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União Europeia lança primeira cota para mulheres em conselhos corporativos | Café com ESG, 08/06

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de terça-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,1% e -1,1%, respectivamente.

• No Brasil, o presidente do Instituto de Auditoria Independente do Brasil (Ibracon) disse que uma padronização no conjunto de normas relacionados a aferição e divulgação de dados ambientais, sociais e de governança deve acontecer daqui dois a três anos – o Ibracon tem trabalhado para entender o que e como divulgar informações ESG de acordo com critérios de relevância e materialidade dos números não financeiros.

• No internacional, (i) a União Europeia divulgou ontem a primeira cota do bloco para mulheres em conselhos corporativos, em uma tentativa de aumentar a representatividade e melhorar a igualdade de gênero no bloco – a lei obriga as empresas listadas em todos os 27 países membros da UE a ter mulheres ocupando pelo menos 40% dos assentos não executivos do conselho, ou 33% dos cargos executivos e não executivos combinados até meados de 2026; e (ii) a Lululemon Athletica Inc e o H&M Group vão participar do financiamento de um fundo de US$ 250 milhões com o objetivo de acelerar os esforços para reduzir as emissões de carbono na cadeia de suprimentos da indústria da moda.

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Brasil

Empresas

Padronização de normas de ESG em contabilidade deve acontecer em 2 a 3 anos, diz Ibracon

“Uma padronização no conjunto de normas relacionados a aferição e divulgação de dados ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) deve acontecer daqui dois a três anos, afirma Valdir Coscodai, presidente do Instituto de Auditoria Independente do Brasil (Ibracon) durante Live do Valor. O trabalho atual, diz ele, é saber o quê e como divulgar tais informações de acordo com critérios de relevância e materialidade dos números não financeiros. Para isso, o Ibracon tem grupos de estudo que conversam com entidades internacionais que lidam sobre o tema, como o International Sustainability Standards Board (ISSB).”

Fonte: Valor Econômico, 07/06/2022

Fazenda paulista de soja retém 82 toneladas de carbono por hectare

“Com o objetivo de fomentar a produção sustentável, o Projeto PRO Carbono busca unir produtores e empresas do setor para ampliar a agricultura neutra, reduzindo emissões de gases de efeito estufa. O programa iniciou em 2021 e, agora, passa por uma nova fase de testes. A produtora Maira Lelis, que cultiva soja na Fazenda Santa Helena, em Guaíra, interior de São Paulo, foi uma das primeiras 50 agricultoras a participar da iniciativa no Brasil e conta como as práticas ambientais foram iniciadas na fazenda de sua família. “Quando o plantio direto chegou em Guaíra, meu avô dizia que não daria certo, mas hoje isso é uma realidade que tem crescido em nossa propriedade”.”

Fonte: Canal Rural, 06/06/2022

Vale: Schvartsman e mais 15 voltam a ser réus em ação penal de Brumadinho 

“O ex-CEO da Vale Fábio Schvartsman e mais 15 pessoas voltaram a ser réus em ação penal pelo rompimento da barragem da mineradora em Brumadinho, em janeiro de 2019, que matou 270 pessoas. Atendendo a um recurso do Ministério Público de Minas Gerais, o ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachi restabeleceu ontem a competência da Justiça de Minas Gerais para julgar o caso. Na prática, o ministro anula acórdão do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) de outubro do ano passado, que havia retirado a competência da Justiça mineira, determinando que o caso deveria ser julgado na esfera federal. Com isso, onze ex-funcionários da Vale – incluindo Schvartsman – e mais cinco funcionários da empresa Tüv Süd, responsável por atestar a estabilidade da barragem, serão julgados pela denúncia de homicídio qualificado por 270 vezes (um para cada pessoa morta no acidente), além de crimes contra fauna.”

Fonte: Capital Reset, 07/06/2022

Opinião

Como evitar o greenwashing e gerar uma estratégia de valor ESG no agronegócio?

“Hoje o principal desafio de execução de Agenda ESG nas companhias é entender os critérios e como os aplicar, isso porque existem múltiplos formatos de implementação e indicadores (GRI, SASB, PRI, World Economic Forum, etc.), o que gera uma grande complexidade na análise e, principalmente, na gestão dos interesses dos stakeholders e de adequação da cadeia de fornecimento. Por conta dessa dificuldade conceitual e procedimental inicial, ainda que os interesses sejam proativos no sentido de incorporar o ESG à estratégia de negócio, é preciso cautela para que as ações ambientais, sociais e de governança sejam de fato uma agenda de transformação e de impacto positivo para a empresa, seus stakeholders e a sociedade, do contrário essas ações mal executadas podem ser consideradas greenwashing.”

Fonte: Valor Econômico, 07/06/2022

Internacional

Empresas

H&M e Lululemon apóiam US$ 250 milhões no Fashion Climate Fund para descarbonizar a cadeia de suprimentos

“A Lululemon Athletica Inc e o H&M Group estão entre os financiadores de um fundo de US$ 250 milhões com o objetivo de acelerar os esforços para reduzir as emissões de carbono na cadeia de suprimentos da indústria da moda, disse o grupo sem fins lucrativos Apparel Impact Institute nesta quarta-feira. Reunindo marcas de roupas, doadores filantrópicos e outras partes interessadas do setor, o Fashion Climate Fund do instituto também espera desbloquear mais US$ 2 bilhões em financiamento assim que soluções eficazes forem encontradas e ampliadas. Outros patrocinadores iniciais incluem a H&M Foundation e a Schmidt Family Foundation. Espera-se que mais sejam anunciados nos próximos meses, com o fundo esperando arrecadar US$ 10 milhões de cada um.”

Fonte: Reuters, 08/06/2022

Captura direta do ar: nova tecnologia promete ajudar a atingir neutralidade de carbono

“Cortar as emissões não é suficiente. Estabilizar o clima também requer a remoção de carbono do ar, alertou recentemente a ONU. Por enquanto, a tecnologia é muito limitada e cara. Mas algumas das maiores empresas do mundo querem acelerar o desenvolvimento. Em abril, Stripe, Alphabet, Shopify, Meta e McKinsey se comprometeram a gastar quase US$ 1 bilhão (R$ 4,79 bilhões) fazendo exatamente isso nos próximos nove anos. Seu compromisso antecipado com o mercado visa a promover tecnologias inovadoras, garantindo a demanda futura por elas. O dinheiro será gasto em projetos de captura direta de ar (DAC, na sigla em inglês), que têm potencial para serem de baixo custo —menos de US$ 100 (R$ 479) por tonelada— e alto volume no futuro.”

Fonte: Folha de São Paulo, 07/06/2022

Shell atrai texanos com energia verde de novo negócio de varejo nos EUA

“A Shell lançou um novo negócio de energia verde para residências em todo o Texas nesta terça-feira, com o objetivo de atrair clientes com planos que incluem carregamento gratuito para veículos elétricos fora do horário de pico e crédito para excesso de energia solar que os proprietários exportam para a rede. A nova marca de varejo dos EUA chamada Shell Energy Solutions se baseia na aquisição da MP2 Energy pela Shell em 2017, uma varejista de energia comercial e residencial com cerca de 33.000 clientes.”

Fonte: Reuters, 07/06/2022

“Carbono azul”: como o mar pode ajudar a reduzir o efeito de estufa

“O “Gulbenkian Carbono Azul” é um projeto que vai mapear todos os ecossistemas marinhos e costeiros em Portugal com potencial para retirar dióxido de carbono da atmosfera em quantidades superiores às das florestas. Anunciado no Dia Mundial do Oceano, 8 de junho, este projeto pioneiro pretende envolver empresas e outros agentes económicos interessados em reduzir a sua pegada carbónica. A Fundação Calouste Gulbenkian define “Carbono Azul” como “o termo utilizado para designar o carbono capturado e armazenado pelos ecossistemas marinhos e costeiros.” Ou seja, refere-se à quantidade de dióxido de carbono removido da atmosfera por estes ecossistemas e que promovem a redução do impacto dos gases de efeito de estufa (GEE) na atmosfera.”

Fonte: Jornal de Notícias, 08/06/2022

Críticos miram no mercado de compensação de carbono do “oeste selvagem”

“As compensações de carbono – como produto financeiro – rapidamente se transformaram em um mercado de US$ 1 bilhão, adotado por muitas empresas. Mas, ao mesmo tempo, bancos e reguladores vêm expressando crescente preocupação com a integridade das compensações como commodity. À medida que os conselhos corporativos corriam para anunciar suas metas líquidas de emissão zero de carbono, as compensações de carbono, ou “créditos”, saíram da relativa obscuridade para se tornar uma ferramenta amplamente usada e barata para permitir que os sucessos fossem reivindicados. Normalmente, as compensações de carbono – na forma de projetos que reduzem as emissões, como árvores recém-plantadas – são compradas e depois ‘aposentadas’ em um registro independente, para que ninguém mais possa reivindicar a redução de carbono deles. Eles vêm em duas variedades: regulamentados e não regulamentados.”

Fonte: Financial Times, 08/06/2022

Política

UE estabelece cotas para mulheres até meados de 2026, dizem legisladores

“Os negociadores da União Europeia concordaram na terça-feira com a primeira cota do bloco para mulheres em conselhos corporativos, disseram parlamentares, uma tentativa de aumentar a representação e melhorar a igualdade de gênero no bloco de 450 milhões de pessoas. A lei obriga as empresas listadas em todos os 27 países membros da UE a ter mulheres ocupando pelo menos 40% dos assentos não executivos do conselho, ou 33% dos cargos executivos e não executivos combinados até meados de 2026.”

Fonte: Reuters, 07/06/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
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  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
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  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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