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Climate Investment Funds anuncia aporte de US$70mn para projeto de renováveis no Brasil | Café com ESG, 27/06

Climate Investment Funds (CIF) vai investir em gestão de rede e estocagem; Normas para divulgações ESG avançam

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de segunda-feira em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,6% e -1,4%, respectivamente.

• No Brasil, o Climate Investment Funds (CIF), um dos maiores fundos multilaterais do mundo para ações climáticas em países em desenvolvimento, com carteira de US$ 11 bilhões, anunciará nesta semana o aporte de US$ 70 milhões para um projeto de integração de energias renováveis no Brasil – serão investidos em gestão de rede e estocagem, para tornar constante o fluxo constante de energia solar ao sistema elétrico nacional.

• No internacional, (i) o investimento em padrões ESG superou um marco na segunda-feira, com o anúncio do primeiro conjunto de normas globais para que empresas em todas as jurisdições divulguem informações uniformes sobre clima e sustentabilidade – o conjunto de regras voluntário, publicado pelo Conselho Internacional de Padrões de Sustentabilidade (ISSB), tem como objetivo reformular as normas ESG na mesma linha que as Normas Internacionais de Relatório Financeiro há duas décadas, incluindo também as informações das demonstrações financeiras; e (ii) uma das maiores produtoras de turbinas eólicas do mundo, a Siemens Energy, perdeu mais de um terço de seu valor de mercado desde sexta-feira, após anunciar que vai levar anos e gastar um montante “significativamente maior que o previsto” para solucionar defeitos nos seus equipamentos – de acordo com a companhia, as falhas atingem entre 15% e 30% dos equipamentos já instalados e podem levar a custos extras de mais de €1 bilhão para serem resolvidas.

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Brasil

Empresas

Projetos de captura e armazenamento de carbono começam a ganhar corpo no Brasil

“Para manter o aumento da temperatura global em 1,5ºC até o fim do século, a humanidade vai precisar remover gás carbônico da atmosfera, segundo o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, na sigla em inglês) da ONU.  Parte dessa remoção pode vir de fontes naturais — por meio, por exemplo, do reflorestamento —, mas cada vez mais as empresas apostam também em técnicas industriais que retirem CO2 do ar e o armazenem abaixo do solo. O assunto está começando a ganhar corpo no Brasil, com algumas iniciativas pontuais e um projeto de lei tramitando no Senado para regular a atividade no Brasil. Quem encabeça a discussão é a Petrobras. A estatal, assim como outras petroleiras mundo afora, já captura o CO2 emitido durante a produção de petróleo e o reinjeta nos poços — nesse caso, para aumentar a produção de petróleo. Agora, a estatal estuda lançar um serviço de captura e armazenamento definitivo (o chamado CCS, na sigla em inglês) para outras empresas. O hub piloto deve ser instalado no terminal de Cabiúnas, no Rio de Janeiro, com capacidade de capturar 100 mil toneladas de CO2 (tCO2) por ano.”

Fonte: Capital Reset, 26/06/2023

ESG avança entre gestoras e relatório aponta quais as assets mais adiantadas no assunto

“Os anos de 2022 e de 2023 para a indústria de fundos de investimentos não têm sido dos melhores e as saídas de recursos ainda chamam atenção. No caso de fundos sustentáveis, nos primeiros meses de 2023, a saída foi de R$ 1,9 bilhão. Só em abril, os saques líquidos foram no valor de R$ 550 milhões, marcando o pior resultado do ano. Mas nem tudo está em terreno negativo nesse eixo da indústria, segundo relatório da equipe de análise da XP. A análise sobre como a agenda ESG está sendo incorporada aos fundos de investimento no Brasil mostra que cresceu o número de gestoras que aderiram ao Princípios para o Investimento Responsável (PRI). Em 2018 eram 42, enquanto no ano passado eram 125 ( 8% a mais do que em 2021). A equipe de analistas liderados por Marcella Ungaretti observa que “embora o Brasil ainda represente menos de 2% do total do mundo, o país conta com 211 fundos ESG (175 aberto para captação), com destaque para o forte ano de 2021, em que 81 novos fundos foram lançados, e a captação líquida atingiu o recorde de R$ 12,1 bilhões”. Mesmo num ritmo mais lento do que visto entre 2018 a 2020, a indústria teve 22 novos fundos abertos em 2022, e 4 em 2023 até agora. No cenário global, são mais de 5 mil fundos só na Europa, que concentra o maior número deles e puxa a demanda por esse tipo de investimentos, apesar do menor ritmo de captação líquida nos últimos dois anos, sustenta a equipe.”

Fonte: Valor Investe, 27/06/2023

Política

Fundo bilionário para ação climática promete US$ 70 milhões ao Brasil

“Em meio às cobranças que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem feito nas viagens internacionais por mais recursos dos países ricos para a preservação ambiental, o Climate Investment Funds (CIF), um dos maiores fundos multilaterais do mundo para ações climáticas em países em desenvolvimento, com carteira de US$ 11 bilhões, anunciará nesta semana o aporte de US$ 70 milhões para um projeto de integração de energias renováveis no Brasil. Esses recursos fazem parte de um programa lançado na COP26 (conferência climática da ONU realizada em 2021 em Glasgow), disse ao Valor a CEO dos CIFs, Mafalda Duarte. Serão investidos em gestão de rede e estocagem, para tornar constante o fluxo constante de energia solar ao sistema elétrico nacional. O conselho dos fundos está reunido na capital federal. Os CIFs apoiam dois projetos de energia solar no Brasil: um na Bahia e outro em Minas Gerais. Mas, avaliou Mafalda, esses estão muito aquém do potencial de geração dessa fonte no país. Em outra frente, os CIFs aprovaram aporte de US$ 40 milhões em ações de valorização de povos tradicionais em oito países. Ao Brasil serão destinados US$ 5 milhões.”

Fonte: Valor Econômico, 27/06/2023

Internacional

Empresas

Investidores ESG já contam com 1º marco global para divulgações

“O investimento em padrões ambientais, sociais e de governança superou um marco na segunda-feira, com o anúncio do primeiro conjunto de normas globais para que empresas em todas as jurisdições divulguem informações uniformes sobre clima e sustentabilidade. O conjunto de regras voluntário, publicado pelo Conselho Internacional de Padrões de Sustentabilidade (ISSB), tem como objetivo reformular as normas ESG em grande parte na mesma linha que as Normas Internacionais de Relatório Financeiro há duas décadas. O marco do ISSB também afetará as informações que as empresas incluem em suas demonstrações financeiras, para que reflitam melhor os riscos ambientais, sociais e de governança. A ausência até o momento de um marco global para relatórios ESG resultou em “um cenário muito confuso” para empresas e seus investidores, disse em entrevista Sue Lloyd, vice-presidente do ISSB. Com os novos padrões, “os investidores podem ter certeza de que, quando comparam empresas, o fazem de maneira semelhante ao tomar suas decisões de investimento. Os padrões, que compreendem marcos separados para relatórios climáticos e de sustentabilidade, são resultado de um esforço de anos. A sigla ESG foi cunhada em 2004 por uma equipe ligada às Nações Unidas. Nos anos que se seguiram, no entanto, os reguladores praticamente não atuaram e o rótulo foi associado a um número cada vez maior de produtos e atividades financeiras, transformando-se em um negócio de vários trilhões de dólares.”

Fonte: Valor Econômico, 26/06/2023

Siemens Energy perde mais de um terço de valor de mercado com problema em turbinas eólicas

“Uma das maiores produtoras de turbinas eólicas do mundo, a Siemens Energy perdeu mais de um terço de seu valor de mercado desde sexta-feira, após anunciar que vai levar anos e gastar um montante “significativamente maior que o previsto” para solucionar defeitos nos seus equipamentos. Os papéis da companhia despencaram 37% na sexta-feira e continuavam em queda, de cerca de 2%, na bolsa de Frankfurt nesta segunda-feira. De acordo com a companhia, as falhas atingem entre 15% e 30% dos equipamentos já instalados e podem levar a custos extras de mais de  € 1 bilhão para serem resolvidas. “Estamos também revisando hipóteses críticas para o atual plano de negócios dado que as melhorias de produtividade não estão se materializando na extensão anteriormente prevista”, disse a companhia em comunicado. As turbinas são produzidas pela Siemens Gamesa, que é controlada pela Siemens Energy. Segundo a empresa, a extensão dos problemas é incerta e uma imagem sobre o tamanho do impacto financeiro só deve ser fornecida em agosto. As análises iniciais já fizeram com que a Siemens Gamesa revisasse sua previsão de lucro e, consequentemente, retirasse o guidance para os resultados da Siemens Energy. No Brasil, as ações da fabricante de pás eólicas Aeris caem 6% nesta tarde na B3 como reflexo do caso. A empresa tem contratos fechados de R$ 3 bilhões para fornecer pás à Gamesa até o fim de 2024. O contrato responde por 15% do seu volume de produção.”

Fonte: Capital Reset, 26/06/2023

Falta de fundos eleva risco da Europa não cumprir metas climáticas, segundo auditores

“A União Europeia corre o risco de não cumprir suas metas de mudança climática para 2030, devido à incerteza sobre se fundos suficientes estão sendo investidos na transição de baixo carbono, disseram auditores na segunda-feira. O Tribunal de Contas Europeu (ECA) sinalizou a lacuna financeira em um relatório sobre o progresso dos 27 países da UE em direção às metas verdes – incluindo seu compromisso vinculativo de reduzir as emissões de gases de efeito estufa em 55% até 2030, em relação aos níveis de 1990. “Não há sinal de financiamento suficiente disponível para atingir as metas mais ambiciosas de 2030, principalmente do setor privado, que deve contribuir significativamente”, afirmou o ECA. Apesar de a UE aprovar uma série de medidas de redução de CO2 e destinar 30% do orçamento do bloco 2021-2027 para gastos relacionados ao clima – rendendo cerca de 87 bilhões de euros (US$ 95 bilhões) por ano – os auditores disseram que uma lacuna substancial de financiamento permaneceu não contabilizada. nos planos dos governos para atingir as metas climáticas. Estimativas da empresa de consultoria McKinsey sugerem que cerca de 1 trilhão de euros por ano em investimentos são necessários para atingir as metas climáticas da Europa, incluindo sua promessa de 2050 de ter emissões líquidas zero. Cerca de 800 bilhões de euros viriam da transferência de investimentos em tecnologias poluentes para indústrias limpas.”

Fonte: Reuters, 26/06/2023

CEO da BlackRock diz que parou de usar termo ESG devido à politização

“O presidente-executivo da BlackRock, Larry Fink, que esteve na vanguarda da adoção de padrões ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG) pelo mundo dos negócios, parou de usar o termo, dizendo que se tornou muito politizado. Mas a maior gestora de ativos do mundo não mudou sua posição sobre questões ESG, disse Fink no Aspen Ideas Festival no domingo. ESG, um termo abrangente que engloba uma série de práticas de negócios eticamente responsáveis, desde a redução das emissões de carbono até a repressão à discriminação no local de trabalho, tornou-se politicamente polarizador em partes do mundo ocidental, especialmente nos Estados Unidos. Os políticos republicanos têm atacado as metas ESG como uma forma de o mundo corporativo implementar o que eles argumentam ser uma agenda politicamente liberal, provocando uma reação dos democratas que buscam defender as práticas. A própria BlackRock tem sido alvo de investigações por parte de alguns Estados controlados pelos republicanos e até de um boicote a investimentos no Texas. “Não uso mais a palavra ESG, porque ela foi totalmente armada… pela extrema esquerda e armada pela extrema direita”, disse Fink. Mas ele disse que abandonar as referências não muda a postura da BlackRock. A gestora continuará conversando com as empresas nas quais tem participação sobre descarbonização, governança corporativa e questões sociais a serem abordadas, acrescentou.”

Fonte: Terra, 26/06/2023

Participação renovável no uso de energia na Alemanha sobe para 52,3% no primeiro semestre

“A energia renovável representou 52,3% do consumo de energia da Alemanha nos primeiros seis meses do ano, um aumento de 3,1 pontos em relação ao ano anterior, devido à maior produção solar e ao menor uso geral de eletricidade, mostraram dados na terça-feira. Isso foi superior a uma participação renovável de 49,2% nos primeiros seis meses de 2022, de acordo com o grupo de serviços públicos BDEW e o Centro de Pesquisa em Energia Solar e Hidrogênio (ZSW). A Alemanha quer que a energia verde da geração solar, eólica, de biomassa e hidrelétrica represente 80% de seu mix de energia até 2030, já que abandona a energia nuclear e pretende cortar a maior parte de sua geração de carvão e usar usinas de gás principalmente para back-up da rede. Os números preliminares mostraram maior produção fotovoltaica em maio e junho, devido ao clima favorável. Eles também refletiram um consumo de energia muito menor no primeiro semestre de 2023, quando o uso de eletricidade caiu 6,5% em relação ao ano anterior, para 262,8 terawatts-hora (TWh), observou a BDEW em comunicado. Os dados foram calculados de acordo com uma exigência da União Europeia de basear a parcela verde no uso e não na produção, um método adotado pelo governo de Berlim para suas metas climáticas, disse o BDEW.”

Fonte: Reuters, 27/06/2023

Política

Administração Biden gastará US$ 450 milhões em mistura mais alta de biocombustíveis

“O Departamento de Agricultura dos EUA gastará US$ 450 milhões para expandir a produção e a disponibilidade de combustíveis para transporte misturados com volumes maiores de biocombustíveis, informou a agência na segunda-feira. A administração Biden vê o uso expandido de biocombustíveis de baixa emissão como crítico para descarbonizar o setor de transporte. A Agência de Proteção Ambiental anunciou na semana passada as metas mais altas de um programa federal que exige que as refinarias de petróleo misturem biocombustíveis à mistura de combustíveis do país, embora as metas sejam menores do que a indústria do etanol esperava. “Nenhum governo tem apoiado mais a indústria de biocombustíveis do que o governo Biden-Harris”, disse o secretário de Agricultura, Tom Vilsack, a repórteres em uma teleconferência. O dinheiro, que vem da Lei de Redução da Inflação, irá para o Programa de Incentivo de Infraestrutura de Misturas Superiores (HBIIP) do USDA, um programa de compartilhamento de custos para instalações de combustível para construir e modernizar a infraestrutura que suporta a mistura e distribuição de biocombustíveis.”

Fonte: Reuters, 26/06/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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