patentes e, depois, em modelos de negócio baseados no licenciamento de propriedade intelectual.”

Fonte: Capital Reset, 12/05/2023

Olhar externo: Omega Energia chega aos EUA e cria área para lutar por políticas públicas

“Uma empresa de energia limpa é ESG por natureza? Quando seu próprio negócio está alinhado aos preceitos socioambientais e de governança que regem a tríade financeira da sustentabilidade, é fácil enxergar onde cada coisa se encaixa. Porém, como todo profissional que entra por esse caminho na carreira sabe, a complexidade e a qualidade de uma estratégia ESG são proporcionais. E, se dentro de casa está tudo certinho, o passo seguinte é olhar para fora. A Omega Energia, empresa que opera 10 complexos de geração de energia renovável no Brasil, está passando por esse processo. No ano passado, a companhia tomou a decisão de expandir para além das fronteiras nacionais, investindo em uma operação nos Estados Unidos – um parque eólico localizado no Condado de Armstrong, no Texas. E estruturou sua primeira diretoria de sustentabilidade e ESG, sob a liderança da executiva Lívia Mariz. Mais do que garantir a execução da estratégia de sustentabilidade, Mariz tem a missão defender externamente a principal causa da companhia: abrir o mercado livre de energia para toda a população.“Sempre nos apoiamos no fato de termos um produto verde, mas precisávamos de uma área para fortalecer a estratégia de sustentabilidade”, disse Mariz à EXAME.”

Fonte: Exame, 11/05/2023

Politica

Brasil vê novas exigências da UE e vai conversar com Mercosul

“O ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, afirmou ontem que o governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá de fazer uma reavaliação os demais países do Mercosul das condições para o acordo comercial entre o bloco sul-americano e a União Europeia. Segundo o chanceler, um documento adicional apresentado pelos europeus recentemente traz condições bastante rígidas em relação a compromissos ambientais, podendo inclusive gerar a aplicação de sanções ao Brasil. Por isso, a ideia é apresentar uma contraproposta aos europeus. “Estamos reavaliando o acordo. O documento é extremamente duro e difícil”, apontou Vieira em audiência na Comissão de Relações Exteriores (CRE) do Senado. “Só agora, nos últimos dias de abril, ou primeiros dias de maio, a União Europeia apresentou o documento adicional. Esse documento é extremamente duro e difícil, criando uma série de barreiras e possibilidades, inclusive, de retaliação, de sanções com base em uma legislação ambiental europeia extremamente rígida e complexa de verificação. Isso pode ter prejuízos enormes. Isso aumenta inclusive os compromissos, por exemplo, no Acordo de Paris, os compromissos que o Brasil vai respeitar e vai fazer”, apontou.”

Fonte: Valor Econômico, 12/05/2023

Internacional

Empresas

Organização internacional lança banco de dados de startups em economia circular

“A Fundação Ellen MacArthur, organização internacional sem fins lucrativos que promove práticas voltadas à economia circular, está lançando esta semana o Circular Startups Index, um banco de dados que já conta com 500 startups de vários setores, indústrias e localidades, incluindo o Brasil. O objetivo é facilitar a conexão dessas startups com empresas que vão precisar de ideias, inovações e tecnologias para avançar na busca por maior eficiência, menor desperdício e reciclagem e reaproveitamento de ativos e produtos. No catálogo de startups que promovem economia circular, destaque para as brasileiras: 4 Hábitos para Mudar o Mundo; Amazonika Mundi; B.O.B – Bars Over Bottles; B.Recycled; Boomera; Circular Brain; eureciclo; Já fui Mandioca; e Natcrom Soluções Sustentáveis. O Índice, que já está disponível no site da Fundação Ellen MacArthur, apresenta apenas startups que fazem parte da comunidade da entidade e foram selecionadas por incorporar um ou mais princípios da economia circular – a eliminação de resíduos e poluição, a circularidade de produtos e materiais e a regeneração da natureza – em sua proposta de negócios. Para a Fundação Ellen MacArthur, a economia circular é uma prática importante para enfrentar alguns dos principais desafios da atualidade, como as mudanças climáticas, a perda da biodiversidade, desperdício e poluição. Além disso, a entidade vê como uma forma de as empresas minimizarem riscos e prepararem seus negócios para o futuro.”

Fonte: Valor Econômico, 11/05/2023

EY lança plataforma blockchain ESG

“A EY lançou o EY OpsChain ESG em sua plataforma Blockchain SaaS para fornecer uma visão única das emissões de CO2 para empresas. De acordo com a EY, a solução atenderá às necessidades das empresas que lutam para medir e rastrear com precisão sua pegada de carbono. Ele também fornecerá aos consumidores, parceiros de negócios e reguladores a transparência que eles exigem por meio de uma plataforma confiável para emissões e rastreabilidade de crédito de carbono em um ecossistema por meio do uso de tokenização. Ao tokenizar as emissões dos produtos, o EY OpsChain ESG fornece às empresas uma compreensão clara de suas posições de CO2e, o que ajuda a tomar decisões mais bem informadas em sua jornada ESG. Construído de acordo com os padrões da InterWork Alliance for Carbon Emissions Tokens, o EY OpsChain ESG fornece relatórios imutáveis ​​sobre o CO2e atual de uma empresa que é verificável independentemente por meio da integração dos principais validadores de dados de emissões. A solução também permite que as empresas demonstrem a autenticidade das compensações de carbono usadas para reduzir seu impacto ambiental à medida que se descarbonizam.”

Fonte: Fintech Global, 12/05/2023

Politica

EUA propõem lei para limitar emissões de carbono de usinas a carvão e a gás

“O governo dos Estados Unidos propôs nesta quinta-feira (11) uma lei que visa reduzir drasticamente a emissão de gases de efeito estufa em usinas que utilizam carvão e gás para gerar energia. As medidas podem custar bilhões de dólares, mas as autoridades dizem que as mudanças serão benéficas para a saúde da população. As regras propostas pela Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês) aumentarão o preço médio das contas de serviços públicos em 2% até 2030, estimam as autoridades. A proposta deve gerar novos embates políticos em Washington sobre regulações do setor elétrico que visam combater as mudanças climáticas. Muitos democratas querem que o governo faça mais, enquanto os republicanos estão lutando contra as iniciativas do governo tanto no Congresso como nos Estados. Os críticos da proposta dizem que as regras são draconianas demais e prejudicarão as áreas de mineração de carvão, como a Virgínia Ocidental, onde a economia está ligada aos combustíveis fósseis. O senador democrata Joe Manchin também se opôs à proposta e disse que vai impedir que qualquer membro do EPA seja convocado pelo Comitê de Energia e Recursos Naturais do Senado, do qual ele é o presidente.”

Fonte: Valor Econômico, 12/05/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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