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Governo do RJ e Nasdaq desenvolvem nova bolsa de valores focada em créditos de carbono | Café com ESG, 10/03

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na quarta-feira, o mercado fechou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +2,4% e +4,1%, respectivamente.

• No Brasil, (i) uma nova bolsa deve começar a funcionar no estado do Rio de Janeiro no segundo semestre de 2022, fruto de uma parceria entre o Governo do Rio e a Nasdaq, focada na compra e venda de créditos de carbono e ativos ambientais como energia, clima e florestas; e (ii) o aumento da aversão ao risco global provocado pela guerra tornou ainda mais complicada as emissões de dívida externa, mas bancos veem uma brecha para operações que seguem parâmetros ESG, uma vez que a demanda dos investidores por papéis atrelados a metas de sustentabilidade tem potencial para tornar as captações ainda vantajosas para o emissor.

• No internacional, um projeto do Banco Mundial que usa blockchain para combater a mudança climática está sendo desenvolvido e deve funcionar como uma estrutura central, mas descentralizada, para a criação de uma espécie de câmara de compensação global de créditos de carbono, levando o consumo energético em conta.

Gostaria de receber os relatórios ESG por e-mailClique aqui.
Gostou do conteúdo, tem alguma dúvida ou quer nos enviar uma sugestão? Basta deixar um comentário no final do post!


Brasil

Empresas

Rio vai ter nova bolsa em parceria com Nasdaq para negociar créditos de carbono

“Após 21 anos de ter a sua Bolsa de Valores fechada, aparentemente o Rio de Janeiro sentiu saudades do mercado. Uma nova bolsa deve começar a funcionar no estado no segundo semestre de 2022, focada na compra e venda de créditos de carbono e ativos ambientais como energia, clima e florestas. A nova Bolsa é fruto de uma parceria entre o Governo do Rio e a Nasdaq. Nesta terça-feira (8), em Nova York, o governador do Rio, Cláudio Castro assinou um protocolo de intenções com a Nasdaq e a Global Environmental Asset Plataform (GEAP), para viabilizar a implantação da plataforma de negociações. Segundo informado pelo governo do Rio, a parceria prevê o intercâmbio de informações entre o estado, a Nasdaq e a GEAP para certificar, emitir e negociar créditos de carbono. A expectativa é que o Rio alcance um potencial econômico ambiental com um estoque de 73 milhões de toneladas de CO2, o que representaria R$ 25 bilhões.”

Fonte: InfoMoney, 09/03/2022

Captação com selo ESG encontra brecha em meio à aversão a risco

“O aumento da aversão ao risco no mercado internacional provocado pela guerra tornou ainda mais complicado um ano que já se mostrava difícil para emissões de dívida externa. Mas bancos veem uma brecha para operações que seguem parâmetros ESG (sigla em inglês para critérios ambientais, sociais e de governança) – ainda que com volatilidade e uma boa dose de cautela. A demanda dos investidores por papéis atrelados a metas de sustentabilidade tem potencial para tornar as captações ainda vantajosas para o emissor. No Brasil, três das sete emissões de bônus realizadas neste começo de ano saíram com metas ESG – Banco do Brasil, Bradesco e Globo Comunicação e Participações. Em 2021, foram 16 títulos com critérios sustentáveis num total de 46 emissões, ante sete com esses parâmetros no ano anterior. O segmento vem ganhando força. Desde que a BRF inaugurou o mercado de “green bonds”, em 2015, foram uma ou duas operações por ano até 2019, quando o mercado começou a deslanchar.”

Fonte: Valor Econômico, 10/03/2022

Citrosuco define suas metas ESG até 2030

“Maior exportadora de suco de laranja do mundo, a Citrosuco, com sede em Matão, no interior do Estado de São Paulo, acaba de estabelecer seus compromissos nas áreas ambiental, social e de governança (ESG) até 2030. A companhia confirmou que, até o fim da década, 100% de sua cadeia de suprimento terá que adotar práticas sócio-ambientais sustentáveis mensuráveis e certificadas, como já antecipou o Valor, e agora projeta que, com esforços nessa e em outras frentes, reduzirá suas emissões de gases em quase 30% nos escopos 1, relacionado às operações diretas da própria empresa, e 2, que envolvem o consumo de energia elétrica. Mário Bavaresco, CEO da Citrosuco – que é controlada pelos grupos Fischer e Votorantim -, afirma que os compromissos anunciados agora estão em linha com práticas já em curso na empresa há mais de uma década.”

Fonte: Valor Econômico, 10/03/2022

Internacional

Empresas

O projeto que usa blockchain para criar armazém global de créditos de carbono 

“Era inevitável: blockchain para combater a mudança climática. Mas não torça o nariz nem abandone esta reportagem ainda. Um plano do Banco Mundial baseado na tecnologia por trás das criptomoedas vai tentar resolver alguns dos problemas mais relevantes no nascente mercado global de créditos de carbono. E não se trata simplesmente de “temperar o projeto com blockchain” para fazê-lo parecer mais sexy, como diz Gene Hoffman, CEO da Chia Network, empresa responsável pela parte tecnológica da iniciativa. Uma estrutura central, mas descentralizada, pode ser a maneira mais lógica e eficiente para a criação de uma espécie de câmara de compensação global de créditos de carbono. E, sim, o consumo energético está sendo levado em conta.”

Fonte: Capital Reset, 10/03/2022

Clique aqui para acessar o relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema

Gigantes de aluguel de carros embarcam em carros elétricos após bonança da pandemia

“A indústria de aluguel de carros no Ocidente, avaliada em US$ 100 bilhões, cheia de dinheiro de uma pandemia lucrativa, está gradualmente colocando seu show elétrico nas ruas, e os veículos fabricados na China estão prontos para desempenhar um papel de destaque. A transição elétrica pode fazer com que as frotas de carros, há muito dominadas por marcas famosas dos Estados Unidos e da Europa, mudem cada vez mais para as montadoras asiáticas, de acordo com um executivo europeu.”

Fonte: Reuters, 09/03/2022

Credit Suisse enfrenta pedido de investidores para cortar empréstimos para combustíveis fósseis

“Investidores que administram 2,4 trilhões de dólares estão pedindo ao Credit Suisse que tome medidas climáticas mais duras, incluindo o corte de sua exposição a ativos de combustíveis fósseis. “A mensagem dos investidores é clara: o Credit Suisse deve apoiar urgentemente sua ambição líquida zero de longo prazo com divulgações, políticas e metas robustas de combustíveis fósseis”, disse Jeanne Martin, gerente sênior de campanha da ShareAction, em comunicado.”

Fonte: Reuters, 09/03/2022

Política

A guerra na Ucrânia descarrilará a transição para a energia verde?

“Ao final da cúpula do clima da COP26 em Glasgow, em novembro, os negociadores sentiram que uma frágil sensação de progresso havia sido alcançada. Mais de 80% das emissões mundiais foram cobertas pelas promessas dos governos de atingir o zero líquido – ou seja, quando a quantidade de gases de efeito estufa adicionados à atmosfera é igual à quantidade retirada. A cúpula testemunhou acordos importantes sobre desmatamento, emissões de metano e produção de carvão. Pelo menos 23 países assumiram novos compromissos para eliminar a energia do carvão, inclusive no sudeste da Ásia e na Europa. O acordo final entre 197 países continha um acordo para reduzir os subsídios aos combustíveis fósseis, apesar de uma discussão feroz que surgiu sobre se o carvão deveria ser “reduzido gradualmente” ou “eliminado gradualmente”. Mas a direção da viagem estava clara, disse o presidente da COP26, Alok Sharma. “Os países estão dando as costas ao carvão”, disse ele. “O fim do carvão está à vista.””

Fonte: Financial Times, 08/03/2022

Crise na Ucrânia pode aumentar subsídios a combustíveis fósseis

“Os preços altíssimos do petróleo resultantes de uma possível proibição de importação de petróleo da Rússia podem forçar os governos a despejar mais dinheiro em subsídios a combustíveis fósseis para proteger os consumidores do aumento das contas de energia, em vez de usar o dinheiro para combater as mudanças climáticas. Mesmo antes da invasão da Ucrânia pela Rússia, o aumento dos custos de energia desencadeou uma onda de subsídios, apesar dos países concordarem em contê-los na conferência climática COP26 em novembro.”

Fonte: Reuters, 09/03/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • ISE B3: Um raio-X da nova carteira do Índice de Sustentabilidade da B3 (link)
  • Radar ESG | Panvel (PNVL3): Prescrevendo a agenda ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Uma alteração no portfólio para fevereiro (link)
  • Radar ESG | Omega Energia (MEGA3): Líder em energia renovável, surfando a onda da sustentabilidade (link)
  • Radar ESG | Desktop (DESK3): No início da jornada ESG (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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