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Engie vende sua última usina termelétrica, saindo do negócio de carvão no país | Café com ESG, 16/09

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de quinta-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,5% e -1,0%, respectivamente.

• No Brasil, (i) no caminho de pavimentar o processo de descarbonização do seu portfólio de geração de energia, a Engie Brasil Energia vendeu sua última usina, a termelétrica Pampa Sul, por R$ 2,2 bilhões, e saiu do carvão no país – o diretor-presidente da empresa, Eduardo Sattamini, diz que o objetivo é que o capital seja aplicado em aumento de capacidade eólica e solar e transmissão de energia; e (ii) no Brazil Climate Summit, evento que acontece em NY, Bruce Usher, professor na Columbia Business School, afirmou que o Brasil enfrenta um duplo desafio regulatório para aproveitar seu potencial de negócios sustentáveis – para ele, os créditos de carbono são o mecanismo óbvio para a monetarização de soluções econômicas baseadas na natureza, mas não só, afirmando que “hoje e talvez por muito tempo no futuro esses mercados estarão bem desconectados e não bem regulados”.

• No internacional, uma análise do S&P Global publicada ontem mostrou que se o mundo continuar no mesmo caminho que está agora e não controlar as emissões prejudiciais ao clima, 98% das maiores empresas (classificadas como as do índice S&P Global 1200) poderão estar altamente expostas até a década de 2090 – no entanto, se a meta do Acordo Climático de Paris de limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius for alcançada, a participação de grandes empresas com ativos de alto risco físico poderá ser reduzida para 39% nesse período.

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Brasil

Empresas

Engie vende termelétrica e sai de carvão no Brasil

“No caminho de pavimentar o processo de descarbonização do seu portfólio de geração de energia, a Engie Brasil Energia vendeu sua última usina, a termelétrica Pampa Sul, por R$ 2,2 bilhões, e saiu do carvão no país. Negócio foi fechado com os fundos de investimento em participações Grafito e Perfin Space X, geridos pelas empresas Starboard e Perfin. Desde 2016, com a decisão de sair de combustíveis fósseis, a empresa se desfez de quatro térmicas. Localizada em Candiota (RS), a térmica de 345 megawatts (MW) pode gerar energia suficiente para atender cerca de 1,3 milhão de pessoas. O diretor-presidente da empresa, Eduardo Sattamini, diz que o objetivo é que o capital seja aplicado em aumento de capacidade eólica e solar e transmissão de energia.”

Fonte: Valor Econômico, 16/09/2022

Mercado de carbono sem coesão cria ‘grande potencial de abuso’ e é desafio ao Brasil, diz professor de Columbia

“O Brasil enfrenta um duplo desafio regulatório para aproveitar seu potencial de negócios sustentáveis, na avaliação de Bruce Usher, professor na Columbia Business School. Créditos de carbono são o mecanismo óbvio para a monetarização de soluções econômicas baseadas na natureza, na região amazônica, mas não só, segundo Usher. “Não temos um mercado global de carbono”, disse o professor durante o Brazil Climate Summit, evento que acontece em Nova York e reúne alunos e exalunos da Columbia University, pesquisadores, investidores, ambientalistas e empreendedores. “Temos algumas dezenas ou centenas de pequenos mercados, quase todos voluntários. Isso cria um grande potencial de abuso no sistema”, afirmou. O Acordo de Paris prevê a estruturação de um mercado de carbono coeso, lembrou Usher. “Mas hoje e talvez por muito tempo no futuro esses mercados estarão bem desconectados e não bem regulados”, afirmou.”

Fonte: Valor Econômico, 15/09/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema

Solo pobre em fósforo na Amazônia pode limitar a absorção de carbono

“O solo com baixo teor de fósforo limita a capacidade da Amazônia de absorver mais gás carbônico atmosférico (CO2), um dos responsáveis pelo aquecimento global. A conclusão consta de estudo publicado na revista Nature. Conduzida pela cientista Hellen Fernanda Viana Cunha, doutoranda no Inpa (Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia), a pesquisa, que saiu no dia 10 do mês passado, mostrou que a baixa disponibilidade do fósforo, característica natural de 60% dos solos amazônicos, pode limitar a captação de gases do efeito estufa. Nos últimos anos, cientistas observaram que a Amazônia passou a ser fonte de carbono para atmosfera, considerando o saldo entre emissão e absorção do CO2 —ou seja, a floresta mais emite do que absorve. As causas são o aumento das queimadas, que liberam carbono diretamente na atmosfera, e desmatamento, segundo o climatologista Carlos Nobre, do Instituto de Estudos Avançados da USP (Universidade de São Paulo).”

Fonte: Folha de São Paulo, 15/09/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo

Internacional

Empresas

Ativos de grandes empresas sob risco crescente de impacto climático – S&P Global

“Mais de 90% das maiores empresas do mundo terão pelo menos um ativo altamente exposto aos impactos físicos das mudanças climáticas até a década de 2050, mostraram dados e análises do provedor de índices e classificações S&P Global na quinta-feira. De ondas de calor a inundações, eventos climáticos extremos estão causando cada vez mais agitação em todo o mundo, levando empresas e investidores a buscar entender e medir melhor os riscos para seus ativos. Se o mundo continuar no mesmo caminho que está agora e não controlar as emissões prejudiciais ao clima, 98% das maiores empresas – classificadas como as do índice S&P Global 1200 – poderão estar altamente expostas até a década de 2090, acrescentou. No entanto, se a meta do Acordo Climático de Paris de limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius for alcançada, a participação de grandes empresas com ativos de alto risco físico poderá ser reduzida para 39% nesse período.”

Fonte: Reuters, 15/09/2022

Problemas em reatores nucleares vão custar 29 bilhões de euros à EDF, diz França

“A EDF, empresa de energia controlada pelo governo da França, disse que uma série de problemas em seus reatores nucleares devem causar um prejuízo de 29 bilhões de euros neste ano, um sinal preocupante para um dos produtores de eletricidade mais importantes da Europa no momento em que o continente enfrenta um corte no fornecimento de gás da Rússia. A empresa de energia desligou 12 de seus 56 reatores nucleares por causa de corrosão nos tubos que resfriam os núcleos dos reatores. Maior operadora de usinas nucleares do mundo, a EDF está trabalhando para substituir as tubulações e reiniciar as operações neste inverno, quando o fornecimento de energia da Europa deve ser ainda mais afetado devido à decisão de Moscou de cortar as entregas de gás ao continente. “

Fonte: Valor Econômico, 15/09/2022

Política

Suíça pode atingir meta de CO2 com estudo de pacote de US$ 156 bilhões

“A Suíça pode atingir a meta de reduzir pela metade as emissões de carbono até 2030 por meio de um pacote de medidas que custaria cerca de 150 bilhões de francos suíços (US$ 156 bilhões), ou cerca de 2-3% da produção econômica por ano, sugeriu um estudo divulgado na sexta-feira. O relatório do Boston Consulting Group e da aliança Sustainable Switzerland propuseram medidas para ajudar o transporte, edifícios, indústria e agricultura – que juntos respondem por 90% das emissões domésticas de CO2 – a reduzir a produção de carbono. Isso inclui um impulso para veículos elétricos, aquecimento de casas com energia mais verde, descarbonização de processos de aquecimento industrial e uso de aditivos orgânicos como algas para reduzir as emissões de metano do gado. O estudo disse que a atual abordagem da Suíça não era ambiciosa o suficiente e se baseava excessivamente no corte de emissões no exterior. Tinha um interesse especial em agir, já que as temperaturas estavam subindo quase o dobro da média global e as geleiras estavam derretendo rapidamente.”

Fonte: Reuters, 16/09/2022

‘Os negócios têm que pensar em restaurar e reparar”, diz negociador ambiental da ONU

“Em 2019, na última semana do Clima de Nova York antes da pandemia, o executivo Paul Polman dizia que não agir em relação à mudança do clima iria aumentar a pobreza no mundo e criar mais da insatisfação que alimenta o nacionalismo. Polman acaba de lançar o livro “Impacto Positivo”, […] em que defende um tipo diferente de liderança empresarial (“Em que a coragem represente parte importante”), e diz que “podemos estar sentados em cima da maior oportunidade de negócios de todos os tempos”. A mentalidade das empresas, contudo, têm que mudar: “Os negócios têm que pensar em restaurar e reparar”.”

Fonte: Valor Econômico, 15/09/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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