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Presidente da Petrobras afirma que ESG é “agenda essencial às organizações” | Café com ESG, 07/12

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou em campo positivo novamente ontem, com o Ibov e o ISE em alta de +1,7% e +1,3%, respectivamente.

• No Brasil, (i) o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse que as melhores práticas ESG compõem, hoje, uma “agenda essencial às organizações”; e (ii) a Alea – startup da Tenda -, inaugura hoje sua fábrica de casas com estruturas de madeira (“woodframe”) de reflorestamento, que possui uma pegada de carbono 15 toneladas menor do que a de uma casa de concreto.

• No internacional, o presidente-executivo da Saudi Aramco, maior produtora de petróleo do mundo, pediu aos líderes globais que continuem investindo em combustíveis fósseis nos próximos anos ou corre-se o risco de uma espiral inflacionária e “agitação social” que os forçaria a abandonar as metas de emissões.

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Brasil

Empresas

ESG é ‘agenda essencial’ às empresas, diz presidente da Petrobras

“O presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, disse que as melhores práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) compõem, hoje, uma “agenda essencial às organizações”. Em mensagem gravada, transmitida na abertura de evento promovido pela estatal sobre ESG, Silva e Luna afirmou que “só uma empresa saudável” é capaz de apresentar “resultados tão significativos” e que o compromisso com integridade e governança foi um marco na trajetória de transformação recente da empresa. Ele reforçou a estimativa de que a estatal pretende contribuir à União e aos demais entes federativos, ao todo, com R$ 220 bilhões em tributos e dividendos, e citou as recentes conquistas da companhia na agenda ESG — como a conclusão das obrigações previstas no acordo assinado com o Departamento de Justiça dos Estados Unidos (DoJ), incluindo melhorias no programa de integridade, e o retorno da companhia ao Índice Dow Jones de Sustentabilidade.”

Fonte: Valor Investe, 06/12/2021

Tenda avança no modelo de construção industrializada

“A Alea – startup da Tenda com foco em construção industrializada -, inaugura, nesta terça-feira, sua fábrica de casas com estruturas de madeira (“woodframe”), em Jaguariúna (SP). A unidade tem capacidade para produção de 10 mil casas por ano, patamar que se pretende atingir em 2026. Os investimentos na Alea já realizados somam R$ 100 milhões, e há expectativa que o desembolso fique entre R$ 300 milhões e R$ 400 milhões, segundo o presidente da Tenda, Rodrigo Osmo. […] As estruturas de “woodframe” são fabricadas com madeira de reflorestamento fornecida por produtores da região Sul. O executivo estima que a pegada de carbono de uma casa da Alea seja 15 toneladas menor do que a de unidade com parede de concreto.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2021

Beeva: a ‘mel-tech’ que já nasceu ESG

“Nem só de tecnologia vive o ecossistema de inovação. Tem espaço pras abelhas também. A Beeva — uma startup que fabrica e vende produtos como própolis e mel — acaba de começar uma captação de R$ 5 milhões por meio da CapTable, a plataforma que permite a investidores de varejo investirem em startups. O carro-chefe da foodtech são linhas de mel de floradas específicas da caatinga, o único bioma exclusivamente brasileiro. O plano de negócios se enquadra no tema ESG: a Beeva quer promover o desenvolvimento sustentável no semiárido brasileiro, a região de menor IDH do País. ESG também está presente nas instalações da empresa, cuja sede fica em uma reserva ambiental e foi construída a partir do design biofílico. Todos os materiais e sistemas foram pensados para reduzir o impacto ambiental — do vidro que reveste a fachada ao sistema de reutilização e retorno da água ao lençol freático.“Queremos transformar os desafios socioambientais em oportunidades de negócio”, diz Jatyr Oliveira, fundador e CEO da startup. Com apenas um ano e quatro meses de vida, a empresa já está em mais de 500 pontos de venda — incluindo gigantes como Carrefour e Pão de Açúcar — e dobrou sua margem de lucro este ano.”

Fonte: Brazil Journal, 06/12/2021

Ambipar e Environmental ESG adquirem ativos e contratos de gestão de resíduos da Ecotec

“A Ambipar Participações comunicou que junto à subsidiária Environmental ESG adquiriu os ativos e contratos de gestão de resíduos industriais da Ecotec Engenharia Ambiental, por meio da controlada indireta Ambipar Environmental Nordeste. Em notas divulgadas pela Ambipar e Environmental, elas destacam que a operação permite gerar sinergias na valorização de resíduos, expandir a presença da companhia no Nordeste do país, como também fortalecer sua posição de liderança tecnológica em soluções para o gerenciamento total de resíduos. A Ecotec tem em seu portfólio o gerenciamento de resíduos industriais com operação na Paraíba.”

Fonte: Valor Econômico, 06/12/2021

Lucre com ações ESG em dezembro e veja as dicas do maior levantamento do mercado

“O pensamento “verde” no mercado financeiro já é uma realidade e reflexo disso é revelado pela maior cobertura dos analistas de ações de empresas que respeitam os temas ESG (Environmental, Social and Corporate Governance). A própria B3 já possui um ETF (ESGB11) sendo negociado em seu pregão. O Money Times foi atrás destas avaliações, para dezembro, e encontrou oito analistas – Ágora, Ativa, Banco Safra, BB Investimentos, BTG Pactual, Genial Investimentos, Santander e XP –  que produzem indicações específicas para empresas com o compromisso ESG. Foram 40 empresas diferentes em 75 recomendações. Cinco delas obtiveram quatro ou mais sugestões. Confira abaixo o porquê de cada uma estar neste portfólio verde.”

Fonte: Money Times, 06/12/2021

Regulação

CVM prorroga até o dia 10 prazo de pesquisa sobre ESG com investidores

“A Comissão de Valores Mobiliários (CVM) aumentou o prazo para o dia 10 de dezembro para investidores participarem da pesquisa, elaborada pela Assessoria de Análise Econômica e Gestão de Riscos (ASA), sobre aspectos ESG (ambientais, sociais e de governança). “O objetivo é avaliar possíveis melhorias na transparência de tais informações ao público investidor, observando o nível de compreensão desse público a respeito do tema e como influencia, ou não, nas escolhas de investimentos”, explica nota divulgada. Segundo a autarquia, as respostas servirão de base para o estudo que está sendo desenvolvido pela ASA/CVM que trata da divulgação de informações ESG no mercado de capitais.”

Fonte: Valor Investe, 06/12/2021

Clique aqui para acessar o nosso último relatório | “CVM anuncia nova pesquisa ESG; Reguladores do mercado financeiro seguem em evolução na pauta”

Internacional

Empresas

Bancos mantêm clientes poluentes apesar das pressões

“O setor financeiro acabou de assinar um compromisso histórico para combater as mudanças climáticas, mas os maiores bancos do planeta estão deixando claro que pretendem ficar ao lado de seus clientes produtores de combustíveis fósseis. O J.P. Morgan Chase, maior coordenador de emissões de títulos para companhias de petróleo, aderiu em outubro à aliança global de Mark Carney para atingir zero emissões líquidas de carbono em seus financiamentos. No entanto, nas últimas semanas, o banco originou cerca de US$ 2,5 bilhões em transações para empresas como Gazprom e Continental Resources – quantia equivalente às operações realizadas no mesmo período dos últimos anos. O Wells Fargo deve dobrar o total de crédito concedido ao setor neste ano. Ao todo, os bancos globais liderados pelos gigantes de Wall Street ajudaram empresas de combustíveis fósseis a emitir quase US$ 250 bilhões em títulos ao longo de 2021. A quantia está dentro da média anual de captação do setor desde 2016.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2021

Saudi Aramco alerta para “agitação social” se os combustíveis fósseis forem descartados muito rapidamente

“O presidente-executivo da Saudi Aramco, maior produtora de petróleo do mundo, pediu aos líderes globais que continuem investindo em combustíveis fósseis nos próximos anos ou corram o risco de uma espiral inflacionária e agitação social que os forçaria a abandonar as metas de emissões. Falando no Congresso Mundial do Petróleo em Houston, Texas, Amin Nasser disse que havia uma suposição de que o mundo poderia fazer a transição para combustíveis mais limpos “praticamente da noite para o dia”, mas que isso era “profundamente falho”. “Eu entendo que admitir publicamente que o petróleo e o gás terão um papel essencial e significativo durante a transição e além será difícil para alguns”, disse Nasser aos delegados no WPC, um dos maiores encontros de executivos de petróleo e gás do mundo. “Mas admitir essa realidade será muito mais fácil do que lidar com a insegurança energética, a inflação galopante e a agitação social à medida que os preços se tornam insuportavelmente altos e os compromissos líquidos de zero por parte dos países começam a se desfazer.””

Fonte: Financial Times, 06/12/2021

Da Sibéria aos EUA, incêndios florestais quebraram recordes de emissões este ano

“Os incêndios florestais produziram uma quantidade recorde de emissões de carbono em partes da Sibéria, Estados Unidos e Turquia este ano, enquanto a mudança climática gerava incêndios incomumente intensos, disse o Serviço de Monitoramento da Atmosfera Copernicus da União Europeia na segunda-feira. Os incêndios florestais emitiram 1,76 bilhão de toneladas de carbono globalmente em 2021, disse Copernicus. Isso é equivalente a mais do que o dobro das emissões anuais de CO2 da Alemanha. Alguns dos hotspots mais atingidos registraram suas maiores emissões de incêndios florestais em qualquer período de janeiro a novembro desde o início do conjunto de dados de Copernicus em 2003, incluindo partes da região de Yakutia na Sibéria, Turquia, Tunísia e oeste dos Estados Unidos. “Vimos regiões extensas experimentarem incêndios florestais intensos e prolongados. Condições regionais mais secas e quentes sob um clima em mudança aumentaram o risco de inflamabilidade e o risco de incêndio na vegetação”, disse o cientista sênior da Copernicus, Mark Parrington.”

Fonte: Reuters, 06/12/2021

Retirada da Shell do projeto de petróleo do Mar do Norte expõe as divisões políticas do Reino Unido

“A decisão da Shell de se retirar do desenvolvimento de um contencioso campo de petróleo offshore expôs as divisões entre os partidos políticos do Reino Unido sobre o futuro do petróleo e do gás do Mar do Norte, com funcionários do governo alertando que, sem novos projetos, a Grã-Bretanha se tornará mais dependente das importações. O governo conservador enfatizou na sexta-feira que a Shell havia tomado uma “decisão comercial” de se retirar do campo de Cambo, que fica a noroeste das Ilhas Shetland. No início deste ano, a Shell, que tem uma participação minoritária no campo, solicitou com seu parceiro, Siccar Point, a aprovação regulatória para levar adiante o projeto. Mas os ambientalistas pressionaram os ministros e o major do petróleo anglo-holandês para que não o promovessem. Um alto funcionário expressou preocupação com a decisão da Shell, enfatizando que mesmo com o compromisso do Reino Unido de atingir as emissões líquidas de carbono zero até 2050, ainda haveria uma necessidade doméstica de petróleo e gás por várias décadas.”

Fonte: Financial Times, 06/12/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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