Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 11/10

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +2,0% e +1,9%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em alta de +2,2%, enquanto o ISE +1,1%.

• No Brasil, (i) a Petrobras passará a utilizar plataformas de produção de petróleo totalmente eletrificadas nos seus novos projetos, a fim de ganhar eficiência e reduzir o volume de emissões de carbono por barril de petróleo produzido, em meio à transição energética; e (ii) o ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou no fim da semana passada que o Brasil oficializará, durante a CoP-26, o compromisso de zerar o desmatamento ilegal antes de 2030.

• No internacional, segundo uma análise da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o financiamento climático dos países ricos aos países em desenvolvimento chegou a US$ 79,6 bilhões em 2019, um crescimento de 2% em relação a 2018, mas faltaram US$ 20 bilhões para cumprir a promessa, feita em 2009, de atingir US$ 100 bilhões anuais em 2020 em recursos climáticos.

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Brasil

Empresas

Petrobras eletrifica plataformas para cortar emissões

“A Petrobras passará a usar plataformas de produção de petróleo totalmente eletrificadas nos projetos que começar a conceber de agora em diante. O objetivo da petroleira é usar a eletricidade como fonte de energia para todo os equipamentos das unidades de produção marítimas, de modo a ganhar eficiência e reduzir o volume de emissões de carbono por barril de petróleo produzido, em meio à transição energética. De acordo com a gerente-executiva de mudanças climáticas da Petrobras, Viviana Coelho, a estimativa é que a eletrificação de plataformas leve a uma redução de 6% a 20% nas emissões de poluentes, percentual que varia entre os diferentes projetos e depende do estágio de produção de cada campo. Isso deve levar a uma queda, em média, de cerca de um quilo de carbono emitido por barril de petróleo produzido no pré-sal. “Consumo total de gás da plataforma será menor, porque vamos gerar energia elétrica para os equipamentos”, diz a executiva.”

Fonte: Valor Econômico, 11/10/2021

Política

Governo oficializará, na CoP-26, meta de zerar desmatamento ilegal antes de 2030, diz ministro

“O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, afirmou nesta sexta-feira (8) que o Brasil oficializará, durante a CoP-26, o compromisso de zerar o desmatamento ilegal antes de 2030. No evento, o governo ainda registrará a meta de atingir neutralidade de carbono até 2050, como o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) já havia anunciado. Sem entrar em detalhes sobre o plano para atingir o objetivo de reduzir ilícitos nas florestas, Leite disse que o governo se valerá da “inteligência” e “presença” ostensiva, principalmente em ações na Amazônia, para alcançar o resultado. “A ostensividade da Força Nacional [de Segurança] traz resultado. Haverá mais inovação, técnicos que vão contribuir para liberar na ponta experientes analistas. Com inteligência e presença, vamos conseguir diminuir o desmatamento, se possível antes do anunciado pelo presidente”, afirmou Leite. Ele se referiu a outra meta anunciada por Bolsonaro em abril deste ano, durante a Cúpula dos Líderes sobre o Clima, de zerar o desmatamento em 2030.”

Fonte: Valor Econômico, 08/10/2021

Cidades ensaiam seu discurso para a COP-26

“Os debates realizados pelos países e que serão foco das discussões na Conferência das Nações Unidas Sobre Mudança Climática, a COP-26, que será realizada no próximo mês em Glasgow, na Escócia, também são tema de ações e projetos de cidades no Brasil e ao redor do mundo. Frota elétrica de ônibus para redução de gases poluentes, educação ambiental, medidas para proteção de mananciais e saneamento básico estão entre as bandeiras de cidades de diferentes portes e realidades para contribuir para uma meta que se tornou urgente e global. Nesta sexta-feira, 8, a capital paulista encerrou um circuito de debates sobre o tema na primeira edição da pré-COP 26, onde foram ouvidas experiências nacionais e internacionais sobre o tema.”

Fonte: Estadão, 09/10/2021

Terceiro Setor

‘A indústria da mudança social perpetua a pobreza ou a faz tolerável’, diz chefe de inovação social do Fórum Econômico Mundial

“François Bonnici ocupa posição-chave nas discussões em torno da resolução de problemas complexos, como pobreza e mudanças climáticas. Chefe de inovação social do Fórum Econômico Mundial, ele acaba de lançar o livro “The Systems Work of Social Change” (Trabalho Sistêmico para Mudança Social, em tradução livre), pela Oxford University Press, em coautoria com a pesquisadora Cynthia Rayner. O livro oferece uma abordagem nova e esperançosa de como superar os desafios de uma verdadeira transformação socioambiental. “O pensamento que nos trouxe até aqui não nos levará aonde precisamos chegar”, diz o médico sul-africano, que é também diretor-executivo da Fundação Schwab, uma das maiores redes de empreendedorismo social do mundo, parceira da Folha na realização do Prêmio Empreendedor Social.”

Fonte: Folha de São Paulo, 10/10/2021

Inclusão de refugiados no mercado de trabalho entra na pauta ESG das empresas

“O Brasil tem sido um destino cada vez mais frequente de refugiados nos últimos anos, e um dos principais desafios que esse público enfrenta é a inserção no mercado de trabalho. A questão esbarra menos em obstáculos burocráticos, e mais em problemas como preconceito e desinformação, mas esse cenário vem mudando. Em meio à febre ESG (sigla em inglês para boas práticas ambientais, sociais e de governança), algumas companhias têm buscado na contratação de pessoas refugiadas uma forma de avançar nos temas de diversidade, inclusão e direitos humanos. Desde 2014, a Sodexo On-site, braço da multinacional francesa que oferece a empresas serviços de alimentação e gestão de “facilities” —como recepção, limpeza e jardinagem—, tem iniciativas para incluir esse público em seu quadro.”

Fonte: Folha de São Paulo, 09/10/2021

Opinião

A Era de Dados e o impacto da LGPD nos negócios

““Dados são o novo petróleo”. Provavelmente em algum momento nos últimos anos, em palestras, reuniões ou jornais você já ouviu a famosa originalmente frase proferida pelo matemático londrino Clive Humby. Essa pequena frase resume a era de dados que vivemos nos anos 2020. Cada vez mais, as empresas têm buscado diferentes formas de obter dados, que por si só não possuem alto valor agregado. No entanto, através da aplicação de tecnologia, inteligência artificial e conhecimento técnico, se tornam informações tão valiosas como a tradicional commodity do petróleo. […] Apesar de tantos lados positivos, reforçamos que muitas vezes as condutas comerciais para coleta de dados, principalmente os dados pessoais, caminham na linha tênue do aceitável e a invasão da privacidade.”

Fonte: Valor Investe, 11/10/2021

ESG como arma contra a crise

“Desde seu início, a crise provocada pela Covid-19 submeteu as empresas e seus gestores ao mais duro teste já enfrentado. É necessário gerar resultados financeiros positivos e ser eficiente, enfrentando desafios que vão muito além do pior cenário previsto nos planos estratégicos e de contingência. E, além de ter obrigado os gestores a decidir em uma situação de estresse absoluto, a crise obrigou as empresas a se transformar rapidamente. Não só para sobreviver como também para competir em um mercado onde as questões sociais e de governança nunca foram tão importantes. Isso levou as empresas a investir em pessoas e em tecnologia e a rever suas políticas ambientais, sociais e de governança, abrigadas na sigla ESG. Assim como o tripé da sustentabilidade (“triple bottom line”), esses fatores ampliaram a visão de sucesso da empresa e de seu modelo de gestão. A melhora das políticas ESG passou a ser crucial, e a pressão para sua transformação rápida vem de stakeholders externos e internos. Agora, além do resultado financeiro, é preciso medir e ter sucesso no desenvolvimento ambiental e social. É necessário incluir na conta questões como diversidade, inclusão, flexibilidade e remuneração justa na forma como trata, valoriza e promove seus colaboradores.”

Fonte: Isto É, 08/10/2021

Internacional

Empresas

Grandes bancos resistem ao roteiro mais direto para emissões líquidas zero

“Os bancos resistiram a se comprometer com o roteiro mais explícito para reduzir as emissões de gases de efeito estufa a zero até 2050, poucas semanas antes das negociações climáticas da COP26 em Glasgow. Negociadores de uma iniciativa liderada por Mark Carney para encorajar grupos financeiros a parar de financiar empresas de combustíveis fósseis têm lutado para convencer os principais bancos a concordarem em encerrar o financiamento de todos os novos projetos de exploração de petróleo, gás e carvão este ano, de acordo com mensagens internas vistas pelo Financial Vezes. Isso está alinhado à análise da Agência Internacional de Energia (IEA). Muitos dos 59 bancos signatários da iniciativa do ex-governador do Banco da Inglaterra preferem adotar metas derivadas de pesquisas sobre cenários de aquecimento global do Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC), órgão científico da ONU, que não é prescritivo, e sairia espaço para continuar o financiamento de petróleo e gás. A iniciativa de Carney, a Glasgow Financial Alliance for Net Zero (Gfanz), foi formada em abril, atraindo o apoio de cerca de 300 instituições financeiras com ativos de US$ 90 trilhões.”

Fonte: Financial Times, 10/10/2021

JPMorgan, principal financiador de combustíveis fósseis, adere ao plano de financiamento de ação climática da ONU

“O JPMorgan Chase & Co disse na sexta-feira que está se juntando à Net-Zero Banking Alliance das Nações Unidas, um grupo de bancos globais que se comprometeu a reduzir drasticamente suas atividades de financiamento e investimento de carbono. Como o maior banco dos EUA e um grande credor para a indústria de combustíveis fósseis, o JPMorgan foi criticado por não se juntar ao grupo, que foi lançado em abril, antes. O anúncio ocorre antes da Conferência sobre Mudança Climática da ONU, no mês que vem, conhecida como COP 26, em Glasgow. O JPMorgan seguiu os rivais Bank of America (BAC.N), Citigroup (C.N), Morgan Stanley (MS.N) e outros no alinhamento de seu plano climático com a campanha Race to Zero da ONU. “Estamos nos juntando à Net Zero Banking Alliance porque apoiamos a ambição de uma ação climática maior, o compartilhamento das melhores práticas e uma abordagem colaborativa entre os setores público e privado para atingir esse objetivo”, disse Marisa Buchanan, diretora global de sustentabilidade do JPMorgan. em um comunicado.”

Fonte: Reuters, 09/10/2021

Política

Países ricos atrasam financiamento climático

“O financiamento climático dos países ricos aos em desenvolvimento chegou a US$ 79,6 bilhões em 2019, crescimento de 2% em relação a 2018, segundo análise da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) divulgada recentemente. Faltam US$ 20 bilhões para cumprir a promessa, feita em 2009, de recursos climáticos de US$ 100 bilhões anuais em 2020. Cumprir a promessa dos US$ 100 bilhões ao ano é uma das peças fundamentais para o sucesso da CoP 26. Há muita desconfiança do mundo em desenvolvimento com os países ricos, que não cumpriram o que prometeram. Do total, US$ 62,9 bilhões são recursos públicos O financiamento bilateral representou US$ 28,8 bilhões, 10% abaixo do que o ano anterior. As finanças privadas chegaram a US$ 14,4 bilhões em 2019, recuando 4% em relação a 2018. Os países em desenvolvimento queriam que o volume fosse só de recursos públicos. Os ricos dizem que o esforço é público e privado.”

Fonte: Valor Econômico, 11/10/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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