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Brasil pode responder pela maior geração de créditos de carbono, diz McKinsey | Café com ESG, 30/05

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de sexta-feira em território neutro, com o Ibov e o ISE em leve alta de +0,04% e +0,1%, respectivamente. Na semana, o ISE avançou +3,0%, enquanto o Ibov fechou em alta de +3,2%.

• No Brasil, (i) segundo relatório da consultoria McKinsey, até 2030, a demanda por créditos voluntários no país pode atingir de US$ 1,4 bilhão a US$ 2,3 bilhões – o Brasil poderia responder por 15% do potencial total da oferta de soluções baseadas na natureza, percentual que supera de longe as possibilidades de países como Estados Unidos (3%), China (2%) e Rússia (2%); e (ii) com fabricantes de bens de capital, empresas de energia e indústrias de diversos setores negociando projetos de maior porte, o mercado vê os primeiros empreendimentos de hidrogênio verde de pequeno porte saírem do papel.

• No internacional, os ministros de Energia do G7 pediram à Opep que aumente a produção de petróleo, já que a guerra da Rússia na Ucrânia eleva os preços da commodity para seus níveis mais altos em uma década – a convocação consta do comunicado final de uma reunião dos ministros de Energia e Meio Ambiente do G7 na Alemanha, que detém a presidência rotativa do grupo de economias industriais avançadas.

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Brasil

Empresas

Brasil pode liderar mercado voluntário de crédito de carbono

“Em um momento que o Brasil discute a criação de um mercado regulado de carbono, o mercado de carbono voluntário, que já está rodando, aparece como uma alternativa atrativa para companhias que buscam reduzir as emissões de gases do efeito estufa antes que a legislação as obrigue a fazê-lo. Segundo relatório da consultoria McKinsey, publicado com exclusividade pelo Prática ESG, até 2030, a demanda por créditos voluntários no Brasil pode atingir de US$ 1,4 bilhão a US$ 2,3 bilhões. Hoje, o país emite menos de 1% desse potencial estimado. Projetos de reflorestamento, de agricultura e de combate ao desperdício de energia, hoje com valores de toneladas de carbono muito baixos, poderiam alavancar a geração de créditos. A McKinsey avalia que as previsões dependem que a temperatura do planeta aumente em, no máximo, 1,5º C neste século. Neste cenário, o Brasil poderia responder por 15% do potencial total da oferta de soluções baseadas na natureza, percentual que supera de longe as possibilidades de países como Estados Unidos (3%), China (2%) e Rússia (2%).”

Fonte: Valor Econômico, 30/05/2022

Clique aqui para acessar o nosso relatório | “Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise

Velocidade de adoção depende da ampliação do mercado de carbono

“Com fabricantes de bens de capital, empresas de energia e indústrias de diversos setores negociando projetos de maior porte, o mercado vê os primeiros empreendimentos de hidrogênio verde de pequeno porte saírem do papel. Um dos que deverão iniciar operação até o fim do ano está sendo colocado de pé no Ceará, mais especificamente no porto de Pecém (CE). Um dos acionistas do terminal é o porto de Roterdã, na Holanda, o maior da Europa e considerado pela União Europeia como hub estratégico do hidrogênio verde. A EDP trabalha para concluir até dezembro seu primeiro investimento no Brasil em hidrogênio verde. Só em pesquisa e desenvolvimento serão investidos R$ 41,9 milhões na planta no porto de Pecém, que contempla uma usina solar com capacidade de 3 MW e um módulo eletrolisador para produção do combustível a partir de energia renovável. Isso permitirá a substituição de motores auxiliares que consomem óleos pesados. O projeto deve responder por menos de 10% do consumo total da unidade. “Mas ele capacita nosso pessoal em um nicho promissor.””

Fonte: Valor Econômico, 30/05/2022

Decreto que regula créditos de carbono divide opiniões

“O decreto que visa à criação de um mercado regulado de crédito de carbono, publicado no último dia 19 de maio, causou reações divergentes no mercado. Apesar de ter recebido críticas de especialistas, que o consideram inconsistente e pouco objetivo, ele é também visto como um primeiro passo na precificação de carbono pelo governo federal. Parte da discordância veio do fato de as metas setoriais e o comércio dos créditos serem instituídos por decreto (11.075), o que resulta em falta de segurança e estabilidade jurídica. Do ponto de vista técnico, o decreto tem singularidades se comparado a outras experiências internacionais. “Como fazer um projeto de crédito de carbono com uma linha de base setorial, tal como prevê o decreto? Esse é um desafio técnico que trará uma discussão longa e com muito desgaste político”, afirma Ronaldo Seroa da Motta, professor de Economia da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) e especialista no tema.”

Fonte: Valor Econômico, 30/05/2022

Crédito inovador eleva renda com cacau na Bahia 

“Ailana Reis, 37, casada e com dois filhos, mora há 11 anos no assentamento Nova Vitória na zona rural de Ilhéus (BA), uma agrovila com 36 residências que se sustenta com o cultivo de banana, hortaliças e, principalmente, da cabruca, como é conhecido o método de plantar cacau à sombra de um pedaço preservado da Mata Atlântica. “Há algum tempo separamos uma área de cabruca para recuperar e torná-la produtiva, mas não conseguíamos recurso”, afirma ela. Assentados dessa região do sul da Bahia têm enorme dificuldade para obter financiamento. Para alguns, faltam documentos essenciais. Outros pequenos agricultores acumulam dívidas de safras passadas ou são analfabetos funcionais.”

Fonte: Capital Reset, 30/05/2022

Internacional

Empresas

Elon Musk, ESG e o ‘Diabo Encarnado’

“Quem se espantou quando Elon Musk, o homem mais rico do mundo e cofundador da Tesla e SpaceX, disse no Twitter que “ESG é uma fraude” para 90 milhões de seguidores, deixou passar despercebido que, um mês antes, ele já tinha classificado o ESG como o “Devil Incarnate” (Diabo Encarnado). Embora engajado em projetos inovadores e tecnológicos, Musk vem fazendo “odes” ao ESG, no sentido modernista do termo, a de evidenciar desencantos e críticas. O ataque de Musk ao ESG ganhou um tom mais alto quando a Tesla foi excluída do índice ESG da Standard & Poor’s (S&P 500). A agência de rating justificou a saída da Tesla por possíveis falhas nas práticas Environmental, Social and Governance (ambiental, social e governança, o ESG). Assim, as alegações de assédio e discriminação racial na fábrica da Tesla em Vermont (Califórnia, EUA) comprometeram o pilar “S” (social); a decisão de testar o piloto automático da marca, resultando em acidentes, afetou o pilar “G” (governança) e a falta de estratégia de baixo carbono da empresa não cumpriu os preceitos do pilar “E” (ambiental).”

Fonte: Valor Econômico, 30/03/2022

Bilionário da tecnologia vence luta ativista contra o maior poluidor da Austrália

“A AGL Energy abandonou um plano para desmembrar suas usinas a carvão e seu presidente-executivo e presidente renunciou depois que o bilionário da tecnologia e ativista climático Mike Cannon-Brookes comprou ações da empresa em um esforço para bloquear a reestruturação. A empresa australiana disse na segunda-feira que acredita que a tentativa de Cannon-Brookes de persuadir acionistas com pelo menos 25 por cento do poder de voto a se opor à cisão em uma votação no próximo mês foi bem-sucedida, deixando o plano inviável. O presidente da AGL, Peter Botten, e o executivo-chefe, Graeme Hunt, deixarão o grupo assim que os substitutos forem encontrados. Dois outros membros do conselho também renunciarão. A empresa disse que reavaliaria sua estratégia e convidou terceiros para licitações. A decisão de abandonar a cisão segue uma batalha corporativa de três meses que começou quando a Cannon-Brookes e o grupo de investimentos canadense Brookfield Asset Management se ofereceram para comprar a AGL por 5,43 bilhões de dólares australianos (US$ 3,9 bilhões) e torná-la privada.”

Fonte: Financial Times, 29/03/2022

HSBC sente o calor depois que banqueiro sênior minimiza o risco climático

“O HSBC está enfrentando questionamentos de clientes sobre seu compromisso de combater as mudanças climáticas depois que um banqueiro sênior minimizou os riscos, disseram fontes à Reuters, com pelo menos um grande investidor institucional reconsiderando se deve empregar o banco para uma função de sustentabilidade, de acordo com uma das pessoas. O investidor, que administra mais de US$ 100 bilhões, planeja buscar opiniões de consultores sobre se o HSBC Asset Management deve ajudar a administrar seus fundos de sustentabilidade após os comentários controversos, disse a pessoa com conhecimento direto do assunto. Funcionários dentro do banco também buscaram garantias sobre suas políticas em meio a preocupações sobre como o HSBC será percebido pelos clientes, disseram duas outras fontes. As fontes não quiseram ser identificadas porque não estavam autorizadas a falar com a mídia. Um porta-voz do HSBC se recusou a comentar.”

Fonte: Reuters, 27/05/2022

Política

G7 pede que a Opep aumente produção para resfriar mercado de petróleo

“Os ministros de Energia do G7 pediram ao grupo Opep de países produtores de petróleo que bombeie mais petróleo, já que a guerra da Rússia na Ucrânia empurra os preços do petróleo para seus níveis mais altos em uma década. A convocação consta do comunicado final de uma reunião dos ministros de energia e meio ambiente do G7 na Alemanha, que detém a presidência rotativa do grupo de economias industriais avançadas. Os ministros observaram que a guerra provocou um aumento nos preços do petróleo, gás e carvão, alimentando um aumento na inflação que estava colocando uma enorme pressão nas famílias de baixa renda, bem como nas empresas e na indústria. “Pedimos aos países produtores de petróleo e gás que ajam de maneira responsável e respondam ao aperto dos mercados internacionais, observando que a Opep tem um papel fundamental a desempenhar”, disseram os ministros. Eles também disseram que era uma questão de “urgência especial” para a UE diminuir sua dependência do gás natural russo e enfatizaram o importante papel que o aumento do fornecimento de gás natural liquefeito (GNL) poderia desempenhar “para mitigar possíveis interrupções no fornecimento de gasodutos. gás, especialmente para os mercados europeus”.”

Fonte: Financial Times, 27/05/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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