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No domingo, representantes de 200 países iniciam a COP27 | Café com ESG, 07/11

BID acredita no Brasil como líder no mercado de carbono; John Kerry diz que Lula está comprometido com o clima; e ONU mobiliza apoio aos países em desenvolvimento

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de sexta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,1% e +0,4%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou subindo +3,2%, enquanto o ISE +4,3%.

• No Brasil, a RepRisk divulgou que considera a B3 como avançada na discussão da temática ESG, evidenciando como as bolsas de valores podem ser aliadas do desenvolvimento sustentável no longo prazo – para a vice-presidente da organização, Alexandra Cichon, a B3 assumiu uma posição muito forte na pauta ESG, se tornando uma líder regional e, mesmo que não esteja onde a Europa está em termos de regulamentação, esse atraso deve ser recuperado rapidamente.

• No exterior, (i) delegados de quase 200 países iniciaram a cúpula climática da ONU no Egito no domingo com um acordo para discutir a compensação de nações pobres por danos crescentes ligados ao aquecimento global, colocando o tema controverso na agenda pela primeira vez desde que as negociações climáticas começaram décadas atrás; e (ii) o Land Innovation Fund lançou hoje sua terceira chamada para financiar projetos que promovam soluções para uma produção agrícola sem desmatamento na América do Sul, em um anúncio que ocorreu no início da COP27 – nesta rodada, o foco são projetos de soja e outras commodities da cadeia do grão, como a pecuária, com impacto direto e que podem ganhar escala no curto prazo.

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Brasil

Empresas

Bolsas estão em posição única para impulsionar ESG, diz RepRisk

“Os princípios do ESG, do inglês Environmental, Social and Corporate Governance, são encabeçados no Brasil pela B3, a Bolsa de valores nacional. Esta é a avaliação de Alexandra Mihailescu Cichon, vice-presidente executiva da RepRisk, empresa suíça de dados sobre riscos relacionados à sustentabilidade ambiental, social e de governança corporativa. […] Para Cichon, a B3 está avançada na discussão de ESG no País e mostra como as bolsas de valores podem ser aliadas do desenvolvimento sustentável no longo prazo, e não o contrário. “São elas que definem os critérios de listagem. Quer quiser se tornar uma companhia listada precisa seguir essas regras. Por isso estão em uma posição única para impulsionar o ESG no mercado”, explica a executiva da RepRisk.”

Fonte: E-Investidor, 07/11/2022

Proteger o estoque natural de carbono das florestas é vital para atingir o net-zero

“Mesmo que se consiga substituir os combustíveis fósseis por fontes renováveis, será praticamente impossível zerar as emissões de carbono até 2050 sem proteger as florestas tropicais, principalmente a Amazônia, pois são elas que detêm o maior estoque de CO2 do planeta. O alerta foi feito pelo cientista Paulo Artaxo, professor do IF-USP (Instituto de Física da Universidade de São Paulo) e autor-líder de um capítulo do mais recente relatório do Painel Intergovernamental sobre IPCC (Mudanças Climáticas), em palestra apresentada no dia 27 de outubro, durante a conferência anual do RCGI (Centro de Pesquisa para Inovação em Gases de Efeito Estufa). O RCGI é um centro de pesquisa em engenharia constituído por Fapesp e Shell na USP (Universidade de São Paulo).”

Fonte: Folha de São Paulo, 07/11/2022

Regulação

PIS e Cofins e a descarbonização da economia

“[…] Os créditos surgem de atividades que implicam redução ou remoção de dióxido de carbono do meio ambiente. Tais atividades podem ser atestadas por instituições especializadas em mensurar a captura do CO2 e que certificam a existência dos créditos de carbono. Assim, empresas que investem, por exemplo, em reflorestamento, podem transferir os créditos de carbono decorrentes dessa prática para terceiros que desejam adquirir créditos para neutralização das suas próprias emissões.”

Fonte: Valor Econômico, 07/11/2022

Internacional

Empresas

Fundo vai financiar projetos da cadeia da soja livres de desmate

“O Land Innovation Fund lança hoje sua terceira chamada para financiar projetos que promovam soluções para uma produção agrícola sem desmatamento na América do Sul. Nesta rodada, o foco são projetos de soja e outras commodities da cadeia do grão, como a pecuária, com impacto direto e que podem ganhar escala no curto prazo. O anúncio da terceira rodada ocorre no início da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas deste ano, a COP27, que começou ontem no Egito. Os projetos deverão incluir iniciativas de proteção de vegetações, restauração ambiental, intensificação da produção sustentável, gerenciamento de carbono, protocolos e certificação de práticas, políticas públicas, monitoramento e compliance de práticas e engajamento ou ainda na área de diversidade, inclusão e participação. O foco dos projetos devem ser os biomas Cerrado, Gran Chaco e Amazônia.”

Fonte: Valor Econômico, 07/11/2022

Política

Setor privado terá normas para evitar ‘greenwashing’

“Normas e padrões para o estabelecimento de metas net-zero, com critérios para avaliar objetivos e contabilizar avanços serão lançadas amanhã, na COP 27, no Egito. É o resultado do trabalho de um grupo de alto nível de especialistas globais criado em março por António Guterres, secretário-geral da ONU. A ideia é sugerir parâmetros e evitar greenwashing nos compromissos de descarbonização do setor privado. “Desde a adoção do Acordo de Paris, em 2015, o mundo tem assistido a um número crescente de compromissos líquidos zero por parte de atores não-estatais, em particular do setor privado e financeiro bem como de governos locais e regiões”, diz o comunicado que criou o “High Level Expert Group on the Net-Zero Emissions Commitments of Non-State Entities”.”

Fonte: Valor Econômico, 06/11/2022

COP27 inicia acordo para discutir compensação climática

“Delegados de quase 200 países iniciaram a cúpula climática da ONU no Egito no domingo com um acordo para discutir a compensação de nações pobres por danos crescentes ligados ao aquecimento global, colocando o tema controverso na agenda pela primeira vez desde que as negociações climáticas começaram décadas atrás. O acordo deu um tom construtivo para a cúpula da COP27 na cidade litorânea de Sharm el-Sheikh, onde os governos esperam manter vivo o objetivo de evitar os piores impactos do aquecimento planetário, mesmo com uma série de crises – de uma guerra terrestre na Europa à inflação galopante – distrair o foco internacional. Por mais de uma década, as nações ricas rejeitaram as discussões oficiais sobre o que é chamado de perda e dano, o termo usado para descrever as nações ricas que pagam fundos para ajudar os países pobres a lidar com as consequências do aquecimento global, pelas quais têm pouca culpa.”

Fonte: Reuters, 06/11/2022

Oito anos mais quentes já registrados e aumento do nível do mar, com lançamento da COP27

“Os últimos oito anos foram os mais quentes já registrados, disse a Organização Meteorológica Mundial em seu último relatório, em um “sinal de socorro” planetário, quando os líderes começaram a se reunir para a cúpula climática da COP27 no Egito. As descobertas foram publicadas durante a sessão de abertura em Sharm el-Sheikh, onde a questão controversa de “perdas e danos” foi colocada na agenda formal pela primeira vez. “Perdas e danos” tornou-se a abreviação para o pedido de financiamento dos países ricos para os países pobres que sofrem as consequências das mudanças climáticas. O assunto tornou-se mais urgente este ano, marcado por uma sucessão de eventos climáticos extremos, incluindo inundações devastadoras no Paquistão e na Nigéria mais recentemente.”

Fonte: Financial Times, 06/11/2022

EUA elaboram plano para empresas financiarem troca de combustíveis fósseis de países emergentes

“Os EUA estão trabalhando em um plano para aproveitar o dinheiro das maiores empresas do mundo para ajudar os países em desenvolvimento a reduzir o uso de combustíveis fósseis, uma ideia que pretende revelar na cúpula climática da ONU nesta semana. O enviado climático do presidente dos EUA, Joe Biden, John Kerry, está tentando reunir apoio de outros governos, empresas e especialistas em clima para desenvolver uma nova estrutura para que os créditos de carbono sejam vendidos às empresas. Os rendimentos poderiam então financiar novos projetos de energia limpa. Sob os planos potencialmente transformacionais, governos regionais ou órgãos estaduais ganhariam créditos de carbono reduzindo as emissões de seu setor de energia à medida que a infraestrutura de combustíveis fósseis, como usinas a carvão, fosse cortada e a energia renovável aumentada.”

Fonte: Financial Times, 06/11/2022

Opinião

Desafios e oportunidades do mercado de carbono europeu

“Estados nacionais e organismos multilaterais têm se empenhado para estruturar um ambiente institucional adequado, com regras que definam incentivos e controles aptos a promover a convergência entre o desenvolvimento socioeconômico e a responsabilidade ambiental. De um lado, é preciso internalizar nos custos da produção industrial os ônus socioambientais de suas atividades. O uso de recursos naturais, o despejo de resíduos e emissões na atmosfera impactam toda a sociedade, e é adequado que essa carga possa ser imposta, de maneira racionalizadora, ao empreendedor. De outro, é fundamental a preservação da indústria local, garantindo postos de trabalho e domínio tecnológico sobre atividades econômicas estratégicas.”

Fonte: Valor Econômico, 07/11/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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