Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 20/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O Ibov reverteu o movimento visto na última semana e encerrou o pregão de terça-feira em território negativo, recuando -3,3% e o ISE -3,4%.

• No cenário político brasileiro, (i) às vésperas da CoP-26, o Senado deverá aprovar nesta quarta-feira a antecipação em cinco anos da meta brasileira para reduzir suas emissões de gases estufa; e (ii) o presidente do BC, Roberto Campos Neto, destacou ontem que o Brasil vem presenciando choques climáticos adversos, que afetaram os preços de alimentos e energia, com impactos na inflação. Segundo ele, a agenda de sustentabilidade é importante para os bancos centrais porque essas questões têm potencial para afetar as duas principais missões das instituições: a política monetária e a estabilidade financeira.

• No internacional, a agência de classificação de risco Moody’s afirmou que as empresas na América Latina estão se comprometendo a reduzir as emissões de gases de efeito estufa antes que haja uma imposição por parte do governo, sendo que a maioria das companhias em setores de alto risco de transição de carbono tem menos exposição do que seus pares globais, devido ao maior uso de energia renovável, estratégias de mitigação e diversificação de produtos.

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Brasil

Empresas

Novo índice ESG da bolsa com GPTW supera Ibovespa em testes e promete diversidade

“A B3 e a Great Place to Work (GPTW) anunciaram, nesta terça-feira (19), o Índice GPTW, voltado para as práticas ESG. A iniciativa faz parte do posicionamento estratégico da empresa de fortalecer seu portfólio de produtos que valorizam o social, ambiental e governança e abrir novas oportunidades de negócios nessa área. O índice começa a valer em janeiro de 2022, quando será anunciada a composição da carteira. A GPTW projeta um índice com 33 empresas, sendo 11 delas participantes do ranking das 150 melhores empresas para trabalhar e 22 certificadas pela GPTW. Ruy Shiozawa, presidente da Great Place to Work Brasil, explicou que o índice foi testado com a metodologia retroativa, para entender o que aconteceria se o índice existisse no passado. “No período de seis meses, 12 meses e três anos o índice teria resultado superior ao Ibovespa. Em termos de risco, o índice apresentou um risco menor que o principal índice da bolsa”, disse”.

Fonte: Valor Investe, 19/10/2021

Uber lança nova categoria que promete compensar emissão de carbono

“A Uber lançou no Brasil, nesta segunda-feira (18), uma nova modalidade de viagens para os passageiros preocupados com a preservação do meio ambiente e as mudanças climáticas. A categoria Uber Planet se propõe a compensar a emissão de carbono gerada pelos deslocamentos com o apoio de projetos de preservação de áreas de risco na Amazônia. O serviço estará disponível, em primeira mão, nas cidades de Florianópolis (SC), Natal (RN), Maringá (PR), São José dos Campos (SP) e Campos dos Goytacazes (RJ). O Uber Planet custará, em média, 5% mais que viagens com o UberX ou Comfort. Ao adicionar o local de início e destino da viagem, as opções Uber Planet ou Comfort Planet serão apresentadas para o usuário ao lado das outras modalidades. A companhia afirma que um relatório com a quantidade de CO2 compensado será enviado mensalmente para os usuários.”

Fonte: tecmundo, 19/10/2021

Política

Campos Neto teme impacto climático sobre inflação

“O presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, destacou ontem que, no período recente, o Brasil presenciou diversos choques climáticos adversos, como ondas de calor, geadas e secas prolongadas, que afetaram os preços de alimentos e energia, com impactos na inflação. “Esse, contudo, não é um problema de caráter local, mas mundial”, disse em evento promovido pelo Ministério da Infraestrutura. “No longo prazo, esses choques podem ter efeitos duradouros na economia, afetando a produtividade, o crescimento econômico e a taxa de juros neutra”, acrescentou. Campos Neto falou que a agenda de sustentabilidade é importante para os bancos centrais porque essas questões têm potencial para afetar as duas principais missões das instituições: a política monetária e a estabilidade financeira. No primeiro caso, o presidente do BC explicou que choques ambientais e climáticos podem afetar a oferta de produtos e serviços, impactando a taxa de inflação.”

Fonte: Valor Econômico, 19/10/2021

Antes da CoP-26, Senado deve aprovar nova meta climática

“Às vésperas da CoP-26, conferência climática que começa no dia 1º de novembro em Glasgow (Escócia), o Senado deverá aprovar nesta quarta-feira (20) a antecipação em cinco anos da meta brasileira para reduzir suas emissões de gases estufa. Um projeto da senadora Kátia Abreu (PP-TO), apresentado em abril e que ganhou tração com a proximidade da cúpula do clima, prevê adiantar de 2030 para 2025 o atual compromisso de diminuir as emissões em 43%. O PL 1.539 é o primeiro da lista de votações em plenário nesta quarta-feira e tem o aval dos principais líderes. O Valor apurou que se discute a ideia de colocar o projeto em regime de urgência, na Câmara dos Deputados, a fim de permitir sua aprovação antes do término da CoP-26 — previsto para 12 de novembro. Isso daria ao governo condições de anunciar essa nova meta ainda durante a cúpula e já com respaldo Legislativo.”

Fonte: Valor Econômico, 19/10/2021

Opinião

Caminhos Para o Mercado de Carbono Destravar Oportunidades Financeiras

“Os mercados de carbono são uma solução em rápida evolução e com um crescimento acelerado nos últimos anos. A discussão em torno da eficácia dos mercados de carbono na busca pela redução eficiente das emissões de gases de efeito estufa globais já passou por diversos momentos. Considerado inovador à época que foi criado (1997), decorrente de um tratado internacional chamado Protocolo de Kyoto, registrou primeiro forte ascensão e, posteriormente, diversos questionamentos. Hoje, com o Acordo de Paris em vigor, o mercado de carbono volta ao radar e seu avanço é não só uma necessidade para mitigar as mudanças climáticas, mas uma oportunidade para a América Latina e o Brasil. Quando associado a outras estratégias para reduzir significativamente o impacto das emissões de gases de efeito estufa, possui grande potencial, fornecendo importantes cobenefícios de conservação para as pessoas e a natureza.”

Fonte: Investing.com, 19/10/2021

Internacional

Empresas

Empresas latino-americanas enfrentam menor risco de transição para o carbono, diz Moody’s

“As empresas na América Latina estão se comprometendo a reduzir as emissões de gases de efeito estufa antes que haja uma imposição por parte do governo, diz a agência de classificação de risco Moody’s. “A maioria das companhias com classificação de risco na América Latina em setores de alto risco de transição de carbono tem menos exposição do que seus pares globais, devido ao maior uso de energia renovável, estratégias de mitigação e diversificação de produtos.” De acordo com a Moody’s, “as empresas de papel e celulose e proteína fortaleceram seus padrões ambientais, mas continuarão a enfrentar desafios”, enquanto as instituições financeiras enfrentam regulamentos ambientais mais rígidos. Algumas das empresas de metal da região já produzem recicláveis, enquanto as concessionárias se beneficiam de fontes de energia renováveis, diz a Moody’s, acrescentando que as empresas petrolíferas estatais estão atrasadas na redução de emissões.”

Fonte: Valor Econômico, 19/10/2021

Amazon, Ikea e Unilever prometem neutralidade em transporte marítimo até 2040

“Um grupo de empresas internacionais, formado por Amazon, Ikea e Unilever, entre outras, comprometeu-se a transportar suas cargas apenas em navios neutros em carbono a partir de 2040, no maior passo até agora para reduzir as emissões na navegação marítima mundial. A promessa de nove multinacionais deverá dar às firmas de transporte marítimo e a outros envolvidos mais confiança para que invistam nos navios, infraestrutura e combustíveis necessários para eliminar as emissões de gases causadores do efeito estufa do setor. Reduzir as emissões de carbono no transporte marítimo exigirá investir bilhões de dólares na remodelação de frotas e na produção de novos combustíveis, como amônia verde, metanol e hidrogênio, em grande escala.”

Fonte: Valor Econômico, 19/10/2021

Quase metade das empresas FTSE 100 não tem meta líquida de zero, diz Arabesque

“Quase metade das 100 maiores empresas listadas no Índice FTSE da Grã-Bretanha não tem meta de zero líquido em tudo e apenas 23 têm um plano aprovado cientificamente, de acordo com pesquisa de investimento ESG e gestor de ativos Arabesque. A Grã-Bretanha quer reduzir as emissões de gases de efeito estufa da economia para zero até 2050, enquanto o primeiro-ministro Boris Johnson expressou entusiasmo por liderar uma revolução verde para forçar as economias ocidentais a abandonar seu vício em combustíveis fósseis. A pesquisa do Arabesque descobriu que 45 empresas no Índice FTSE-100 não tinham meta de zero líquido. Apenas 23 empresas estabeleceram metas líquidas zero atendendo aos padrões da Science Based Targets Initiative (SBTi), que define as melhores práticas em tais metas.”

Fonte: Reuters, 20/10/2021

Ativistas lutam contra altos custos e restrições de viagens para fazer negociações sobre o clima

“O ativista climático nigeriano Goodness Dickson pensou que ser convidado a participar da cúpula do clima da ONU na Escócia significava que ele não teria problemas para comparecer. Mas o alto custo dos hotéis, as restrições de viagens do COVID-19 e as regras de quarentena deixaram Dickson e outros ativistas de países em desenvolvimento preocupados que suas vozes não sejam ouvidas na conferência COP26 em Glasgow, de 31 de outubro a novembro. 12. A Reuters conversou com ativistas em países como Bangladesh, Paquistão e Uganda. Alguns conseguiram financiamento, vistos e vacinas para participar da cúpula, mas outros desistiram. Dickson ainda tem o objetivo de chegar à COP26, onde espera contar pessoalmente aos delegados sobre a tentativa de aprender na escola quando as temperaturas atingiram 43 ° C. Ele acredita que os países desenvolvidos precisam ouvir as experiências pessoais dos mais vulneráveis às mudanças climáticas.”

Fonte: Reuters, 20/10/2021

Política

COP26 é a coisa real e não uma simulação

“O último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas confirma que as atividades humanas estão tendo um efeito profundo no clima. Mas, mais felizmente, o World Energy Outlook 2021 da Agência Internacional de Energia mostra que sabemos o que fazer a respeito, em detalhes substanciais e a um custo acessível. No entanto, não estamos fazendo o que deveríamos e, portanto, as emissões continuam a aumentar. Isso mudará na COP26 em Glasgow? Eu duvido. Não é mais necessário debater a ciência das mudanças climáticas antropogênicas. O que é essencial, em vez disso, é se concentrar no que precisa ser feito agora. Sobre isso, o WEO 2021 é perfeitamente claro. Ele distingue quatro cenários: “políticas declaradas” (STEPS), que consiste nas políticas reais dos governos; “Promessas anunciadas” (APS), que pressupõe que todas as suas promessas serão cumpridas na íntegra e dentro do prazo; “Desenvolvimento sustentável” (SDS), que são as metas de desenvolvimento sustentável da ONU; e, por último, “emissões líquidas zero até 2050” (NZE), que é exatamente o que diz ser.”

Fonte: Financial Times, 19/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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