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Mudanças climáticas podem fazer com que 4% do PIB global anual seja perdido até 2050, diz S&P | Café com ESG, 28/04

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de quarta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,0% e +0,3%, respectivamente.

• No internacional, um novo estudo da S&P Global mostrou que as mudanças climáticas podem fazer com que 4% do PIB global anual seja perdido até 2050 e atingir muitas partes mais pobres do mundo de forma desproporcional.

• No que tange energias renováveis, (i) a atual conjuntura, marcada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, ampliou a pressão pela adoção de tecnologias de eficiência energética e pela redução das importações de gás russo, com a União Europeia anunciando o interesse em aumentar em 9% a atual meta de economia de energia, que é de 32,5% até 2030; e (ii) o governo Biden identificou ontem novas áreas para potencial desenvolvimento de energia eólica offshore nas costas do Oregon e de vários estados do Atlântico central, seu mais recente passo para fortalecer a indústria nascente dos EUA, com a energia eólica offshore sendo um pilar fundamental do plano do presidente Joe Biden de combater as mudanças climáticas.

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Brasil

Empresas

Em banho-maria

Os argumentos não são novos, nem passíveis de discussão: além de ampliar horizontes, renda, autoestima e respeito, a participação da mulher no mundo dos negócios abre as portas da diversidade, prática que agrega novos olhares, perspectivas de futuro e resultados às organizações, além de estimular o desenvolvimento social e econômico do país. Embora comprovados por muitas pesquisas que monitoram o tema, esses e outros benefícios decorrentes da presença das mulheres na liderança sensibilizam pequena parte das empresas brasileiras. A boa notícia é que a busca por mulheres para os postos mais altos vem aumentando; a má é que esse avanço continua aquém da urgência esperada, o que mantém o Brasil entre os países distantes da equidade. Nas estatísticas de gênero do IBGE, em 2019, as mulheres ocupavam 37,4% dos cargos gerenciais. De acordo com o estudo Diversity Matters: América Latina, da consultoria McKinsey, a representatividade das mulheres brasileiras nas posições de liderança executiva em 2020 era de 32%, pouco maior que a da Argentina (30%), mas inferior às do Chile, Peru, Colômbia e à da média da região (44%). Entre as 340 empresas brasileiras de capital aberto, segundo monitoramento em tempo real realizado pela Teva Indices, mais de 58% das companhias listadas não contam, atualmente, com nenhuma mulher na diretoria, no conselho fiscal e no comitê de auditoria.”

Fonte: Valor Econômico, 28/04/2022

Como a re.green quer reflorestar 1 milhão de hectares

Uma das principais soluções para combater o aquecimento global, reflorestamento no Brasil sempre foi coisa de baixa escala ou pouca variedade de espécies.  Agora, um grupo de investidores nacionais de peso está apostando que é possível restaurar florestas nativas no Brasil com qualidade e em massa e ganhando dinheiro com isso. Com investimento inicial de R$ 390 milhões, a re.green nasceu com a meta inédita de restaurar 1 milhão de hectares na Mata Atlântica e na Floresta Amazônia. Longe do bolso da filantropia, o aporte veio de quatro investidores tradicionais: a Lanx Capital, de Marcelo Medeiros e Marcelo Barbará, o BW, family office dos Moreira Salles, a Gávea Investimentos, de Armínio Fraga, e a Dynamo. Todos esperando retornos em linha com bons investimentos de private equity.

Fonte: Capital Reset, 27/04/2022

Regulação

Sustentabilidade é tema de debate da CNI, Fiesp e Poder360

“Empresários, economista e presidentes das principais federações de indústrias do Brasil debateram nesta 4ª feira (27.abr.2022) em seminário “Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade” realizado pela CNI em parceria com a Fiesp e o Poder360.  Os participantes discutiram caminhos e oportunidades para a indústria brasileira do ponto de vista da construção de uma economia verde e do desenvolvimento sustentável. O evento faz parte do ciclo de debates “200 anos de Independência – A indústria e o futuro do Brasil”. Haverá outros 3 eventos até junho.”

Fonte: Poder360, 27/04/2022

Terceiro Setor

Trabalho voluntário consolida crescimento no Brasil, diz pesquisa

O Idis (Instituto para o Desenvolvimento do Investimento Social) divulga nesta quarta-feira (27) seus números atualizados do voluntariado no Brasil. Em duas décadas, a quantidade de pessoas que dizem já ter praticado alguma atividade voluntária ao longo da vida saltou de 18% para 56%, segundo a pesquisa realizada com o Datafolha. “Entre os voluntários, 15% realizam atividades organizadas por empresas, sendo que a maioria deles (58%) têm dedicação com frequência definida, ou seja, são voluntários regulares”, diz o Idis. A dedicação média é de 21 horas por mês para crianças e adolescentes, que são os públicos beneficiados com mais frequência (32%). O tempo supera em três horas o dado geral.”

Fonte: Valor Econômico, 27/04/2022

Internacional

Empresas

Pressão para migrar para fontes renováveis

A atual conjuntura, marcada pela guerra entre Rússia e Ucrânia, ampliou a pressão pela adoção de tecnologias de eficiência energética. Para reduzir as importações de gás russo, a União Europeia, por exemplo, quer esticar em 9% a atual meta de economia de energia, que é de 32,5% até 2030. A estratégia é mitigar os efeitos do conflito, reduzindo o consumo, enquanto acelera os projetos de migração para uma matriz concentrada em fontes renováveis. “Na transição para a economia de baixo carbono, investir em eficiência é tão importante quanto adotar novas fontes”, destaca Ivo Godoi Jr, sócio da prática de capital privado da consultoria Oliver Wyman. Segundo ele, um conjunto de soluções está disponível e a aplicação delas se tornará cada vez mais comum. “Indicadores de consumo de energia já são usados até em análises para liberação de crédito. As exigências virão de todos os lados”, alerta. A tática do mercado financeiro se baseia na forte conexão entre uso de energia e a pegada de carbono das empresas. “Só reduz emissões quem controla bem os insumos”, complementa.”

Fonte: Valor Econômico, 28/04/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia

Mudanças climáticas colocam em risco 4% do PIB global, estima novo estudo

As mudanças climáticas podem ver 4% da produção econômica global anual perdida até 2050 e atingir muitas partes mais pobres do mundo de forma desproporcional, estimou um novo estudo de 135 países. A empresa de classificação S&P Global, que dá aos países pontuações de crédito com base na saúde de suas economias, publicou um relatório na terça-feira analisando o provável impacto do aumento do nível do mar e ondas de calor, secas e tempestades mais regulares. Em um cenário de linha de base em que os governos evitam grandes novas políticas de mudança climática – conhecidas como ‘RCP 4.5’ pelos cientistas – os países de renda média e baixa provavelmente terão perdas de produto interno bruto 3,6 vezes maiores em média do que os mais ricos. A exposição de Bangladesh, Índia, Paquistão e Sri Lanka a incêndios florestais, inundações, grandes tempestades e também escassez de água significa que o sul da Ásia tem 10% a 18% do PIB em risco, aproximadamente o triplo da América do Norte e 10 vezes mais do que a região menos afetada , Europa.”

Fonte: Reuters, 27/04/2022

Montenegro investirá 1 bilhão de euros no aumento das energias renováveis

A concessionária de energia estatal majoritária de Montenegro planeja investir cerca de 1 bilhão de euros (1,1 bilhão de dólares) nos próximos cinco anos para aumentar a produção de energia renovável para 2.000 gigawatts-hora (GWh) por ano, e eventualmente se tornar um exportador de energia verde. O pequeno país adriático de 600.000 habitantes produziu um total de 3.160 GWh de eletricidade no ano passado, principalmente de carvão e fontes hídricas.”

Fonte: Reuters, 27/04/2022

Alphabet, Meta e outras empresas de tecnologia alocarão US$ 925 milhões para remover as emissões de carbono da atmosfera

As maiores empresas envolvidas na área de tecnologias em nuvem, juntamente com gigantes da tecnologia de diversos perfis, vão destinar quase um bilhão de dólares para adquirir captadores de carbono. Stripe, Alphabet, Shopify, Meta* e McKinsey estão prontos para se juntar ao projeto Frontier. Até 2030, está previsto alocar US$ 925 milhões como parte do projeto Frontier; as empresas adotaram o chamado. “Compromissos Antecipados de Mercado” (ANC), que prevêem a aquisição de equipamentos para captura e armazenamento de emissões de carbono.”

Fonte: Avalanche notícias, 27/04/2022

Política

EUA identificam possíveis áreas de energia eólica ao largo de Oregon, costas atlânticas

“O governo Biden identificou na quarta-feira novas áreas para potencial desenvolvimento de energia eólica offshore nas costas do Oregon e de vários estados do Atlântico central, seu mais recente passo para fortalecer a indústria nascente dos EUA. A energia eólica offshore é um pilar fundamental do plano do presidente Joe Biden de combater as mudanças climáticas, descarbonizando o setor de energia dos EUA até 2035 e toda a economia até 2050. O anúncio de quarta-feira pelo Bureau of Ocean Energy Management, parte do Departamento de Interior, é o primeiro passo na designação de áreas que serão leiloadas para empresas que desejam construir parques eólicos offshore.”

Fonte: Reuters, 25/04/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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