Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 09/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem o mercado encerrou em território levemente negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -0,04% e -0,7%, respectivamente.

• No Brasil, do lado das empresas, a Embraer anunciou projetos para uma família de aeronaves conceito, com quatro novas tecnologias de propulsão por energia renovável, que foi concebida para ajudar a indústria a atingir a meta de zero emissões líquidas de carbono até 2050.

• No internacional, os olhos continuam voltados para a COP26: (i) institutos de pesquisa do Brasil e Reino Unido se juntaram e anunciaram ontem em Glasgow o maior experimento já projetado para medir a resposta da floresta amazônica à mudança climática – após uma espera de sete anos, o Amazon Face deve começar em 2021 a construção de torres gigantes que vão bombear CO2 sobre a floresta e observar como as árvores reagem; e (ii) após a adesão do Brasil ao Acordo do Metano na COP26, o chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, Alexandre Berndt, afirmou que é possível alcançar a neutralidade da emissão de gases de efeito estufa na pecuária brasileira com a ampliação da adoção de tecnologias nos sistemas produtivos, com uma estratégia que envolve reduzir, diluir e compensar o lançamento dos poluentes na atmosfera com técnicas consolidadas e viáveis para os bolsos de todos os pecuaristas.

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Brasil

Empresas

Embraer divulga projetos de quatro novas tecnologias de propulsão por energia renovável

“A Embraer anunciou hoje projetos para uma família de aeronaves conceito, que foi concebida para ajudar a indústria a atingir a meta de zero emissões líquidas de carbono até 2050. Batizada de “Energia Family”, o projeto envolve quatro aeronaves conceito de tamanhos variados que incorporam diferentes tecnologias de propulsão, sendo elas: eletricidade, célula de combustível de hidrogênio, turbina a gás de duplo combustível e híbrido-elétrico. A empresa informou ter feito parceria com um consórcio internacional de universidades de engenharia, institutos de pesquisas aeronáutica e pequenas e médias empresas para entender melhor a captação, armazenamento e gerenciamento térmico de energia, e suas aplicações para a propulsão sustentável de aeronaves..”

Fonte: Valor Investe, 08/11/2021

Tecnologia pode levar pecuária à neutralidade em gases de efeitos estufa, reforça Embrapa

“O chefe-geral da Embrapa Pecuária Sudeste, Alexandre Berndt, afirmou que é possível alcançar a neutralidade da emissão de gases de efeito estufa na pecuária brasileira com a ampliação da adoção de tecnologias nos sistemas produtivos. Sem conseguir evitar a fermentação entérica dos bovinos, principal causa das emissões de metano do país, a estratégia deverá ser reduzir, diluir e compensar o lançamento dos poluentes na atmosfera com técnicas consolidadas e viáveis para os bolsos de todos os pecuaristas.
“Vamos ter que usar todas as tecnologias disponíveis para mitigar as emissões”, disse ele, ao comentar a adesão do Brasil ao Acordo do Metano na COP26. “A neutralidade é possível e não temos nada a dever. Sabemos quanto a pecuária emite e como reduzir, diluir ou compensar. Tem tecnologia para todos os bolsos”, completou. Berndt elencou três formas de enfrentar o desafio da redução da emissão do metano no setor. A primeira é intervir diretamente na fermentação, com a inclusão de aditivos alimentares, dietas específicas e moduladores. Segundo ele, já existem produtos em uso e outros em estudo.”

Fonte: Valor Econômico, 08/11/2021

Grupo de empresas e Instituto Ethos defendem metas maiores de redução de emissões de gases

“Um grupo de sete empresas organizado pelo Instituto Ethos – Aché, Ambiensys Gestão Ambiental, Green4T, Natura & CO, OEC (novo nome da construtora Odebrecht), Servmar Serviço Técnico Ambientais e Synergia Consultoria Socioambiental – lançará na terça-feira, 9, um documento propondo ações para aumentar as metas de redução das emissões de gases do efeito estufa. O lançamento será em um evento paralelo à 26.ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP-26), que ocorre desde a semana passada, em Glasgow (Escócia). Uma redução maior nas emissões de gases está alinhada com a ideia de aumento da “ambição” com as metas em negociação pelos países em Glasgow. Para o presidente do Instituto Ethos, Caio Magri, quando olhamos o compromisso global de chegar a 2030 com emissões líquidas zero e, em 2050, a emissões brutas zero, é necessário avaliar “se não temos que acelerar mais e muito” as metas de redução.”

Fonte: Estadão, 08/11/2021

Caixa lança linha de crédito para sistemas fotovoltaicos residenciais e fundo ESG

“A Caixa Econômica Federal vai lançar uma nova linha de crédito para financiar a construção de sistemas de geração de energia fotovoltaicos em residências, em complemento a outras linhas de crédito, destinadas a empresas e ao setor agro, que possuem orientação sustentável. Adicionalmente, o banco público lançou na sexta-feira, 5, um fundo de investimento em ações de empresas com boas práticas ESG (sociais, ambientais e de governança). O crédito Caixa Energia Renovável vai permitir que pessoas físicas financiem a construção de sistemas fotovoltaicos em casa com taxas a partir de 0,99% ao mês, com financiamento de até 100% do projeto, limitado à capacidade financeira do cliente.”

Fonte: Money Times, 08/11/2021

Empresas que não aderirem ao baixo carbono vão ficar para trás, diz especialista

“Em entrevista à CNN, o diretor-executivo da Rede Brasil do Pacto Global da ONU, Carlo Pereira, avaliou que o momento é de “reestruturação e reformulação de modelos de negócios” no quesito preocupação ambiental. Um estudo da organização e da Accenture aponta que apenas 18% dos executivos entrevistados disseram ter obtido esclarecimentos necessários, por parte do governo e de legisladores, para o cumprimento das metas de sustentabilidade e de mudanças climáticas. Ao mesmo tempo, 80% entendem que a sustentabilidade é necessária, enquanto 30% dizem fazer o que é necessário para serem sustentáveis. Para Carlos, isso gera um “gap retórico”, já que empresários entendem a importância da questão, mas não atuam para cumpri-la. “As empresas precisam agir nessa direção”, defendeu. “É uma ótima oportunidade para o Brasil. As empresas que não se alinharem à economia de baixo carbono vão ficar para trás.””

Fonte: CNN, 08/11/2021

XP lança 1º programa de estágio com mais de 100 vagas e foco em diversidade

“A XP acaba de lançar seu primeiro programa de estágio e está com 100 vagas abertas em diversas áreas. O foco é trazer diversidade ao grupo e, por isso, quer priorizar a contratação de estudantes de diferentes regiões do país e grupos chamados de minorias. Previsto para começar em fevereiro de 2022, a prioridade será a contratação de mulheres, pessoas negras e pessoas com deficiência. O programa, que conta com bolsa auxílio de R$ 1.800, também oferece a oportunidade de estudantes de qualquer lugar do Brasil participarem. As vagas são para as áreas de: Tecnologia (Dados, Produtos, Engenharia de Software, Design e Infraestrutura), Corporativa (Gente e Gestão, Finanças, Jurídico, Auditoria, Prevenção a Fraude, Compliance, Operações, CRM e Marketing), Comercial (B2B, B2C, Private Banking, XP Empresas, XP Corporate e Sucesso do Cliente) e Mercado Financeiro (Mesa de Operações, Tesouraria, Banco de Investimento, Operações, Área de Análise e Gestora de Recursos de Terceiros).”

Fonte: Valor Investe, 09/11/2021

Política

COP-26: Brasil e Reino Unido criam ‘máquina do tempo’ para ver reação da Amazônia à crise climática

“Institutos de pesquisa do Brasil e Reino Unido se juntaram para estudar como a Floresta Amazônica pode responder às mudanças ambientais futuras. O experimento faz parte da segunda fase do AmazonFACE e foi anunciado há pouco durante a Convenção do Clima (COP-26), que ocorre na Escócia. O AmazonFACE funcionará como uma máquina do tempo, criando artificialmente as condições atmosféricas projetadas para 2050. O serviço nacional de meteorologia britânico Met Office trabalhará em parceria com o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) para administrar o AmazonFACE. Experimentos de enriquecimento de dióxido de carbono de ar livre bombearão volumes controlados dos gás em pequenas áreas de floresta para simular sua resposta às mudanças climáticas. Os cientistas explicaram que esse tipo de experimento nunca foi feito em escala dentro de um ambiente de floresta tropical. A Amazônia é tida como um local importante a se analisar por conta de sua relevância para a regulação do clima global porque absorve grandes quantidades de dióxido de carbono da atmosfera.”

Fonte: Estadão, 08/11/2021

Verba britânica ressuscita maior experimento sobre clima da Amazônia

“O maior experimento já projetado para medir a resposta da floresta amazônica à mudança climática chegou quase a ser cancelado por falta de recursos, mas após uma injeção de R$ 19 milhões doados pelo governo britânico (£2,5m) será retomado neste ano em sua forma mais ambiciosa. Após uma espera de sete anos, o Amazon Face deve começar em 2021 a construção de torres gigantes que vão bombear CO2 sobre a floresta e observar como as árvores reagem. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (8), em Glasgow, na Escócia, durante a COP26. Coordenado pelo ecólogo David Lapola, da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), o projeto foi lançado originalmente em 2014, mas apesar das promessas de patrocínio nunca chegou a sair do papel como havia sido idealizado. Agora, em colaboração com o INPA, a universidade conseguiu recursos. A ideia básica do experimento é simular condições futuras da mata para entender como a floresta vai se comportar em termos de absorção de carbono, um papel de regulação climática fundamental que a Amazônia providencia para o planeta. Ao bombear mais CO2 sobre uma parcela de floresta e medir o crescimento das árvores, os cientistas conseguirão medir se as árvores conseguirão absorver uma parcela maior de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 08/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Comissão debate fomento à agricultura de baixo carbono

“A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural da Câmara dos Deputados realiza audiência pública nesta segunda-feira (8) sobre a atuação do Sistema Nacional de Fomento (SNF) no financiamento ao agronegócio sustentável. O debate será realizado às 14 horas, no plenário 12. O deputado Domingos Sávio (PSDB-MG), que pediu a audiência, lembra que o SNF está intimamente ligado ao desenvolvimento sustentável do Brasil, priorizando programas e linhas de crédito relacionadas à agenda 2030, sendo o maior difusor do Plano ABC (Agricultura de Baixa Emissão de Carbono), que tem como foco a adoção de tecnologias de produção sustentáveis no setor agropecuário. “O SNF, por possuir linhas e produtos próprios para incentivar projetos sustentáveis, pode agregar recursos e expandir a capacidade de financiamento para alavancar os investimentos verdes nos setores rural e agropecuário”, observa o deputado.”

Fonte: Money Times, 08/11/2021

Opinião

Desafios climáticos e o papel do Brasil

“A cúpula do clima (COP26) ocorre em Glasgow até sexta-feira (12/11) e a urgência de mudanças na matriz energética global é um dos aspectos mais importantes dessa discussão. Nas últimas semanas o mundo assistiu à crise energética chinesa, ao mesmo tempo que o preço da eletricidade na Europa atingiu níveis recordes por conta de problemas de abastecimento de gás natural e baixo volume de ventos. Desde maio último, os preços internacionais do petróleo, carvão e gás natural praticamente dobraram. Altos investimentos em eletrificação da Europa e a mudança para uma frota dominada por carros elétricos vêm sendo anunciados pela Alemanha e outros países. Entretanto, a UE admitiu que, em 2030, os carros europeus ainda serão movidos, majoritariamente, por combustíveis fósseis. Sozinha a eletrificação não conseguirá nem se aproximar da diminuição de CO2 necessária para se atingir as metas do Acordo de Paris. O etanol é um biocombustível de baixo risco, que também produz biogás e bioeletricidade. O projeto brasileiro de descarbonização da matriz energética por meio de biocombustíveis (Renovabio) é uma forma concreta de avançar na transição energética.”

Fonte: Valor Econômico, 09/11/2021

Hidrogênio para reduzir o carbono da matriz energética

“A redução dos custos da energia elétrica obtida de fontes renováveis contribui para a descarbonização da matriz energética, bem como para obter economicamente hidrogênio (H2) por eletrólise da água. A tecnologia é conhecida e os custos, declinantes, atenderão à necessidade de reduzir emissões de gases de efeito estufa (GEE). Esse processo evitará o consumo de combustíveis fósseis destinados à produção de H2, e este poderá substituí-los em atividades industriais nas quais a utilização de energia elétrica não seja viável. Todavia, a descarbonização não dispensa o aumento da eficiência na obtenção e uso da energia, da utilização de biocombustíveis, a redução do consumo de combustíveis fósseis, do desmatamento, das emissões do setor agropecuário. A recente mobilização industrial, acadêmica e governamental, que visa a obtenção, transporte e utilização do H2 deve privilegiar a seleção de suas fontes primárias e a avaliação de custos, inclusive os sócio-ambientais e considerar as eficiências das suas cadeias energéticas, da origem ao uso final da energia.”

Fonte: Valor Econômico, 09/11/2021

Internacional

Empresas

Greenpeace Alemanha processa Volkswagen por causa de metas de emissões de carbono

“A ativista ambiental Clara Mayer e os diretores do Greenpeace Alemanha processaram a Volkswagen em um tribunal alemão, disse a ONG na terça-feira, acusando a montadora de não fazer sua parte no combate às mudanças climáticas. Os requerentes deram à Volkswagen oito semanas para considerar suas demandas, que incluíam o fim da produção de carros com motor de combustão interna até 2030 e a redução das emissões de carbono em pelo menos 65% em relação aos níveis de 2018 até então, antes de entrar com o processo. A Volkswagen rejeitou as exigências em 28 de outubro. “A Volkswagen representa a proteção do clima e a descarbonização do setor de transporte, mas não pode enfrentar esse desafio sozinha”, disse um porta-voz em um comentário à Reuters. “A tarefa de conceber as medidas adequadas pertence ao Parlamento. Os litígios nos tribunais civis através de ações judiciais contra empresas isoladas não são o lugar nem a forma de fazer justiça a esta tarefa de grande responsabilidade.” Um processo semelhante foi aberto no final de setembro pelos chefes da organização ambiental alemã Deutsche Umwelthilfe contra a BMW e a Daimler, quando ambas as empresas também rejeitaram as exigências para encerrar a produção de carros baseados em combustíveis fósseis até 2030 e limitar as emissões de CO2 antes disso.”

Fonte: Reuters, 09/11/2021

Ficar ou vender? A indústria de investimentos de US$ 110 trilhões fica mais difícil no clima

“Enquanto a Covid-19 se espalhava pelo mundo em 2020, um grupo de figuras seniores da Aviva Investors, a gestora de ativos do Reino Unido de £262 bilhões, realizou uma série de reuniões virtuais ao longo de seis meses para discutir outro grande problema que pairava sobre seus portfólios: das Mudanças Climáticas. Preocupado com o fato de o aquecimento global afetar as avaliações de longo prazo das empresas, o grupo decidiu por um raro curso de ação para um grande gestor de ativos. A Aviva Investors alertou cerca de 30 empresas intensivas em combustíveis fósseis que, se não tomassem medidas radicais para cortar suas emissões, venderia todas as suas ações e carteiras de renda fixa dentro de um a três anos. Foi um movimento ousado que dramatizou uma disputa crescente dentro da indústria de investimentos de US$ 110 trilhões. Muitos grandes gestores de ativos ainda descartam rotineiramente o desinvestimento, argumentando que é melhor permanecer investido e tentar alterar o comportamento corporativo por meio de conversas de fundo com as empresas.”

Fonte: Financial Times, 09/11/2021

Política

COP26 encara a hora da verdade para um mercado de carbono global. Entenda o que está em jogo

“Depois de uma primeira semana de promessas e compromissos climáticos, a segunda semana da COP26 é a hora da verdade. Em sua reta final, os negociadores dos países entram em ritmo frenético para tentar entregar algo que de fato poderá mover o ponteiro dos termômetros: a regulamentação do famigerado Artigo 6 do Acordo de Paris. Ou, mais objetivamente, a definição das regras para se criar mercados globais de compra e venda de créditos de carbono, por meio de uma série de mecanismos. A intenção do artigo é que os países possam cooperar entre si para cumprir suas metas nacionais de descarbonização, definidas no Acordo de Paris. A criação de mercados globais de carbono ajudaria a reduzir as emissões, direcionar capital para projetos de baixo carbono e trazer rigor e transparência ao mercado de compensação de emissões, ou offsets. No caso do Brasil, com enorme potencial de gerar créditos de carbono de base florestal ou de energias limpas, a regulação do Artigo 6 pode abrir um grande mercado.”

Fonte: Capital Reset, 08/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”

Regulação

Reguladoras apertam fiscalização de “greenwashing”

“Autoridades reguladoras do sistema financeiro de todas as partes do mundo estão intensificando seu escrutínio sobre o “greenwashing” (marketing exagerado em torno da sustentabilidade) no setor de investimentos em razão dos crescentes temores de o capital estar sendo empregado com base em alegações enganosas. A avalanche de dinheiro novo privado prometido sob alegações de combate às mudanças climáticas levou autoridades reguladoras a intensificar seu trabalho na definição de padrões que garantam que bancos, seguradoras e gestoras de ativos forneçam informações claras sobre as credenciais ambientais dos investimentos que eles estão oferecendo. “Não podemos deixar que esse greenwashing persista e ameace o tão necessário fluxo de capital que nos ajude a garantir nossos futuros”, disse na semana passada na cúpula do clima, a COP26, em Glasgow, Nikhil Rathi, o presidente da Financial Conduct Authority do Reino Unido (FCA).”

Fonte: Valor Econômico, 09/11/2021

Clique aqui para acessar nosso último relatório | “COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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