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Agenda ESG vem ganhando força nas gestoras de recursos brasileiras | Café com ESG, 09/12

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou em território positivo no pregão de ontem, com o Ibov e o ISE em leve alta de +0,5% e +0,9%, respectivamente.

• No Brasil, (i) não há consenso entre os gestores se o último Acordo do Clima, durante a COP26, irá acelerar a agenda dos fundos ESG no Brasil, no entanto, eles estão interessados no tema e estabelecem metas próprias para avaliar os ativos de empresas que irão compor o portfólio de investimentos; e (ii) de acordo a Abrabe, a discussão de práticas de sustentabilidade está ganhando força na indústria de bebidas alcoólicas, com 57% das empresas do segmento já apresentando iniciativas ou práticas relativas às políticas de meio ambiente e sustentabilidade e 69% trabalhando com a redução de resíduos sólidos.

• No internacional, a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, permaneceu ao lado das empresas de petróleo e mineração Chevron, ExxonMobil e Glencore entre as quase 17.000 empresas com nota “F” por não fornecer dados ambientais ao Carbon Disclosure Project (CDP), um grupo sem fins lucrativos que executa um sistema de divulgação global dos impactos ambientais das companhias.

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Brasil

Empresas

Bebidas alcoólicas: 57% da indústria desenvolvem iniciativas de sustentabilidade

“Cada vez mais constante no discurso das empresas, a discussão de práticas de sustentabilidade está ganhando força também na indústria de bebidas alcoólicas. Pela primeira vez, a Abrabe, associação que representa 34% do setor, publicou seu primeiro relatório de sustentabilidade, feito em parceria com a consultoria KPMG. Segundo o levantamento, 57% das empresas de bebidas alcoólicas já apresentam iniciativas ou práticas relativas às políticas de meio ambiente e sustentabilidade e 69% trabalham com a redução de resíduos sólidos. Para reduzir a produção de resíduos, 31% das empresas optam por embalagens de vidro retornáveis, de acordo com a pesquisa. A reutilização varia de 53% a 100%. Atualmente, mais de 70% das embalagens de bebidas alcoólicas das associadas são de vidro. Por isso, dentro dessa frente, a associação criou, em 2019, o programa Glass is Good (vidro é bom, na tradução literal do inglês), que ajuda na reciclagem do produto.”

Fonte: Valor Econômico, 07/12/2021

Título ESG avança com pressão global e metas de gestores

“Não há consenso entre os gestores se o último Acordo do Clima, durante a COP26, em Glasgow, irá acelerar a agenda dos fundos socioambientais e de governança (ESG, na sigla em inglês) no Brasil. No entanto, eles estão interessados no tema e estabelecem metas próprias para avaliar os ativos de empresas que irão compor o portfólio de investimentos. As assets disputam esses papéis. Embora a oferta seja crescente, ainda há poucas emissões de títulos verdes ou temáticos por parte de empresas brasileiras na comparação com outros países. Enquanto no mundo, os fundos ESG ganharam força, especialmente na Europa, onde representam 41,6% no total da indústria, e nos EUA, com 33%, no Brasil não atingem 5%, segundo dados da Global Sustainable Investment Alliance (GSIA) e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Apesar da baixa representatividade, contudo, esse volume vem acelerando nos últimos três anos e, em 2021, bateu recorde de captação, saindo de R$ 9,7 bilhões, em 2019, para R$ 78,14 bilhões de janeiro a novembro deste ano, levando a um estoque de R$ 131,46 bilhões, conforme levantamento das emissões domésticas e internacionais feitas pela Sitawi Finanças do Bem.”

Fonte: Valor Econômico, 09/12/2021

Política

Brasil precisa passar barra climática para entrar nos mercados de carbono de Paris 

“Eram três as grandes expectativas em relação ao Brasil na COP 26: ambição em relação às suas promessas, credibilidade em relação às suas políticas, e espírito colaborativo em relação às negociações. Pressionada pelos pares e pela sociedade civil,  a delegação brasileira suavizou o tom na discussão sobre o Livro de Regras de Paris. Nas salas de negociação, observei espírito de cooperação. Uma “proposta de ponte” — articulada com o Japão — possibilitou avanços com relação aos mercados de carbono.  De boa fé, o Brasil contribuiu para a definição de regras para participação nos mecanismos de mercado do Acordo de Paris. O desafio se torna então deixar a regulamentação para trás e dedicar-se à implementação, tanto do ponto de vista de regular um sistema doméstico de comércio de emissões que possa ser interligado a outros no mundo sob o artigo 6.2, quanto para criar as condições para viabilizar sua participação neste e no artigo 6.4.”

Fonte: Capital Reset, 08/12/2021

Opinião

Por uma agenda ESG à brasileira (com racismo e desigualdade no topo)

“O roteiro é conhecido: um assunto ganha destaque no exterior e rapidamente é absorvido pelo meio empresarial brasileiro. A velocidade em que isso acontece não é, em si, um problema. Num mundo hiperconectado, é previsível que seja assim. Tampouco o tema da vez, o ESG, merece descrédito. A possibilidade de repensar a forma como se faz negócios é um dos desafios mais estimulantes que temos atualmente. O ponto da discussão é a falta de tradução ao nosso contexto daquilo que acontece lá fora. Já vimos isso em outros temas da agenda de sustentabilidade. Lembro de quando comecei a trabalhar com as questões de diversidade, em 2005. Pesquisando sobre o assunto em sites de grandes empresas, as raras representações do tema que encontrava eram estereotipadas. Uma companhia aérea norte-americana, por exemplo, dizia prezar pela inclusão no Brasil e ilustrava seu compromisso com uma foto que incluía um indígena forte apache, uma mulher havaiana e um veterano de guerra – o clichê do multiculturalismo norte-americano.”

Fonte: Capital Reset, 09/12/2021

Precisamos falar sobre a formação dos especialistas ESG

“Especialistas ESG são os profissionais mais demandados e mais bem pagos do mercado financeiro na Europa. Notícias recentes da Bloomberg e da Financial News, baseadas em entrevistas a empresas de recursos humanos, indicam que o(a) diretor(a) ESG de uma instituição financeira pode lograr ter compensações anuais de 350,000-1 milhão de libras (de R$ 2,6 milhões a R$ 7,4 milhões), o dobro do ano passado e acima de posições hierárquicas equivalentes em outras áreas dentro da mesma organização. Este semestre, entre os cerca de 80 alunos da cadeira em Sustainable Finance na NOVA School of Business and Economics que acabou de terminar, cerca de um terço recebeu propostas de emprego ou de estágio na área –a cerca de 6-12 meses antes de concluírem os seus mestrados. As propostas vieram de instituições financeiras na América do Norte e em vários países europeus.”

Fonte: Folha de São Paulo, 09/12/2021

Por que um mercado regional de carbono?

“Dos temas discutidos na COP26, um dos que mais deveria atrair a atenção da região é o do mercado de carbono. Isto porque a América Latina e o Caribe (ALC) podem se posicionar, segundo especialistas, como o maior provedor mundial de créditos de carbono. Não seria exagero considerar que, com a aprovação do artigo 6º do manual básico do Acordo de Paris, haverá uma espécie de “corrida do ouro” entre países e entre empresas, bancos, fundos, consultorias e tantos outros para ocupar espaços neste mercado multitrilionário. De fato, estimativas sugerem que esse mercado poderá valer US$ 22 trilhões até 2050. Embora a aprovação do manual básico vá ajudar a ordenar a formação de mercados e preços, ainda restarão muitas áreas cinzentas até que o tema se acomode mais adiante.”

Fonte: Valor Econômico, 09/12/2021

Internacional

Empresas

Berkshire de Warren Buffett entre os retardatários da divulgação do impacto climático do CDP

“A Berkshire Hathaway de Warren Buffett permaneceu ao lado dos grupos de petróleo e mineração Chevron, ExxonMobil e Glencore entre as quase 17.000 empresas classificadas como “F” após não fornecer dados ambientais ao CDP, um grupo sem fins lucrativos que executa um sistema de divulgação global. A resposta lenta da maioria das empresas em fornecer divulgação completa sobre sua exposição às mudanças climáticas vai de encontro ao número crescente de promessas corporativas feitas antes da cúpula do clima da ONU COP26 de alcançar as emissões líquidas de gases de efeito estufa a fim de limitar o aquecimento global. Mais de 13.000 empresas em todo o mundo relataram dados ambientais ao CDP em 2021, embora seus padrões de divulgação variassem amplamente. O CDP foi fundado em 2000 como Carbon Disclosure Project com a missão de fornecer informações sobre o impacto climático a investidores, empresas e governos.”

Fonte: Financial Times, 08/12/2021

Mais empresas na Ásia buscam compensações de carbono após a COP26

“A demanda da Ásia por compensações de carbono está aumentando à medida que mais empresas em cadeias de suprimentos globais, TI e setores bancários buscam reduzir sua pegada de carbono após o Pacto Climático COP26 de novembro em Glasgow, disse o diretor da bolsa asiática T-RECs.ai. O árduo Pacto pelo Clima de Glasgow enviou uma mensagem clara às empresas globais para reavaliar as estratégias de negócios e pegadas de carbono para colher recompensas monetárias, ou atrasar e arriscar perdas. Como resultado, há uma demanda crescente por instrumentos de compensação de carbono, como certificados de energia renovável (RECs), já que as fontes de energia renováveis atualmente representam apenas uma fração do fornecimento global de energia. Embora os produtos de compensação tenham sido criticados por minar os esforços para combater as mudanças climáticas, permitindo que os combustíveis fósseis ainda sejam consumidos, eles são vistos como uma forma viável para as empresas reduzirem o total de emissões líquidas.”

Fonte: Reuters, 09/12/2021

Política

Chefe do clima das Nações Unidas: COP26 avisou as nações para agirem rapidamente

“O mundo deve começar a trabalhar na redução rápida das emissões para limitar o aquecimento a 1,5ºC – uma meta que permanece dentro do alcance sob o Pacto Climático de Glasgow, disse o chefe da agência climática da ONU. Em sua primeira entrevista desde a cúpula do clima de Glasgow encerrada em 13 de novembro, a secretária executiva da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima, Patricia Espinosa, disse à Reuters que os acordos e decisões tomadas no mês passado em Glasgow deram aos países muitas tarefas antes da próxima conferência do clima da ONU em Sharm El -Sheikh, Egito, em novembro de 2022. “Temos muito trabalho a fazer”, disse ela à Reuters na terça-feira em Washington. “Realmente temos muito pouco tempo para produzir resultados.” O Pacto Climático de Glasgow, apoiado por quase 200 países, pela primeira vez teve como alvo os combustíveis fósseis – o maior impulsionador do aquecimento global causado pelo homem. Ele pede aos governos que acelerem os cortes de emissões e promete mais dinheiro para os países pobres que lutam para se adaptar a um mundo mais quente.”

Fonte: Reuters, 08/12/2021

Clique aqui para acessar o nosso último relatório | “COP26: Implicações do documento final”


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • Radar ESG | TIM (TIMS3): Chamando a agenda ESG (link)
  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
  • Expo Dubai: Tecnologia e sustentabilidade centralizam os destaques do evento nesta terça-feira (link)
  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
  • Radar ESG | Kora Saúde (KRSA3): Ainda há um caminho a ser percorrido (link)
  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
  • Radar ESG | Companhia Brasileira de Alumínio (CBAV3): Uma líder em alumínio verde, com forte posicionamento ESG (link)
  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
  • Radar ESG | Positivo (POSI3): Um trabalho em andamento (link)
  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
  • Radar ESG | Setor de Logística (SIMH3, JSLG3 e VAMO3): Preparando-se para a estrada ESG (link)
  • Radar ESG | Laboratórios: ESG ainda na triagem; Fleury se destacando em relação aos pares (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Tecnologia, economia e agenda verde centralizam as discussões no segundo dia do evento (link)
  • Cúpula de Líderes sobre o Clima: Cooperação global é uma das três principais mensagens do evento (link)
  • Radar ESG | Locadoras de automóveis: Rumo à agenda ESG; Localiza liderando a corrida (link)
  • Radar ESG | São Martinho (SMTO3): Quanto mais se semeia, maior é a colheita (link)
  • Radar ESG | Orizon (ORVR3): Quando ESG está escrito no DNA (link)
  • Sondagem XP/ESG com investidores institucionais (link)
  • O melhor dos dois mundos: Seleção de 10 BDRs para exposição internacional ao tema ESG (link)
  • Radar ESG | Enjoei (ENJU3): O usado é o novo “novo”? (link)
  • Radar ESG | CSN Mineração (CMIN3): Explorando os campos ESG (link)
  • Radar ESG | Jalles (JALL3): Plantando as sementes ESG (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de alta renda: ESG ainda em construção (link)
  • Radar ESG | Setor de saúde: O ESG ainda está na sala de espera? (link)
  • Radar ESG | Quão sustentáveis são as empresas de e-commerce? Uma análise ESG dessas gigantes (link)
  • Radar ESG | IMC (MEAL3): Por que a empresa ainda tem muito espaço para melhorar? (link)
  • Radar ESG | Aeris (AERI3): Uma das empresas melhor posicionada para surfar o vento ESG (link)
  • Radar ESG | 3R Petroleum: Construindo um caminho que incorpora metas ESG (link)
  • Radar ESG | Setor de supermercados: Vale a pena encher o carrinho? (link)
  • Radar ESG | JHSF (JHSF3): Espaço para melhorias (link)
  • Radar ESG | Quem é o melhor aluno da classe? Avaliando os líderes em ESG dentre as empresas de educação no Brasil (link)
  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
  • CVM e B3 estudam intensificar critérios ESG para as companhias listadas (link)
  • Radar ESG | Setor de vestuário e joias: ESG ainda na confecção (link)
  • ESG: Tendências e preferências para 2021 (link)
  • Radar ESG | LOG Commercial Properties (LOGG3): Oportunidades em empreendimentos verdes (link)
  • Eleições americanas: Quais os efeitos para a agenda ESG nos EUA e no Brasil? (link)
  • Radar ESG | Farmácias: Raia Drogasil como a ação prescrita no setor para exposição a ESG (link)
  • Radar ESG | Shoppings: Entenda o que importa para eles quando o tema é ESG (link)
  • Radar ESG | Ambev (ABEV3): Um case que desce redondo (link)
  • Feedback do roadshow ESG: O que as gestoras no Brasil estão fazendo em relação ao tema? (link)
  • ESG de A a Z: Tudo o que você precisa saber sobre o tema (link)

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