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Alphabet e Elon Musk investem mais de US$ 2 bilhões em iniciativas que removem carbono da atmosfera | Café com ESG, 04/05

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de terça-feira em território neutro, com o Ibov e o ISE em leve queda de -0,1% e -0,4%, respectivamente.

• No Brasil, a cervejaria Heineken colocou em operação a terceira fase de seu “Programa Energia Verde”, que busca ampliar o acesso de pessoas e negócios à energia elétrica mais sustentável – a nova etapa prevê descontos de até 20% para consumidores pessoas físicas na conta de luz.

• No internacional, (i) em abril, a Alphabet, Elon Musk e vários grupos de investidores de private equity investiram um total de mais de US$ 2 bilhões em iniciativas que removem carbono da atmosfera, com startups que propõem soluções como aspirar CO2 do céu ou plantar vastas florestas de algas marinhas no oceano; e (ii) o Japão afirmou a um regulador global de transporte marítimo que apoiaria um imposto de carbono para arrecadar mais de US$ 50 bilhões por ano, em um grande passo para lidar com as emissões do setor – a proposta é de um dos principais países de navegação, com o comércio marítimo gerando quase 3% das emissões globais de gases de efeito estufa.

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Brasil

Empresas

O que uma empresa quer dizer quando se declara “carbono neutra”?

“O primeiro passo para conter a emergência climática — o aquecimento da temperatura da Terra que põe em risco a nossa sobrevivência — era reconhecê-la. Ele foi dado, o assunto já é consenso. Mas agora vem a parte difícil: atingir as metas estabelecidas no Acordo de Paris, de 2015, a fim de manter o aumento da temperatura abaixo de 1,5º C, num esforço coletivo que envolve, também, empresas dos mais diversos setores. Não é por acaso que nos últimos anos tem aumentado a quantidade de anúncios de empresas se dizendo “carbono neutras”, ou seja, compensando todas as emissões de gases causadores do efeito estufa, como o dióxido de carbono, das suas operações. E não só aquelas cujas operações são explicitamente poluidoras. Empresas digitais estão na vanguarda da neutralização da pegada de carbono.”

Fonte: Labs News, 02/05/2022

Heineken cria programa que dá descontos de até 20% na conta de luz: veja como participar

“A cervejaria Heineken colocou em operação a terceira fase de seu “Programa Energia Verde”, que busca ampliar o acesso de pessoas e negócios à energia elétrica mais sustentável. A nova etapa prevê descontos de até 20% para consumidores pessoas físicas na conta de luz. O programa começou em 2020 com a conversão de três cervejarias da marca para operações “100% verdes”, nas unidades de Alagoinhas (BA), Araraquara (SP) e Ponta Grossa (PR). Em 2023 será a vez da fábrica de Jacareí (SP). Em 2021, na segunda fase da iniciativa, bares e restaurantes parceiros da empresa começaram a ter acesso a 100 MW de geração de energia solar e eólica. A meta é alcançar 50% dos pontos de vendas, em 19 capitais, até 2030.”

Fonte: InfoMoney, 03/05/2022

A hora H dos mercados de carbono brasileiros

“Dez entre dez economistas defendem a precificação do carbono como a maneira mais direta e eficiente de promover a transição para a economia de baixo carbono. Mas dez entre dez advogados e administradores sabem que a eficácia de um sistema de preço sobre as emissões depende em grande parte do seu desenho e governança de implementação. Isso porque os mercados de carbono não são frios: eles movimentam o campo econômico e a própria sociedade. Não à toa, já vimos a oposição a um sistema de comércio de emissões derrubar uma primeira-ministra na Austrália. Na França, um pequeno aumento na alíquota do imposto sobre combustíveis levou milhares de descontentes às ruas.No Brasil, temos projetos de lei em pauta para avançar com essa matéria. Um deles tramita em regime de urgência na Câmara dos Deputados desde a COP26, enquanto outro está em fase de apreciação na Comissão de Relações Exteriores do Senado.”

Fonte: Capital Reset, 03/05/2022

‘Economia do mar é a nova fronteira no século XXI’, diz pesquisador

“Economia do mar ou economia azul (blue economy) não é algo que se ouve tanto no Brasil quanto agropecuária, indústria de bens de consumo ou serviços, apesar de o país ter uma costa com quase 11 mil quilômetros de extensão. Os oceanos cobrem 71% da Terra e contêm 99% do espaço habitado por vidas no planeta. Isso dá a dimensão de seu potencial. A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) projeta que a economia oceânica crescerá para US$ 3 trilhões até 2030. Apesar disso, com exceção de países nórdicos e do Japão, poucos se preocupam em mensurar as atividades econômicas marinhas, entender seu potencial e se preocupar com a sustentabilidade dos oceanos.”

Fonte: O Globo, 04/05/2022

Política

BNDES reforça financiamento para cadeia de suprimentos

“O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) vai tornar definitivo um programa utilizado durante a pandemia de covid-19. O objetivo é atender à necessidade de capital de giro de pequenas e médias empresas que integram as cadeias produtivas. Se mantido o ritmo de demanda visto na fase emergencial, para 2022, o diretor de crédito produtivo e socioambiental do banco, Bruno Aranha, estima que serão concedidos pelo menos R$ 350 milhões em novos financiamentos. Pelo modelo do banco, empresas de grande porte, chamadas de “âncoras”, serão as beneficiárias diretas dos empréstimos junto ao BNDES. Caberá a elas repassar o dinheiro para a cadeia de fornecedores, distribuidores ou franqueados pelo mesmo custo. Na nova fase do produto, as práticas socioambientais dessa cadeia também deverão ser levadas em conta na concessão do crédito. As empresas menores, chamadas de ancoradas, poderão usar o capital de forma livre.”

Fonte: Valor Econômico, 04/05/2022

Internacional

Empresas

Musk e Google aumentam US$ 2 bilhões para remoção de carbono

“O caminho para enfrentar as mudanças climáticas costumava ser bastante simples: reduzir as emissões de gases de efeito estufa para zero e as temperaturas globais começariam a se estabilizar. Mas simples não significa barato, conveniente ou politicamente conveniente, e as nações se arrastaram tanto que os cientistas agora dizem que corremos o risco de uma catástrofe climática, mesmo que alcancemos zero emissões nas próximas duas décadas. É por isso que, após anos de discussão e desenvolvimento, a ideia de remover o dióxido de carbono do ar e armazená-lo onde não possa reentrar na atmosfera está ganhando força. […] No mês passado, a empresa-mãe do Google, Alphabet; o chefe da Tesla Inc., Elon Musk; e vários grupos de investidores de private equity comprometeram um total de mais de US$ 2 bilhões com startups que propõem soluções como aspirar CO₂ do céu, esmagar minerais para prender carbono como um ímã atrai limalha de ferro ou plantar vastas florestas de algas marinhas no oceano. Isso se soma aos US$ 3,5 bilhões destinados pelo governo Biden para estabelecer quatro centros de remoção de carbono onde várias tecnologias podem ser desenvolvidas e testadas.”

Fonte: Bloomberg, 03/05/2022

BNP Paribas promete não oferecer novos empréstimos para perfuração de petróleo na floresta amazônica

“O BNP Paribas, da França, prometeu na terça-feira encerrar a maioria dos novos financiamentos para a produção de petróleo na floresta amazônica e disse que reduziria sua “intensidade de emissões financiadas” nos setores de energia e automotivo. A intensidade das emissões é uma medida das emissões em relação à produção que alguns ativistas climáticos disseram não ir longe o suficiente. O BNP Paribas e mais de 100 outros bancos se comprometeram a atingir zero emissões líquidas de carbono até 2050, mas estão sob pressão para fornecer detalhes sobre os cortes profundos de curto prazo nas “emissões financiadas” que são necessários para que tenham alguma chance de cumprir suas metas. meta. O BNP Paribas disse que para o refino de petróleo e gás a montante, sua intensidade de emissões financiadas cairá em pelo menos 10% até 2025; para clientes automotivos em pelo menos 25%; e para negócios de geração de energia em pelo menos 30%.”

Fonte: Reuters, 03/05/2022

Política

Grãos não são as únicas opções para cortar emissões em combustíveis, diz Alemanha

“Usar menos grãos e óleo vegetal em biocombustíveis não é a única opção para a Alemanha reduzir as emissões de CO2, disse o Ministério do Meio Ambiente nesta terça-feira, enquanto a guerra na Ucrânia estimulou Berlim a acelerar os planos para limitar a produção de combustível a partir de produtos agrícolas. A União Europeia concordou com um teto de 7% para biocombustíveis à base de produtos alimentícios. A Alemanha, que é o maior produtor de colza da União Europeia, decidiu reduzir mais esse número –mais recentemente para 4,4%– e agora parece diminuir ainda mais, com o Ministério da Agricultura dizendo que está trabalhando em uma nova legislação para conseguir isso.”

Fonte: Notícias Agrícolas, 03/05/2022

Transporte pesado no Japão apresenta proposta de imposto de carbono para a indústria

“O Japão disse a um regulador global de transporte marítimo que apoiaria um imposto de carbono para arrecadar mais de US$ 50 bilhões por ano, em um grande passo do segundo maior país armador do mundo para lidar com as emissões do transporte marítimo. A proposta à Organização Marítima Internacional é uma das mais significativas de um dos principais países de navegação e surge no momento em que se intensifica o debate sobre como descarbonizar o comércio marítimo, que gera quase 3% das emissões globais de gases de efeito estufa, mais do que o produzido pela Alemanha. O setor, a força vital do comércio global, é difícil de descarbonizar por causa de sua diversidade de balsas a enormes navios-tanque e porque combustíveis limpos como hidrogênio verde, amônia ou metanol ainda não estão disponíveis em escala.”

Fonte: Financial Times, 02/05/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Raízen (RAIZ4): No caminho de um futuro mais verde (link)
  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
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  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
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  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
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  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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