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Pressão ambiental sobre as petroleiras no mundo continua | Café com ESG, 13/12

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado fechou o pregão de sexta-feira em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,4% e +0,9%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em alta de +2,6%, enquanto o ISE +2,7%.

• Do lado das empresas, diante da pressão ambiental sobre as petroleiras no mundo (i) a Petrobras aumentou, de US$ 1 bilhão para US$ 2,8 bilhões, os investimentos em descarbonização no seu novo plano de negócios 2022-2026, entretanto, um levantamento feito pelo Valor Econômico mostrou que o orçamento da estatal para o baixo carbono ainda é tímido ante os pares globais; (ii) a Exxon Mobil, frente à pressão do Follow This – grupo de ativistas climáticos e acionistas da empresa -, terá que aprofundar suas metas de redução de emissões de carbono, aumentando a pressão sobre a empresa de petróleo e gás em sua estratégia de transição energética, a fim de cumprir as metas apoiadas pela ONU para limitar o aquecimento global a menos de 2°C.

• No internacional, o governo Biden ordenou que as agências governamentais dos EUA parem imediatamente de financiar novos projetos de combustíveis fósseis com alto teor de carbono no exterior e priorizem colaborações globais para implantar tecnologia de energia limpa, uma vez que os compromissos do governo devem refletir as metas estabelecidas que visa encerrar o apoio financeiro americano a projetos de carvão e de energia intensiva em carbono no exterior.

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Brasil

Empresas

Na busca por corte de CO2, Petrobras perde corrida para seus pares

“Diante da pressão ambiental sobre as petroleiras no mundo, a Petrobras aumentou, de US$ 1 bilhão para US$ 2,8 bilhões, os investimentos em descarbonização no seu novo plano de negócios 2022-2026, em relação ao planejamento anterior. Levantamento do Valor, com base na estratégia de um grupo de multinacionais do setor (BP, Chevron, Eni, Equinor, ExxonMobil, Shell e TotalEnergies) mostra, no entanto, que o orçamento da estatal para o baixo carbono ainda é tímido ante os pares globais. Para se ter uma ideia do tamanho da disputa, a Shell planeja investir entre US$ 5 bilhões e US$ 6 bilhões por ano em renováveis e soluções energéticas. A TotalEnergies quer estar entre as cinco maiores geradoras de energia renovável do mundo em cinco anos. E a ExxonMobil prevê anualmente US$ 2,5 bilhões na redução de emissões das suas operações. […] O executivo [Rafael Chaves] também não vê a Petrobras, hoje, como uma retardatária na transição energética e argumenta que a companhia é reconhecida por investidores pelos esforços na transparência sobre a agenda ESG, ao citar que a brasileira é a única grande petroleira do mundo a fazer parte do Índice Dow Jones de Sustentabilidade.”

Fonte: Valor Econômico, 13/12/2021

Floresta recupera 80% do estoque de carbono e da fertilidade do solo após 20 anos da regeneração

“De forma inédita e com base em um dos maiores bancos de dados disponíveis sobre florestas tropicais no mundo, um estudo publicado hoje nesta quinta-feira, 9, na revista Science mostra que a regeneração florestal recupera cerca de 80% do estoque de carbono, da fertilidade do solo e da diversidade de árvores em até 20 anos. A pesquisa concluiu que a regeneração natural é uma solução de baixo custo para mitigar os efeitos das mudanças climáticas e contribuir com a conservação da biodiversidade. Esses resultados decorrem de um processo de regeneração em áreas degradadas e não apenas da passagem do tempo nesses locais. “É possível recuperar florestas tropicais por meio de processos naturais em tempo condizente com expectativas humanas. Porém, mesmo assim, é muito mais rápido destruir do que recuperar. Os resultados devem ser vistos com otimismo, mas também com responsabilidade”, diz à Agência Fapesp Pedro Brancalion, professor do Departamento de Ciências Florestais da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz da Universidade de São Paulo (Esalq-USP).”

Fonte: Folha de São Paulo, 10/12/2021

Como fazendas da cadeia da carne sequestram mais carbono do que emitem?

“O projeto “Validação de protocolo MRV (avaliação, relato e verificação) das Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) e da sustentabilidade sócio ambiental, bem-estar animal e governança” comprova que fazendas da cadeia produtiva de carnes que adotam tecnologias sustentáveis sequestram mais carbono da atmosfera do que emitem. A iniciativa que abriga parceiros como a Embrapa (por meio da Plataforma ABC), Corteva Agriscience, Minerva, além de universidades, buscou calcular e contabilizar como fonte da produção em várias frentes de 33 fazendas, 22 delas ligadas à linha de obrigação da Minerva e 11 parceiras da Corteva, para calcular as ligações líquidas das diversas atividades agrícolas e pecuária das propriedades. Os resultados iniciais do projeto apontam que a maioria das fazendas analisadas sequestraram mais carbono que emitiram.”

Fonte: Money Times, 12/12/2021

Fundos de investimento e práticas ESG no Brasil

“Mesmo após uma preocupação inicial de investidores, que resultou em fuga de capital, resgates e oscilações de bolsa quando surgiu a pandemia, a indústria de fundos de investimento no Brasil cresceu cerca de 20% entre junho de 2020 e o mesmo mês de 2021. O patrimônio líquido total de fundos no país, hoje, já se aproxima dos R$ 7 trilhões. Ou seja, a indústria de fundos de investimento rapidamente se recuperou do baque inicial, apesar de a bolsa de valores ainda apresentar certa instabilidade. Em termos de números, a Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) divulgou, em seu consolidado histórico de fundos de investimento, antes do início da pandemia, em dezembro de 2019, a presença de 19.205 fundos existentes e operacionais no país. Já em setembro de 2021, o mesmo relatório consolidado da Anbima demonstrou a existência de 25.488 fundos de investimento em operação, um crescimento de 27% no número de fundos.”

Fonte: Nexo Jornal, 12/12/2021

Entenda o que é o mercado de carbono

“Empresas que emitem gases nocivos à atmosfera podem compensar a sua poluição adquirindo títulos verdes, gerando, assim, créditos de carbono. Essa negociação é feita no chamado mercado de carbono. O dinheiro usado nessa troca vai para a conservação de florestas públicas ou privadas. O excesso de gases nocivos na atmosfera é uma das causas do aquecimento global. As plantas em crescimento retiram o carbono da atmosfera, reduzindo, assim, o impacto de indústrias, agricultura, carros e famílias. Na atmosfera, cada molécula de carbono está grudada a duas moléculas de oxigênio, formando o CO2. É com ele que a árvore faz a fotossíntese para se alimentar. Enquanto ela cresce, o oxigênio é liberado e o carbono é armazenado na madeira. Nos termos ambientais, esse processo é chamado de sequestro de carbono. As árvores mais preservadas e maiores são as que mais contribuem com essa atividade e, por isso, as áreas conservadas podem valer mais quando são disponibilizadas neste mercado.”

Fonte: GI, 12/12/2021

Clique aqui para acessar o nosso relatório | “Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema”

ESG pode encurtar o caminho para quem deseja trabalhar no exterior

“Inglês fluente, conhecimentos sobre tecnologia e ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança) são as três “bagagens” iniciais para interessados em trilhar uma carreira internacional. “O ESG vai se tornar cada vez mais estratégico nas empresas e surge como um novo caminho para profissionais que desejam trabalhar no exterior ou em companhias brasileiras globais”, disse Ana Paula Pessoa no novo episódio do CBN Professional, podcast realizado pelo Valor em parceria com a “CBN”. A executiva carioca, que em janeiro vai assumir a presidência do conselho do Credit Suisse no Brasil, sabe o que diz. Depois de estudar economia e relações internacionais na Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, conseguiu seu primeiro emprego formal, aos 21 anos, na ONU, na área de desenvolvimento econômico. O cargo a levou ao Benin, no oeste do continente africano, para uma missão de três meses. “Acabei ficando quase dois anos na África, trabalhando em projetos de estímulo ao setor privado e de financiamento de ações de combate à Aids”, lembra Pessoa, PhD em economia do desenvolvimento.”

Fonte: Valor Econômico, 13/12/2021

ESG pode ofuscar agenda ampla de sustentabilidade, diz pesquisador

“O sucesso do ESG (sigla em inglês para os princípios ambientais, sociais e de governança) no mundo corporativo pode estar atrapalhando a criação de uma agenda de desenvolvimento sustentável mais ampla. Essa é a conclusão de um artigo feito pelo consultor e pesquisador da FGV (Fundação Getúlio Vargas) Aron Belinky e disponibilizado pela Agência Bori. Segundo ele, o compromisso empresarial não deveria se esgotar no que preconiza a sigla — e seguir a atual onda pode até ser um risco para a sociedade e para os negócios. “As pessoas estão tratando ESG como sinônimo de sustentabilidade, mas não é isso. O ESG é um olhar de negócios sobre essas questões. Tem muita coisa que fica de fora [desse olhar] e que precisa de atenção do mesmo jeito”, diz. No estudo, o pesquisador lembra que a onda ESG surge como expressão do chamado “business case” da sustentabilidade. Esse modelo prega que incorporar boas práticas socioambientais também traz benefícios financeiros para a empresa. Daí o lema: bom para os negócios, bom para o planeta e para os indivíduos.”

Fonte: Folha de São Paulo, 11/12/2021

Internacional

Empresas

Exxon aprofundará metas de redução de emissões de carbono

“A Exxon Mobil terá que aprofundar suas metas de redução de emissões de carbono, aumentando a pressão sobre a empresa de petróleo e gás em sua estratégia de transição energética. Pressionados pelo grupo de ativistas climáticos Follow This, os acionistas da gigante do petróleo tomaram a resolução antes da assembleia geral anual de 2022 que insta a Exxon a publicar metas de médio e longo prazo para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) de suas operações e a queima de combustíveis vendidos aos clientes, conhecidas como emissões de Escopo 3, a fim de cumprir as metas apoiadas pela ONU para limitar o aquecimento global a menos de 2 graus Celsius.”

Fonte: O Globo, 12/12/2021

Política

Biden ordena que os EUA parem de financiar novos projetos intensivos em carbono no exterior

“O governo Biden ordenou que as agências governamentais dos EUA parem imediatamente de financiar novos projetos de combustíveis fósseis com alto teor de carbono no exterior e priorizem colaborações globais para implantar tecnologia de energia limpa, de acordo com cabos diplomáticos dos EUA. Os telegramas, vistos pela Reuters, dizem que os compromissos do governo dos EUA devem refletir as metas estabelecidas em uma ordem executiva emitida no início do ano que visa encerrar o apoio financeiro americano a projetos de carvão e de energia intensiva em carbono no exterior. “O objetivo da política … é garantir que a grande maioria dos compromissos internacionais de energia dos EUA promova energia limpa, avance tecnologias inovadoras, impulsione a competitividade da tecnologia limpa dos EUA e apoie transições líquidas de zero, exceto em raros casos em que haja os benefícios de segurança, geoestratégia ou de acesso de desenvolvimento/energia e nenhuma alternativa viável de baixo carbono alcançam os mesmos objetivos “, disse um cabo.”

Fonte: Reuters, 10/12/2021

Califórnia vai propor reformas para políticas solares importantes em telhados

“Espera-se que a Califórnia proponha mudanças nesta semana a uma política estadual que permite que proprietários de residências com painéis solares vendam seu excesso de energia para a rede elétrica a uma taxa de varejo ou perto dela. A política, chamada net metering, tornou-se um pára-raios de controvérsia desde que foi adotada décadas atrás: os defensores da energia solar dizem que foi crucial para apoiar o crescimento da indústria na luta contra as mudanças climáticas, enquanto os críticos afirmam que chega a um bilhão de subsídio em dólares para proprietários ricos às custas de outros contribuintes de serviços públicos. Qualquer mudança na política pode ter impactos devastadores nas indústrias de energia elétrica e solar – incluindo grandes instaladores de painéis como Sunrun Inc e SunPower Corp. Também pode fornecer uma pista para estados que tendem a assumir a liderança da Califórnia em políticas de mudança climática e energia limpa, especialistas disseram. A Califórnia possui cerca de 40% da capacidade de energia solar residencial do país.”

Fonte: Reuters, 13/12/2021


Índices ESG e suas performances

Última atualização em 10/12/2021

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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