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Transição energética é uma “tendência irreversível”, diz presidente do BNDES | Café com ESG, 29/04

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território neutro, com o Ibov e o ISE em alta de +0,5% e +0,1%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o presidente do Banco BNDES, Gustavo Montezano, disse que o tema da transição energética, hoje, interfere em todas as áreas de atuação da instituição e que esse assunto é uma “tendência irreversível”, que deve ser encarada pelos setores público e privado brasileiros como “oportunidade”; e (ii) a partir de julho, o mercado financeiro terá que seguir regras mais duras se quiser usar o selo socioambiental e de governanças (ESG) ou de investimentos sustentáveis (IS) em seus fundos e ativos financeiros – que em princípio valerá para as categorias de ações e de renda fixa, para depois abarcar outras classes de ativos.

• No internacional, a dependência de combustíveis fósseis por parte da Alemanha revela os obstáculos que as montadoras enfrentam para transformar seu próprio consumo de energia ao mover o setor de transporte, responsável por cerca de 30% do consumo de energia alemão, para a eletromobilidade.

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Brasil

Empresas

Gestoras precisam se adaptar às novas normas ESG até julho

A onda de fundos de investimentos sustentáveis que ganhou força no Brasil nos últimos dois anos começa a entrar em novo grau de amadurecimento e rigor. A partir de julho, o mercado financeiro terá que seguir regras mais duras se quiser usar o selo socioambiental e de governanças (ESG, na sigla em inglês) ou de investimentos sustentáveis (IS) em seus fundos e ativos financeiros – que em princípio valerá para as categorias de ações e de renda fixa, para depois abarcar outras classes de ativos. A nova regulação, publicada em janeiro pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), deu prazo de seis meses para que os gestores de recursos se adaptem às normas. […] Já a XP começou a cobertura do tema, com equipe própria e área de research ESG, no final de 2020. A área cobre 140 companhias. Dessas, 97 possuem análise ESG dedicada. “É um numero que segue em evolução. Vamos adicionando novas companhias e passamos a cobrir mais empresas. Queremos chegar ao final do ano em 100% endereçado”, afirma Marcella Ungaretti, sócia e head de Research ESG da XP.”

Fonte: Valor Econômico, 29/04/2022

O plano por trás do ‘dream team’ que assume a Vibra Energia

As gestoras Dynamo, Verde e Bogari e o investidor Ronaldo Cezar Coelho conseguiram eleger ontem seu ‘dream team’ de conselheiros para ditar os rumos da Vibra Energia, agora uma ‘true corporation’ livre das amarras estatais. Liderada por Sergio Rial na posição de chairman, a chapa trouxe também Walter Schalka, CEO da Suzano, Nildemar Secches, ex-CEO da Perdigão, Fabio Schvartsman, ex-Vale e Klabin, e duas mulheres com grande conhecimento em sustentabilidade: Ana Toni, presidente do Instituto Clima e Sociedade (ICS), e Clarissa Lins, consultora em estratégia e sustentabilidade e ex-presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis. Completam as nove cadeiras três conselheiros do atual mandato que foram reconduzidos – Carlos Augusto Leone Piani, Mateus Affonso Bandeira e Pedro Santos Ripper.”

Fonte: Capital Reset, 29/04/2022

SEC processa Vale por manipulação e fraude em laudos de Brumadinho

A Securities and Exchange Commission (SEC), órgão regulador do mercado de capitais americano, entrou com um processo contra a Vale na Justiça dos Estados Unidos afirmando que a mineradora mentiu para os investidores sobre suas práticas de segurança de barragens. De 2016 até a tragédia de Brumadinho, em janeiro de 2019, a companhia manipulou auditorias técnicas de suas barragens,  forneceu relatórios fraudulentos sobre a estabilidade das estruturas e enganou governos, comunidades e investidores, diz a SEC em sua denúncia. A companhia “intencionalmente escondeu os riscos de colapso de uma de suas barragens mais antigas e perigosas”, afirma a acusação da SEC, em referência a Brumadinho.”

Fonte: Capital Reset, 28/04/2022

Agenda ESG precisa envolver fornecedor e franqueado

No segmento de franquias, a adoção de boas práticas ambientais, sociais e de governança – diretrizes de negócio aglutinadas na sigla ESG, em inglês – exige alinhamento estratégico e visão sistêmica. “Os franqueadores têm de levar em consideração os colaboradores, os franqueados, os consumidores e os fornecedores na hora de definir metas. É preciso engajar todos os elos da rede”, lembra Rodrigo Abreu, diretor da comissão de ESG da Associação Brasileira de Franchising (ABF). O primeiro passo, defende, é desmistificar o tema, traçando planos, mapeando iniciativas e divulgando ações que podem ser implementadas por empresas de qualquer porte.”

Fonte: Valor Econômico, 29/04/2022

Política

Transição energética é assunto transversal a todas as áreas do BNDES, diz Montezano

“O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Gustavo Montezano, disse que o tema da transição energética, hoje, interfere em todas as áreas de atuação da instituição e listou as iniciativas verdes de sua gestão, em evento organizado na manhã desta quinta-feira (28) pela empresa de energia Enel e a consultoria Deloitte. “O tema de transição energética, hoje no BNDES, não é mais departamental, é um tema de toda a instituição. Todo e qualquer departamento do BNDES em qualquer área de atividade, seja para rodovias, portos, estradas, exportações, indústria, agropecuária, toda a nossa agenda passa por transição energética, aprender de clima e mensurar os impactos dos nossos financiamentos e projetos”, disse Montezano. O presidente do BNDES voltou a dizer que a transição energética é “tendência irreversível” e deve ser encarada pelos setores público e privado brasileiros como “oportunidade”.”

Fonte: Valor Econômico, 28/04/2022

Ceará na vanguarda de solução limpa do hidrogênio verde

Mais da metade da energia produzida no Ceará vem de fontes renováveis, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Juntas, eólica e solar já representam quase 60% da matriz energética local, indicador que coloca o Estado em posição vantajosa para atrair projetos com foco na produção de hidrogênio verde. Obtido com uso de fontes limpas a partir do processo chamado eletrólise, que usa água no lugar de combustíveis fósseis como carvão e petróleo – sem, portanto, emitir gás carbônico na atmosfera –, o hidrogênio verde é apontado como uma das soluções mais promissoras para a descarbonização da economia por ser 100% sustentável. Em agosto de 2021, o governo cearense fez acordo com a Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec) e a Universidade Federal do Ceará (UFC) para a construção de um hub de hidrogênio verde no Complexo Industrial e Portuário do Pecém.”

Fonte: Valor Econômico, 29/04/2022

Internacional

Empresas

Montadoras alemãs que consomem muita gasolina enfrentam dificuldades para se tornarem verdes

À medida que a Alemanha acelera o investimento em energias renováveis, o consumo de energia de suas montadoras revela o quanto a indústria mais importante do país depende de combustíveis fósseis, mostra uma análise de dados ambientais da Reuters. Sua dependência revela os obstáculos que as montadoras enfrentam para transformar seu próprio consumo de energia ao mover o setor de transporte, responsável por cerca de 30% do consumo de energia alemão, para a eletromobilidade. A invasão da Ucrânia pela Rússia e o aumento dos preços do gás aumentaram a urgência da indústria alemã, que consome outros 30% da energia do país, de se afastar dos combustíveis fósseis, com ferramentas como compensações de carbono e certificados de energia renovável não mais suficientes para atender às novas exigências. objetivo de independência energética. A Volkswagen dependia de fontes de energia não renováveis ​​para cerca de 80% de suas necessidades, enquanto para a BMW o número era superior a 60%, segundo dados do Carbon Disclosure Project (CDP) de 2021, com base em 2020 dados fornecidos pelas empresas.”

Fonte: Reuters, 29/04/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia

Regulação

Reguladores globais pedem verificações externas de dados climáticos bancários

“Os reguladores podem forçar bancos e outras empresas financeiras a contratar auditores externos para verificar a precisão de seus dados climáticos, disse o Conselho de Estabilidade Financeira em um relatório na sexta-feira. As empresas financeiras estão sendo obrigadas a explicar como as mudanças climáticas estão afetando seus negócios como parte dos esforços do governo para atingir as metas de economia líquida zero nas próximas décadas. As verificações dos dados, no entanto, são voluntárias e irregulares, aumentando o risco de “lavagem verde” ou alegações exageradas de proteção ao clima para atrair investidores. “Quando apropriado dentro das estruturas legais e regulatórias das jurisdições, as autoridades supervisoras e regulatórias devem considerar a necessidade de verificação de terceiros para fortalecer a confiabilidade dos dados relacionados ao clima”, disse o FSB em um relatório.”

Fonte: Reuters, 29/04/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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