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Na Grã-Bretanha, início de novos projetos de petróleo e gás vai de encontro aos compromissos da COP26 | Café com ESG, 09/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território neutro, com o Ibov e o ISE em leve alta de +0,1% e +0,2%.

• No Brasil, (i) as montadoras ainda divergem sobre qual deve ser o modelo hegemônico no futuro, mas apostam em soluções elétricas e movidas a biocombustíveis, como o caso dos veículos híbridos –  enquanto a Toyota e Caoa Chery já produzem modelos híbridos que utilizam etanol, a Stellantis, Volkswagen e Nissan anunciaram planos para produzir esse tipo de automóvel no futuro, já a Renault, ainda indecisa, estuda o desenvolvimento do modelo, ao passo em que a General Motors aposta nos elétricos e rejeita os híbridos; (ii) enquanto a indústria do plástico busca caminhos para tornar a embalagem menos problemática ao meio ambiente, a do alumínio tornou-se um case de sucesso envolvendo todos os atores da cadeia, com números vistosos para exibir – no ano passado, o índice de reciclagem de alumínio chegou a 98,7% no Brasil, o que equivale a 33 bilhões de latas reaproveitadas.

• No internacional, a mudança da Grã-Bretanha para dar luz verde a dezenas de novos campos de petróleo e gás deixará investidores e bancos com um difícil trabalho de relações públicas, enquanto o país luta para reforçar sua segurança energética e cumprir seus compromissos climáticos – o início de novos projetos de petróleo e gás vai contra a mudança do mundo dos combustíveis fósseis na luta contra o aquecimento global e um compromisso nas negociações climáticas da ONU de novembro de reduzir gradualmente seu uso.

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Brasil

Empresas

Com condições favoráveis no Brasil, indústria automotiva amplia aposta em híbridos a etanol

“No Brasil, as montadoras ainda divergem sobre qual deve ser o modelo hegemônico no futuro, mas apostam em soluções elétricas e movidas a biocombustíveis, como o caso dos veículos híbridos. Fatores como o alto custo da transição tecnológica, que exige volumes de investimentos vultuosos, e a incerteza sobre a demanda atravancam os planos do setor. Mesmo assim, montadoras estão correndo atrás das novas tendências. Duas fabricantes, Toyota e Caoa Chery, já produzem modelos híbridos que utilizam etanol. Outras fabricantes, como a Stellantis (dona da Jeep, Peugeot, Citroën e outras marcas), a Volkswagen e a Nissan já anunciaram planos para produzir esse tipo de automóvel no futuro. Ainda indecisa, a Renault estuda o desenvolvimento do modelo. Em direção contrária, a General Motors aposta nos elétricos e rejeita os híbridos.”

Fonte: Valor Econômico, 09/09/2022

Entenda porque a cadeia do alumínio estampa a invejosa marca de 98%

“Enquanto a indústria do plástico busca caminhos para tornar a embalagem menos problemática ao meio ambiente, a do alumínio tornou-se um case de sucesso envolvendo todos os atores da cadeia, com números vistosos para exibir. No ano passado, por exemplo, o índice de reciclagem de alumínio chegou a 98,7% no Brasil, o que equivale a 33 bilhões de latas reaproveitadas. E a boa performance não vem de hoje. Há 10 anos, essa taxa era de 95%. O presidente da Associação Brasileira dos Fabricantes de Lata de Alumínio (Abralatas), Cátilo Cândido, destaca que esta é uma cadeia muito bem estruturada, com ganhos para quem coleta, quem transforma e para os fabricantes, formando o ciclo completo da economia circular.”

Fonte: Valor Econômico, 09/09/2022

Fundada por brasileiro, Provivi aposta em feromônio sexual para agro sem veneno

“O recifense Pedro Coelho tinha acabado de terminar seu PhD em Química na prestigiada Caltech, em Pasadena, na Califórnia, em 2013, quando resolveu criar seu próprio negócio. No mesmo ano, cofundou a Provivi ao lado da sua orientadora no doutorado, Frances Arnold – que viria a receber o Nobel de Química poucos anos depois, em 2018. Passados nove anos da fundação, hoje a startup com sede em Santa Monica é um dos principais nomes no mundo no desenvolvimento de feromônios sexuais em escala industrial para fazer o controle de pragas na lavoura como alternativa ao uso massivo de pesticidas – algo cada vez mais desejável num mundo que busca caminhos para uma agricultura sustentável.”

Fonte: Capital Reset, 09/09/2022

Internacional

Empresas

Sob ataque dos Republicanos, BlackRock defende o ESG

“Sob o ataque de políticos conservadores do Partido Republicano, a BlackRock saiu em defesa de sua estratégia de priorizar os investimentos ESG. “Investidores e empresas que tenham uma posição com olhos no futuro, respeitando os riscos climáticos e suas implicações na transição energética, vão gerar melhores resultados financeiros no longo prazo,” a diretora de relações externas da BlackRock, Dalia Blass, disse numa carta publicada ontem. “Essas oportunidades transcendem o espectro político.” No mês passado, os procuradores-gerais de 19 estados americanos governados por Republicanos, entre eles o Texas e o Arizona, escreveram uma carta condenando a BlackRock por priorizar uma “agenda climática” em detrimento de uma maior rentabilidade para os fundos de pensão do funcionalismo.”

Fonte: BrazilJournal, 08/09/2022

O hidrogênio verde precisa de um impulso político para atingir a escala necessária

“O hidrogênio verde permanecerá escasso no curto prazo e seu fornecimento será incerto no longo prazo sem um impulso político decisivo, concluiu uma análise publicada na quinta-feira. O entusiasmo pelo hidrogênio verde, produzido com energia renovável, cresceu nos últimos anos devido às suas vantagens em relação a outros métodos de fabricação do combustível de queima limpa. Adotado por formuladores de políticas, países e empresas da União Européia, pode abrir caminho para substituir milhões de toneladas de hidrogênio “cinza” feito com gás natural para atingir a meta do bloco de emissões líquidas zero até 2050. Mas nas taxas atuais de crescimento na produção, o hidrogênio verde provavelmente forneceria menos de 1% da energia total globalmente até 2035, enquanto a UE pode atingir a marca de 1% por volta de 2030, de acordo com o relatório da revista Nature Energy.”

Fonte: Reuters, 08/09/2022

Setor de varejo e consumo enfrenta desafio de eliminar o plástico

“O cenário é alarmante para a produção de resíduos, em especial o plástico. De acordo com o estudo The Global Plastics Outlook: Policy Scenarios to 2060 (“A Perspectiva Global do Plástico: Cenários de Políticas para 2060”, em tradução livre), divulgado pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) em junho deste ano, a quantidade de material plástico produzida pode triplicar até 2060, com 50% dos resíduos descartados em aterros sanitários e menos de um quinto sendo reciclado no mundo. E quem acredita que a projeção está superestimada, basta colocar uma lente sobre a realidade atual para constatar que não.”

Fonte: Valor Econômico, 09/09/2022

Política

Plano de energia do Reino Unido coloca investidores e bancos em uma situação difícil de zero líquido

“A mudança da Grã-Bretanha para dar luz verde a dezenas de novos campos de petróleo e gás deixará investidores e bancos com um difícil trabalho de relações públicas, enquanto a Grã-Bretanha luta para reforçar sua segurança energética e cumprir seus compromissos climáticos. O início de novos projetos de petróleo e gás vai contra a mudança do mundo dos combustíveis fósseis na luta contra o aquecimento global e um compromisso nas negociações climáticas da ONU de novembro passado de reduzir gradualmente seu uso. No entanto, a inflação descontrolada em meio ao conflito na Ucrânia forçou a mão da nova primeira-ministra britânica Liz Truss, enquanto o presidente russo Putin procura usar a energia como arma neste inverno. A Grã-Bretanha lançará uma nova rodada de licenciamento de petróleo e gás na próxima semana com mais de 100 licenças emitidas, parte de um pacote mais amplo de medidas para enfrentar a crise de energia anunciada por Truss na quinta-feira.”

Fonte: Reuters, 08/09/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “COP26: Implicações do documento final

Senado da Austrália aprova 1ª nova legislação ambiental do país em uma década

“A Austrália aprovou sua primeira grande legislação voltada para o clima e para a redução das emissões de carbono em mais de uma década, estabelecendo um plano para reduzir em até 43% o lançamento de gases tóxicos para a atmosfera até 2030. O Projeto de Lei de Mudança Climática proposto pelo primeiro-ministro Anthony Albanese foi aprovado no Senado da Austrália nesta quinta-feira. O texto agora precisa ser aprovado pela Câmara, onde os trabalhistas do partido de Albanese têm maioria. A nova proposta fará com que a Austrália tenha metas climáticas obrigatórias pela primeira vez em sua história e vai obrigar os ministros de Energia e Clima do país a prestarem declarações anuais ao parlamento sobre o progresso do governo na redução das emissões.”

Fonte: Valor Econômico, 08/09/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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