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Empresas brasileiras estabelecem estratégias para a transição energética | Café com ESG, 04/02

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.


Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na quinta-feira, o Ibov fechou em leve queda de -0,2%, enquanto o ISE subiu +0,2%.

• No Brasil, (i) a Petrobras está analisando oportunidades em mercados como o de pequenas usinas nucleares, energia geotérmica e diferentes tipos de eólica e fotovoltaica, no cenário de transição energética; e (ii) com um portfólio de negócios de aderência crescente à economia de baixo carbono, a Cosan colocou a transição para esse sistema no centro de sua estratégia de negócios.

• No internacional, os ativistas do clima iniciaram o processo de uma contestação legal contra a União Europeia sobre a rotulagem de investimentos em bioenergia e plásticos como verdes em seu livro de regras de finanças sustentáveis.


Brasil

Empresas

Petrobras avalia novos mercados na transição energética

“A Petrobras analisa oportunidades em mercados como o de pequenas usinas nucleares, energia geotérmica e diferentes tipos de eólica e fotovoltaica. Ao participar do Latin America Investment Conference 2022, promovido pelo Credit Suisse na manhã de ontem, o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, citou pela primeira vez algumas das áreas que estão em estudo pela empresa no cenário de transição energética. Junto ao diretor financeiro e de relações com investidores da estatal, Rodrigo Araujo, o executivo também reiterou que a companhia mantém a intenção de relançar os processos de venda de refinarias que foram encerrados sem sucesso. Araujo confirmou que a ideia da empresa é relançar os desinvestimos da Refinaria Alberto Pasqualini (Refap), no Rio Grande do Sul, e para a Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), no Paraná.”

Fonte: Valor Econômico, 04/02/2022

Cosan põe economia de baixo carbono no foco

“Com um portfólio de negócios de aderência crescente à economia de baixo carbono, a Cosan, um dos maiores conglomerados brasileiros, colocou a transição para esse sistema no centro de sua estratégia de negócios. De acordo com o presidente Luis Henrique Guimarães, um dos grandes focos do grupo, e de suas companhias, é reduzir a pegada de carbono própria e de clientes e fornecedores. “ESG [do inglês Environmental, Social and Governance] é crucial para a gente, mas precisa se fundamentar em resultado econômico também”, disse o executivo, ao se referir ao conceito EESG adotado pela Cosan – o quarto pilar, outro E, se refere a “Economics”. Guimarães participou ontem do evento Credit Suisse 2022 Latin America Investment Conference, que abordou sustentabilidade e digitalização.”

Fonte: Valor Econômico, 03/02/2022

A EDP tirou a maior nota no índice ESG da B3. O segredo? Fazer o básico

“A B3, operadora da bolsa de valores de São Paulo, divulgou pela primeira vez as notas das empresas que compõem a carteira do ISE, seu índice de sustentabilidade empresarial. À frente do ranking geral está a EDP Energias, com um score de 90,25. A companhia está à frente de ícones do ESG e da sustentabilidade, como Natura, Klabin e Suzano. O segredo para o bom desempenho? Fazer o básico. “Tivemos um marco em 2016, quando as metas de sustentabilidade passaram a fazer parte do bônus dos executivos”, afirma Fernanda Pires, vice-presidente de pessoas e ESG da EDP. “Estamos há 16 anos na carteira, lidamos com o tema há muito tempo.””

Fonte: Exame Invest, 02/02/2022

Grupo Heineken reforça ESG com criação de vice-presidência

“Para ter mais foco e ação na agenda ESG no Brasil, o Grupo Heineken anuncia a criação da vice-presidência de sustentabilidade e assuntos corporativos com a nomeação de Mauro Homem como líder da área, que atuará diretamente com Mauricio Giamellaro, presidente da cervejaria. “Esta foi uma decisão da alta liderança da empresa, especialmente do presidente, que vê a necessidade de se posicionar mais, trabalhar o tema nas marcas e ter um acompanhamento do comitê de direção. Fico feliz pela oportunidade de ampliar a atuação na agenda ambiental e social, principalmente”, diz Homem.”

Fonte: Exame Invest, 02/02/2022

Política

Brasil precisa aproveitar potencial e concluir logo Angra 3, diz Associação Nuclear Mundial

“CEO da Associação Nuclear Mundial, Sama Bilbao y Leon disse, durante o Credit Suisse 2022 Latin American Investment Conference, que o Brasil precisa terminar a usina Nuclear Angra 3 o mais rápido possível sob o risco de perder sua capacidade de construir essas estruturas. Segundo a executiva, o Brasil é conhecido no mundo pela qualidade da indústria nuclear, e a conclusão da planta é um passo fundamental para que um programa brasileiro possa ajudar no desenvolvimento da indústria nacional. “Essa situação pode levar a uma certa erosão das capacidades internas e do know how que o Brasil tinha em relação à construção de usinas nucleares.”

Fonte: Valor Econômico, 03/02/2022

Opinião

As mulheres frente aos desafios da sustentabilidade ambiental

“Os impactos decorrentes das relações humanas com o meio ambiente atraem amplo apoio, mas encaram fortes dilemas no seu enfrentamento, visto que são decorrentes das práticas de consumo que movem as sociedades atualmente. Do final do século 19 para o início do século 20, a degradação ambiental se afirmou como um problema social, chamando a atenção dos Estados. Nos EUA formaram-se correntes de pensamento, como o preservacionismo e o conservacionismo, levando à formação de organizações em defesa da natureza, através dos movimentos ambientalistas. Na segunda metade do século 20, o ambientalismo se organizou internacionalmente e se estabeleceu na agenda dos Estados. Eventos naturais assustadores e abordagens do campo científico marcaram esse avanço.”

Fonte: Estadão, 03/02/2022

Internacional

Empresas

Intesa estabelece meta de pagamento de 22 bilhões de euros em plano verde

“O maior banco da Itália, Intesa Sanpaolo, estabeleceu nesta sexta-feira um conjunto de metas ambiciosas, prometendo adicionar 2,3 bilhões de euros (US$ 2,6 bilhões) em lucros até 2025 e devolver 22 bilhões de euros aos investidores, ao mesmo tempo em que apoia o investimento verde. O Intesa pretende elevar seu lucro líquido para 6,5 bilhões de euros em 2025, ante 4,2 bilhões de euros em 2021, apostando em um aumento das taxas líquidas que quer representar 57% das receitas em 2025 versus 54% no ano passado. Para isso, o Intesa planeja adicionar cerca de 100 bilhões de euros em ativos sob gestão no período, com taxas líquidas crescendo em média 4% ao ano para 11 bilhões de euros em 2025. As ações do banco subiram 1% no início das negociações como CEO Carlo Messina estabeleceu seus planos para os próximos anos antes de voltar ao território negativo.”

Fonte: Reuters, 04/02/2022

Política

A indicada de Joe Biden para a principal posição regulatória do Fed defende pontos de vista sobre riscos climáticos

“A indicada de Joe Biden para a principal posição regulatória do Federal Reserve disse a um comitê do Senado dos EUA que é “inapropriado” que o banco central dos EUA escolha vencedores e perdedores na economia, pois foi criticada por sua defesa anterior de abordar proativamente as finanças relacionadas aos ricos do clima. Os republicanos do comitê bancário do Senado se concentraram nas opiniões de Sarah Bloom Raskin sobre questões de mudança climática durante sua audiência de confirmação na quinta-feira. Ela já havia expressado apoio a regras que exigem que grandes bancos com exposição a indústrias intensivas em combustíveis fósseis detenham mais capital, bem como limitações aos tipos de empresas que o Fed procura apoiar com suas medidas de emergência. “É inapropriado que o Fed tome decisões e alocações de crédito. Os bancos escolhem seus mutuários, não o Fed”, disse ela, na tentativa de desviar suas críticas.”

Fonte: Financial Times, 03/02/2022

Ativistas iniciam luta legal contra as regras de investimento verde da UE

“Os ativistas do clima iniciaram o processo de uma contestação legal contra a União Europeia sobre a rotulagem de investimentos em bioenergia e plásticos como verdes em seu livro de regras de finanças sustentáveis. Os desafios dizem respeito à taxonomia financeira sustentável da UE, um sistema que restringe quais investimentos podem ser rotulados como favoráveis ao clima e que a UE espera que os investidores usem para direcionar mais capital para projetos de baixo carbono. A instituição de caridade de direito ambiental ClientEarth pediu formalmente na quinta-feira à Comissão Europeia que revise as regras que permitem que os investimentos em bioenergia sejam rotulados de sustentáveis, que, segundo ela, violam a lei que sustenta a taxonomia da UE, de acordo com documentos vistos pela Reuters.”

Fonte: Reuters, 04/02/2022


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para janeiro (link)
  • Radar ESG | AgroGalaxy (AGXY3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Petrobras (PETR4): E o campo ESG, como a Petrobras está explorando? (link)
  • Radar ESG | Oncoclínicas (ONCO3): Ainda na sala de espera (link)
  • Radar ESG | Aviação Brasil (EMBR3, AZUL4 e GOLL4): Voando pelos ares ESG (link)
  • Radar ESG | Alpargatas (ALPA4): Iniciando a caminhada pela agenda ESG (link)
  • Radar ESG | Kepler Weber (KEPL3): Um começo promissor (link)
  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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