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WEG e fabricantes de baterias pedem incentivo a produto local no 1º leilão de armazenamento de energia | Café com ESG, 20/04

Pressão por incentivos para produção local no leilão de baterias; Vendas de VEs na Europa crescem no 1T26

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou a semana passada em queda, com o Ibovespa e o ISE recuando 0,8%. Já o pregão de sexta-feira fechou em território misto, com o IBOV caindo 0,55%, enquanto o ISE andou de lado (-0,01%).

• No Brasil, fabricantes de baterias, incluindo WEG, Moura e UCB Power, solicitaram ao governo a criação de incentivos para o uso de produtos fabricados localmente no primeiro leilão de armazenamento de energia em baterias do país – o objetivo é evitar que as importações atendam integralmente à demanda, sobretudo as provenientes da China, onde o excesso de oferta derrubou os preços de forma acentuada.

• No internacional, (i) o Departamento de Energia dos EUA (DOE) manterá o financiamento para grandes projetos de captura direta de carbono do ar concedidos durante o governo Biden, após ter considerado cancelá-los no ano passado – segundo o DOE, parte do carbono capturado será utilizado como matéria-prima para a produção de combustível de aviação e outros combustíveis, em um momento em que a cadeia global de suprimento de energia está sob pressão devido à guerra no Irã; e (ii) as vendas de carros totalmente elétricos nos principais mercados europeus saltaram quase um terço no 1T26, à medida que motoristas buscaram alternativas aos motores a combustão após a guerra no Irã provocar alta da gasolina – novos emplacamentos de veículos elétricos a bateria, uma proxy para vendas, cresceram 29,4% no trimestre (vs. mesmo período do ano anterior) e avançaram 51,3% A/A em março, segundo dados da E-Mobility Europe.

Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mailClique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!

Brasil

Compagas abre nova chamada pública para aquisição de gás natural e biometano

“A Compagas lançou uma nova chamada pública para aquisição de suprimento de gás natural e biometano. A companhia quer contratar volume superior a 200 mil m³/dia, para atendimento aos segmentos industrial, veicular, comercial e residencial ao longo dos anos de 2026 e 2027. As empresas interessadas devem encaminhar suas propostas até o dia 18 de maio. O objetivo da distribuidora paranaense de gás canalizado é complementar os contratos de suprimento atualmente vigentes e diversificar sua carteira de fornecedores. A Compagas tem contratos, atualmente, com Petrobras, Tradener, Shell, GNLink e Geo Gas Comercializadora e Distribuidora, de acordo com os dados públicos da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A chamada contempla, ainda, propostas voltadas ao atendimento de projetos de expansão da Compagas, incluindo os novos mercados nos municípios de Londrina e Maringá, no Norte do Paraná – e o fornecimento poderá contemplar ainda o gás natural e biometano, nas formas comprimida (GNC e BioGNC) ou liquefeita (GNL e BioGNL). A companhia quer contratar volume superior a 200 mil m³/dia, para atendimento aos segmentos industrial, veicular, comercial e residencial ao longo dos anos de 2026 e 2027.”

Fonte: Eixos; 17/04/2026

Wilson Sons, Ferroport e Vast testam biocombustível da Be8 em rebocador no Açu

“A Wilson Sons iniciou, nesta sexta (17), um teste de uso de biocombustível em rebocadores, no terminal de embarque de minério de ferro da Ferroport no Porto do Açu, em São João da Barra, no Norte do Rio de Janeiro. O objetivo é descarbonizar as operações. O abastecimento utilizou o biodiesel drop-in patenteado pela Be8 como BeVant, no rebocador WS Rosalvo. Produzido na planta da Be8 em Passo Fundo (RS), a partir de óleo de soja, gordura animal e óleo de cozinha usado (UCO), o produto é capaz de substituir totalmente o diesel sem a necessidade de adaptação nos motores. A expectativa é de redução de até 99% nas emissões de dióxido de carbono (CO₂), na comparação com o óleo diesel marítimo. “Estamos falando de um biocombustível desenvolvido e produzido no Brasil, que entrega performance técnica similar ao combustível convencional e, ao mesmo tempo, gera um impacto ambiental transformador, sem custos de investimento de transição de equipamentos”, diz Erasmo Carlos Battistella, Presidente da Be8. Durante os testes, serão realizadas análises de desempenho, durabilidade e emissões, utilizando a telemetria do WS Rosalvo para elaborar o relatório com as conclusões do projeto, que será submetido a uma certificação internacional. “Este projeto apresenta potencial para reduzir as emissões indiretas do porto como um todo, contribuindo também para a diminuição das emissões indiretas da Anglo American, a partir da redução das emissões diretas da Wilson Sons, representando um esforço conjunto de toda a comunidade portuária para a implementação de operações mais eficientes do ponto de vista energético e com menor intensidade de carbono”, comenta Edenilson Sanches, gerente de Sustentabilidade da Ferroport.”

Fonte: Eixos; 17/04/2026

Empresas de energia renovável suspendem quase R$ 40 bi em investimentos e avaliam deixar Nordeste

“Empresas do setor de energia renovável avaliam migrar do Nordeste, região de condições climáticas favoráveis à geração eólica e solar, para outros locais do Brasil, suspendendo investimentos próximos a R$ 38,8 bilhões entre 2025 e 2026. O cenário se dá em razão de uma série de fatores. Além do lento crescimento da demanda por energia e o “curtailment” (corte forçado na geração), problemas já conhecidos, representantes do setor reclamam de uma recente elevação dos custos de operação, com a perda de vantagens fiscais e o aumento de exigências. Integrantes do governo federal ponderam que os benefícios fiscais concedidos no passado para impulsionar essas fontes alternativas não são mais necessários, uma vez que elas já ganharam espaço na matriz energética nacional. Com o mercado consolidado, dizem, agora é necessário ajustar a política tributária, para evitar que vantagens às energias eólicas e solares gerem um desequilíbrio no sistema energético nacional, encarecendo a conta ao consumidor. Procurado por meio de sua assessoria de imprensa desde o dia 27 de março, o Ministério de Minas e Energia não se manifestou até a publicação deste texto. A maior parte dos empreendimentos de energia renovável está no Nordeste, região que é abundante em sol e vento. A pedido da reportagem, a Absolar e a Abeólica (associações que representam respectivamente as geradoras de energia solar e eólica) calcularam o impacto da crise no setor. A primeira entidade afirmou que, durante o ano de 2025, 141 usinas devolveram suas outorgas. Elas somariam R$ 18,9 bilhões.”

Fonte: Valor Econômico; 18/04/2026

BNDES aprova R$ 140 milhões para Transjordano implantar corredor verde em SP

“A operadora logística Transjordano obteve aprovação, pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), de um financiamento de R$ 140 milhões para a implantação de um corredor verde em São Paulo. Segundo a empresa, o projeto prevê a aquisição de 100 caminhões movidos a biometano, a construção de três postos de abastecimento nos municípios de Sumaré, Cubatão e Ribeirão Preto e a adoção de tecnologias para ampliar a autonomia dos veículos. Do total aprovado, R$ 98 milhões são provenientes do Fundo Clima e R$ 42 milhões do programa BNDES Máquinas e Serviços. A infraestrutura de abastecimento vai atender à operação da Transjordano e será aberta a outras transportadoras. O fornecimento de biometano será realizado pela empresa Ultragaz. A Transjordano avalia que o uso ampliado cria um ambiente favorável à expansão do uso de biocombustíveis no setor de transportes e contribui para a construção de uma cadeia logística mais limpa e integrada. “Estamos diante de um movimento que exige visão de longo prazo, além claro da adaptação operacional. A transição energética no transporte não acontece de forma isolada, dependendo de investimento, estrutura e, principalmente, de uma mudança na forma como as empresas enxergam seu papel dentro da cadeia logística”, disse, em comunicado, Joyce Besa, diretora de gestão estratégica e pessoas da Transjordano. De acordo com o BNDES, o projeto, permitirá redução na emissão de 6,5 toneladas de CO2 equivalentes no primeiro ano de operação, apenas com a frota abastecida com biometano.”

Fonte: Valor Econômico; 18/04/2026

Fabricantes de baterias no Brasil pressionam por apoio para evitar domínio de importados, dizem fontes

“Fabricantes brasileiros de baterias, incluindo WEG (WEGE3.SA), Moura e UCB Power, solicitaram ao governo a criação de incentivos para o uso de produtos fabricados localmente no primeiro leilão de armazenamento de energia em baterias do país, em uma tentativa de evitar que as importações atendam integralmente à demanda, disseram à Reuters três fontes com conhecimento do assunto. As propostas vão desde reservar uma parte do leilão para baterias produzidas domesticamente, sem concorrência direta de importados, até incentivos via critérios de pontuação e financiamento do banco de fomento estatal BNDES, afirmaram as fontes. O objetivo é garantir pedidos para a nascente indústria brasileira de sistemas de armazenamento de energia em baterias (BESS) e conter o domínio de importações, especialmente da China, onde o excesso de oferta derrubou os preços de forma acentuada. “Competindo em igualdade total de condições, como em um leilão padrão, é muito provável que perderíamos tudo”, disse um executivo da indústria local, sob condição de anonimato. O leilão, esperado para este ano, atraiu interesse de empresas de energia como Axia (AXIA5.SA), Engie (EGIE3.SA) e ISA Energia (ISAE3.SA), bem como de fornecedores globais, incluindo a chinesa BYD (002594.SZ), Huawei.CATL e a norte-americana Tesla (TSLA.O). Fontes disseram que a indústria nacional de BESS ainda dependeria da importação de células de bateria, mas poderia produzir localmente outros componentes, como packs de baterias, softwares, inversores e infraestrutura. Moura e UCB afirmaram separadamente que estão contribuindo para o debate e que o fortalecimento da indústria local pode apoiar o desenvolvimento do Brasil por meio da geração de empregos e da inovação tecnológica. A WEG não quis comentar. O Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços disse que está estudando regras de conteúdo local para o leilão e que os detalhes ainda estão em discussão. O Ministério de Minas e Energia não respondeu aos pedidos de comentário.”

Fonte: Reuters; 17/04/2026

‘Mercado de carbono é instrumento poderoso para indústria mais competitiva’, diz secretária da Fazenda

“A guerra no Oriente Médio trouxe desequilíbrios internacionais nas cadeias de valor que demonstram duas grandes tendências: a importância de se promover a segurança energética e alimentar no mundo e a necessidade de garantir a competitividade industrial. A avaliação é da secretária extraordinária do Mercado de Carbono do Ministério da Fazenda, Cristina Reis, em entrevista ao Valor. “Para ambos [os casos], o caminho da descarbonização é positivo e o mercado de carbono é um instrumento poderoso para atingi-los”, diz. A legislação brasileira estabelece que o mercado regulado de carbono começará a operar a partir de 2030. No momento, o governo trabalha, com a colaboração do setor privado e de representantes do meio acadêmico, para seu detalhamento. “Eu acho que o contexto externo fortalece a importância da nossa regulação. E quando isso acontece, é claro que o peso político do programa aumenta. Nossa responsabilidade aqui cresce. São mais dimensões para serem equilibradas nessa complexidade de achar a regulação correta para que a indústria se mantenha competitiva e, ao mesmo tempo, descarbonize.” No âmbito fiscal, ela afirma que a expectativa é que o mercado regulado gere, em 2040, uma receita de R$ 70 bilhões a R$ 80 bilhões ao governo. Essa estimativa de receita, a ser obtida com os leilões de carbono, vai ajudar nesse financiamento para as indústrias. “Isso se chama reciclagem de receitas. Então, o mercado de carbono não onera fiscalmente. Ao contrário, ele apoia”.”

Fonte: Valor Econômico; 20/04/2026

Brasil perde R$ 110 bi do PIB ao ano com desastres climáticos e conta deve crescer

“Chuvas e secas extremas causam desastres, matam gente e provocam perdas anuais de aproximadamente R$ 110 bilhões ao ano ao PIB brasileiro. Se o aquecimento da temperatura global chegar a 2°C, os danos podem subir para perto de R$ 145 bilhões anuais, com um aumento de 42% nas cidades atingidas por secas extremas. Em contraste, o gasto climático representa apenas 1% do orçamento total das despesas primárias e dos gastos tributários federais em análise do período entre 2019 e 2024. Os custos da inação ao enfrentamento da crise climática saltaria de R$ 48,1 bilhões para R$ 84,5 bilhões ao ano, no caso do aquecimento global chegar a 2°C. Em adaptação aos impactos dos eventos climáticos extremos, o Brasil continua reativo e não se antecipa. Pior: enquanto o Brasil tenta adotar um “orçamento verde” para alinhar o planejamento fiscal às metas estabelecidas no Acordo de Paris, há incoerência entre o planejamento estatal e as políticas climáticas. Uma parcela importante das renúncias fiscais beneficia atividades desfavoráveis à emergência climática. Estas são algumas das mensagens centrais de dois estudos relacionados produzidos pelo Centro Internacional Celso Furtado (Cicef) com apoio do Instituto Clima e Sociedade (iCS). Uma das análises, “Impactos Econômicos de Eventos Extremos no Brasil e o Custo das Mudanças Climáticas”, mostra o quanto o Brasil perde com desastres ambientais ligados à chuva e à seca. A outra, “Orçamento Climático Nacional”, mostra os impactos da omissão no enfrentamento da crise climática no crescimento econômico, saúde pública, infraestrutura e arrecadação federal”.”

Fonte: Valor Econômico; 20/04/2026

Internacional

Vendas de veículos elétricos disparam nos principais mercados europeus à medida que motoristas evitam gasolina cara

“As vendas de carros totalmente elétricos nos principais mercados automotivos da Europa saltaram quase um terço no primeiro trimestre de 2026, à medida que motoristas buscaram alternativas aos motores a combustão depois que a guerra no Irã provocou a maior alta nos preços da gasolina em anos. Novos emplacamentos de veículos elétricos a bateria (BEVs, na sigla em inglês), uma proxy para vendas, cresceram 29,4% em relação ao ano anterior, chegando a quase 560 mil unidades no trimestre, e avançaram 51,3% em março apenas, superando 240 mil unidades em 15 mercados europeus, mostraram dados coletados pela associação setorial E-Mobility Europe e pela consultoria New Automotive nesta segunda-feira. No ano passado, esses mercados responderam por 94% de todas as vendas de BEVs na União Europeia e na Associação Europeia de Livre Comércio (EFTA), cujos países seguem as leis da UE que regulam as emissões de CO₂, segundo dados da entidade do setor automotivo ACEA. “O salto nas vendas de carros elétricos em março é um dos maiores avanços recentes da Europa em segurança energética, em um mês em que a dependência do petróleo se tornou uma vulnerabilidade real”, disse o secretário-geral da E-Mobility Europe, Chris Heron, em comunicado. O comunicado conjunto das duas organizações afirmou que o meio milhão de BEVs registrados no trimestre é suficiente para reduzir o consumo de petróleo em 2 milhões de barris por ano..”

Fonte: Reuters; 19/04/2026

Departamento de Energia dos EUA restabelece financiamento para projetos de remoção de carbono

“O Departamento de Energia (DOE) manterá o financiamento para grandes projetos de captura direta de carbono do ar concedidos durante o governo Biden, após tê-los colocado na mira para cancelamento no ano passado, de acordo com uma lista de projetos identificados pela agência e enviada ao Congresso nesta semana, vista pela Reuters. Em outubro passado, o DOE considerou cancelar bilhões de dólares em financiamentos para programas de energia limpa, incluindo recursos destinados à fabricação de automóveis, hidrogênio e captura de carbono. Entre os projetos propostos para cancelamento estavam dois grandes hubs de captura direta de carbono que haviam recebido US$ 1,2 bilhão em aportes do governo do ex-presidente Joe Biden, incluindo um envolvendo a petroleira Occidental (OXY.N), no Texas, e outro em Louisiana. Naquele outubro, o Departamento de Energia afirmou que estava conduzindo “uma análise individualizada e minuciosa dos aportes financeiros feitos pela administração anterior”. O DOE confirmou que o South Texas DAC Hub e o Project Cypress, na Louisiana, constavam na lista de quase 2.000 projetos que manteriam seu financiamento. Na quinta-feira, o secretário de Energia, Chris Wright, disse em uma audiência no Congresso que o DOE revisou a lista de projetos e manteve aqueles que, segundo o órgão, “tinham uma forma crível de ser úteis”.”

Fonte: Reuters; 17/04/2026

Recorde de 165 GW em nova capacidade eólica em 2025, liderado pela China, diz relatório

“A indústria eólica global instalou um recorde de 165 gigawatts de nova capacidade no ano passado, alta de 40% em relação a 2024 e impulsionada principalmente pela China, disse um relatório do Global Wind Energy Council (GWEC). Ainda assim, o avanço segue abaixo do ritmo necessário para atingir uma meta climática fundamental. As fontes renováveis responderam por quase metade da capacidade total de geração de eletricidade do mundo no ano passado. Em 2026, os preços de petróleo e gás dispararam devido ao conflito no Oriente Médio, e os países passaram a buscar alternativas para atender ao aumento da demanda por energia. O crescimento da capacidade eólica foi puxado pela forte demanda por novos projetos onshore, que subiram 42%, chegando a 155,3 GW, segundo o GWEC, enquanto a nova capacidade de eólica offshore cresceu 18%, para 9 GW. A Ásia, liderada por China e Índia, colocou em operação 131 GW de nova capacidade, o que corresponde a 80% do total global. A China respondeu pela maior parte desse montante, adicionando um recorde de 120,5 GW de nova capacidade eólica. A Europa foi a segunda região que mais instalou, com 19 GW de nova capacidade. Os Estados Unidos, apesar da retórica anti-eólica do governo atual, acrescentaram quase 7 GW de capacidade eólica onshore no ano passado. Com essas novas adições, a capacidade eólica global acumulada chegou a quase 1,3 terawatt no ano passado.”

Fonte: Reuters; 20/04/2026

Ofensiva dos EUA trava novo plano climático do Banco Mundial

“O Banco Mundial é o maior provedor de financiamento climático para países em desenvolvimento do mundo. Esta atuação está sob ameaça: o seu maior acionista, os Estados Unidos, quer que a instituição abandone sua política climática quando esta expirar, em junho deste ano. Negociações a portas fechadas entre acionistas e a administração do banco sobre o sucessor do plano estão paralisadas, segundo fontes ouvidas pelo portal Climate Home News. Em 2025, a instituição destinou US$ 39 bilhões (equivalente a R$ 195 bilhões) a iniciativas de redução de emissões e adaptação às mudanças climáticas, quase o dobro dos US$ 21 bilhões de 2021, quando um plano de ação climática passou a orientar as decisões de empréstimo do banco. “Saudamos a expiração iminente do Plano de Ação sobre Mudanças Climáticas e, após seu vencimento há muito esperado, esperamos que o banco mude imediatamente seu foco míope em relação ao clima”, disse Scott Bessent, secretário do Tesouro americano, em declaração na Reunião de Primavera do Banco Mundial, em Washington, na semana passada. Bessent foi além e, em meio a pressão global no preço dos combustíveis fósseis por conta da guerra no Irã, defendeu que a instituição volte a financiar projetos de exploração de gás, petróleo e carvão. Isso seria a reversão de uma proibição que o próprio banco havia instaurado em 2019.”

Fonte: Capital Reset; 20/04/2026

Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
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