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Montadoras investem em automóveis mais sustentáveis | Café com ESG, 06/04

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na terça-feira, o mercado fechou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,0% e -2,1%, respectivamente.

• No internacional, um relatório da consultoria McKinsey mostrou que, de 2021 a 2050 serão necessários, a cada ano, até US$ 3,5 trilhões em gastos adicionais em ativos físicos para a transição para uma economia mais limpa, de ativos de alta para ativos de baixa emissão de carbono.

• Do lado das empresas, (i) a General Motors e a Honda anunciaram ontem planos que expandem a parceria entre as duas empresas para o desenvolvimento de uma inédita família de veículos elétricos mais acessíveis e pretendem viabilizar a produção, a partir de 2027, de milhões de unidades desta inédita família de veículos elétricos; e (ii) a Mercedes-Benz está trabalhando para aumentar sua independência energética nesta década, fazendo um investimento de três dígitos de milhões de euros em energia solar e solicitando licenças para construir novos parques eólicos na Alemanha.

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Brasil

Empresas

Investidores de peso criam empresa verde

“Um grupo de grandes investidores, pesquisadores e economistas criou uma empresa para desenvolver o maior projeto de restauração de áreas degradadas do país: a re.green, que nasce com capital de R$ 389 milhões e o objetivo de restaurar um milhão de hectares na Mata Atlântica e na Amazônia. A re.green atraiu quatro investidores de peso: o “family office” dos Moreira Salles, a gestora Lanx Capital – e seu braço de “private equity” Principia -, Gávea Investimentos e Dynamo. O conselho é presidido por Marcelo Medeiros (executivo do Credit Suisse) e tem entre seus membros João Moreira Salles, Fábio Barbosa (sócio da Gávea), Armínio Fraga (fundador da Gavea), Marcelo Barbará (sócio-fundador da Lanx e da Cambuhy) e Ana Luiza Squadri (sócia da Principia).”

Fonte: Valor Econômico, 06/04/2022

‘Reação ao greenwashing será brutal e dolorosa’

“Um dos nomes mais importantes da indústria publicitária global está acompanhando de perto o desenrolar da agenda ESG (sigla em inglês para se referir a questões ambientais, sociais e de governança corporativa) nas empresas e no seu setor. Em entrevista ao Prática ESG, Maurice Lévy, ex-presidente mundial do Publicis Groupe, terceiro maior do mundo em publicidade e relações públicas, e hoje o presidente de seu conselho de administração, afirma que será cada vez mais “brutal e dolorosa” a reação da opinião pública à prática do greenwashing – termo usado para designar situações em que empresas mais falam do que praticam a temática socioambiental. De seu escritório no número 133 da emblemática Champs-Elysees, em Paris, ele fala que, para as empresas, exigir um compromisso firme de toda a cadeia de produção – o que inclui pequenos e médios fornecedores -, é o caminho para evitar danos à reputação das marcas.”

Fonte: Valor Econômico, 06/04/2022

Opinião

Guerra na Europa muda a cultura ESG

“Enquanto o mundo corporativo ainda tenta adaptar seus processos decisórios à instantaneidade da internet, a guerra da Rússia na Ucrânia inaugura uma nova era para os adeptos da cultura do ESG (governança ambiental, social e corporativa). Em um par de semanas, para a surpresa de agentes de mercado, mais de 200 empresas suspenderam operações ou simplesmente fecharam as portas no território russo. Um mês após o início do conflito, esse número é quase o dobro. A resposta das marcas, em velocidade inédita, levanta dúvidas sobre as consequências das ações tomadas no “calor do momento”.”

Fonte: Valor Econômico, 05/04/2022

Internacional

Empresas

GM e Honda anunciam acordo para elétricos mais acessíveis

“A General Motors e a Honda anunciaram ontem planos que expandem a parceria entre as duas empresas para o desenvolvimento de uma inédita família de veículos elétricos mais acessíveis. Os carros terão como base uma nova arquitetura global e serão equipados com baterias Ultium de geração avançada. Por meio de um comunicado, emitido de Tóquio e Detroit, as empresas americana e japonesa revelaram que trabalham em conjunto para viabilizar a produção, a partir de 2027, de milhões de unidades desta inédita família de veículos elétricos. Isso incluirá utilitários esportivos compactos, “aproveitando as estratégias de tecnologia, design e suprimento de ambas”.”

Fonte: Valor Econômico, 06/04/2022

Economia mais limpa abrirá 200 milhões de empregos

“Segundo relatório da consultoria McKinsey, de 2021 a 2050 serão necessários, a cada ano, até US$ 3,5 trilhões em gastos adicionais em ativos físicos para a transição para uma economia mais limpa, de ativos de alta para ativos de baixa emissão de carbono. Enquanto as instituições financeiras vão desempenhar, cada vez mais, um papel fundamental na realocação de capital em grande escala para essa mudança, haverá oportunidades de negócios para outras empresas e pessoas. A estimativa é que cerca de 200 milhões de empregos podem ser ganhos e 185 milhões perdidos até 2050, em setores que produzem cerca de 85% das emissões globais. Leonardo Marques, PhD pela University of Manchester e professor licenciado do Coppead UFRJ, comenta que há pressão e demandas dos consumidores por produtos mais sustentáveis e por empresas que se preocupam em reduzir seu impacto negativo no mundo.”

Fonte: Valor Econômico, 06/04/2022

Mercedes-Benz aumentará a independência energética com novos investimentos em energia solar e eólica

“A Mercedes-Ben está trabalhando para aumentar sua independência energética nesta década, fazendo um investimento de três dígitos de milhões de euros em energia solar e solicitando licenças para construir novos parques eólicos na Alemanha. disse seu presidente-executivo na terça-feira. “Se você tivesse me perguntado três ou quatro anos atrás, eu teria dito que os fornecedores de energia cuidam da energia. Nós construímos carros, eles produzem energia. Agora também estamos pensando em independência energética parcial”, disse o CEO Ola Kaellenius, falando em um painel on-line.”

Fonte: Reuters, 05/04/2022

Mudança no clima eleva risco a negócios

“O clima está em mudança e não há como negar diante de acontecimentos como ondas de calor letais, furacões fora dos trópicos, secas intensas e enchentes. Em meio aos riscos climáticos, que devem se tornar mais frequentes e extremos, países e empresas sofrerão as consequências. Alguns relatórios recentes mostram que a margem de manobra vem ficando cada dia mais estreita. O mais recente deles, o 6° Relatório do IPCC (Painel sobre Mudança do Clima), divulgado no dia 4, é contundente: para garantir que o aumento da temperatura global fique em 1,5°C neste século – a meta do Acordo de Paris – é preciso que o pico de emissões de gases-estufa aconteça, no máximo, até 2025. “Sem reduções imediatas e profundas, em todos os setores, será impossível”, alertou Jim Skea, um dos presidentes do grupo de trabalho III, responsável pela publicação.”

Fonte: Valor Econômico, 06/04/2022

Os ambiciosos planos de captura de carbono de Alberta dependem do apoio do governo e dos acionistas do Canadá

A província mais poluente do Canadá, Alberta, está avançando na construção de uma ampla indústria de captura e armazenamento de carbono (CCS), mas o progresso ainda depende de financiamento do governo e de grandes emissores dispostos a investir na cara tecnologia . Se for bem-sucedida, a estratégia CCS de Alberta poderá liberar bilhões de dólares em investimentos de corporações globais com o objetivo de atingir emissões líquidas zero até 2050, como a fabricante de produtos químicos Dow Inc  e a produtora de hidrogênio Air Products. A província na semana passada escolheu seis propostas de empresas, incluindo Enbridge e Shell para explorar o desenvolvimento de centros de armazenamento de carbono de acesso aberto na região de Edmonton.”

Fonte: Reuters, 05/04/2022

Política

UE vai levantar 6 bilhões de euros com títulos verdes de 20 anos

“A União Europeia vai levantar 6 bilhões de euros (6,6 bilhões de dólares) com a venda de um novo título verde de 20 anos na terça-feira, mostraram memorandos de dois gerentes líderes vistos pela Reuters. O título verde financiará projetos ecologicamente corretos dos estados membros que fazem parte do fundo de recuperação COVID-19 do bloco. O título, com vencimento em 4 de fevereiro de 2043, teve uma demanda final dos investidores de mais de 78,25 bilhões de euros, disse um dos principais gestores. Ela pagará um spread de 9 pontos-base sobre o nível de troca intermediária, abaixo dos cerca de 11 pontos-base quando a venda começou, disseram os principais gerentes.”

Fonte: Reuters, 05/04/2022

Ministério da Energia da Rússia espera adiar escolha de novos projetos de energias renováveis

“O Ministério da Energia da Rússia espera adiar em mais um ano e meio um programa para selecionar novos projetos de energia renovável, que dependem fortemente de equipamentos estrangeiros, disse Pavel Snikkars, vice-ministro, a repórteres nesta terça-feira. O programa visa financiar projetos de energia renovável à medida que países ao redor do mundo realizam uma transição para os combustíveis fósseis em um esforço para reduzir o aquecimento global. Snikkars também disse que não viu um impacto significativo das sanções ocidentais sobre a demanda doméstica russa por energia elétrica, que ainda deve crescer 1% este ano.”

Fonte: Reuters, 05/04/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Cruzeiro do Sul (CSED3): No caminho certo (link)
  • Radar ESG | Juniores de O&G (RRRP3 e RECV3): Envolvidas com a agenda ESG, enquanto enfrentam ventos contrários ao setor (link)
  • Radar ESG | Petz (PETZ3): A caminho de se tornar uma empresa ESG para cachorro (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para abril (link)
  • Seis temas-chave no investimento ESG frente ao conflito Rússia/Ucrânia (link)
  • SEC anuncia proposta para divulgação obrigatória de dados climáticos; Positivo (link)
  • Update ESG | Petrobras (PETR4): Feedback do webinar sobre clima (link)
  • Radar ESG | Telefônica Brasil / Vivo (VIVT3): Conectando-se à agenda ESG (link)
  • Mulheres na liderança: Um olhar sobre a representatividade feminina nas empresas da B3 (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no nosso portfólio para março (link)
  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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