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Dificuldades com o mercado de crédito de carbono no país | Café com ESG, 27/12

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Em semana mais curta por conta do Natal, o Ibov fechou recuando -3,2%, enquanto o ISE -2,5%.

• No Brasil, (i) a Câmara aprovou, em 4 de novembro, a urgência para a votação do projeto que cria o mercado de compra e venda de créditos de carbono no Brasil, com o objetivo de desburocratizar os processos de manejo florestal das áreas de reservas e atrair cada vez mais projetos sustentáveis para a região amazônica, entretanto, o regime de urgência parou diante da resistência do Ministério do Meio Ambiente e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto; e (ii) por conta dos preços elevados, e do formato do mercado de crédito de carbono, poucas distribuidoras de derivados de petróleo (68 de 143) adquiriram créditos de produtores e importadores de biocombustíveis suficientes para compensar as emissões provocadas pela queima de produtos fósseis, como gasolina e óleo diesel.

• No internacional, nos últimos 12 meses, investidores ativistas direcionaram suas miras às superpetrolíferas ExxonMobil e Royal Dutch Shell, à gigante das commodities Glencore e ao grupo de energia escocês SSE dizendo que consideram deficiente o planejamento feito pelas equipes executivas dessas companhias para a transição energética.

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Brasil

Empresas

Crédito de carbono dobra preço no Renovabio

“Pequenas e médias distribuidoras de derivados de petróleo, reunidas na Federação Nacional das Distribuidoras de Combustíveis, Gás Natural e Biocombustíveis (Brasilcom), reclamam dos preços elevados, por conta de especulações, e do formato do mercado de crédito de carbono. Segundo essas empresas, esse é o motivo do atraso no cumprimento das metas do programa de governo Renovabio, definidas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Apenas 68 de um total de 143 empresas adquiriram créditos de produtores e importadores de biocombustíveis suficientes para compensar as emissões provocadas pela queima de produtos fósseis, como gasolina e óleo diesel, vendidos por essas distribuidoras. O prazo para atingir a meta termina no próximo dia 31. Quem não cumprir será multado. Essas metas estão incluídas na Política Nacional dos Biocombustíveis.”

Fonte: Época Negócios, 26/12/2021

Agenda ESG ganha reforço com atuação de entidades setoriais

“Empresas e investidores brasileiros têm ganhado novos aliados na agenda ESG (sigla em inglês para os princípios ambiental, social e de governança): as entidades setoriais. Do estímulo a boas práticas à criação de parâmetros, associações e confederações começam a se movimentar para ajudar o mercado nessa jornada. Um dos exemplos mais recentes vem da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que, no início de dezembro, definiu critérios de identificação para os investimentos sustentáveis. A partir de janeiro de 2022, os fundos que têm a sustentabilidade como objetivo poderão solicitar o sufixo IS (investimento sustentável). Para isso, é preciso que a carteira esteja alinhada ao propósito estabelecido, sem que nenhum ativo o comprometa. A autorregulação vai ao encontro de uma das principais reivindicações do mercado nessa agenda: a padronização. Definir parâmetros comuns é um desafio global quando se trata de ESG —o que afeta tanto os investidores como as empresas.”

Fonte: Folha de São Paulo, 25/12/2021

Bom manejo de pasto pode neutralizar emissões de carbono na pecuária, dizem pesquisadores

“A discussão sobre o impacto da indústria agropecuária sobre as mudanças climáticas foi um dos pontos centrais da COP26 em Glasgow, na Escócia, realizada em novembro, mas os debates e os compromissos firmados na conferência – entre os quais o de redução de 30% das emissões de metano, que teve adesão também do Brasil – ficaram longe de esgotar o tema, que deve seguir no topo da agenda ambiental global em 2022. Como parte dessa discussão, nos últimos anos, pesquisadores têm demonstrado ser possível reduzir ou até mesmo neutralizar as emissões de poluentes na criação de gado por meio de bom manejo das pastagens. “Temos emissões prejudiciais quando a pastagem é mal manejada, é degradada. Com a utilização das técnicas de manejo, chega-se a um resultado totalmente diferente. Não chega a ser necessário retirar todo o gado para deixar o pasto em repouso”, disse Roberto Giolo, pesquisador da Embrapa Gado de Corte em Campo Grande (MS), ao Valor.”

Fonte: Valor Econômico, 26/12/2021

A de Agro amplia portfólio ESG para produtores rurais

“A agfintech A de Agro, que faz análise de safra por inteligência artificial, está lançando um portfólio estendido de análises de conformidades ESG voltado ao agronegócio. Com a estratégia, a empresa quer oferecer aos produtores a possibilidade de eles atestarem que adotam boas práticas ambientais, sociais e de governança em seus negócios e, com isso, conseguirem financiamentos por valores mais justos. A startup prevê movimentar R$ 1,8 bilhão nas safras 2021/22 e 2022/23. Em uma primeira etapa, a A de Agro quer oferecer sua capacidade de processamento e análise com bancos de dados oficiais, afirma Eduardo Souza, head de produtos da A de Agro.”

Fonte: Valor Econômico, 27/12/2021

Política

Créditos de carbono param na fila de votação da Câmara

“A Câmara aprovou, em 4 de novembro, a urgência para a votação do projeto que cria o mercado de compra e venda de créditos de carbono no Brasil. Apresentado pelo deputado Marcelo Ramos (PL-AM) e relatado pela deputada Carla Zambelli (PSL-SP), o texto institui o Mercado Brasileiro de Redução de Emissões (MBRE) e tem o objetivo de desburocratizar os processos de manejo florestal das áreas de reservas e atrair cada vez mais projetos sustentáveis para a região amazônica. O regime de urgência, contudo, parou diante da resistência do Ministério do Meio Ambiente e do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, à proposta. Presidente da Câmara, o deputado Arthur Lira (PP-AL), não coloca o projeto em pauta e sua eventual análise vai depender do clima e da pressão externa para entrar na fila de votação no ano que vem, antes do início oficial da campanha eleitoral.”

Fonte: Época Negócios, 26/12/2021

Brasil precisa questionar atuação ambiental de outros países, diz ministra

“Para a ministra da Agricultura, Tereza Cristina, o Brasil precisa começar a questionar a atuação ambiental de outros países. Ela diz que os europeus adotaram um modelo de exploração que se “exauriu” e cometem “absurdos” ao propor regras no comércio mundial que se sobrepõem às leis brasileiras. “É um absurdo querer passar por cima da nossa lei. Se for para esse campo de discussão, também temos que começar a questioná-los sobre algumas coisas”, afirmou ao Valor. Recentemente, Reino Unido, União Europeia e Estados Unidos começaram a discutir propostas para barrar a importação de produtos de áreas desmatadas, mesmo que dentro da lei, o que pode afetar as exportações brasileiras de soja e carnes.”

Fonte: Valor Econômico, 25/12/2021

Internacional

Empresas

Ativistas fecham o cerco e deixam grandes petrolíferas sob pressão

“Durante décadas, ativistas ambientais fizeram piquetes nos prédios das empresas de petróleo e gás, bloqueios nas refinarias e se empenharam em interromper suas operações. Agora, o setor se depara com um novo tipo de ativismo: o dos próprios acionistas. Nos últimos 12 meses, investidores ativistas direcionaram suas miras às superpetrolíferas ExxonMobil e Royal Dutch Shell, à gigante das commodities Glencore e ao grupo de energia escocês SSE. Outros investidores institucionais e de varejo também têm pressionado por mudanças, votando em números maiores do que nunca a favor de propostas ligadas ao clima nas assembleias de acionistas. O perfil e os objetivos dos investidores variam, mas todos justificam suas campanhas dizendo que consideram deficiente o planejamento feito pelas equipes executivas para a transição energética.”

Fonte: Valor Econômico, 24/12/2021

Desenhe seu próprio gráfico: teste seus conhecimentos sobre mudanças climáticas

“Compreender a escala das mudanças climáticas envolve olhar para os dados – desde medir os sinais vitais do planeta até monitorar as mudanças na atividade humana. Para todos os dados que agora vemos relatados rotineiramente, quanto conhecimento você reteve? Os gráficos abaixo estão incompletos – veja com que precisão você pode preencher as informações que faltam em quatro áreas principais que estão sendo discutidas na COP26. (1) Temperatura: O acordo de Paris de 2015 visa limitar o aumento da temperatura média global bem abaixo de 2C acima dos níveis pré-industriais, idealmente para 1,5C. Mas quão longe já estamos nesse caminho? Experimente traçar a linha da temperatura global em relação à média pré-industrial.”

Fonte: Financial Times, 26/12/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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