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Parlamento Europeu eleva pressão para que os países do G20 revisem suas metas climáticas | Café com ESG, 21/10

EcoSecurities lança projeto de reflorestamento no Brasil; Parlamento Europeu aprova resolução conclamando o G20 a revisar suas metas climáticas; e Alemanha se posiciona à frente da próxima cúpula climática da ONU

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território misto, com o Ibov em alta de +0,8%, enquanto o ISE em leve queda de -0,2%.

• No Brasil, a EcoSecurities deve lançar nas próximas semanas um projeto voltado para o reflorestamento com vegetação nativa em cinco Estados brasileiros, num total de 56 mil hectares a serem recuperados até 2030 – o projeto prevê investimento da ordem de R$ 1,5 bilhão a partir da venda de créditos de carbono, tendo como meta retirar da atmosfera 15 milhões de toneladas de CO2 ao longo dos próximos oito anos.

• No exterior, (i) a Parlamento Europeu aprovou ontem uma resolução conclamando o grupo das maiores economias desenvolvidas e emergentes (G20) a revisar suas metas climáticas, a fim de limitar o aquecimento climático e evitar mais danos à biodiversidade, aumentando a pressão sobre o Brasil e os outros membros do G20; e (ii) a Alemanha se posicionou à frente da próxima cúpula climática da ONU para liderar os países do G7 na questão do financiamento de “perdas e danos” aos países em desenvolvimento mais afetados pelo aquecimento global – apesar da crise energética europeia que atingiu duramente a país e levou a uma extensão do uso de combustíveis fósseis e energia nuclear, a Alemanha faz questão de demonstrar que manterá suas metas climáticas após assumir a presidência do G7 este ano.

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Brasil

Empresas

Brasileiras são indicadas a prêmio da ONU para mulheres ‘fora de série’

“Quatro brasileiras estão entre as finalistas do prêmio “Rise and Raise Others” (“Uma Sobe e Puxa Outras”), da Organização das Nações Unidas (ONU). O prêmio será concedido a mulheres consideradas “fora de série” que contribuem para empoderar outras. A escolha é feita tanto por um júri formado por mulheres de carreira consolidada oriundas de vários países e também por votação popular, cada uma com pesos iguais. A votação está aberta ao público até o dia 25 de outubro de 2022, no site do prêmio. Carmela Borst, CEO e fundadora da edtech SoulCode Academy, está entre as indicadas da categoria “educação de qualidade, enquanto a cientista e professora do Instituto de Biociências da USP Regina Markus é finalista em “saúde e bem-estar”. O Brasil também está representado na final da categoria “redução de desigualdades” com Carolina Videira, fundadora da ONG Turma do Jiló. Marienne Coutinho, sócia da consultoria KPMG concorre na categoria “igualidade de gênero”.”

Fonte: Valor Econômico, 20/10/2022

Definir padrão para ativos “verdes” é principal desafio para amadurecer finanças sustentáveis, diz BC

“A diretora de assuntos internacionais e gestão de riscos corporativos​ do Banco Central (BC), Fernanda Guardado, afirmou nesta quinta-feira (20) que a falta de padrão na classificação de ativos “verdes” – ou taxonomia – é um dos principais desafios para o amadurecimento das finanças sustentáveis. “Definir a taxonomia dos ativos financeiros é essencial para se ter uma linguagem comum e um padrão, que posteriormente trarão uma melhor compreensão dos impactos, além de reduzir assimetrias e visões conflitantes”, disse, em inglês, em evento virtual promovido pela German Agency for International Cooperation (GIZ). Segundo a diretora, a padronização desses critérios pode acelerar a transição do sistema financeiro e ampliar a alocação de recursos para práticas sustentáveis.”

Fonte: Valor Econômico, 20/10/2022

Projeto de reflorestamento busca atrair R$ 1,5 bi para o país até 2030

“Uma das pioneiras no mercado de carbono, a EcoSecurities lança nas próximas semanas projeto voltado para o reflorestamento com vegetação nativa em cinco Estados brasileiros, num total de 56 mil hectares a serem recuperados até 2030. Batizado de Ybirá, termo de origem tupi-guarani equivalente ao substantivo árvore, o projeto prevê investimento da ordem de R$ 1,5 bilhão a partir da venda de créditos de carbono. A meta é retirar da atmosfera 15 milhões de toneladas de carbono ao longo dos próximos oito anos.”

Fonte: Valor Econômico, 21/10/2022

Cerrado: a nova oportunidade para o mercado voluntário de carbono

“[…] O Cerrado é considerado a savana mais biodiversa do mundo, com tesouros a serem descobertos em sua vegetação nativa. É, também, o bioma brasileiro com maior número de hectares de lavoura no Brasil. Segundo o “Relatório Anual de Desmatamento”, elaborado pela iniciativa MapBiomas, houve alta de 20% no desmatamento do Cerrado em 2021, com 500,5 mil hectares desmatados. […] No bioma está a origem de nove das doze bacias hidrográficas do território brasileiro. Os créditos de carbono no Cerrado se tornam uma alternativa ao desmatamento para avanço da fronteira agrícola, com potencial para canalizar recursos da iniciativa privada na proteção de ecossistemas que efetivamente contribuem para a segurança hídrica do país.”

Fonte: Valor Econômico, 20/10/2022

Emergência climática e ESG: o que há de concreto?

“Segundo dados do 6º Relatório do Grupo de Trabalho I do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), se mantida a economia à base de carbono, projeta-se um aumento na temperatura global, até o fim do século, entre 3,3º a 5,7º acima dos níveis pré-industriais. Indica-se, ainda, que se não forem adotadas reduções imediatas e em grande escala, será impossível limitar o aquecimento a 1,5º. Essa urgência já é pauta do Judiciário. A chamada “litigância climática”, que no Brasil, mesmo sem obrigação direta de redução de gases de efeito estufa (GEE), já vem gerando questionamentos e imposições.”

Fonte: Valor Econômico, 21/10/2022

Fundos de pensão ainda veem ESG com restrições

“O engajamento de grandes investidores institucionais, como os fundos de pensão, é fundamental para a evolução das práticas ambientais, sociais e de governança (ESG) em todo o mundo. Mas, no Brasil, as entidades de previdência fechada ainda não estão totalmente convencidas de que a aderência ao tema é relevante para o retorno dos portfólios, apontam especialistas que participaram do Congresso Brasileiro de Previdência Privada, promovido pela Abrapp, associação que representa o setor.”

Fonte: Valor Econômico, 21/10/2022

Mercado de crédito de carbono como ‘cereja do bolo’ de esforços

“O mercado de carbono precisa ser mais um propulsor da transição ambiental no campo do que um objetivo final nos processos de redução das emissões da agropecuária. Esta é uma visão unânime entre agroindústrias que têm metas de emissões, produtores e especialistas que apoiam a transição ambiental das fazendas. “O crédito de carbono é a cereja do bolo. Antes precisamos fazer com que o bolo seja bem feito. É isso que vai fazer a gente vender e ter sustentabilidade, é fazer com que as atividades sejam rentáveis”, defende Fabio Passos, líder do negócio de carbono da Bayer para a América Latina.”

Fonte: Valor Econômico, 21/10/2022

Aliansce Sonae prevê ter 100% de energia de fontes renováveis até 2030

“A empresa de shopping centers Aliansce Sonae definiu um conjunto de metas ESG, que envolvem práticas ambientais, sociais e de governança, a serem alcançadas até 2030. A participação de lideranças negras na companhia, que hoje é de 32%, deve chegar a 44%; e a fatia de lideranças femininas deve aumentar de 44% para 50%. No campo ambiental, o objetivo é aumentar de 76% para 100% a energia proveniente de fontes renováveis. A companhia, que opera 26 shopping centers no país e é considerada uma das cinco maiores desse setor, apresentará os objetivos na COP27, evento promovido pela Organização das Nações Unidas (ONU) que ocorre em novembro, no Egito. A Aliansce é a única companhia do setor convidada para o evento, com participação nos painéis “Tornando-se verde: o setor privado sustentável lidera os caminhos” e “Usando a força do ESG para mudar o mundo”.”

Fonte: Valor Econômico, 20/10/2022

Internacional

Empresas

Investidores pressionam empresas de alimentos a se tornarem mais verdes

“Houve um tempo em que os apelos mais altos para que a indústria alimentícia elevasse seu jogo social e ambiental vinham dos consumidores. Mas, enquanto os compradores ainda querem saber como seus alimentos são produzidos, os investidores estão dando cada vez mais atenção aos efeitos negativos da produção de alimentos e seus riscos para o planeta – bem como aos retornos financeiros de longo prazo. De olho na pegada de carbono de seus portfólios, os investidores – principalmente aqueles com estratégias ESG (ambientais, sociais e de governança) – querem ver as empresas de alimentos trabalhando para atingir as metas climáticas, diz Bas Rüter, chefe global de transição do sistema alimentar do Rabobank, um credor holandês especializado em agronegócio. “Depois do setor de energia, o setor de alimentos e agricultura é o segundo maior setor que contribui para as mudanças climáticas – os investidores estão cientes disso.””

Fonte: Financial Times, 20/10/2022

Política

Alemanha intensifica financiamento climático e busca reformulação do Banco Mundial

“A Alemanha se posicionou à frente da próxima cúpula climática da ONU para liderar os países do G7 na questão do financiamento de “perdas e danos” para os países pobres mais afetados pelo aquecimento global, pois relatou seus maiores compromissos internacionais de financiamento climático. O Ministério Federal do Desenvolvimento Econômico comprometeu-se nesta quinta-feira a aumentar o financiamento por meio de um acordo financeiro apoiado pelo G7 entre a Alemanha e o grupo V20 de nações vulneráveis. Apesar da crise energética europeia que atingiu duramente a Alemanha e levou a uma extensão do uso de combustíveis fósseis e energia nuclear, o país faz questão de demonstrar que manterá suas metas climáticas após assumir a presidência do G7 este ano.”

Fonte: Financial Times, 20/10/2022

Europa eleva pressão para ampliar compromisso contra aquecimento

“A pressão sobre o Brasil e os outros membros do G-20 cresce para se comprometerem com metas mais ambiciosas de redução de gases de efeito estufa, durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP27), que ocorrerá no Egito, no período de 6 a 18 de novembro. O Parlamento Europeu aprovou nesta quinta-feira, 20, resolução conclamando esse grupo das maiores economias desenvolvidas e emergentes a revisar suas metas climáticas, a fim de limitar o aquecimento climático e evitar mais danos à biodiversidade. É um meio de pressão a mais, sobretudo em países como o Brasil. Um estudo do Parlamento sobre a situação das negociações climáticas, que os deputados examinaram, avalia que a Contribuição Nacional Determinada (NDC) do Brasil, atualizada em abril, suas ações e políticas “não estão em linha com os objetivos do Acordo de Paris”.”

Fonte: Valor Econômico, 21/10/2022

EUA examinam opções para atacar importações originárias de áreas desmatadas

“O governo dos Estados Unidos deu novo passo para definir restrições comerciais visando proibir commodities oriundas de áreas desmatadas a partir de dezembro de 2020, a exemplo do que prepara a União Europeia (UE). A medida pode ter impacto sobre 10% das exportações brasileiras para o mercado americano. O Departamento de Estado, em conjunto com a Alfândega e Proteção de Fronteiras, Escritório do Representante Comercial dos EUA (USTR) e outras agências governamentais, abriu esta semana uma consulta pública para receber opiniões sobre os meios mais efetivos para limitar ou remover das cadeias de suprimento commodities ligadas ao desmatamento, e incentivar a aquisição de commodities agrícolas produzidas de forma sustentável.”

Fonte: Valor Econômico, 21/10/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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