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Câmara anula alterações do Senado e afrouxa Código Florestal | Café com ESG, 25/05

Câmara dos deputados rejeita propostas de fortalecimento sobre regras de desmatamento; Iniciativa Brasileira para o Mercado Voluntário de Carbono avança nas discussões 

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de quarta-feira em território negativo, com o IBOV e o ISE em queda de -1,03% e -1,05%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Câmara dos Deputados rejeitou as emendas propostas pelo Senado na Medida Provisória que altera a Lei da Mata Atlântica – com isso, volta a valer o texto que afrouxa as regras para desmatamento de áreas protegidas, previstas no Código Florestal, com a matéria agora sendo direcionada para a sanção do presidente da República; e (ii) a Iniciativa Brasileira para o Mercado Voluntário de Carbono, coordenada pela McKinsey junto à diversas empresas, inicia a fase de implementação de ações para potencializar o financiamento de uma ampla restauração florestal e a geração de benefícios socioeconômicos para o Brasil a partir da geração de créditos de carbono – segundo dados da McKinsey, o potencial do país no mercado de crédito de carbono é um dos maiores do mundo, podendo gerar até 15% da oferta global – muito acima de outros países, como Peru (4%) e Estados Unidos (3%).

• No internacional, antes das eleições no Parlamento Europeu em junho do ano que vem, a União Europeia está correndo para concluir a legislação que inclui dois projetos de lei ambientais históricos: metas obrigatórias para os países restaurarem habitats naturais danificados e uma meta de reduzir pela metade o uso de pesticidas químicos até 2030.

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Brasil

Empresas

Petrobras estima já ter investido R$ 500 milhões com operações na Foz do Amazonas

“A Petrobras estima ter realizado investimentos de cerca de R$ 500 milhões até agora em operações de perfuração de poços na bacia da Foz do Rio Amazonas, na margem equatorial brasileira, segundo fontes ligadas ao Ministério de Minas e Energia. O valor se refere à manutenção, desde dezembro, de 12 embarcações na margem equatorial, sendo seis “OSRVs” (sigla em inglês para Oil Spill Response), que são as embarcações responsáveis para atuar em caso de um vazamento de óleo em alto mar e outras seis chamados “Barcos de Fauna”, utilizados para recuperar animais atingidos por eventual dano ambiental. Dois desses barcos são UTIs Móveis. Além disso, está no local uma sonda para fazer a perfuração de petróleo. Fontes ligadas ao Ministério de Minas e Energia estimam haver 120 profissionais desde dezembro na localidade, além de três aeronaves que fazem o transporte dos servidores lá alocados. Fontes ligadas ao governo disseram à CNN que toda a operação foi levada a campo em razão dos sinais que o Ibama vinha dando até então de que autorizaria a perfuração. Além desse custo para a perfuração do poço em si, o governo coloca nessa conta mais R$ 400 milhões referentes ao “Bônus de Assinatura” pago pela Petrobras em todos os blocos do portfólio na margem equatorial brasileira.”

Fonte: CNN Brasil, 24/05/2023

Agricultura regenerativa: menos CO2 e mais café

“Do cuidado com o solo surgem os melhores cafés. Mas o contrário também é verdadeiro. De acordo com estudo da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO/ONU), um terço do solo em nível global está moderada ou altamente degradado. A produção do café brasileiro corre o risco de ser impactada diretamente, como conse­quência do empobrecimento da terra e do aumento das temperaturas globais — e com grande risco de prejudicar a safra comercial. “O aumento das temperaturas pode afetar adversamente a produção tradicional de culturas comerciais, como o café no Brasil e na África Ocidental, e a azeitona no Magreb”, aponta o documento. Isso significa que as mudanças climáticas podem mudar a geografia do café, a dinâmica das exportações e as relações comerciais. Grandes conglomerados mundiais já observam quedas sucessivas no nível da qualidade dos grãos produzidos nas lavouras. Não por acaso, produtores, indústria e traders discutem sobre os caminhos da cafeicultura e as providências a tomar imediatamente. Um consenso: reinventar o jeito de produzir café.”

Fonte: Exame, 25/05/2023

Como será o parque dos irmãos Campana em Brotas, que vai unir design e restauração da Mata Atlântica

“O projeto, que prevê abrir as portas ao público em meados de 2024, começou a tomar forma ainda em setembro de 2020, quando as restrições sanitárias foram temporariamente suavizadas e os Campana convidaram Denise Chaer, especialista em sustentabilidade corporativa, a participar da empreitada. Amiga dos irmãos, ela fora também responsável pela colaboração dos designers na criação da nova identidade visual de uma linha de cosméticos da Natura, entre outras ações, na virada de 2019 para 2020. Chaer, por sua vez, chamou seu marido, Gerd Sparovek, professor e pesquisador da Universidade de São Paulo, para assumir o cargo de diretor científico do futuro parque e, juntos, definirem processos e custo. A regeneração do sítio — uma zona de transição entre os biomas de Mata Atlântica e Cerrado, em que o primeiro predomina — deve ocorrer ao longo de 20 anos. Para os primeiros 5, será necessário um investimento de R$ 50 milhões, recursos que vão contemplar também os demais atrativos do parque, inclusive programas educacionais — segundo Chaer, uma busca ativa para atrair estudantes de escolas públicas e particulares, além de universidades — e profissionalizantes, para artesãos locais, trabalhando com materiais nativos, com foco inicial em madeira (dentro, logicamente, de uma lógica de replantio), mas também com cestaria, entre outros..”

Fonte: Valor Econômico, 25/05/2023

Iniciativa Brasileira para o Mercado Voluntário de Carbono avança e visa medidas práticas

“A Iniciativa Brasileira para o Mercado Voluntário de Carbono, coordenada pela consultoria McKinsey e com uma dezena de empresas participantes, inicia a fase de implementação de ações que visam potencializar o financiamento de uma ampla restauração florestal e a geração de benefícios socioeconômicos para o Brasil a partir da geração de créditos de carbono. A iniciativa, que começou em 2022 a partir de um esforço coletivo sobre o entendimento do potencial mercado de carbono no país, agora espera implementar mecanismos que acelerem a adoção de boas práticas a partir do desenho de um órgão de integridade, a participação em discussões internacionais e um repositório de transparência dos projetos, compradores, entre outros. Segundo dados da McKinsey, o potencial do Brasil no mercado de crédito de carbono é um dos maiores do mundo, podendo gerar até 15% da oferta global – muito acima de outros países, como Peru (4%) e Estados Unidos (3%). Isso significa que existe um potencial de mercado de até US$26 bilhões ao ano (mais de R$131 bilhões ao ano), considerando atividades REDD+, agroflorestais e de reflorestamento em áreas de pastagens degradadas. Segundo dados da McKinsey, o potencial do Brasil no mercado de crédito de carbono é um dos maiores do mundo, podendo gerar até 15% da oferta global – muito acima de outros países, como Peru (4%) e Estados Unidos (3%). Isso significa que existe um potencial de mercado de até US$26 bilhões ao ano (mais de R$131 bilhões ao ano), considerando atividades REDD+, agroflorestais e de reflorestamento em áreas de pastagens degradadas.”

Fonte: Exame, 24/05/2023

Etarismo é tema na agenda da diversidade

“Em um momento no qual tanto se fala sobre etarismo – preconceito contra pessoas ou grupos com base em idade -, empresas têm começado a incluir a questão em suas estratégias de diversidade, equidade e inclusão. A farmacêutica francesa Sanofi é uma delas. Suas iniciativas no Brasil voltadas à atração e inclusão de profissionais com mais de 50 anos de idade (50+) lhe renderam, em março, o selo do programa Certified Age Friendly Employer (CAFE). Ela é a primeira empresa no país a conquistar essa certificação internacional, que busca identificar companhias com boas práticas contra a discriminação etária. A meta da Sanofi é que cerca de 20% do quadro de funcionários seja composto por pessoas na faixa etária acima de 50 anos até 2025. Atualmente, esse índice está em 16%. “Assumimos compromissos concretos de aumento de contratação desse grupo e, por isso, desde 2021 fazemos a busca intencional de talentos com esse perfil”, afirma Pedro Pittella, diretor de pessoas da companhia. Para além da contratação em si, a Sanofi incentiva o desenvolvimento dos talentos, o que ocorre, segundo o executivo, “por meio de um plano de carreira estruturado, que inclui treinamentos, certificações, mentorias e feedbacks”. A companhia surgiu com o nome de MaturiJobs, em 2015, inicialmente com foco na divulgação de vagas para 50+. Hoje em dia, atua principalmente como uma consultoria, cuidando do processo de recrutamento e seleção das empresas parceiras, tendo uma base com mais de 200 mil profissionais maduros cadastrados. Os clientes são, em sua maioria, multinacionais cujas ações de combate ao etarismo se somam a outras iniciativas de diversidade, equidade e inclusão (DEI) em geral.”

Fonte: Valor Econômico, 25/05/2023

Política

Câmara anula alterações do Senado e afrouxa Código Florestal

“A Câmara dos Deputados rejeitou as emendas propostas pelo Senado na Medida Provisória que altera a Lei da Mata Atlântica. Com isso, volta a valer o texto que afrouxa as regras para desmatamento de áreas protegidas, previstas no Código Florestal. A matéria vai agora para a sanção do presidente da República. Foram 364 votos contrários as mudanças sugeridas pelos senadores e 66 favoráveis. O Senado havia aprovado a MP da Mata Atlântica, derrubando emendas da Câmara que permitem, por exemplo: Supressão de vegetação local em caso de implantação de linhas de transmissão de energia elétrica, gasoduto ou sistemas de abastecimento público de água, sem necessidade de estudo prévio; Dispensa a obrigatoriedade de zona de amortecimento e corredores ecológicos em unidades de conservação quando estiveram situadas em áreas urbanas; Dispensa de consulta a conselhos estaduais e municipais de meio ambiente para uso do solo em margens de rios e lagos.”

Fonte: O Globo, 24/05/2023

Internacional

Empresas

Nova York está afundando. Os culpados: seus milhares de edifícios

“A cidade de Nova York está afundando um pouco todos os anos com o peso de seus edifícios — tornando-a mais vulnerável aos efeitos de inundações, que tem aumentado com as mudanças climáticas. É essa a conclusão de um novo estudo divulgado na Earth’s Future Journal. O estudo — assinado por três oceanógrafos da University of Rhode Island e um geofísico do US Geological Survey — mostra que Nova York está afundando a um ritmo de 1 a 2 milímetros por ano, em grande parte por conta do peso dos arranha-céus que dominam a cidade, incluindo gigantes como o Empire State Building e o Chrysler Building. Segundo o estudo, a cidade tem mais de 1 milhão de edifícios que pesam 1,7 trilhão de libras no total (765 milhões de toneladas). Para se ter uma ideia, isso é equivalente ao peso de 140 milhões de elefantes. (Curiosidade:  um elefante adulto pesa entre 2 e 7 toneladas. Aqui, estamos usando como base um elefante de 5,4 toneladas.). O afundamento de Nova York vem em meio a uma aceleração na elevação do nível do mar. Desde 1950, a água que contorna a cidade já subiu 22 centímetros. Até o final do século, cientistas estimam que grandes inundações causadas por tempestades podem ser quatro vezes mais frequentes do que hoje por uma combinação da elevação do mar e de furacões turbinados pelas mudanças climáticas.”

Fonte: Brazil Journal, 24/05/2023

Política

Europa encontra resistência na corrida para finalizar leis verdes

“Antes das eleições no Parlamento Europeu em junho do ano que vem, a União Europeia está correndo para concluir a legislação que inclui dois projetos de lei ambientais históricos – metas obrigatórias para os países restaurarem habitats naturais danificados e uma meta de reduzir pela metade o uso de pesticidas químicos até 2030. Muita legislação ambiental da UE foi aprovada nos últimos dois anos, mas o apetite por parte de alguns legisladores e estados membros por mais está diminuindo e grupos de agricultores dizem que novas mudanças devem estar condicionadas a mais apoio financeiro. Bruxelas propôs as medidas de natureza em junho passado. A oposição aumentou nas últimas semanas, enquanto os países da UE e legisladores se preparam para as negociações finais. O maior grupo do Parlamento Europeu, o Partido Popular Europeu, pediu que a lei da natureza seja descartada , dizendo que prejudicaria os agricultores. A proposta da Comissão dá liberdade aos países para decidir como e onde reverter a perda de biodiversidade. Mas essa flexibilidade, disse Liese, impossibilita a preparação dos agricultores. Outras propostas ecológicas da UE também encontraram resistência. E à medida que as eleições se aproximam, as leis inacabadas estão se acumulando. Seu destino seria incerto sob um novo Parlamento da UE com uma composição diferente. O presidente francês, Emmanuel Macron, sugeriu este mês uma pausa na nova regulamentação ambiental europeia, para dar às indústrias tempo para absorver as leis recentemente acordadas.”

Fonte: Reuters, 24/05/2023


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Como os investidores institucionais estão vendo o tema ESG? Feedback da nossa rodada de reuniões (link)
  • Hidrogênio Verde (H2V): O combustível do futuro? (link)
  • Brunch com ESG: AMER3 e BBAS3 em destaque; Conferência de Davos chega ao fim (link)
  • Radar ESG | Setor financeiro (BBAS3, BBDC4, BPAC11, B3SA3, ITUB4, SANB11): Sólida performance ESG, com espaço para melhoria na governança (link)
  • Retrospectiva ESG: 12 meses, 12 acontecimentos e 12 relatórios que você não pode perder (link)
  • Novo ano, nova carteira do ISE B3: Tudo o que você precisa saber (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para janeiro (link)
  • Nova resolução da CVM define regras ESG mais rígidas para companhias abertas (link)
  • Radar ESG | Papel e Celulose (SUZB3, KLBN11, RANI3): Bem posicionadas, apesar dos riscos ambientais acima da média (link)
  • Radar ESG | Vestuário Esportivo (SBFG3, TFCO4, VULC3): E no jogo ESG, quem vence? (link)
  • Radar ESG | DASA (DASA3): Bom desempenho ESG, com oportunidades de melhoria (link)
  • ESG: Top 5 tendências para 2023 (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para dezembro (link)
  • COP27 chega ao fim; 5 principais destaques da conferência (link)
  • Copa do Mundo 2022: ESG escalado para entrar em campo? (link)
  • COP27: Três principais mensagens dos primeiros dias (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback webinar ESG; Destravando valor via a sustentabilidade (link)
  • Carteira ESG XP: Atualizando o nosso portfólio para novembro (link)
  • Radar ESG | PetroRio (PRIO3): Desenvolvendo as estratégias para atuar no campo ESG (link)
  • COP27: Um mês para a próxima conferência climática da ONU (link)
  • Aura Minerals (AURA33): Indo a campo; Principais destaques da visita ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Duas alterações para o mês de outubro (link)
  • ESG & Telecom | 5G Insights; Capítulo 4: Como o uso do 5G pode impulsionar a descarbonização? (link)
  • Radar ESG | Eletrobras (ELET3): Mudanças que vêm para o bem; Melhorias ESG também estão por vir (link)
  • Radar ESG | Guararapes (GUAR3): Evoluindo em como vestir essa agenda (link)
  • Radar ESG | Zenvia (ZENV): Dando os primeiros passos na agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Frigoríficos brasileiros: Em busca de maior sustentabilidade e melhor governança (BRFS3, JBSS3, MRFG3, BEEF3) (link)
  • ESG: Como os clientes institucionais estão evoluindo no tema? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para setembro (link)
  • Raio-X das metas de emissões das companhias brasileiras (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • ESG: Três aprendizados da Expert XP 2022 (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações no nosso portfólio para julho (link)
  • Radar ESG | Alupar (ALUP11): Bem posicionada para se beneficiar da tendência da transição energética; esperamos mais por vir (link)
  • Radar ESG | Intelbras (INTB3): Agregando valor através de oportunidades em tecnologia limpa (link)
  • Radar ESG | Grupo Vittia (VITT3): Melhorando a sustentabilidade na agricultura (link)
  • Radar ESG | Mater Dei (MATD3): Já na rota ESG (link)
  • Crédito de Carbono: Governo publica decreto para regulamentar o mercado; Confira nossa análise (link)
  • Reunião com Joaquim Leite, Ministro do Meio Ambiente: Carbono e energia renovável centralizam as discussões (link)
  • Radar ESG | Ambipar (AMBP3): Sobre fazer parte solução (link)
  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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