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ESG continua ganhando relevância | Café com ESG, 07/01

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão desta quinta-feira com o Ibov em alta de +0,5% e o ISE em leve queda de -0,3%.

• No Brasil, (i) segundo pesquisa realizada pela Anbima, para 87% das instituições financeiras, o tema ESG ganhou relevância no ano passado, sendo que mais da metade (52%) diz que ganhou muita relevância; e (ii) a sanção do Projeto de Lei 712/19, que prorroga por 15 anos, a partir de 2025, a contratação de termelétricas movidas a carvão mineral causou algumas controvérsias, pois, por um lado, a Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) diz que a lei dá previsibilidade aos trabalhadores da cadeia produtiva do setor carbonífero e pode destravar investimentos, entretanto, por outro lado, grandes consumidores de energia, entidades do setor de renováveis e empresas lamentam o subsídio a ser pago pelos consumidores.

• No internacional, de acordo com o S&P. os mercados voluntários de carbono, que desempenharam um papel significativo na descarbonização global no ano passado, parecem seguir uma tendência de crescimento em 2022, já que a urgência da crise climática global leva empresas e governos nacionais a estabelecer metas ambiciosas de neutralidade de carbono, com muitos pretendendo atingir o “Net Zero” nos próximos vinte anos.


Brasil

Empresas

Para 90% das instituições financeiras, ESG ganhará relevância em 2022

“As questões sociais, ambientais e de governança, reunidas sob a sigla ESG, conquistaram um espaço inédito no mercado financeiro em 2021. Segundo pesquisa realizada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), para 87% das instituições financeiras, o tema ganhou relevância no ano passado, sendo que mais da metade (52%) diz que ganhou muita relevância. O estudo foi feito com 265 instituições e contou com apoio do Datafolha. Para este ano, a tendência vai continuar. De acordo com 90% das instituições pesquisadas, 2022 será mais um ano em que o ESG conquistará espaço, e para mais da metade, muito espaço. “Com a pandemia, muita gente pensou que o avanço dessa agenda perderia força. Não foi o que aconteceu”, afirma Carlos Takahashi, vice-presidente da Anbima.”

Fonte: Exame Invest, 06/01/2022

Uso de usinas térmicas a carvão até 2040 divide setor elétrico

“A sanção do Projeto de Lei 712/19, que prorroga por 15 anos, a partir 2025, a contratação de termelétricas movidas a carvão mineral causou embate e divergência no setor elétrico. Com apoio do governo, a Associação Brasileira do Carvão Mineral (ABCM) diz que a lei dá previsibilidade aos trabalhadores da cadeia produtiva do setor carbonífero e pode destravar investimentos. Por outro lado, grandes consumidores de energia, entidades do setor de renováveis e empresas lamentam o que chamam de subsídio a ser pago pelos consumidores. A nova lei beneficia o Complexo Termelétrico Jorge Lacerda (CTJL), maior usina térmica a carvão do Brasil, por meio de contrato de energia de reserva. A lei prevê que até 2025 essas usinas permanecerão recebendo recursos por meio da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Depois, as usinas terão a garantia legal de contratação da energia gerada até 2040.”

Fonte: Valor Econômico, 07/01/2022

Número de empresas é recorde no Índice de Sustentabilidade da B3

“A divulgação da 17ª carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3 (ISE B3) trouxe dados que indicam um bem-vindo aumento do engajamento das empresas brasileiras listadas com a agenda ESG (ambiental, social e de governança). O número de companhias na carteira passou de 40 no ano passado para 46 nesta edição e a quantidade de setores pulou de 15 para 27. De acordo com a B3, juntas, as companhias somam R$ 1,74 trilhão em valor de mercado, 38,26% do total do valor das companhias com ações negociadas na B3, com base no fechamento de 30 de dezembro de 2021. Ou seja, ainda há muito o que evoluir. Mesmo o número recorde de participantes precisa ser avaliado de maneira mais criteriosa. Em meados do ano passado, a instituição mudou a metodologia do ISE justamente para torná-lo mais atrativo às companhias. Reduziram o preço da inscrição, simplificaram o questionário, adequaram as perguntas considerando o setor de atuação da empresa, adotaram o scoring CDP-Clima para avaliação da dimensão ‘mudança do clima’ e incorporaram a nota de risco reputacional calculada pelo RepRisk. Os números do balanço deste ano comprovam que a estratégia funcionou.”

Fonte: Isto É Dinheiro, 06/01/2022

Na L’Oréal, inovação passa pelo social

“A inovação deixou de ser uma ferramenta a serviço apenas dos resultados financeiros e da performance da companhia, e passou a ser fundamental na busca de avanços nas frentes ambiental, social e na sustentabilidade do negócio. De olho em um consumidor que “se cansou do marketing da inovação”, a L’Oréal busca inovar com metas e ações que se reflitam não apenas nos números da empresa, mas que também tenham impacto na sociedade, como objetivos para redução de emissões na cadeia produtiva, apoio a comunidades extrativistas e ferramentas tecnológicas que medem a “pegada sustentável” nos produtos. Um desses recursos é o Spot, sigla em inglês para Ferramenta de Otimização da Sustentabilidade do Produto. Atualmente, 100% dos produtos da L’Oréal são avaliados por meio desse instrumento, que avaliza todo o ciclo de vida do produto, com informações sobre seus impactos ambiental e social.”

Fonte: Valor Econômico, 07/01/2022

Opinião

Balanço de 2021 e o que esperar dos mercados de carbono em 2022

“Em junho de 2019, escrevi um artigo para o Valor Econômico intitulado “O retorno do mercado de carbono”. Naquela época, que nem é tão distante assim, ainda nada se falava em políticas corporativas net zero, e o debate sobre precificação de carbono no nível de governo e legislativo no Brasil era incipiente. Ainda assim, havia uma expectativa no ar sobre o reaquecimento dos mercados de carbono no mundo todo a partir das regulamentações que estavam por vir do artigo 6 do Acordo de Paris. Se eu soubesse que 2021 seria o ano em que os países concordariam com as regras dos instrumentos globais de mercado de carbono do Acordo de Paris, em que projetos de lei no Brasil mobilizariam o setor privado para apoiar um mercado de carbono obrigatório e que aumentaria exponencialmente a demanda por projetos de carbono nos mercados voluntários no Brasil, teria guardado aquele título para escrever este artigo aqui hoje.”

Fonte: Valor Investe, 06/01/2022

Internacional

Empresas

Corrida ao mercado voluntário de carbono deve se estender até 2022 devido ao otimismo da demanda

“Os mercados voluntários de carbono, que desempenharam um papel significativo na descarbonização global no ano passado, parecem destinados a estender seu aumento até 2022, já que a urgência da crise climática global leva empresas e governos nacionais a estabelecer metas ambiciosas de neutralidade de carbono, com muitos pretendendo atingir o “Net Zero” nos próximos vinte anos. O Platts CEC, a primeira avaliação lançada pela Platts em 4 de janeiro de 2021, aumentou 900% ao longo do ano. Em 23 de novembro de 2021, foi avaliado em um máximo histórico de $ 8,72/mtCO2e de 0,80/mtCO2e em 4 de janeiro. O preço CEC avaliado em $8/mtCO2e em 31 de dezembro de 2021. A presença de contratos padronizados em os espaços como o GEO da Xpansiv e a CET da ACX ajudaram a impulsionar a atividade no segmento CORSIA.”

Fonte: S&P Global, 06/01/2022

Regulamentação é urgente no ‘insano’ mercado de carbono

“Quando o banco sueco SEB anunciou a intenção de investir no mercado de créditos de carbono, se deparou com uma série de projetos insatisfatórios. Segundo o diretor de sustentabilidade do SEB, Hans Beyer, as cerca de 150 propostas que recebeu no ano passado em sua maioria não tinham retaguarda de qualquer órgão reconhecido que validasse as promessas dos projetos de que estariam removendo permanentemente dióxido de carbono da atmosfera. Algumas propostas eram fundamentadas na promessa de não fazer nada a não ser evitar a emissão de CO2 no futuro. A compra e venda de créditos de compensação das emissões de empresas é um dos pilares do esforço para conter o aquecimento global. Essa prática agora é impulsionada por um acordo celebrado durante a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26) em Glasgow no ano passado, voltado para a criação de um mecanismo internacional para esse mercado.”

Fonte: Valor Econômico, 06/01/2022

Shell deve prosseguir com recompra de ações à medida que preços mais altos do gás impulsionam o comércio

“A Shell disse que seu programa de recompra de ações de US$ 7 bilhões, usando os recursos da venda do ano passado de seus negócios na Bacia do Permian para a ConocoPhillips, continuará “no ritmo” em 2022. A empresa, que está sob pressão de ativistas para demonstrá-lo pode gerar valor para os acionistas por meio da transição energética, anunciou o retorno de US$ 1,5 bilhão do produto da venda aos investidores em dezembro. Os US$ 5,5 bilhões restantes “serão distribuídos na forma de recompras de ações no ritmo certo”, disse o órgão na sexta-feira. A atualização comercial ocorreu após a primeira reunião do conselho da Shell no Reino Unido, uma vez que os acionistas apoiaram uma proposta para simplificar a estrutura acionária do major anglo-holandês de energia e mudar sua sede da Holanda para o Reino Unido.”

Fonte: Financial Times, 07/01/2022


Índices ESG e suas performances

Última atualização: 30/12/21

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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