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Vale anuncia que 83% da sua produção de níquel agora possui verificação independente de baixo carbono | Café com ESG, 18/05

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de terça-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,5% e +1,5%, respectivamente.

• No Brasil, ontem, a Vale anunciou que 83% do níquel produzido pela companhia agora tem verificação independente de baixo carbono – a empresa recebeu certificação da Intertek Group sobre operações no Canadá e no País de Gales.

• No internacional, (i) o Parlamento Europeu avançou seu plano para aplicação mais rápida e sobre mais produtos importados da taxa de carbono, o que pressionará mais os exportadores parceiros, inclusive os brasileiros – o relator da proposta, o deputado social-democrata holandês Mohamed Chahim, disse que a taxa carbono “é a única ferramenta que temos para incentivar nossos parceiros comerciais a descarbonizar sua indústria”; e (ii) Bruxelas quer arrecadar € 20 bilhões para financiar a saída da UE da energia russa com a venda de licenças de emissão de carbono excedentes – uma medida que corre o risco de atingir as metas climáticas do bloco, tornando mais barato queimar combustíveis fósseis.

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Brasil

Empresas

Vale recebe novas certificações independentes e 83% da produção de níquel é de baixo carbono

“A Vale anunciou nesta terça-feira que 83% do níquel produzido pela companhia agora tem verificação independente de baixo carbono. A empresa recebeu certificação da Intertek Group sobre operações no Canadá e no País de Gales. “A produção sustentável e confiável de níquel de alta qualidade é essencial para os esforços globais de descarbonização”, diz Deshnee Naidoo, vice-presidente de metais básicos da Vale, em nota. A pegada de carbono das operações canadenses de níquel da Vale está entre as 10% melhores do mundo, diz a empresa. De acordo com avaliação da Intertek Group, os produtos de pelotas e pó de níquel da refinaria Copper Cliff, em Sudbury, no Canadá, têm uma pegada de carbono de 7,3 toneladas de dióxido de carbono equivalente por tonelada, enquanto na refinaria de Clydach, no País de Gales, a pegada é de 33,1 tonelada de CO² por tonelada.

Fonte: Valor Econômico, 17/05/2022

Plataforma auxilia a mensurar pegada de carbono de materiais da construção civil

“A sustentabilidade no setor de construção civil ganhou um aliado. No final de abril, foi lançado o Sistema de Informação do Desempenho Ambiental da Construção (Sidac), plataforma web que permite calcular a pegada de energia e de carbono de produtos de construção. Por meio dela, é possível conhecer os gastos de energia primária e emissão de CO2 desde a extração dos recursos naturais até a porta da fábrica, onde vai ser transformado em material de construção. Para o professor Vanderley John, da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), diretor do Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS), trata-se de uma mudança de paradigma. “Pela primeira vez, teremos no Brasil um sistema que reúne dados de desempenho ambiental de produtos de construção, que hoje encontram-se dispersos em publicações científicas, relatórios e outros documentos. Os sistemas análogos que usam dados internacionais não representam a realidade brasileira e podem levar a decisões equivocadas”, afirma.

Fonte: Valor Econômico, 18/05/2022

Internacional

Empresas

Oceanos estão mais quentes, mais altos e mais ácidos, alerta relatório climático

“Os oceanos do mundo em 2021 atingiram seus níveis mais quentes e ácidos já registrados, enquanto o derretimento das camadas de gelo ajudou a elevar o nível do mar a novos patamares, disse a Organização Meteorológica Mundial (OMM) nesta quarta-feira. Os oceanos viram os extremos mais marcantes quando a OMM detalhou uma série de turbulências causadas pelas mudanças climáticas em seu relatório anual “Estado do Clima Global”. “Nosso clima está mudando diante de nossos olhos. O calor retido pelos gases de efeito estufa induzidos pelo homem aquecerá o planeta por muitas gerações”, disse o secretário-geral da OMM, Petteri Taalas, em comunicado. O relatório da OMM segue a última avaliação climática das Nações Unidas, que alertou que a humanidade deve reduzir drasticamente suas emissões de gases de efeito estufa ou enfrentar mudanças cada vez mais catastróficas no clima mundial.”

Fonte: Reuters, 18/05/2022

Consultoria ESG: O círculo da sustentabilidade corporativa está se apertando

“A transição para uma sociedade de fato sustentável, e, portanto, mais justa e igualitária, requer esforços de países, empresas, bancos e indivíduos. A ciência é clara e o contexto é de urgência e cooperação: as emissões totais de gases de efeito estufa da humanidade precisam parar de crescer até 2025, diminuírem em 45% até 2030 e serem zeradas em torno de 2050 para conseguirmos limitar o aquecimento global a 1,5° C em relação à era pré-industrial. Corroborando este consenso, 192 países, incluindo o Brasil, assinaram o Acordo de Paris (2015) se comprometendo com metas voluntárias de descarbonização.”

Fonte: O Globo, 18/05/2022

Adeus ao ESG ou convite à reflexão? Mercado se divide sobre nova postura da BlackRock na agenda climática

“Um documento divulgado recentemente pela BlackRock – maior gestora do mundo, com cerca de US$ 10 trilhões de ativos sob gestão – dividiu opiniões entre especialistas do universo ESG (ambiental, social e governança). No relatório BlackRock Investment Stewardship (BIS), publicado na semana passada, a gestora apontou que vai apoiar um número menor de propostas climáticas apresentadas pelos acionistas em assembleias, do que as que apoiou em 2021. O motivo seria a postura de alguns destes acionistas – que segundo a BlackRock estariam indo longe demais ou tornando-se “ativistas” em excesso, com propostas que não têm o objetivo de criar valor no longo prazo para os investidores.”

Fonte: InfoMoney, 17/05/2022

KKR aumenta presença de energia renovável com acordo de US$ 2,2 bilhões para a ContourGlobal

“A empresa de private equity norte-americana KKR  concordou em comprar a empresa de geração de energia listada em Londres ContourGlobal  por 1,75 bilhão de libras (2,16 bilhões de dólares) em um esforço para expandir sua presença em energia renovável energia. Sob o acordo anunciado na terça-feira, a KKR pagará 263,6 pence por cada ação da ContourGlobal. Isso representa um prêmio de 36% em relação ao preço de fechamento da empresa na segunda-feira.”

Fonte: Reuters, 17/05/2022

BP e Linde planejam projeto de captura de carbono perto de Houston

“A petrolífera BP Plc e a fornecedora de gás industrial Linde Plclançaram nesta terça-feira um novo empreendimento para reduzir as emissões de gases de efeito estufa, o terceiro grande esforço que busca enterrar as emissões do Texas fabricantes petroquímicos. As empresas de petróleo, gás e produtos químicos adotaram a captura e o sequestro de carbono, ou coleta e afundamento de gases de efeito estufa no subsolo, para atender às demandas dos investidores para limpar as operações e compensar a poluição que contribui para o aquecimento global.

Fonte: Reuters, 17/05/2022

Política

UE avalia adiantar e ampliar taxa de carbono

“O Parlamento Europeu avançou seu plano para aplicação mais rápida e sobre mais produtos importados da taxa de carbono, o que pressionará mais os exportadores brasileiros e de outros parceiros. O presidente do Comissão de Meio Ambiente do Parlamento, Pascal Canfin, comemorou aprovação de relatório para reforçar a proposta original da taxa carbono como “grande vitória para colocar o clima nas regras comerciais”. O relator da proposta, o deputado social-democrata holandês Mohamed Chahim, disse: “O poluidor paga, dentro e fora da Europa”. Para ele, a taxa carbono “é a única ferramenta que temos para incentivar nossos parceiros comerciais a descarbonizar sua indústria”. A Comissão adotou seu relatório sobre a proposta de Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM, na sigla em inglês), pelo qual a UE poderá taxar produtos de países que não cumpram os mesmos padrões ambientais.”

Fonte: Valor Econômico, 18/05/2022

UE se prepara para vender mais licenças de carbono para pagar saída do gás russo

“Bruxelas quer arrecadar € 20 bilhões para financiar a saída da UE da energia russa com a venda de licenças de emissão de carbono excedentes – uma medida que corre o risco de atingir as metas climáticas do bloco, tornando mais barato queimar combustíveis fósseis. A Comissão Europeia pretende leiloar parte de um estoque de certificados do Esquema de Comércio de Emissões, disseram funcionários e diplomatas da UE ao Financial Times. As licenças permitem que seus usuários emitam mais carbono. A comissão tem um plano para a Europa investir cerca de € 200 bilhões até o final da década para tentar se livrar de sua dependência da energia russa, investindo em novas infraestruturas e suprimentos alternativos. No entanto, um efeito de empurrar mais certificados para o mercado seria reduzir o preço do carbono, o que será controverso entre alguns estados membros da UE porque reduziria o custo do uso de carvão, petróleo e gás. Isso atingiria as metas de redução de emissões no chamado plano Fit for 55 da Europa.”

Fonte: Financial Times, 17/05/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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