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Anbima define novos critérios para classificar fundos de investimentos sustentáveis | Café com ESG, 29/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -2,6% e -1,1%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou recuando -0,8%, enquanto o ISE -1,7%.

• No Brasil, (i) a Anbima acabou de encerrar uma consulta pública sobre a autorregulação voluntária para a identificação de fundos de investimentos sustentáveis e, a partir de 3/jan, esse tipo de fundo poderá solicitar a inclusão do sufixo IS (Investimento Sustentável) no nome, caso esteja habilitado conforme os critérios estabelecidos pela Anbima; e (ii) notícia aponta que se o Brasil continuar na mesma tendência atual de emissões de gases de efeito estufa, o país não deve cumprir nenhuma das promessas que assinou na COP26 – o compromisso é zerar o desmate em 2030, mas a trajetória linear aponta para aumento de 65% neste ano, enquanto a emissão de metano aponta para 47% acima do objetivo, e as emissões totais ficariam 69% acima da meta.

• No internacional, os Ministérios da Fazenda na América Latina têm pressa em acessar o crescente mercado de títulos verdes na esteira da COP26, principalmente por conta dos acordos alcançados na Conferência – mesmo antes da cúpula, a expansão do mercado já era rápida, com os governos do mundo todo vendendo US$92,3bn em títulos verdes no acumulado do ano, já acima do total de US$37,5bn registrado em 2020, segundo dados da Bloomberg.

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Brasil

Empresas

Investimentos ESG terão rótulo para prevenir maquiagem verde

“Encontrar aplicações financeiras capazes de conciliar rentabilidade com preservação do meio ambiente e boas práticas sociais e corporativas no Brasil deve se tornar uma tarefa mais simples e transparente a partir de 2022. É o que espera a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), que acaba de encerrar uma consulta pública sobre a autorregulação voluntária do setor para a identificação de fundos de investimentos sustentáveis. A partir de 3 de janeiro, esse tipo de fundo poderá solicitar a inclusão do sufixo IS (Investimento Sustentável) no nome, caso esteja habilitado conforme os critérios estabelecidos pela Anbima. Com isso, o mercado financeiro doméstico pretende traçar uma linha entre fundos que têm a sustentabilidade como princípio e aqueles que possuem investimentos que apenas integram aspectos ESG, sigla em inglês para ASG (Ambiental, Social e Governança).”

Fonte: Folha de São Paulo, 27/11/2021

Mercado de crédito de carbono é oportunidade para o país, diz Pilão

“O desenvolvimento de um mercado regulado de crédito de carbono em âmbito global oferece oportunidades promissoras para empresas brasileiras. Na Live do Valor de sexta-feira, o presidente da Orizon Valorização de Resíduos, Milton Pilão, explicou que a aprovação do artigo 6.4 do Acordo de Paris, durante a COP26, aumentará enormemente a demanda e os preços por tonelada, favorecendo geradores de créditos como é o caso da companhia especializada na gestão e destinação de resíduos sólidos no país. “Isso começa a permitir que exista uma matemática global, globaliza a conta de metano evitado no mundo”, disse Pilão na entrevista conduzida pelo repórter do Valor Gabriel Vasconcelos. A Orizon, que entre suas atividades também faz a captação certificada do metano emitido no lixo e evita que gás se espalhe pela atmosfera, vem reservando os créditos adquiridos para comercializar com preços mais altos no mercado regulado a partir do ano que vem, já que no mercado voluntário os preços praticados são bem menores. “O mercado voluntário mundial opera num preço médio de U$ 5 por tonelada equivalente de carbono. O mercado regulado opera numa ordem de US$ 50 por tonelada de carbono equivalente”, pontuou o presidente da Orizon.”

Fonte: Valor Econômico, 29/11/2021

Brasil vai comandar projetos de hidrogênio verde da Engie

“O Brasil terá papel relevante na estratégia da holding francesa Engie para atingir a meta de chegar a 4 gigawatts (GW) de capacidade global de produção de hidrogênio verde até 2030. De acordo com o vice-presidente executivo de desenvolvimento de negócios globais de hidrogênio verde do grupo, Raphael Barreau, o país tem forte potencial para atrair projetos devido à abundância de água e ao bom preço da energia gerada por fontes renováveis. A energia elétrica é usada na eletrólise, processo que dá origem ao hidrogênio. No caso do hidrogênio verde, a eletricidade usada vem de fontes renováveis. Barreau, recém-selecionado para ocupar a divisão da companhia para o segmento, vai ficar baseado no Brasil. O executivo aponta que a complementariedade entre a geração eólica, solar e hidrelétrica no país garante fornecimento constante de energia limpa, o que ajuda a baratear o custo das unidades de eletrólise.”

Fonte: Valor Econômico, 28/11/2021

Estados entram na onda ESG como incentivadores de negócios verdes

“Dizer que a agenda ESG (ambiental, social e de governança, na sigla em inglês) chegou ao setor público pode soar um tanto ingênuo. Preservar o meio ambiente, resolver problemas sociais e adotar uma conduta ética são atribuições fundamentais de países, estados e municípios. No entanto, desde que a gestão pública passou a se inspirar no perfil empresarial, a política também pegou o vocabulário do mercado emprestado – e a sigla da vez não ficou de fora. Estados brasileiros estão querendo entrar na onda ESG, mas com outra abordagem. Enquanto as companhias pretendem ser verdes, os governos se posicionam como incentivadores desses negócios. Em São Paulo, a InvestSP, agência de estímulo a investimentos vinculada à secretaria de Fazenda e Planejamento, começou a estudar formas de trazer os princípios ambientais, sociais e de governança para dentro do governo estadual.”

Fonte: Folha de São Paulo, 27/11/2021

Política

Com desmatamento e metano em alta, Brasil ruma para emissão de carbono 69% acima da meta

“Se continuar na mesma tendência atual de emissões de gases de efeito estufa, o Brasil não deve cumprir nenhuma das três promessas que assinou na COP26, a conferência do clima de Glasgow. O compromisso do país é zerar o desmate em 2030, mas a trajetória linear aponta para aumento de 65% neste ano. Já a emissão de metano aponta para 47% acima do objetivo, e as emissões totais ficariam 69% acima da meta. Esses são os números que se desenham no fim desta década caso o país continue na tendência trilhada desde o Acordo de Paris, assinado em 2015. Há sete anos o país não amplia sua meta de corte de emissões, que permanece nos mesmos 1,2 bilhão de toneladas de CO2 para 2030 (contra 2,16 bilhões emitidos em 2020). Enquanto não consegue entrar nessa trajetória, o país ainda assinou duas outras promessas que impõem desafios: a Declaração dos Líderes de Glasgow sobre Florestas e Uso da Terra, que prevê zerar a perda de matas no fim da década, e a Promessa Global sobre Metano, que mira no mesmo prazo um corte global de 30% desse poderoso gás-estufa.”

Fonte: O Globo, 29/11/2021

Clique aqui para acessar o nosso último relatório | “COP26: Implicações do documento final”

Internacional

Empresas

América Latina busca vender mais títulos verdes após COP26

“Ministérios da Fazenda na América Latina têm pressa em acessar o crescente mercado de títulos verdes na esteira da COP26, de acordo com o Banco Mundial. Os acordos alcançados no evento em Glasgow neste mês – onde países concordaram em combater a mudança climática com a interrupção do desmatamento e redução do uso do carvão – aceleraram a demanda por títulos de dívida cujos recursos são destinados a projetos ambientais, disse Rodrigo Cabral, especialista financeiro sênior da tesouraria do Banco Mundial. A instituição trabalha com os governos para estruturar os títulos. “A demanda que recebemos para conversas com soberanos está crescendo exponencialmente”, disse Cabral. Mesmo antes da cúpula, a expansão do mercado já era rápida. Governos do mundo todo venderam US$ 92,3 bilhões em títulos verdes no acumulado do ano, já acima do total de US$ 37,5 bilhões registrado em 2020, segundo dados compilados pela Bloomberg Intelligence.”

Fonte: Valor Econômico, 26/11/2021

Cidades asiáticas buscam formas de financiar projetos climáticos

“Fechado desde o início da pandemia, a Commonwealth High School, na região metropolitana de Manila, tem feito uma contribuição para a comunidade local de Quezon City por meio de seus painéis solares. Instalados em maio de 2020, os painéis podem produzir cerca de 100.000 quilowatts-hora por ano – o suficiente para alimentar o campus e algumas áreas circundantes. A instalação foi a primeira em um ambicioso plano do governo de Quezon City para mudar todos os prédios públicos para energia renovável até 2030. Após projetospiloto na Commonwealth High School e na vizinha Balara High School – duas das maiores escolas de ensino médio do país – a cidade está procurando solarizar cerca de uma dúzia de escritórios do governo, 146 escolas públicas, três hospitais administrados pela cidade e mais de 100 salões “barangay” de nível comunitário.”

Fonte: Valore Econômico, 27/11/2021

Política

Hidrogênio verde pode custar menos do que a alternativa “cinza”, diz von der Leyen da UE

“Os altos preços do gás natural significam que o hidrogênio verde produzido com energia renovável já pode ser mais barato do que sua alternativa emissora de carbono, disse a presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, na segunda-feira. Vários países e empresas veem o hidrogênio verde – obtido pela separação do elemento do oxigênio na água com eletricidade produzida de forma renovável – em áreas como a indústria pesada, como uma forma de reduzir as emissões de gases de efeito estufa. Até agora, o hidrogênio verde era muito mais caro do que a versão “cinza” poluente mais comum, produzida com gás natural ou metano. “Por causa do atual aumento nos preços do gás que vemos, o hidrogênio verde hoje pode ser ainda mais barato do que o hidrogênio cinza”, disse von der Leyen em um evento em Bruxelas.”

Fonte: Reuters, 29/11/2021

Teste de comércio de carbono da Indonésia indica emissões tributáveis

“O Ministério da Energia da Indonésia registrou cerca de um milhão de toneladas de emissões tributáveis de carbono durante um recente teste envolvendo 32 usinas a carvão, disse um funcionário de alto escalão hoje, enquanto o país se prepara para lançar um mecanismo de comércio de carbono. O oitavo maior emissor de gases com efeito de estufa do mundo visa atingir a neutralidade do carbono até 2060 e usar um imposto e comércio de carbono para ajudar a controlar as emissões. A Indonésia começará a cobrar um imposto de carbono de 30.000 rupias ($2,09) por tonelada de CO2 equivalente (CO2e) em abril próximo, cobrado de operadores de usinas termelétricas a carvão com emissões acima de um determinado limite. O imposto será a base para a criação de um mercado de carbono até 2025. Durante o teste, o ministério estabeleceu um limite de 0,918 tonelada de CO2e por megawatt hora para usinas com capacidade acima de 400 MW e 1,013 tonelada para usinas de 100 MW-400 MW e 1.094 tonelada para usinas de boca de mina com a mesma capacidade.”

Fonte: Reuters, 29/11/2021

Regulação

Banco do Japão destaca a necessidade de financiar a transição para operações mais verdes

“O governador do Banco do Japão, Haruhiko Kuroda, disse na segunda-feira que era importante fornecer financiamento para as indústrias que requerem um longo período de transição para operações mais verdes. “Embora responder às mudanças climáticas seja uma prioridade urgente, a conclusão da descarbonização completa levará um tempo considerável”, disse Kuroda em um discurso proferido no fórum online Paris Europlace. “Ao promover a descarbonização da economia como um todo, é importante fornecer um suporte estável para mudanças estruturais em setores e indústrias onde a descarbonização será difícil de alcançar em um curto período de tempo”, disse ele.”

Fonte: Reuters, 29/11/2021


Índices ESG e suas performances

Última atualização: 26/11/2021

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
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  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
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  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
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  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
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  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
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  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
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