Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O pregão encerrou quarta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE caindo 0,70% e 1,13%, respectivamente.
• No Brasil, (i) a Petrobras divulgou, nesta quarta-feira, que concluiu a comercialização do primeiro lote de combustível sustentável de aviação (SAF, em inglês) produzido a partir de óleo de soja certificado no Esquema de Compensação e Redução de Emissões para a Aviação Internacional (Corsia), que atesta critérios de sustentabilidade e menor risco de impacto agrícola sobre novas áreas para produção do biocombustível – segundo a companhia, trata-se do primeiro SAF de soja do mundo a obter esse selo, que garante que a matéria-prima não está associada ao desmatamento nem ao seu incentivo indireto; (ii) o primeiro leilão para acesso a incentivos à indústria de hidrogênio de baixo carbono ficará para 2027, indicou o diretor de programa na Secretaria de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Carlos Colombo – pelo novo cronograma da pasta, a meta é abrir uma consulta pública até 30 de novembro de 2026 sobre as regras da concorrência pelos R$ 18,3 bilhões previstos em lei, e publicar o edital em janeiro de 2027.
• No internacional, os líderes do G7 concordaram com uma meta para reduzir a dependência da China e limitar a participação de qualquer país a no máximo 60% das importações de terras raras até 2030, segundo reportagem da Bloomberg de ontem – a meta inclui planos para introduzir cotas obrigatórias para empresas de alguns setores industriais, além da criação de uma plataforma para unir esforços destinados a ampliar a oferta proveniente da reciclagem e de novos projetos de mineração.
Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mail? Clique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!
Brasil
Empresas
Petrobras comercializa primeiro lote de SAF coprocessado com óleo de soja certificado no Corsia
“A Petrobras divulgou, nesta quarta-feira (18/6), que concluiu a comercialização do primeiro lote de combustível sustentável de aviação (SAF, em inglês) feito de óleo de soja certificado no Esquema de Compensação e Redução de Emissões para a Aviação Internacional (em inglês Corsia) de baixo risco ILUC. O selo atesta critérios de sustentabilidade e menor risco de impacto agrícola sobre novas áreas para produção do biocombustível. Trata-se do primeiro SAF de soja do mundo com essa certificação, que garante que a matéria-prima não vem de desmatamento nem o está incentivando indiretamente. O óleo de soja foi adquirido da Bunge e o SAF foi comercializado com a Vibra, na semana passada. A petroleira vendeu 3,8 mil m³ do combustível coprocessado com cargas de petróleo na Refinaria Duque de Caxias (Reduc). O querosene de aviação cotém 1% de conteúdo renovável na composição. De acordo com a Petrobras, esse novo produto adiciona uma nova matéria-prima certificada para a produção de SAF, o que dá flexibilidade ao processo produtivo e mantém o compromisso da companhia de buscar matérias-primas sustentáveis. “A comercialização do primeiro SAF do mundo com soja certificada com baixo risco ILUC demonstra o compromisso da Petrobras com a sustentabilidade, a transição energética e com o desenvolvimento de produtos alinhados às demandas do mercado e da sociedade”, afirma a diretora de Logística, Comercialização e Mercados da Petrobras, Angélica Laureano. “Mais que isso, também reflete nosso firme propósito de incentivar a cadeia produtiva de nossos fornecedores a adotarem práticas sustentáveis verificáveis”, completa.”
Fonte: Eixos; 17/06/2026
General Motors prepara início de montagem do seu terceiro carro elétrico no Ceará
“Há seis meses, a General Motors iniciou a montagem de carros 100% elétricos no Ceará, sendo o compacto Spark o primeiro modelo. Nesta quarta-feira (17), começa a montagem do segundo modelo, o SUV grande Captiva, da mesma linha. Agora a empresa americana já se prepara para o terceiro elétrico montado no Brasil. A rapidez no ritmo de lançamentos de produtos, algo incomum nessa indústria, é resultado de alguns fatores, entre os quais destaca-se o sistema de produção escolhido pela GM para essa nova fase. Não se trata, ainda, de uma produção completa, que há décadas caracteriza o sistema de manufatura que a GM tem em parques industriais instalados nas regiões Sudeste e Sul. No Ceará, a operação é terceirizada. A fábrica instalada em Horizonte, a cerca de 50 quilômetros de Fortaleza, pertence a uma trading brasileira, a Comexport, que, além da GM, busca fechar contratos com outras marcas para a montagem de elétricos e híbridos. Essa instalação industrial pertenceu à fabricante de utilitários brasileira Troller, adquirida, posteriormente, pela Ford. A unidade foi vendida à Comexport quando a Ford decidiu fechar suas fábricas no Brasil, em 2021. Há seis meses, pelo porto do Pecém chegam os veículos semimontados, enviados da China pela SAIC-GM, resultado da parceria entre a empresa chinesa e a americana. A carroceria do veículo já vem montada e pintada e em Horizonte são colocados os demais conjuntos de componentes. Trata-se do sistema conhecido na indústria automobilística como SKD (semi knocked-down), que, assim como vai acontecer com os carros híbridos e elétricos importados que chegam prontos, terá a alíquota do Imposto de Importação elevada para o teto de 35% a partir de 1º de julho.”
Fonte: Valor Econômico; 17/06/2026
Política
Primeiro leilão de hidrogênio fica para 2027, indica Fazenda
“O primeiro leilão brasileiro para acesso a incentivos à indústria de hidrogênio de baixo carbono ficará para 2027, indicou o diretor de programa na Secretaria de Reformas Econômicas do Ministério da Fazenda, Carlos Colombo, na terça (16/6). Até março, a previsão era de leilão ainda em 2026. Pelo novo cronograma da pasta, a meta é abrir uma consulta pública até 30 de novembro de 2026 sobre as regras da concorrência pelos R$ 18,3 bilhões previstos em lei. E publicar o edital em janeiro de 2027. As informações constam em uma apresentação feita por Colombo durante evento do setor. O desenho do modelo do leilão começou em 18 de maio, incluindo metodologia de precificação, preços de referência e análise de mercado. Já o decreto que regulamenta o marco legal do hidrogênio (leis 14.948 e 14.990) para viabilizar o edital da licitação está previsto para ser publicado ainda este mês. (Folha e MegaWhat) Caso o calendário se concretize, significa que o primeiro leilão ficará para o próximo mandato de Lula (PT), se ele for reeleito. Se não, caberá ao sucessor dar andamento ao certame aguardado pela indústria para tirar do papel seus planos de investimentos. Um levantamento de 2024 da Confederação Nacional da Indústria (CNI) mapeou mais de R$ 188,7 bilhões em potencial de investimentos na indústria de hidrogênio no Brasil. Naquele ano, o país aprovou o marco legal do setor, criando um sentimento de otimismo entre os stakeholders. Mas a demora em regulamentar as leis e lançar o primeiro leilão já reflete no adiamento de decisões finais de investimentos. “O marco regulatório do hidrogênio precisa sair do papel com regras claras de segurança, licenciamento, garantias de origem e critérios de rastreabilidade compatíveis com os principais mercados”, comentou a CEO da Associação Brasileira da Indústria do Hidrogênio Verde (Abihv), Fernanda Delgado, na abertura do mesmo evento.”
Fonte: Eixos; 17/06/2026
Internacional
Empresas
O impacto da guerra aciona mecanismos de energia renovável
“O diretor executivo de um dos principais grupos de energia renovável do mundo afirma que a guerra com o Irã reforçou a necessidade de energia limpa nacional, mas alerta que o impulso gerado pelo conflito pode não ser duradouro. O segundo choque nos mercados globais de energia em cinco anos foi um “lembrete útil da importância de termos energia verde, energia soberana, energia local e energia competitiva”, disse Xavier Barbaro, diretor executivo da Neoen. O grupo, agora pertencente à Brookfield, tem quase 20 anos de experiência na construção de parques solares e eólicos em todo o mundo, além das maiores baterias da França, Austrália e Finlândia e instalações menores no Japão. Mas Barbaro está menos certo sobre o quanto a mais recente crise energética irá impulsionar a expansão da energia verde, “porque vimos que [com a guerra] na Ucrânia, depois de um ou dois anos, digamos, o ímpeto já estava diminuindo um pouco”. “O melhor que podemos fazer é demonstrar que [as energias renováveis] são a fonte de energia mais barata, a mais rápida de implantar e a mais nacional em termos de conteúdo industrial, além de possibilitarem a construção de maior independência energética”, acrescentou. Por um lado, a crise energética levou alguns países a queimarem mais carvão, principalmente no nordeste e sudeste da Ásia, em vez de gás. A consultoria Rystad Energy prevê que a região Ásia-Pacífico queimará 150 milhões de toneladas adicionais de carvão até 2030. A região consumiu cerca de 7,26 bilhões de toneladas em 2025.”
Fonte: Financial Times; 17/06/2026
Frontier anuncia mais US$ 915 mi para créditos de carbono – com ajuda da Anthropic
“A Frontier, coalizão que reúne empresas como Google, Salesforce e H&M para comprar créditos de remoção de carbono em grande escala, anunciou um novo compromisso de US$ 915 milhões (R$ 4,6 bilhões) para acelerar as empresas do setor. O valor eleva o total já destinado pela coalizão a US$ 1,8 bilhão (R$ 9,1 bilhões) desde sua criação. A outra novidade é a chegada de um membro de peso para a coalizão: a empresa Anthropic, dona da inteligência artificial Claude, que recentemente anunciou uma rodada de investimento de US$ 65 bilhões (R$ 330 bilhões) e se prepara para uma oferta pública inicial de ações (IPO) nos Estados Unidos. No Brasil, duas empresas possuem contratos com a Frontier: a Terradot e a InPlanet, ambas de intemperismo acelerado de rochas (ERW, na sigla em inglês), uma categoria de remoção de carbono em quais rochas trituradas, como o basalto, são espalhadas em solos agrícolas para acelerar a captura de CO2 da atmosfera. Randy Spock, responsável pela remoção de carbono no Google, destacou que o suporte deve levar projetos de diferentes tecnologias à escala comercial plena.”
Fonte: Capital Reset; 17/06/2026
O risco de transição climática do boom de IA americano
“Crises financeiras frequentemente surgem não porque os riscos sejam invisíveis, mas porque os mercados os subestimam. O boom da inteligência artificial nos Estados Unidos pode estar criando esse tipo de situação. Não, como se tem advertido, em razão das avaliações anormalmente altas das empresas líderes do setor, mas porque uma parcela crescente dos investimentos associados à IA parece ignorar o chamado risco de transição climática. Popularizado por Mark Carney quando presidia o Banco da Inglaterra, o conceito de risco de transição climática descreve o impacto que mudanças não antecipadas em políticas públicas, regulação, tecnologia ou preferências de mercado associadas à descarbonização podem ter sobre o valor dos ativos afetados por essas mudanças. No início do século, os casos emblemáticos foram minerações de carvão e geradoras com usinas termelétricas a carvão afetadas pelo início das políticas climáticas ativas e precificação de carbono na Europa. Hoje, risco semelhante começa a emergir na infraestrutura que sustenta o crescimento do uso da inteligência artificial. Os investidores tendem a analisar os riscos da nascente indústria americana de IA como associados a liderança tecnológica, ganhos de produtividade e competição geopolítica. No entanto, um dos principais desafios é associado à infraestrutura energética necessária para fazê-la funcionar.”
Fonte: Capital Reset; 18/06/2026
Política
“O governo Trump anunciou na quarta-feira que pagará US$ 765 milhões à desenvolvedora de projetos de energia Invenergy para rescindir quatro contratos de arrendamento de energia eólica na costa de Nova York, Califórnia e Maine. O Departamento do Interior afirmou em um comunicado que a Invenergy usará esses fundos para desenvolver usinas de energia a gás natural em cinco estados do Meio-Oeste e projetos geotérmicos no oeste dos Estados Unidos. O acordo é o mais recente de vários anunciados pelo governo este ano como parte de um amplo esforço para interromper o desenvolvimento de projetos de energia eólica offshore nos EUA, que considera caros e ineficientes. O governo do presidente Donald Trump buscou aumentar a produção doméstica de combustíveis fósseis e descartou políticas que apoiam o desenvolvimento de energia limpa, o que foi criticado por democratas e defensores do setor. “Aplaudimos a Invenergy por reconhecer a importância da energia de base e investir em soluções energéticas que oferecem benefícios reais aos consumidores americanos”, disse o secretário do Interior, Doug Burgum, em um comunicado. Sete estados americanos processaram o governo no início deste mês por causa de um pagamento de quase US$ 800 milhões à TotalEnergies, da França, para cancelar um contrato de arrendamento de energia eólica offshore na costa de Nova York. Os estados alegaram que o governo não seguiu os processos administrativos adequados e fez uso indevido de um fundo governamental reservado para acordos judiciais, mesmo sem haver litígio entre as partes. Um porta-voz do Departamento do Interior disse que o acordo foi revisado pelo Departamento de Justiça e passou por todos os canais apropriados. A Invenergy não comentou sobre a legalidade do acordo.s.”
Fonte: Reuters; 16/06/2026
ONS estuda adotar esquemas de cortes automáticos de geração de usinas renováveis
“O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) vai estudar a adoção de cortes seletivos de geração de energia de usinas em situações que possam comprometer a estabilidade do sistema elétrico, nos moldes do que já ocorre pelo lado do consumo. O esquema funcionaria automaticamente, adicionando uma linha de defesa antes de um blecaute por excesso de consumo. Nos últimos anos, o aumento da geração renovável, especialmente de energia solar, tem causado sobras na produção de eletricidade em determinados momentos do dia, quando o consumo não é tão elevado. O sistema elétrico exige equilíbrio entre geração e consumo, o que significa que não pode haver excesso de energia frente ao consumo e vice-versa. Quando há mais energia do que carga ou mais demanda que geração, há um fenômeno chamado aumento de frequência, que desestabiliza a rede elétrica e pode causar danos a equipamentos elétricos. Para evitar esses incidentes, quando há aumento da frequência, a rede elétrica aciona sistemas de proteção e desligam o fornecimento de eletricidade. Segundo o diretor de planejamento do ONS, Alexandre Zucarato, o modelo em estudos, denominado Esquema Regional de Alívio de Geração (Erag) é semelhante ao adotado atualmente quando há risco de blecaute por problemas na geração. Atualmente, quando há uma falha em uma usina ou linha de transmissão que pode causar blecaute por acionamento dos sistemas de proteção, o ONS aciona o Esquema Regional de Alívio de Carga (Erac), no qual são realizados cortes seletivos de consumidores da rede até que o equilíbrio da rede elétrica seja restabelecido. No modelo proposto pelo ONS, o Erag envolveria as usinas renováveis que não estão conectadas nas linhas de transmissão, mas sim nas redes de distribuição, a chamada geração distribuída. O Erag, disse Zucarato, envolveria usinas renováveis de médio porte, conhecidas no setor como “tipo III” e usinas de minigeração remota, com potência até 5 megawatts (MW). As usinas instaladas em telhados solares, ou microgeração, centrais com até 75 kilowatts (kW), estariam de fora do Erag.”
Fonte: Valor Econômico; 17/06/2026
G7 tenta limitar dependência da China em terras raras
“Os países do G7 concordaram ontem que, até 2030, nenhum país poderá importar de nações de fora do bloco mais de 60% das terras raras usadas em suas indústrias, numa tentativa de reduzir a dependência da China. A meta se aplicará a terras raras e ímãs permanentes, disseram os líderes do G7 em um comunicado divulgado durante a cúpula em Évian, na França. Após 2030, eles buscarão reduzir ainda mais sua dependência, com o objetivo de limitar a exposição a 50% o mais rápido possível, segundo o comunicado. Para outros minerais críticos, os líderes prometeram definir metas específicas até o final do ano. Os líderes também discutiram planos para introduzir cotas em alguns setores industriais, o que pareceu ser uma demonstração da necessidade, em particular para os fabricantes de defesa, de reduzir sua dependência da China. Eles também se comprometeram a criar uma plataforma para combinar esforços no sentido de aumentar o fornecimento proveniente da reciclagem e de novos projetos de mineração. Um funcionário do G7, que pediu para não ser identificado por se tratar de conversas privadas, disse que o plano para minerais críticos foi um dos poucos assuntos em que os líderes conseguiram chegar a um consenso em uma reunião dominada por questões relativas ao acordo de paz entre os EUA e o Irã. Outro funcionário afirmou que todos os membros estavam alinhados quanto à necessidade de diversificar seus fornecedores de minerais críticos para que ficassem menos vulneráveis a interrupções.”
Fonte: Valor Econômico; 17/06/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
Ainda não tem conta na XP? Clique aqui e abra a sua!

