Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do tema ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.
Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Principais tópicos do dia
• O mercado encerrou o pregão de quinta-feira em queda pelo segundo dia consecutivo, com o IBOV e o ISE caindo 0,46% e 1,40%, respectivamente.
• No Brasil, os acionistas da Petrobras aprovaram, na AGO de quinta-feira (16), a eleição de dez membros para o conselho de administração, com mandato de dois anos até 2028 – entre os destaques, a companhia elegeu Guilherme Mello para a presidência do conselho.
• No internacional, (i) em meio à dificuldade de importar petróleo do Oriente Médio, a maior preocupação da China com a guerra dos EUA e Israel contra o Irã tem sido a segurança energética – segundo a consultoria Argus, a guerra levou a China, a perceberem com mais clareza os efeitos da dependência do petróleo originado do Golfo Pérsico e, por consequência, a buscar novas alternativas de suprimento; e (ii) a ExxonMobil, maior empresa de petróleo e gás de capital aberto do mundo, está avançando com planos para um projeto de captura e armazenamento de carbono em larga escala no sudeste do Texas, cuja construção pode começar já em 2026 – o projeto é liderado pela divisão de soluções de baixo carbono da companhia e foi concebido para armazenar dióxido de carbono capturado em formações geológicas profundas no subsolo.
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Brasil
Empresas
Setor privado leva recomendações ao governo para o mercado de carbono
“A Secretaria Extraordinária de Mercado de Carbono (SEMC) recebeu, na última segunda-feira (13), as “Contribuições Iniciais das Coalizões Empresariais Setoriais de Descarbonização” do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS) para a construção do Sistema Brasileiro de Comércio de Emissões de Gases de Efeito Estufa (SBCE). O material foi entregue durante um encontro técnico no Ministério da Fazenda, em Brasília, em um desdobramento direto do processo iniciado durante a COP30, em Belém, quando a secretaria publicou o roteiro de implementação do SBCE e sinalizou para a indústria que o engajamento das partes interessadas seria uma das áreas prioritárias do sistema. À época, Cristina Reis declarou em entrevista à EXAME durante a conferência climática: “Os mercados de carbono são oportunidades de negócio, emprego, inovação e tecnologia”. Desde que assumiu a pasta, criada para acelerar a implementação da lei do mercado de carbono regulado nacional aprovada em 2024, Reis tem se empenhando em uma agenda intensa com o setor privado.O pacote entregue inclui uma análise geral e quatro estudos setoriais focados nas áreas de energia, minerais essenciais, agricultura e transportes. O material aponta o mercado regulado como um dos instrumentos mais eficientes e de menor custo para descarbonizar a economia. O material aponta o mercado regulado como um dos instrumentos mais eficientes e de menor custo para descarbonização da economia. E se organiza em torno de três objetivos: mapear convergências e lacunas entre as coalizões setoriais, apresentar recomendações técnicas para a regulamentação do SBCE e utilizar os modelos de governança empresariais para qualificar o diálogo com o poder público. A reunião também contou com representantes do Comitê Técnico Consultivo Permanente, incluindo entidades como ABREMA, CNseg, Confederação Nacional da Indústria e Confederação Nacional do Transporte.”
Fonte: Exame; 16/04/2026
Petrobras aprova membros para o conselho de administração até 2028
“Acionistas da Petrobras aprovaram a eleição de dez membros para o conselho de administração da companhia, para um mandato de dois anos, até a assembleia geral ordinária de 2028, segundo fontes. A eleição, em assembleia geral nesta quinta (16), se deu por voto múltiplo, sistema pelo qual acionistas com mais de 5% do capital podem pedir adoção do mecanismo, que beneficia minoritários, uma vez que permite concentrar votos em nomes. A assembleia geral da Petrobras também elegeu Guilherme Mello para a presidência do conselho de administração da estatal. Ele foi eleito com votos que correspondem a 58,91% das ações ordinárias (ON). Mello foi indicado para o colegiado da estatal no lugar de Bruno Moretti, que havia renunciado ao cargo para assumir o Ministério do Planejamento, há pouco mais de dez dias. A presidência do conselho vinha sendo exercida por Marcelo Weick Pogliese. Como esperado, houve mais candidatos do que vagas, e dois nomes da União ficaram pelo caminho. Houve também disputa entre os minoritários. Dos 11 assentos do conselho, dez estão em disputa – Rosângela Buzanelli foi reeleita como representante dos empregados da companhia, em votação realizada em dezembro de 2025. Para eleição pelo voto múltiplo, o número de votos necessários era correspondente a 5.078.727.488 ações (cada ação corresponde a um voto). Do lado do governo, foram eleitos Guilherme Mello, Magda Chambriard (presidente da estatal), Fábio Bittes Terra, José Fernando Coura, Marcelo Weick Pogliese e Renato Galuppo. Desses nomes, todos, exceto Fábio Bittes Terra, receberam o número mínimo de votos para serem eleitos. Bittes recebeu 5,584 bilhões de votos. Pelo lado dos minoritários, José João Abdalla, conhecido como Juca Abdalla (5,088 bilhões), e Marcelo Gasparino (5,249 bilhões) foram eleitos como representantes dos acionistas ordinaristas (ON), juntando-se a Francisco Petros, que havia sido eleito em votação em separado.”
Fonte: Valor Econômico; 16/04/2026
Internacional
Empresas
Resoluções de acionistas sobre ESG nos EUA despencam diante de pressão republicana, diz relatório
“Os acionistas apresentaram, até agora, 184 propostas promovendo temas ambientais, sociais e de governança em empresas dos Estados Unidos nesta temporada de assembleias, de acordo com um novo estudo — cerca de metade do número registrado no ano passado —, à medida que republicanos em Washington trabalham para transferir o poder corporativo dos investidores para os executivos. Em um ponto comparável da temporada de assembleias da primavera do ano passado, os investidores haviam apresentado 355 propostas, segundo Michael Passoff, coautor do relatório e CEO da Proxy Impact, um serviço de advocacy e de voto por procuração voltado a investidores sustentáveis. As propostas instam as empresas a tomar medidas como divulgar mais informações sobre suas emissões de carbono ou sobre a diversidade de sua força de trabalho. Embora a maioria não seja vinculante, elas podem levar a mudanças corporativas significativas. Passoff atribuiu a queda no número de propostas apresentadas neste ano, em parte, a uma nova disposição de executivos das empresas em negociar a portas fechadas para evitar controvérsias públicas. Além disso, ele citou novas regras vindas de Washington que tornam mais difícil para os ativistas vencerem disputas corporativas. Reguladores nomeados pelo ex-presidente dos EUA Donald Trump restringiram o uso, por ativistas, de um banco de dados de valores mobiliários e deram às empresas mais liberdade para ignorar votações.”
Fonte: Reuters; 16/04/2026
Atrasos em data centers ameaçam sufocar expansão da IA
“Atrasos em uma série de novos data centers nos EUA ameaçam desacelerar a expansão da inteligência artificial pelas maiores empresas de tecnologia do mundo, com quase 40% de todos os projetos previstos para este ano sob risco de ficarem atrasados em relação ao cronograma. Grandes projetos da Microsoft, OpenAI e de outros grupos de tecnologia provavelmente perderão os prazos de conclusão em mais de três meses, segundo dados compartilhados com o FT pela SynMax, empresa de análise via satélite e IA. Mais de uma dúzia de executivos do setor afirmaram que campi projetados para centenas de megawatts estão sendo travados por entraves de licenciamento e por escassez crônica de mão de obra, energia e equipamentos. Esses gargalos estão surgindo como uma restrição crucial à velocidade com que as empresas conseguem converter o enorme volume de gastos em IA em receita, aumentando a preocupação de que bilhões em investimentos planejados demorem mais do que o esperado para gerar retorno. Os grandes provedores de nuvem (“hyperscalers”) estão em uma corrida para construir data centers cada vez maiores, buscando colocar em operação instalações que consumirão pelo menos 1 gigawatt de eletricidade — aproximadamente a produção de um reator nuclear.”
Fonte: Financial Times; 17/04/2026
ExxonMobil mira expansão no Texas com novo projeto de armazenamento de carbono
“A ExxonMobil está avançando com planos para um projeto de captura e armazenamento de carbono (CCS) em larga escala no sudeste do Texas, com a construção podendo começar já em 2026, dependendo da aprovação regulatória. O proposto Sunflower Carbon Storage Project criaria um novo hub para armazenamento permanente de CO₂ em uma ampla área que abrange os condados de Liberty e Jefferson. O desenvolvimento está sendo liderado pela divisão Low Carbon Solutions da companhia e foi projetado para armazenar dióxido de carbono capturado em formações geológicas profundas no subsolo. De acordo com os detalhes do projeto, o CO₂ seria injetado a profundidades entre aproximadamente 0,8 km e 2,4 km abaixo da superfície, bem abaixo dos aquíferos de água potável. Além da infraestrutura de armazenamento, a proposta inclui uma extensão de 11 milhas de gasoduto para conectar o local às redes regionais existentes de transporte de CO₂. Essa integração pretende facilitar o envio de emissões capturadas de instalações industriais próximas até o local de armazenamento. A costa do Golfo dos EUA, em especial o Texas, tornou-se um ponto focal para a implantação de CCS devido à combinação de geologia favorável, intensa atividade industrial e infraestrutura energética já estabelecida. Esses fatores tornam a região particularmente adequada para o desenvolvimento de hubs de armazenamento de carbono em grande escala, capazes de atender múltiplos emissores. Para avançar, o projeto precisa de uma licença de injeção subterrânea Classe VI da Texas Railroad Commission, órgão responsável por supervisionar a segurança e a conformidade ambiental das operações de armazenamento de CO₂.”
Fonte: Carbon Herald; 17/04/2026
Corrida pelo biodiesel à medida que preço cai abaixo do diesel comum pela primeira vez
“Fornecedores de combustível na Ásia estão correndo para garantir biocombustíveis depois que eles se tornaram mais baratos do que seus equivalentes fósseis pela primeira vez, à medida que o aperto na oferta de petróleo provocado pela guerra no Irã leva a uma busca por substitutos. Preços de referência do biodiesel na Europa passaram a ficar com desconto em relação ao diesel tradicional no fim de março, segundo a Argus Media, enquanto os futuros de óleo de palma na Ásia também caíram abaixo do preço do diesel no início de abril. Fornecedores asiáticos de petróleo estão fazendo “cada vez mais” consultas para garantir óleo vegetal hidrotratado (HVO), um substituto do diesel, disse Matti Lievonen, presidente-executivo da produtora de combustíveis renováveis EcoCeres, sediada em Hong Kong, acrescentando que boa parte desse volume tem como destino a Austrália, onde a escassez de oferta é particularmente grave. Embora ele tenha dito que a demanda provavelmente esteja sendo impulsionada por grandes petroleiras em busca de substitutos para o diesel, acrescentou que os fundamentos de mercado também estão mudando, à medida que os combustíveis renováveis se tornam mais competitivos e os fornecedores passam a “pensar de forma diferente” sobre combustíveis não ligados ao Oriente Médio. Os preços dos combustíveis à base de petróleo dispararam no início da guerra no Irã e com o quase total fechamento do Estreito de Ormuz, e permanecem elevados apesar de um cessar-fogo provisório. Os preços das alternativas renováveis, porém, estão relativamente estáveis por causa de “fundamentos próprios distintos”, incluindo políticas governamentais e oferta de matérias-primas como óleos vegetais, segundo Giulia Squadrin, especialista em biocombustíveis da Argus. A melhora na atratividade econômica dos biocombustíveis também levou formuladores de política a elevar os mandatos de mistura que exigem uma quantidade mínima de biocombustível nos produtos para transporte.”
Fonte: Financial Times; 17/04/2026
Política
Com guerra no Irã, atenção da China se volta para segurança energética
“Em meio à dificuldade de importar petróleo do Oriente Médio, a maior preocupação da China com a guerra dos Estados Unidos e Israel contra o Irã tem sido a segurança energética, diz Tom Reed, vice-presidente de China, petróleo e derivados da consultoria Argus. Para Reed, a guerra levou diversos países, inclusive a China, a perceberem com mais clareza os efeitos da dependência do petróleo originado do Golfo Pérsico e, por consequência, a buscar novas alternativas de suprimento. A China está preocupada com a segurança energética interna. Pequim baniu as exportações de combustíveis no início de março, incluindo combustível de aviação, o que levou a uma disparada dos preços na Ásia”, disse o especialista da Argus ao Valor. A China só abriu exceções para Laos e Camboja. A suspensão de vendas externas para o resto do mundo deixou os combustíveis mais baratos no mercado chinês, segundo o analista. “Os mercados de querosene de aviação na Ásia são especialmente vulneráveis à perda de suprimento da China, uma vez que o país é o maior exportador regional desse combustível. Os preços do querosene de aviação em Cingapura, por exemplo, estão US$ 86 por barril acima das cotações na China, ou mais de US$ 200 por barril, comparado a cerca de US$ 80 um ano atrás.” A China também tem pressionado empresas do país a reduzirem vendas de fertilizantes ao exterior, segundo as agênciasReuters e Bloomberg, mas não houve um anúncio oficial.”
Fonte: Valor Econômico; 17/04/2026
Itália deveria repensar energia nuclear, diz chefe da AIE
“A Itália deveria reconsiderar sua rejeição à energia nuclear enquanto busca maior segurança energética e estabilidade econômica, disse o chefe da Agência Internacional de Energia (AIE) em uma entrevista publicada nesta sexta-feira. A Itália não possui reatores nucleares em operação e depende fortemente de importações de energia, incluindo eletricidade gerada por usinas nucleares em países vizinhos, como a França. Usinas nucleares são proibidas na Itália após referendos realizados em 1987 e 2011, mas o governo vem elaborando regras para suspender essa proibição por meio do uso de novas tecnologias de energia nuclear. Questionado se o debate na Itália sobre um possível retorno à energia nuclear era a escolha certa, o diretor-executivo da AIE, Fatih Birol, disse ao jornal italiano La Stampa: “Eu sei que a Itália rejeitou a energia nuclear em dois referendos. Mas, já há dois anos, em Roma, eu disse que, se eu fosse o governo (da Itália), reconsideraria essa escolha e olharia com mais atenção para a energia nuclear”. Birol afirmou que a Itália não possui recursos energéticos abundantes e que, embora esteja indo muito bem em energias renováveis, também precisa de “uma produção estável e contínua”. “Para a prosperidade econômica, a segurança energética e a soberania nacional, Roma deveria avaliar cuidadosamente a energia nuclear, tanto em sua forma tradicional quanto com os novos reatores modulares”, disse ele. O governo italiano elaborou um novo arcabouço legal para a energia nuclear, que deve ser aprovado pelo Parlamento nos próximos meses, mas o tema ainda é controverso para a maioria da população.”
Fonte: Reuters; 17/04/2026
Reino Unido vai eliminar cobrança extra de carbono paga por usinas de combustíveis fósseis
“O governo do Reino Unido vai extinguir uma cobrança adicional que as usinas termelétricas a combustíveis fósseis precisam pagar pelas suas emissões de dióxido de carbono, à medida que a preocupação com custos ganha espaço na agenda política. O Departamento de Negócios e Comércio informou que a taxa de apoio ao preço do carbono deixará de ser aplicada a partir de abril de 2028, argumentando que a cobrança atual de £18 por tonelada de CO₂ emitida contribuiu de forma bem-sucedida para o fechamento das usinas a carvão britânicas. A medida anunciada nesta quinta-feira veio após uma promessa do Reform UK, partido de Nigel Farage, que lidera as pesquisas de opinião nacionais, de remover a taxa caso vença a próxima eleição, que deve ocorrer até o verão de 2029. O fim da cobrança foi amplamente bem recebido por grandes consumidores de eletricidade, assim como pelo setor em geral, embora algumas entidades do setor tenham afirmado que o governo ainda precisa fazer mais para reduzir os custos de energia. A decisão também pode ampliar a diferença no custo do carbono entre o Reino Unido e a União Europeia, potencialmente expondo exportadores britânicos de eletricidade a tarifas de fronteira sobre carbono que estão sendo introduzidas pelo bloco. Ministros britânicos estão em negociações com Bruxelas sobre a religação dos esquemas de precificação de carbono em ambas as regiões, o que faria com que a diferença de preços deixasse de existir, e esperam alcançar a paridade antes que o adicional seja removido. Adam Berman, diretor de políticas da associação setorial Energy UK, disse que, embora a taxa tenha sido crucial para “retirar o carvão da matriz elétrica… o governo está certo ao reconhecer que ela não é mais necessária”.”
Fonte: Financial Times; 16/04/2026
Índices ESG e suas performances


(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG)..
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