Café com ESG: Conteúdos diários que transformam | 01/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Na sexta-feira, o mercado encerrou em território negativo, com o Ibov e o ISE recuando -2,1% e -1,8%, respectivamente. Na semana, o Ibov fechou em forte queda de -4,8%, enquanto o ISE -4,5%.

• No Brasil, (i) o Brasil chega à mesa de negociações da COP26, a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, com a missão de tentar reduzir o impacto da imagem negativa com relação a política ambiental do país e, ao mesmo tempo, cobrar mais financiamento de países ricos a nações em desenvolvimento; e (ii) de acordo com um estudo da Ambima, que ouviu 265 instituições do setor financeiro, o mercado de capitais está em processo de investimento em um momento em que o assunto ESG conquistou a opinião pública e a adoção de critérios ESG nas análises financeiras dos investimentos ganha maior relevância à medida que os gestores entendem a necessidade da prática sustentável como um meio para antecipar e mitigar os riscos.

• No internacional, os líderes das 20 principais economias do planeta, o G20, anunciaram neste domingo (31), em Roma, o compromisso de limitar o aquecimento global a 1,5ºC e encerrar financiamentos públicos a novas usinas a carvão, entretanto, os líderes não definiram uma data precisa para a neutralidade de carbono (o acordo diz apenas “por volta da metade do século”).

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Brasil

Empresas

COP26: O que Brasil vai prometer e exigir na conferência sobre mudança climática

“O Brasil chega à mesa de negociações da COP26, a conferência das Nações Unidas sobre mudanças climáticas, com uma missão difícil: tentar reduzir o impacto da imagem negativa criada pela política ambiental do governo Jair Bolsonaro e, ao mesmo tempo, cobrar mais financiamento de países ricos a nações em desenvolvimento. Lideranças de mais de cem países vão se reunir em Glasgow, na Escócia, para discutir novos compromissos para garantir a meta do Acordo de Paris de manter o aumento da temperatura média da Terra em 1,5°C. O Brasil tende a ser alvo de pressões por causa da aceleração do desmatamento desde que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência. [..] O Brasil vai apresentar como compromisso reduzir as emissões de gases do efeito estufa em 37% até 2025, em 43% até 2030 e vai oficializar o objetivo de antecipar em 10 anos, de 2060 para 2050, a neutralidade de carbono no país – quando todas as emissões são reduzidas ao máximo e as restantes são compensadas, por exemplo, com tecnologia de captura de carbono da atmosfera.”

Fonte: BCC, 31/10/2021

Gestores entram na corrida para implementar critérios ESG na decisão de investimentos

“Apesar de desafiador em inúmeros aspectos, o ano de 2021 consolidou a importância da agenda de sustentabilidade no setor financeiro. No segmento de gestão de recursos, sobretudo, a adoção de critérios ESG nas análises financeiras dos investimentos ganha maior relevância à medida que os gestores entendem a necessidade da prática sustentável como um meio para antecipar e mitigar os riscos. Além, é claro, de contribuir para um planeta melhor e uma sociedade mais justa. O tema foi abordado durante o painel “A maturidade do mercado quando o assunto é ESG”, no Anbima Summit, que apresentou a prévia de uma pesquisa realizada pela instituição para conhecer a compreensão do mercado de capitais sobre a pauta ESG e medir a maturidade das empresas em relação a essa prática. O estudo, que ouviu 265 instituições do setor, mostra que o mercado de capitais está em processo de investimento em um momento em que o assunto conquistou a opinião pública.”

Fonte: Valor Investe, 29/10/2021

Por que a COP26 interessa diretamente a você

“Representantes de governos, setor privado e sociedade civil se reúnem neste domingo (31) na cidade de Glasgow, na Escócia, para a abertura das negociações da COP26, a Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, que vai até 12 de novembro. Adiada de 2020 para 2021 por conta da pandemia de covid-19, a COP26 é o prazo final para que os países decidam como irão cumprir com o Acordo de Paris para o clima. O evento gera grande expectativa em meio ao aumento da preocupação global com a mudança climática.”

Fonte: Nexo Jornal, 30/10/2021

Investidor quer medir eficácia de produto ESG

“A pandemia de covid-19 acendeu uma bandeira vermelha para a sociedade e aumentou o foco em questões ligadas à sustentabilidade. Mas o investidor sente falta de mais dados que comprovem a eficácia de produtos aderentes às práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês). É o que mostra uma pesquisa global da gestora Schroders, que ouviu 23 mil pessoas. Em todo o mundo, mais da metade dos entrevistados (53%) disseram que se sentiriam encorajados a aumentar suas alocações em investimentos sustentáveis se houvesse mais dados ou evidências demonstrando sua eficácia. Esse mesmo patamar de respostas foi mantido quando considerados apenas os entrevistados brasileiros (55%).”

Fonte: Valor Investe, 29/10/2021

Regulação

Agenda ESG do Banco Central é vista como positiva por uns e inócua por outros

“A agenda do Banco Central para estimular o compromisso das instituições financeiras com os princípios ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês) está longe de ser uma unanimidade entre especialistas. Para uns, a série de medidas divulgada no mês passado coloca o Brasil na vanguarda das finanças sustentáveis, enquanto outros veem as mudanças como inócuas. O pacote anunciado pelo BC no dia 15 de setembro engloba três conjuntos de regras. O primeiro diz respeito ao gerenciamento de riscos feito pelos bancos, que precisarão incluir as mudanças climáticas no cálculo até julho de 2022. […] Para os bancos, a principal novidade está nas novas regras de risco. Agora, eles serão obrigados a incorporar nas análises de concessão de crédito potenciais perdas em função de secas, inundações, enchentes, tempestades, ciclones, geadas e incêndios florestais. “É um avanço. Desde o ano passado o Bacen reiterou a importância do tema, quando lançou a própria dimensão de sustentabilidade da Agenda BC#”, afirma Amaury Oliva, diretor de sustentabilidade, cidadania financeira, relações com o consumidor e autorregulação da Febraban.”

Fonte: Folha de São Paulo, 30/10/2021

Internacional

Empresas

Preocupação com mudança climática é ‘amor’ à estabilidade financeira, diz executivo da BlackRock

“Se antes a sustentabilidade era assunto apenas daqueles que se incomodavam com questões ambientais, agora as práticas corporativas que seguem critérios ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) estão na agenda dos agentes econômicos. “A gente trabalha com [a questão da] mudança climática não porque amamos ursos polares, mas porque amamos estabilidade financeira. Foi isso que mudou [de algum tempo para cá]”, afirmou Paul Bodnar, chefe global de investimentos sustentáveis da BlackRock, na sexta-feira, durante painel no evento Anbima Summit, promovido pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). A BlackRock é a maior gestora de recursos do mundo, com US$ 9,5 trilhões em ativos sob gestão. Segundo Bodnar, o mercado começou a entender que problemas relacionados ao meio ambiente, “como poluição com plástico, perda de biodiversidade e emissões de carbono, têm um impacto na economia em si”, e por isso começou a pensar em como “colocar a mão na massa”.”

Fonte: Estadão, 31/10/2021

Mudança climática: como é viver onde faz 50ºC?

“A crise climática não é mais uma preocupação sobre o futuro. Em muitas partes do mundo, ela já começou. O ano de 2021 foi o mais quente já registrado. Milhões de pessoas estão vivendo em temperaturas extremas, enfrentando uma ameaça crescente de enchentes ou incêndios florestais. A seguir, cinco pessoas em diferentes partes do mundo explicam como as temperaturas extremas mudaram suas vidas. […] Com a mudança climática, muitas cidades na Índia estão agora atingindo 50°C. As áreas densamente povoadas e construídas são particularmente afetadas por algo conhecido como efeito de ilha de calor urbana. Materiais como concreto prendem e irradiam calor, elevando as temperaturas. E não há trégua à noite, quando pode, na verdade, ficar mais quente.”

Fonte: BCC, 31/10/2021

Política

G20 anuncia compromisso para limitar aumento da temperatura a 1,5ºC, mas não fala em data para neutralidade de carbono

“Os líderes das 20 principais economias do planeta, o G20, anunciaram neste domingo (31), em Roma, um compromisso para tentar conter as mudanças climáticas. O grupo acordou em limitar o aquecimento global a 1,5ºC e encerrar financiamentos públicos a novas usinas a carvão, segundo o documento final do encontro. O G20 pediu uma ação “significativa e efetiva” para limitar o aquecimento global, mas ofereceu poucos compromissos concretos. No entanto, no discurso de encerramento, o primeiro-ministro italiano, Mario Draghi, afirmou estar “orgulhoso com os resultados”. Os líderes não definiram uma data precisa para a neutralidade de carbono. O acordo diz apenas “por volta da metade do século”.”

Fonte: G1, 31/10/2021

COP26: Comparação entre as emissões e compromissos climáticos de cada país

“O Financial Times criou um painel pesquisável de emissões históricas de 193 países e metas climáticas futuras, bem como informações sobre a matriz energética que indica seu progresso em energia renovável, usando dados do Climate Watch e da Agência Internacional de Energia. […] Os países que assinaram o acordo de Paris foram convidados a apresentar metas nacionais aprimoradas para reduzir suas emissões de gases de efeito estufa antes da cúpula da COP26 em Glasgow. […] As metas de país legalmente obrigatórias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa são chamadas de contribuições determinadas nacionalmente (NDCs). A China, o maior emissor anual do mundo, ainda não apresentou formalmente sua meta atualizada. […] Os EUA, o segundo maior emissor em uma base anual, mas o maior historicamente, elevou suas ambições sob Presidente Joe Biden.”

Fonte: Financial Times, 28/10/2021

As negociações sobre o clima global estão abertas a desafios cada vez mais assustadores

“[…]. A conferência COP26 na cidade escocesa de Glasgow começa um dia depois que as economias do G20 falharam em se comprometer com a meta de 2050 de interromper as emissões líquidas de carbono – um prazo amplamente citado como necessário para prevenir o aquecimento global mais extremo. Em vez disso, suas conversas em Roma apenas reconheceram “a relevância chave” de deter as emissões líquidas “por volta de meados do século”, não estabeleceram um cronograma para a eliminação progressiva do carvão em casa e atenuaram as promessas de reduzir as emissões de metano, um gás de efeito estufa muitas vezes mais poderoso do que o dióxido de carbono. A ativista sueca Greta Thunberg pediu a seus milhões de apoiadores que assinassem uma carta aberta acusando líderes de traição.”

Fonte: Reuters, 01/11/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
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  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
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  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
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  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
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  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
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  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
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  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
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  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
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  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
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