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B3 publica o ranking de pontuação do ISE pela primeira vez | Café com ESG, 31/01

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.


Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado fechou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,6% e -0,2%, respectivamente. Na semana, o Ibov encerrou em alta de +2,7% e o ISE subindo +3,1%.

• No Brasil, (i) a B3 publicou na sexta-feira, pela primeira vez, o ranking de pontuação ESG das empresas que integram a carteira do seu Índice de Sustentabilidade Empresarial, o ISE, sendo que as dez primeiras posições foram ocupadas por: EDP Energias do Brasil, Lojas Renner, Telefônica do Brasil, CPFL Energias, Natura &Co, Klabin, Itaú Unibanco Holding, Ambipar, Suzano e Engie; e (ii) a transição para uma economia verde tem ganhado apoio do mundo corporativo, mas a necessidade de financiamento para projetos complexos joga luz sobre os grandes financiadores de longo prazo no Brasil, os bancos de desenvolvimento, que têm reforçado suas agendas sustentáveis, vinculando o crédito a critérios ESG.

• No internacional, de acordo com levantamento do Bank of America, para cada US$ 3 investidos em fundos em todo o mundo em 2021, US$ 1 foi destinado aos chamados fundos ESG, que focam as aplicações em empresas com boas práticas ESG, com os depósitos nesses fundos subindo 73% em média em 2021 vs. 2020.


Brasil

Empresas

ISE: EDP, Renner, Telefônica, CPFL e Natura lideram ranking ESG da B3

“A B3 acaba de publicar, pela primeira vez, o ranking de pontuação ESG das empresas que integram a carteira do seu Índice de Sustentabilidade Empresarial, o ISE. Os dados constam de uma ampla plataforma de consulta colocada no ar pela bolsa agora pela manhã. Nas dez primeiras posições do ranking da carteira atualmente em vigor, e que já segue a nova metodologia, estão: EDP Energias do Brasil, Lojas Renner, Telefônica do Brasil, CPFL Energias, Natura &Co, Klabin, Itaú Unibanco Holding, Ambipar, Suzano e Engie.”

Fonte: Capital Reset, 28/01/2022

Fundos com teses específicas voltadas à sustentabilidade ganham espaço no Brasil. Vale a pena investir?

“Para cada US$ 3 investidos em fundos em todo o mundo em 2021, US$ 1 foi destinado aos chamados fundos ESG, que focam as aplicações em empresas com boas práticas ambientais, sociais e de governança, segundo relatório do Bank of America. De acordo com o levantamento, os depósitos em fundos ESG subiram 73% em média em 2021, em comparação com 2020. De cada oito fundos existentes no mundo, um tem foco em ESG, de acordo com o banco. […] Agora, o time de Beatriz Vergueiro, head de produtos ESG da XP, está focado na ampliação do leque de novos fundos e na comunicação destes produtos ao mercado. Segundo ela, no futuro, todos os fundos da XP Asset terão critérios ESG nos investimentos.”

Fonte: InfoMoney, 29/01/2022

Escritórios passam a investir em práticas ESG

“Escritórios de advocacia têm seguido o caminho de grandes corporações e incorporado a agenda ESG (práticas ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) no dia a dia da prestação de serviços jurídicos. O movimento vem ganhando força por meio de iniciativas voluntárias e demandas de clientes, especialmente de companhias abertas e de tecnologia estrangeiras. Em bancas de maior porte, a implementação vem por meio de políticas internas estruturadas nos três eixos. Nas boutiques – escritórios de menor porte especializados em determinadas áreas -, há ações com foco em alguns dos pilares. Prestação gratuita de serviços jurídicos (pro bono) e diversidade e inclusão são algumas das mais difundidas.”

Fonte: Valor Econômico, 31/01/2022

Especialistas apontam quais temas ESG serão essenciais em 2022

“O ano de 2021 marcou a entrada do ESG (sigla em inglês para os princípios ambiental, social e de governança) no vocabulário corporativo. Entre o entusiasmo de uns e a desconfiança de outros, o termo ganhou destaque no mundo dos negócios —e deve permanecer em alta ao longo de 2022. A pedido da Folha, especialistas fizeram suas apostas sobre quais temas serão essenciais na pauta sustentável de 2022. […] Clima é um tema que vai continuar em alta, sobre isso não há dúvidas. Mas um assunto que deve crescer é a justiça climática. Se analisarmos o papel histórico dos países em desenvolvimento, eles não contribuíram tanto para as mudanças climáticas quanto os países desenvolvidos. É desse entendimento que nasce a ideia de responsabilidade comum (de todos), porém diferenciada.”

Fonte: Folha de São Paulo, 29/01/2022

Política

Bancos de desenvolvimento adotam critérios ESG para liberar crédito

“A transição para uma economia verde tem ganhado apoio do mundo corporativo, mas a questão do financiamento ainda permanece um desafio. Para alguns setores, descarbonizar operações pode significar a completa reestruturação das cadeias de valor —o que demanda investimentos nada triviais. A necessidade de mobilizar recursos para projetos complexos joga luz sobre a atuação dos grandes financiadores de longo prazo no Brasil: os bancos de desenvolvimento. De uns tempos para cá, essas instituições têm reforçado suas agendas sustentáveis, ampliando incentivos para iniciativas de impacto socioambiental e vinculando o crédito a critérios ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês). Um dos bancos que vêm buscando protagonismo nesse cenário é o BDMG (Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais).”

Fonte: Folha de São Paulo, 29/01/2022

Parceria com EUA busca novas saídas para a Amazônia

“Esforços para atrair e coordenar mais capital privado e público para desenvolver uma economia sustentável na Amazônia são essenciais para preservar a floresta. Isso também inclui facilitar o acesso de governos nacionais e subnacionais ao crédito privado através de mercados voluntários de carbono. O engajamento com comunidades locais da Amazônia, especialmente indígenas, deve ser priorizado. Estas são algumas das recomendações de um relatório sobre a cooperação sustentável Brasil-EUA que surgiu de encontros entre representantes da Concertação pela Amazônia —uma rede de 250 organizações e pessoas comprometidas com o desenvolvimento sustentável da Amazônia— e pesquisadores, diplomatas e políticos ligados ao Wilson Center, centro de estudos que apoia formuladores de políticas públicas e lideranças, existe desde 1968, está sediado em Washington e tem um instituto focado especificamente no Brasil.”

Fonte: Valor Econômico, 29/01/2022

Opinião

Decifrar a Amazônia é chave para Brasil ser potência verde 

“Durante a Guerra Fria, era inimaginável que algum outro país teria a capacidade de ultrapassar os Estados Unidos na corrida tecnológica para o espaço. No dia 4 de outubro de 1957, contudo, o satélite russo Sputinik chegou à órbita da Terra antes – e pegou os norte-americanos de surpresa. Quatro meses depois, em resposta ao evento, os EUA criaram a Agência de Projetos de Pesquisa Avançada de Defesa (Darpa). Focada em tecnologias de alto risco e potencial de impacto, a agência inspirou-se no Gabinete de Pesquisa e Desenvolvimento Científico (OSRD), órgão responsável por quase toda a P&D militar dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial. Acredita-se que o OSRD foi um (senão, o) grande responsável pela vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial.”

Fonte: Capital Reset, 31/01/2022

Internacional

Empresas

Prada nomeia especialistas em ESG Culpepper e Rugarli para o conselho

“A assembleia de acionistas da Prada nomeou na sexta-feira as especialistas em meio ambiente, social e governança (ESG) Pamela Culpepper e Anna Maria Rugarli como diretoras não executivas independentes de seu conselho, disse o grupo de moda italiano. Culpepper é o fundador da consultoria de diversidade, equidade e inclusão Have Her Back. Ela foi Diretora de Recursos Humanos da Cboe Global Markets, operadora de câmbio com sede em Chicago, e ocupou vários cargos de liderança na PepsiCo. Rugarli é um especialista em responsabilidade social corporativa (CSR) que lançou os programas de Sustentabilidade e CSR da Nike na Europa, Oriente Médio e África e atualmente é o vice-presidente de sustentabilidade corporativa da Japan Tobacco International.”

Fonte: Reuters, 28/01/2022

Política

Biden obtém vitória climática com perda judicial nos arrendamentos de petróleo do Golfo do México

“A decisão surpreendente de um juiz dos EUA nesta semana de anular o primeiro leilão de arrendamento de petróleo do Golfo do México do governo Biden por causa de seu impacto na mudança climática levantou questões sobre o futuro do programa federal de perfuração do país – e jogou diretamente nas mãos do presidente. O presidente Joe Biden, um democrata, fez uma promessa de campanha para acabar com a perfuração federal de petróleo e gás para combater as mudanças climáticas, e ele rapidamente anunciou a suspensão de todas as novas vendas de arrendamento até uma ampla revisão do impacto da perfuração no aquecimento global após assumir o cargo. Cerca de 25% da produção de petróleo e gás dos EUA vem de terras e águas federais.”

Fonte: Reuters, 28/01/2022

Opinião

Contador de carbono: o trabalho híbrido é um tema quente

“Os governos estão suspendendo os decretos de trabalho em casa. Mas muitas empresas esperam que os funcionários ainda trabalhem em casa pelo menos dois dias por semana. Uma configuração híbrida tem muitas vantagens, mas as emissões de carbono mais baixas não são uma delas. Com certeza, o trabalho em casa em tempo integral tende a ser muito mais ecológico do que as viagens diárias ao escritório. A energia economizada ao fechar o local de trabalho e cancelar o deslocamento mais do que compensa o calor e a luz extras necessários para trabalhar em casa. Mas para o trabalho híbrido, a equação é mais complicada. Um escritório meio vazio precisa do mesmo aquecimento e ar condicionado que um escritório cheio. Desistir do trajeto dois dias por semana pode não ser suficiente para cancelar o aquecimento e a iluminação extras necessários em casa. Esse é o caso de um trabalhador britânico que vive sozinho e – como 69% de seus compatriotas – dirige para o trabalho, como mostra o gráfico.”

Fonte: Financial Times, 29/01/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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