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Ministério de Minas e Energia propõe criação de mercado de carbono envolvendo o setor elétrico | Café com ESG, 24/01

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.


Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

Na sexta-feira, o Ibov fechou em território neutro, com queda de -0,14%, enquanto o ISE em leve alta de +0,1%. Na semana, o Ibov e o ISE encerraram subindo +1,9% e +2,9%, respectivamente.

• No Brasil, do lado das empresas, com meta de eliminar o carvão de suas operações de geração de energia no mundo ainda nesta década, a Engie está concentrando esforços na venda da sua última termelétrica que utiliza essa fonte, a Usina Termelétrica Pampa Sul, e prevê concretizar a operação até junho. Já no campo político, o Ministério de Minas e Energia propôs nesta sexta-feira uma série de diretrizes para criar um mercado de carbono envolvendo o setor elétrico brasileiro, que tem potencial para se tornar um importante ofertante de créditos devido à predominância de fontes de geração renováveis e de baixa emissão de gases estufa.

• No internacional, a Alemanha apresentou na sexta-feira seu programa para a presidência do G7 este ano, com foco na proteção climática – segundo o chanceler Olaf Scholz, o país quer transformar o G7 em um “clube climático”, trabalhando para chegar a acordos sobre padrões uniformes de emissões e preços de CO2 para acelerar a implementação do Acordo Climático de Paris.


Brasil

Empresas

Engie deve vender última termelétrica a carvão até junho

“Com meta de eliminar o carvão de suas operações de geração de energia no mundo ainda nesta década, a Engie Brasil Energia concentra esforços na venda da sua última termelétrica que utiliza essa fonte, a Usina Termelétrica Pampa Sul, e prevê concretizar a operação até junho de 2022. Com 345 megawatts (MW), a térmica fica em Candiota (RS) e pode gerar energia suficiente para atender cerca de 1,3 milhão de pessoas. No entanto, o carvão é página virada para a Engie. Com 69 usinas e capacidade instalada de 10 GW, Pampa Sul representa apenas 3% da operação da geradora. Em 2022, a empresa entrou novamente para a lista das 100 empresas mais sustentáveis do mundo na 23ª posição, segundo a consultoria canadense Corporate Knights. Isso sem terminar o processo de descarbonização.”

Fonte: Valor Econômico, 24/01/2022

ESG: excluir setores “vilões” ou engajar os investidores na transformação?

Com o crescimento da pauta ESG (ambiental, social e de governança) no mercado de capitais brasileiro um debate divide opiniões. Afinal, setores controversos como mineradoras, petrolíferas, frigoríficos, indústria bélica e de carvão deveriam integrar os principais índices ESG brasileiros? O investidor deveria aplicar os seus recursos nestas companhias ou deixá-las de lado? Para Márcio Correia, sócio e gestor dos fundos de ações da JGP, quando um setor é polêmico, porém ainda necessário para a sociedade, como é o caso da mineração, o desinvestimento seria um erro. “Não faz sentido desinvestir em mineração sendo um setor muito necessário para a transição energética, relacionado ao aquecimento global. O investidor precisa se engajar nele”, afirmou Correia no Onde Investir 2022, evento online promovido pelo InfoMoney, em parceria com a XP Investimentos. No entanto, direcionar o investimento para a transformação destas companhias exige uma mudança nas estratégias dos acionistas, principalmente investidores institucionais. Na JGP, por exemplo, que investe em Vale antes e depois de Brumadinho, houve uma mudança de engajamento.”

Fonte: Infomoney, 21/01/2022

Manejo Florestal Sustentável move avanço do setor madeireiro em MT

“Principal produtor de grãos e dono do maior rebanho bovino do país, Mato Grosso também lidera a produção brasileira de madeira nativa, legal e certificada em áreas privadas, com o Manejo Florestal Sustentável (MFS). A atividade busca aliar corte controlado de árvores, com práticas sustentáveis, e crescimento econômico na porção do bioma Amazônia localizado no Estado. O segmento é o principal motor da economia de 44 municípios do norte matogrossense. Ocupou 4,7 milhões de hectares em 2021 e emprega cerca de 90 mil pessoas. A meta é chegar a 6 milhões de hectares manejados até 2030, avanço que poderá ser acelerado com os retornos financeiros alcançados com o aumento da demanda e a valorização dos produtos após o início da pandemia. São explorados de 200 mil a 350 mil hectares por ano nas áreas de Reserva Legal das propriedades privadas de agropecuaristas — no bioma Amazônia, 80% das fazendas têm que ser preservadas e 20% podem ser usados comercialmente para plantio ou criação de animais.”

Fonte: Valor Econômico, 23/01/2022

Falsa sustentabilidade no mercado

“Com a crescente visibilidade da agenda ESG (Environmental, Social & Governance), empresas de diferentes setores têm adotado critérios de sustentabilidade ambiental, social e responsabilidade corporativa como diferencial de seus produtos. Compensação de carbono, plantio agroecológico e reaproveitamento de matéria-prima são alguns exemplos das práticas que atraem uma crescente parcela de consumidores. Em pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria sobre o Perfil do Consumidor em 2020, verificou-se que (i) 31% dos brasileiros pagariam mais por produtos com baixa emissão de poluentes e resíduos; (ii) 36% pagariam mais caro por alimentos orgânicos; e (iii) 37% pagariam mais caro por produtos de origem animal que minimizem o sofrimento do animal. […] No Brasil, não eram raros os produtos anunciando qualidades genéricas como “100% natural”, “produto verde” e “amigo do ambiente”. Havia, ainda, aqueles produtos que continham, em seus rótulos, imagens e desenhos simulando selos de certificação (como o “cruelty free”). Isso, ao que parece, tem mudado.”

Fonte: Valor Econômico, 24/01/2022

Baterias para que? Essa startup captura a energia que está ‘no ar’ 

“Fones de ouvido sem fio são um dos maiores hits tecnológicos dos últimos tempos. A expectativa é que mais de 150 milhões de pares sejam vendidos este ano. Até 2025, o total deve alcançar 750 milhões. São produtos descartáveis. Depois de dois ou três anos de uso, a bateria perde a capacidade de armazenar carga. Os componentes são minúsculos, e muitas vezes colados, o que torna o conserto impraticável. Os fones morrem esquecidos em alguma gaveta. Mas a transmissão de eletricidade à distância, uma ideia que tem mais de cem anos, promete aumentar a vida útil de eletrônicos de consumo, reduzir a montanha de lixo eletrônico gerada anualmente e ser parte essencial da ‘internet das coisas’.”

Fonte: Capital Reset, 24/01/2022

Entrevista: O que uma gestora com US$ 420 bilhões em gestão pensa sobre o ESG no Brasil

“Apesar de o Brasil ser visto internacionalmente como um país que tem perdido a batalha contra o desmatamento da Amazônia, outros aspectos ambientais, sociais e de governança, os critérios ESG, oferecem uma perspectiva positiva. “O Brasil mostrou-se disposto e capaz de se tornar uma nação sustentável por meio de ações de base, engenhosidade e políticas públicas. Eu diria que o futuro é promissor”, explica Dan Raghoonundon, chefe de pesquisa ESG da Janus Henderson, gestora com cerca de US$ 420 bilhões sob gestão. Em entrevista ao Money Times, Raghoonundon dá a sua visão sobre como os investidores internacionais têm visto o Brasil, além de uma visão única sobre quem trabalha com ESG no dia a dia e toma decisões de investimentos com base nelas.”

Fonte: Money Times, 22/01/2022

Política

Governo estuda criação de mercado de carbono envolvendo setor elétrico

“O Ministério de Minas e Energia propôs nesta sexta-feira (21) uma série de diretrizes para criar um mercado de carbono envolvendo o setor elétrico brasileiro, que tem potencial para se tornar um importante ofertante de créditos devido à predominância de fontes de geração renováveis e de baixa emissão de gases estufa. A proposta do governo cumpre uma exigência da Lei 14.120/2021, que pôs um fim aos subsídios das fontes renováveis, mas obrigou a implementação de mecanismos que valorassem os “benefícios ambientais” do setor elétrico. Em relatório divulgado nesta sexta-feira, o governo apontou algumas possibilidades de como se precificar esses benefícios ambientais, sendo o mercado de créditos de carbono a principal opção. Na análise do governo, encomendada à Empresa de Pesquisa Energética, o mercado de carbono será melhor aproveitado num escopo multissetorial do que se ficar restrito ao setor elétrico.”

Fonte: CNN Brasil, 21/01/2022

Internacional

Empresas

Maybelline quer atingir neutralidade de carbono e ter embalagens plásticas 100% recicladas até 2030

“Intitulado ‘Conscious Together’, o programa reúne vários objetivos que a Maybelline pretende alcançar até 2030, que englobam embalagem, reciclagem, produção, bem como fórmulas. Em relação às embalagens, a Maybelline quer que elas sejam feitas de plástico 100% reciclado até 2030. Para o descarte destas, a empresa investirá no desenvolvimento de tecnologias de reciclagem de maquiagem, em parceria com a consultoria global de sustentabilidade South Pole. Em seguida, até 2025, a empresa tem como meta alcançar a neutralidade de carbono em todas as suas unidades, melhorando a eficiência energética e usando energia 100% renovável. Da mesma forma, até 2030, ela planeja reduzir em 50% as emissões de carbono de todo o ciclo de vida do produto. Por fim, a Maybelline vai apostar em fórmulas feitas com 95% de ingredientes com base biológica, derivados de minerais abundantes ou processos circulares. “Todos nós da Maybelline queremos progredir e inspirar a indústria a progredir”, disse Trisha Ayyagari, presidente global da marca Maybelline New York. “

Fonte: BR Fashion Network, 21/01/2022

Política

Alemanha apresenta agenda de liderança do G7 com foco no clima

“A Alemanha apresentou nesta sexta-feira seu programa para a presidência do Grupo dos Sete (G7) este ano, com foco na proteção climática, justiça internacional e recuperação econômica pós-pandemia. A maior economia da Europa sediará a cúpula do G7 nos dias 26 e 28 de junho no Schloss Elmau, um refúgio idílico e isolado nos Alpes da Baviera, onde também realizou a cúpula de 2015. Apresentando o programa, o chanceler Olaf Scholz disse que a Alemanha queria transformar o G7 em um “clube climático” trabalhando para chegar a acordos sobre padrões uniformes de emissões e preços de CO2 para acelerar a implementação do Acordo Climático de Paris. “Queremos garantir que cada país não vá sozinho, mas una forças”, disse Scholz em entrevista coletiva conjunta com o ministro da Economia, Robert Habeck, e o ministro das Finanças, Christian Lindner.’

Fonte: Reuters, 21/01/2022

China diz que investigará comportamento corrupto por trás de monopólios de plataformas de internet

“O principal órgão anticorrupção da China disse que se concentrará em “novos desafios e novas situações” em sua repressão à corrupção, prometendo, por exemplo, investigar e punir qualquer comportamento corrupto encontrado por trás de monopólios de plataformas de internet. Desde o ano passado, Pequim reafirmou o controle sobre seu setor de internet outrora livre, punindo operadoras de renome por se envolverem no que antes eram consideradas práticas regulares de mercado e elaborando novas regras para mudar a forma como competem e engajam os usuários. Os últimos comentários da sondagem vieram em comunicado publicado nesta quinta-feira no site da Comissão Central de Inspeção Disciplinar (CCDI). “Esforços serão feitos para investigar e punir o comportamento corrupto por trás da expansão desordenada do capital e dos monopólios de plataforma, e cortar a ligação entre poder e capital”, afirmou.”

Fonte: Reuters, 21/01/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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