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Projeção indica que mercado de carbono no Brasil pode reduzir 25% das emissões do país até 2029 | Café com ESG, 07/03

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado fechou em território negativo, com o Ibov e o ISE em leve queda de -0,6% e -1,5% respectivamente. Na semana, o Ibov encerrou recuando -1,0%, enquanto o ISE  ficou de lado.

• No Brasil, (i) a estruturação do mercado de carbono no país tem o potencial de reduzir 25% das emissões nacionais até 2029, de acordo com a projeção da nota técnica do Centro de Liderança Pública (CLP) baseada no projeto (PL 528/21) discutido na Câmara dos Deputados; e (ii) segundo levantamento inédito do Green Building, entidade que certifica os imóveis considerados sustentáveis, houve um aumento de 22% nos projetos “verdes” na comparação entre os anos de 2021 e 2019 e, no Brasil, de 158 registros de empreendimentos, a entidade certificou 92.

• No internacional, a China planeja construir 450 gigawatts (GW) de capacidade de geração de energia solar e eólica no Gobi e em outras regiões desérticas, de acordo com o chefe do planejador estatal, como parte dos esforços para aumentar o uso de energia renovável para atingir as metas de mudança climática.

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Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!


Brasil

Empresas

Criação de mercado de carbono pode reduzir 25% das emissões até 2029

“A estruturação do mercado de carbono no Brasil tem o potencial de reduzir 25% das emissões do país até 2029. A projeção consta em nota técnica do Centro de Liderança Pública (CLP) baseada no projeto (PL 528/21) discutido na Câmara dos Deputados. A previsão do CLP considera a aprovação do PL ainda neste ano, com efeitos sobre setores como indústria, agronegócio e preservação de florestas. Já nos dois primeiros anos, a entidade estima o corte de 3% na emissão de CO2. Um corte semelhante nas emissões de poluentes foi observado na Europa. O continente já conta, há mais de uma década, com um comércio de emissões de carbono (EU-ETS, na sigla em inglês). Lá, a imposição de regra provocou uma corrida a tecnologias de baixo carbono, com aumento de 9,1% de patentes de inovação em sustentabilidade.”

Fonte: Valor Econômico, 07/03/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema

Construção ‘verde’ cresce em meio à pandemia

“O crescimento do número de edifícios que adotam padrões de sustentabilidade se manteve mesmo durante a pandemia. Segundo levantamento inédito do Green Building, entidade que certifica os imóveis considerados sustentáveis, houve aumento de 22% nos projetos “verdes” na comparação entre os anos de 2021 e 2019. e Esse número inclui os novos empreendimentos assim como os prédios que passam por reformas e adotam novos padrões. “Em 2021 registramos 158 e certificamos 92 empreendimentos”, afirmou Felipe Faria, CEO do Green Building Brasil. Na avaliação de Faria, não existe uma única explicação para esse crescimento, mas um conjunto de fatores. O primeiro deles é o amadurecimento do setor de construção. Muitas incorporadoras já veem a certificação como um reforço ao seu negócio, um investimento que cria valor ao seu produto.”

Fonte: Valor Econômico, 07/03/2022

‘O acesso a tecnologias da transição energética é uma ferramenta geopolítica’, diz Luiz Barroso, ex-EPE

“O ex-presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) e atual presidente da consultoria PSR, Luiz Barroso, enxerga oportunidades, principalmente no Brasil, para as energias renováveis com a alta dos preços de petróleo e gás causada pela invasão da Ucrânia pela Rússia. Na última semana, depois da deflagração do conflito, as cotações internacionais do barril de petróleo superaram a barreira de US$ 100 e registraram os preços mais altos dos últimos oito anos. Para Barroso, a geopolítica global já está alinhada em direção à substituição de fontes fósseis, com maior emissão de carbono, pelas renováveis.”

Fonte: Valor Econômico, 05/03/2022

Internacional

Empresas

Organização internacional quer incentivar tecnologia para comercialização de metano em hidrelétricas brasileiras

“O Laboratório Global de Inovação em Finanças Climáticas (Lab), organização que desenvolve e lança instrumentos financeiros inovadores para investir em ações sobre mudança climática e desenvolvimento sustentável, vai acelerar um novo instrumento financeiro brasileiro neste ano: o Mecanismo de Captura de Reserva de Metano – Reservoir Methane Capture Mechanism. A ideia do Mecanismo é uma das sete selecionadas, em todo o mundo, para o ciclo de aceleração de 2022. A proposta é mobilizar recursos e dar suporte técnico para a implementação do conceito na prática.”

Fonte: Valor Econômico, 04/03/2022

Como funciona uma usina nuclear e qual é o temor de uma explosão na Ucrânia hoje

“A guerra entre Rússia e Ucrânia voltou a colocar em pauta os temores sobre novos acidentes nucleares de grandes proporções como em Chernobyl, na cidade de Pripyat, em território ucraniano, na extinta União Soviética, em 1986, uma das maiores tragédias nucleares da história da humanidade. Autoridades da Ucrânia afirmaram nesta sexta-feira que tropas da Rússia tomaram o controle da usina nuclear de Zaporizhzhia, após um ataque que provocou um incêndio na unidade. O ataque atingiu instalações de treinamento da usina, que ficam ao lado dos seis reatores nucleares da central.”

Fonte: Valor Econômico, 04/03/2022

Política

China pretende construir 450 GW de energia solar e eólica no deserto de Gobi

“A China planeja construir 450 gigawatts (GW) de capacidade de geração de energia solar e eólica no Gobi e em outras regiões desérticas, disse o chefe do planejador estatal neste sábado, como parte dos esforços para aumentar o uso de energia renovável para atingir as metas de mudança climática. O presidente Xi Jinping prometeu elevar a capacidade eólica e solar total da China para pelo menos 1.200 GW e limitar sua emissão de carbono a um pico até 2030. “A China vai construir a maior escala de capacidade de geração de energia solar e eólica no Gobi e no deserto da história, com 450 GW”, disse He Lifeng, diretor da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma (NDRC), à margem do evento. Congresso de pessoas nacionais.”

Fonte: Reuters, 05/03/2022

‘Manter operações na Rússia é financiar a guerra’, diz ex-ministra das Finanças da Ucrânia

“Ex-ministra das Finanças da Ucrânia entre 2014 e 2016, Natalie Jaresko afirma que as empresas que mantêm operações na Rússia neste momento estão, indiretamente, financiando a guerra do presidente Vladimir Putin contra os ucranianos. “[Essas empresas] Financiam as próprias bombas que caem na cabeça das pessoas hora após hora, dia após dia”, diz Jaresko, cujo período como ministra coincidiu com outra crise institucional da Ucrânia com a Rússia, na ocasião envolvendo a península da Crimeia. O alerta de Jaresko se dá na sequência de anúncios feitos por diversas empresas, desde o início da guerra, de interrupção nas relações comerciais com a Rússia. Ela afirma que os princípios ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG, na sigla em inglês) são cada vez mais importantes para as empresas nas democracias ocidentais.”

Fonte: Valor Econômico, 06/03/2022

Alemanha gastará US$ 220 bilhões em transformação industrial até 2026

“A Alemanha destinou 200 bilhões de euros (220 bilhões de dólares) para financiar a transformação industrial até 2026, incluindo proteção climática, tecnologia de hidrogênio e expansão da rede de carregamento de veículos elétricos, disse seu ministro das Finanças. “200 bilhões de euros em financiamento para a transformação da economia, da sociedade e do Estado”, disse Christian Lindner à emissora pública ARD no domingo, acrescentando que isso também inclui a remoção das taxas de energia renovável.”

Fonte: Reuters, 06/03/2022

China promete novos incentivos para reduzir poluição e CO2

“A China introduzirá novos incentivos para reduzir a poluição e as emissões de carbono este ano, mas flexibilidade e estabilidade continuam sendo as principais prioridades do país à medida que as pressões econômicas aumentam, disse o governo em documentos publicados neste sábado. Os compromissos ambientais da China foram adicionados sob escrutínio este ano, à medida que tenta sustentar o crescimento e reduzir o impacto das rigorosas políticas de controle da COVID-19 em sua economia e cadeias de suprimentos.”

Fonte: Reuters, 05/03/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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