Novo plano da Petrobras pretende ampliar o foco em descarbonização | Café com ESG, 25/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +0,8% e +0,4%, respectivamente.

• No Brasil, (i) a Petrobras pretende ampliar o foco em descarbonização, com projetos que vão receber US$1,8bn em investimentos nos próximos cinco anos e vão contribuir com iniciativas de descarbonização das operações, como separação de carbono, sistemas de detecção de metano e projetos de redução de carbono nas refinarias; e (ii) a corrida por recursos globais para financiar a conservação de florestas e a economia de baixo carbono, após os indicativos da COP26, evidencia o potencial de retomada dos investimentos socioambientais de governos, empresas e organizações multilaterais para a Amazônia.

• No internacional, a gigante global Royal Dutch Shell anunciou que deve construir uma fábrica de biocombustíveis em Cingapura para atender à crescente demanda da região por combustíveis sustentáveis ​​para aviação (SAF), em um projeto com capacidade para abastecer os principais centros asiáticos.

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Brasil

Empresas

Novo plano da Petrobras prevê investimentos de US$ 68 bilhões entre 2022 e 2026

“A Petrobras vai investir US$ 68 bilhões entre 2022 e 2026, dos quais 84% serão direcionados para o segmento de exploração e produção (E&P), de acordo com o novo plano estratégico da companhia, divulgado na noite de hoje. O novo plano de negócios é 23% superior ao anterior (2021-2025), que previa um orçamento de US$ 55 bilhões. O valor direcionado para a área de E&P soma US$ 57 bilhões, dos quais 67% serão focados em ativos do pré-sal. […] “A gestão ativa [de portfólio] permite que a Petrobras foque nos ativos que têm potencial para elevar o retorno esperado do portfólio de forma sustentável”, afirmou a empresa. Em paralelo, a estatal pretende ampliar o foco em descarbonização, com projetos que vão receber US$ 1,8 bilhão em investimentos nos próximos cinco anos. O valor inclui iniciativas de descarbonização das operações, como separação de carbono, sistemas de detecção de metano e projetos de redução de carbono nas refinarias, dentre outras. Segundo a petroleira, a maioria das iniciativas é relacionada à otimização da produção e à eficiência operacional, o que vai gerar reflexos na redução das emissões.”

Fonte: Valor Investe, 24/11/2021

JGP reforça compromisso com viés ESG após firmar acordos na COP26

“A JGP foi uma das únicas gestoras brasileiras que participaram da COP26 e retornaram de Glasgow com a missão de colocar em prática acordos assinados no evento. A asset busca ser mais proativa no desenvolvimento dos ativos a serem investidos, em uma espécie de consultoria às empresas que desejam se adequar às práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) e fugir do “greenwashing”- quando um agente do mercado afirma adotar critérios “verdes” mas, na prática, não o faz. O evento também deixou um alerta: o Brasil ainda resiste em oferecer mais transparência quanto às suas práticas ambientais, por exemplo, e pode perder com isso. “O aviso é claro: o fluxo de capital vai ser interrompido caso não tenhamos uma mudança de postura. Temos um dever agora de promover essas mudanças positivas dentro das cadeias nacionais”, disse ao Valor José Pugas, sócio e líder de ESG e agronegócios da JGP.”

Fonte: Valor Investe, 25/11/2021

Na lanterna do ESG, fundos de pensão começam a se mover — mas a marcha ainda é lenta

“Se os fundos de pensão europeus, especialmente dos países nórdicos, estão na vanguarda do movimento global em direção a investimentos mais sustentáveis, no Brasil a realidade é bem outra. Ocupadas em arrumar a casa depois da lambança da má gestão do passado — em muitos casos temperada com corrupção –, as fundações brasileiras estão na lanterna do ESG no país. Uma regulamentação pouco exigente e os juros historicamente altos também somam ao caldeirão do atraso. “Se você investe apenas em títulos do tesouro, não faz sentido integrar ESG. Passa a fazer sentido à medida que eles vão diversificando, investindo em outros mercados e classes de ativos, mas isso é muito recente”, explica Guilherme Teixeira, gerente de consultoria para instituições financeiras da Sitawi.”

Fonte: Capital Reset, 25/11/2021

Garimpo ilegal causa prejuízo socioambiental de R$ 31,4 bilhões

“Não há dados precisos sobre o volume de ouro contido no leito dos rios amazônicos. Há décadas, porém, as margens e os fundos de grandes rios da margem direita do grande Amazonas, como o Madeira, Tapajós, Jamanxin, Teles Pires e Xingu são alvos de ações criminosas de garimpeiros. Atualmente, centenas de balsas de garimpo ilegal estão reunidas no Rio Madeira e a Polícia Federal prepara uma ação para conter o avanço da exploração e dos danos ambientais na região. Um estudo realizado neste ano pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) estima que, entre 2019 e 2020, foram comercializadas 174 toneladas de ouro pelo Brasil. Esse volume seria suficiente para encher a caçamba de 11 caminhões “toco” – ou semipesados – de ouro puro. Do total, 49 toneladas saíram de áreas com evidências de irregularidades.”

Fonte: Estadão, 25/11/2021

Jornada para o ‘net zero’ começa com inventário rigoroso

“Um dos resultados positivos da COP26 é o reconhecimento de que as emissões globais de carbono terão de cair 45% até 2030 em relação a 2010, e serem zeradas em meados deste século. O objetivo é limitar em 1,5°C o aumento da temperatura global para evitar efeitos catastróficos sobre a vida na Terra. Por parte de algumas organizações, a corrida ao “net zero” (emissões líquidas igual a zero) já começou, mas há um passo a passo a ser seguido para que o esforço seja efetivo e evite as armadilhas do “greenwashing”, a chamada maquiagem para parecer verde. Segundo especialistas ouvidos pelo Valor, a dica é evitar atropelos de etapa. Para Lauro Marins, consultor em ESG e mudança climática da consultoria Resultante, perguntar-se por que ser “net zero” é o passo que antecede a jornada. Não se trata de definir uma meta só porque a concorrência o está fazendo, mas sim para que as organizações deem sua parcela de contribuição em um compromisso global. […] Em seguida, a organização deve calcular as emissões por meio de inventário, de preferência nos três escopos: o 1 representa as emissões das próprias atividades; o 2 refere-se ao consumo de energia; e o 3 a tudo que vai além de sua gestão, como cadeia de fornecedores e clientes.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Conheça as startups de maior destaque em práticas de ESG

“O inovabra e a 100 Open Startups reconheceram, por meio de um plano de desenvolvimento de práticas de responsabilidade social, as 10 startups brasileiras que se destacaram quanto às suas contribuições em iniciativas e soluções focadas no meio ambiente, em responsabilidade social e boas práticas de governança corporativa. Foram reconhecidas as empresas Cerensa, CUBi Energia, GreenPlat, Horus, Kidopi, Lemobs – Soluções em Tecnologia da Informação, Um Grau e Meio, Prosas | Grantmaking Platform, Trashin e VGR Gestão de Resíduos Online. Entre os critérios do Reconhecimento ESG inovabra, estão a elegibilidade para o Ranking 100 Open Startups (quantidade e intensidade de relações de inovação aberta desenvolvidas com corporações) e a elegibilidade inovabra habitat (maturidade da solução e aplicação ao mundo B2B e B2C com foco em digital). Além disso, foi realizada uma análise com critérios de sustentabilidade, levando em consideração o alinhamento da missão e o potencial de produtos ou soluções na geração de impacto positivo direto na agenda ESG.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Política

Amazônia disputa recursos multilaterais

“A corrida por recursos globais para financiar a conservação de florestas e a economia de baixo carbono, após os indicativos da COP26, evidencia o potencial de retomada dos investimentos socioambientais de governos, empresas e organizações multilaterais para a Amazônia, dona da maior biodiversidade do planeta e responsável por quase metade das emissões brasileiras de gases-estufa – 90% provenientes de atividades ilegais. Além do dinheiro à mitigação climática, a região disputa mercado trilionário representado pelo que é necessário investir para cobrir o déficit global de capital destinado a reter o declínio da biodiversidade – algo entre US$ 598 bilhões e US$ 824 bilhões por ano até 2030, conforme estudo da The Nature Conservancy (TNC) e Cornell Atkinson Center for Sustainability. Parte expressiva deverá vir de recursos hoje empregados em atividades produtivas que degradam a riqueza biológica: subsídios agrícolas, florestais e pesqueiros giram entre US$ 274 bilhões e US$ 542 bilhões por ano – duas a quatro vezes superiores aos fluxos de capital para a biodiversidade.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Polícia Federal tenta conter avanço de ‘Serra Pelada’ fluvial na Amazônia

“A Polícia Federal articula ações para tentar conter o avanço de centenas balsas de garimpo ilegal que estão reunidas há dias no Rio Madeira, um dos principais rios da Amazônia, numa região onde teria sido encontrada uma grande quantidade de ouro pelas embarcações clandestinas. Outros órgãos federais participam dessa operação, como o Ibama e o Ministério da Defesa. A informação foi confirmada à reportagem pela superintendência da PF no Amazonas e, depois, pelo Ministério da Justiça, ao qual força policial é vinculada. “A pedido do Ministério da Justiça e Segurança Pública, a Polícia Federal acompanha o caso para adoção das medidas cabíveis com a maior brevidade possível.” A PF não dá detalhes sobre a operação, mas o Estadão apurou que um grande contingente de agentes envolvendo policiais, agentes do Ibama e das Forças Armadas foi destacado, dada a dimensão do problema e os riscos de reações violentas.  Em ações desse tipo são utilizadas geralmente drones e aparelhos de telefone satetital.”

Fonte: Estadão, 24/11/2021

Opinião

Compromisso firme com a energia renovável

“A energia eólica e solar são hoje as formas mais baratas e duradouras de expandir a capacidade de geração elétrica no Brasil, mesmo sem os descontos nas tarifas de transmissão que ainda persistem a seu favor. Seu potencial é quase ilimitado, sendo estimado em 600 GW para a geração eólica em terra e em 700 GW no mar. Parques solares cobrindo uma área menor do que a desmatada na Amazônia nos últimos 12 meses poderiam gerar pelo menos outros 600 GW, mais de três vezes a capacidade instalada atual de todo o sistema elétrico brasileiro. Traduzindo capacidade em energia torna evidente que as fontes renováveis poderão atender de forma competitiva – e com sobra – um crescimento anual de 3- 5% no consumo de energia do país, mais a eletrificação do transporte terrestre (150 GW) e da cocção domiciliar, parte da estratégia de virarmos uma economia de emissões líquidas de carbono zero. A menos de R$ 150/MWh, elas poderiam ainda trazer bilhões de dólares de exportação de hidrogênio, se cada mil toneladas anuais do produto gerarem R$ 1 milhão e, requerendo 50GWh, ocuparem, por exemplo, 50 hectares de painéis solares.”

Fonte: Valor Econômico, 25/11/2021

Internacional

Empresas

Shell pondera planta de biocombustíveis para atender à crescente demanda da aviação asiática

“A gigante global Royal Dutch Shell pode construir uma fábrica de biocombustíveis em Cingapura para atender à crescente demanda da região por combustíveis sustentáveis ​​para aviação (SAF), disse o diretor de seus negócios na quarta-feira. O projeto proposto de 550.000 toneladas por ano (tpy) na Ilha Bukom de Cingapura poderia produzir SAF para abastecer os principais centros asiáticos, como o Aeroporto Internacional de Hong Kong e Changi de Cingapura, disse o diretor de Downstream da Shell, Huibert Vigeveno, a repórteres. “Muitas das companhias aéreas estão ansiosas para falar conosco”, disse ele. “Vejo muito crescimento no combustível de aviação sustentável.” Citando discussões com companhias aéreas asiáticas, incluindo Singapore Airlines, Cathay Pacific, Japan Airlines e Nippon Airlines, ele disse que o apetite pela SAF não está apenas na Europa ou nos Estados Unidos. Enquanto a Shell busca se afastar dos combustíveis fósseis, em resposta à pressão por ações climáticas dos governos e de alguns acionistas, ela já está construindo uma fábrica de biocombustíveis de 820.000 tpa em Rotterdam, na Holanda.”

Fonte: Reuters, 25/11/2021

Fusão nuclear: por que a corrida para aproveitar a energia do sol acelerou

“[…] O potencial da energia de fusão, iniciada pela União Soviética, tem atormentado os cientistas por décadas, mas sempre pareceu fora de alcance. “A fusão é provavelmente o maior desafio técnico que a humanidade já enfrentou”, diz Arthur Turrell, cujo livro The Star Builders traça o esforço de décadas de engenheiros, físicos e matemáticos para alcançar o que alguns ainda acreditam ser impossível. “A proximidade não depende do tempo, mas da vontade, do investimento e do comprometimento de recursos para realmente chegar lá.” Um número crescente de empresas privadas, incluindo a First Light, agora espera comercializar aqueles anos de pesquisa pública, provando que a energia de fusão pode funcionar e conectando-a à rede elétrica já na década de 2030. Ao contrário da fissão nuclear, quando os átomos são divididos, a fusão não produz resíduos radioativos significativos e nunca poderia resultar em um acidente nuclear, como Chernobyl. Os insumos químicos mais eficientes para fusão – deutério e trítio – também estão amplamente disponíveis.”

Fonte: Financial Times, 24/11/2021

Avaliações de empresas e estratégias climáticas são pólos opostos

“As empresas dos setores mais poluentes que investiram em ações climáticas costumam ser valorizadas abaixo de seus pares que demoraram a fazê-lo, o que evidencia a dificuldade de fazer com que os acionistas apoiem a sustentabilidade. Os investidores investiram mais de US$ 30 trilhões em estratégias ambientais, sociais e de governança corporativa (ESG), mostraram dados da Global Sustainable Investment Alliance. Mas a demanda por investimentos sustentáveis ​​ainda não removeu a pressão para colocar os lucros em primeiro lugar e os analistas pró-clima estão preocupados com o resultado das negociações climáticas da ONU no início deste mês que ajudaram muito pouco. Análises globais de empresas pela consultoria de gestão Kearney em novembro vistas exclusivamente pela Reuters, bem como dados do Credit Suisse Group AG publicados em abril (CSGN.S), constataram que empresas que reduziram suas emissões em setores onde isso era caro e regulamentado pelo governo foi limitado foram avaliados menos, em média, do que mais pares emissores. Os investidores só recompensaram as empresas que mais emitem, como energia, mineração e indústria pesada, por tomarem medidas sobre as mudanças climáticas quando o custo de fazê-lo era relativamente pequeno e o apoio governamental e as regulamentações eram relativamente fortes.”

Fonte: Reuters, 24/11/2021

Política

Quem paga a conta?

“O financiamento da transição para a economia de baixo carbono e da adaptação às mudanças climáticas sempre foi um nó nas negociações em conferências do clima. E na COP26 não foi diferente: o documento final que emergiu do encontro não estabelece uma cifra para que os países ricos destinem recursos para apoiar os mais pobres no combate ao aquecimento global. Os países concordaram que os US$ 100 bilhões prometidos para o período de 2020 a 2025 não serão suficientes para alcançar os objetivos do Acordo de Paris e devem definir, até 2024, o valor do financiamento anual que deverá ser concedido aos países em desenvolvimento a partir de 2025. Um dos principais pleitos dos emergentes era obter US$ 1,3 trilhão em financiamento climático até 2030, mas isso ficou de fora do texto final.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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