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CSN Mineração lança plano de eletrificação da frota de veículos na mina Casa de Pedra | Café com ESG, 26/07

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de segunda-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,4% e +0,3, respectivamente.

• Do lado das empresas, (i) a CSN Mineração lançou um plano de eletrificação de sua frota de veículos ligada às operações de transporte na mina Casa de Pedra, em Congonhas (MG), na corrida para reduzir emissões de carbono – atualmente, a companhia conta com uma frota de 64 veículos de grande porte, utilizados para trabalhos pesados de transporte dentro da área da mina, e mais de 200 veículos menores, responsáveis pelo carregamento de subprodutos e rejeitos; e (ii) as empresas europeias que recorrem ao carvão como alternativa ao gás russo têm sofrido um impacto em suas classificações ESG – apesar de uma crise de energia após as sanções à Rússia, os principais investidores europeus dizem que não vão relaxar seus princípios de investimento de atingir metas líquidas zero nas emissões de gases de efeito estufa até 2050 ou antes.

• Por fim, uma pesquisa realizada pela consultoria Bain & Company com mil executivos globais do setor de energia e recursos naturais mostrou que 88% deles disseram ser fundamental para suas organizações reduzir as emissões dos escopos 1 e 2 – os dirigentes pertencem aos quadros de 125 das principais organizações do setor, sendo 20 brasileiras, que foram alvo do levantamento e atuam nas áreas de óleo e gás, utilities e energias renováveis, mineração, agronegócio e químicos.

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Brasil

Empresas

CSN inicia plano para eletrificar veículos da mina Casa de Pedra

“Na corrida para reduzir emissões de carbono, a CSN Mineração lançou um plano de eletrificação de sua frota de veículos ligada às operações de transporte na mina Casa de Pedra, em Congonhas (MG). Por ora, está começando com dois protótipos de veículos elétricos, fabricados na China pela montadora gigante de equipamentos pesados Sany. Atualmente, a CSN Mineração – filhote do grupo CSN que abriu o capital no início do ano passado – conta com uma frota de 64 veículos de grande porte – que faz trabalhos pesados de transporte dentro da área da mina – e mais de 200 veículos menores, os quais fazem carregamentos de subprodutos e rejeitos (frota de apoio). Toda essa frota, explica Helena Guerra, diretora de Sustentabilidade da CSN, é movida por combustíveis fósseis, com uso na sua totalidade de óleo diesel. “Esses veículos são os grandes vilões da emissão em qualquer mineradora de grande porte”, diz ela.”

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2022

Siderúrgica é 1ª empresa no Brasil a vender crédito de remoção de carbono

“A subsidiária brasileira da siderúrgica Aperam, fruto do desmembramento da unidade de inox da ArcelorMittal, acaba de fechar a venda de crédito de remoção de carbono no País, dois meses após alcançar o balanço de carbono neutro em sua unidade de Timóteo, em Minas Gerais. A compradora dos créditos de remoção de carbono foi a canadense Invert Inc., especializada na remoção e compensação de emissões de gás de efeito estufa. A projeção do mercado é de que esse novo segmento do mercado de créditos de carbono movimente US$ 2 bilhões neste ano, devendo chegar em US$ 7 bilhões em seis anos. O valor da transação da Aperam, a primeira do tipo no Brasil, somou R$ 610 mil (US$ 112 mil), mas o potencial é de que o novo braço de negócio possa chegar a uma receita extra de R$ 40 milhões anuais à siderúrgica.”

Fonte: Estadão, 26/07/2022

Unigel dá início à construção de primeira fábrica de hidrogênio verde do país

“A Unigel, de produtos químicos, anunciou o início da construção da sua primeira fábrica de hidrogênio verde, no polo petroquímico de Camaçari (BA), e deve dar a largada produção no insumo, fundamental para a descarbonização de diversos setores, no Brasil.  Já foram anunciadas outras fábricas nos portos de Pecém, no Ceará; de Suape, em Pernambuco, e do Açu, no Rio de Janeiro, mas elas ainda estão no papel.  Com investimento previsto de US$ 120 milhões, a fábrica da Unigel vai começar a produzir em 2023. A capacidade de produção será de 10 mil toneladas anuais de hidrogênio verde, que serão convertidos em 60 mil toneladas de amônia verde.”

Fonte: Capital Reset, 22/07/2022

A economia a serviço de um mundo verde e sustentável

Vivemos a década decisiva para o cumprimento da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), plano global firmado em 2015 entre as principais nações do mundo visando a integrar as dimensões econômica, social e ambiental. É unânime entre todos os atores envolvidos nesse processo que as instituições financeiras de desenvolvimento têm um papel central na mobilização de recursos no combate às mudanças climáticas e na ampliação de ações visando atingir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) presentes na Agenda 2030. O papel dessas instituições não se restringe apenas ao suporte financeiro, mas também técnico, inclusive na estruturação de projetos sustentáveis. Nesse contexto, os bancos de desenvolvimento, agências de fomento e cooperativas de crédito são a ponte para a transição do modelo atual da economia para um novo paradigma, mais verde e sustentável.”

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2022

Lucro da quebrada: Favela Holding cresce nas asas da Cufa

“Celso Athayde subiu ao palco do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, sentindo-se um pouco deslocado. No local, circulavam Bill Gates e François Bonnici, da Fundação Schwab, que o elegeu um dos 15 empreendedores de impacto e inovação de 2022. Mesmo num espaço de reconhecimento, o empresário diz que ainda sentia uma distância entre ele e as figuras famosas da plateia. “Na favela ninguém fala ‘network’, ‘trade’ ou ‘share’. Esta é a linguagem do asfalto. Lá se fala favelês, se fala ‘vamos fazer nossos corres’. É um ambiente de escassez onde empreender não é uma opção, é uma forma de sobrevivência”, afirma.”

Fonte: Capital Reset, 26/07/2022

Internacional

Empresas

Schroders se une a órgão de conservação para investir em projetos de proteção da natureza

“A gestora de ativos Schroders se uniu a uma organização ambiental para criar uma casa de fundos com sede em Cingapura para investir em projetos que buscam deter e reverter a destruição da natureza devido às mudanças climáticas. Akaria Natural Capital, o empreendimento entre a Schroders e a organização sem fins lucrativos norte-americana Conservation International, investirá inicialmente em 15 a 20 projetos no Sudeste Asiático, disse a Schroders na segunda-feira.”

Fonte: Reuters, 22/07/2022

Setor de energia e recursos naturais prevê reduzir em 28% suas próprias emissões de CO²

“Vitrine do processo de transição energética, o setor de energia vê a própria descarbonização como prioridade máxima. Pesquisa realizada pela consultoria Bain & Company com 1 mil executivos globais do setor de energia e recursos naturais mostrou que 88% deles disseram ser fundamental para suas organizações reduzir as emissões dos escopos 1 (que envolve a própria operação da companhia) e 2 (com fontes de energia usadas, como elétrica). Os dirigentes pertencem aos quadros de 125 das principais organizações do setor, sendo 20 brasileiras, que foram alvo do levantamento e atuam nas áreas de óleo e gás, utilities (energia elétrica e saneamento) e energias renováveis, mineração, agronegócio e químicos.”

Fonte: Valor Econômico, 26/07/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Transição Energética & Metais Verdes: Explorando companhias bem posicionadas

Um quarto das empresas atinge a meta de 35% do Lloyd’s of London para líderes mulheres

“Um quarto das empresas que operam no Lloyd’s of London atingiu a meta do mercado de seguros comerciais de 35% dos líderes serem mulheres, embora o progresso na diversidade tenha sido “incremental”, disse o Lloyd’s em um relatório na segunda-feira. O Lloyd’s vem tentando melhorar a diversidade do mercado, que emprega cerca de 45.000 pessoas em seguradoras e corretoras sediadas no distrito financeiro da cidade de Londres.”

Fonte: Reuters, 22/07/2022

Retorno do carvão é uma ameaça às classificações ESG das empresas europeias

“As empresas europeias que recorrem ao carvão como alternativa ao gás russo enfrentam um impacto em suas classificações ambientais, sociais e de governança, deixando-as lutando para impressionar os investidores que ainda falam sobre sustentabilidade. Apesar de uma crise de energia após as sanções à Rússia, os principais investidores europeus dizem que não vão relaxar seus princípios de investimento de atingir metas líquidas de zero nas emissões de gases de efeito estufa até 2050 ou antes. Os investidores usam cada vez mais as classificações ESG, desenvolvidas por empresas como MSCI ou Sustainalytics, para julgar os méritos das empresas. A queima de carvão, que emite mais dióxido de carbono do que alternativas como petróleo e gás, dá às empresas uma marca negra.”

Fonte: Reuters, 26/07/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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