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B3 divulga prévia da nova carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) | Café com ESG, 02/12

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!

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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• O mercado encerrou o pregão de ontem em território negativo, com o Ibov e o ISE em queda de -1,1% e -0,7%, respectivamente.

• No Brasil, a B3 divulgou ontem a prévia da carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) para 2022, a primeira que leva em conta a nova metodologia, formulada para aumentar a credibilidade do índice. De um total de 48 papéis na carteira atual, foram excluídas 17 ações – dentre as quais os frigoríficos Marfrig e Minerva (a JBS já não integrava a carteira), a Petrobras, as elétricas Eletrobrás, Engie e Neoenergia, e também a atacadista Assaí – e incluídas outras 3 – a farmacêutica RD, a Rumo e a petroquímica Braskem, com então 34 empresas selecionadas para compor o índice, que agora será mais enxuto.

• No internacional, (i) a União Europeia elaborou um rascunho de documento afirmando que planeja capturar 5 milhões de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera a cada ano até 2030 por meio de tecnologias, e criar um sistema próprio para certificar remoções de carbono; e (ii) a ExxonMobil ampliou suas metas de redução da quantidade de CO2 liberado em cada barril de petróleo que produz, aplicando-as em todas as suas operações, mas evitou os cortes mais profundos nas emissões endossados por companhias de petróleo concorrentes da Europa.

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Brasil

Empresas

No Índice de Sustentabilidade ‘turbinado’, B3 exclui Marfrig, Minerva e Petrobras – Braskem retorna

“A B3 divulgou hoje a prévia da carteira do seu Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) para 2022, a primeira que leva em conta a nova metodologia, criada para aumentar a credibilidade do índice e tentar fazê-lo cair no gosto do mercado. A carteira definitiva só será divulgada em janeiro, quando o índice começa a vigorar, mas a expectativa é que quase não ocorram mudanças em relação à prévia de hoje. De um total de 48 papéis na carteira atual, a nova composição será mais enxuta: terá 34 ações, de 34 empresas. Ou seja, deixaram de existir duas classes de ações de uma mesma companhia no portfólio, como ocorria antes. No total, foram excluídas 17 ações e incluídas outras três. Entre as saídas, algumas eram mais previsíveis, por se tratar de setores com grande impacto climático. Foi o caso dos frigoríficos de carne bovina Marfrig e Minerva (a JBS já não integrava a carteira) e da estatal Petrobras. Empresas do setor elétrico — Eletrobrás, Engie e Neoenergia — também deixaram o índice. Completam a lista de exclusão a atacadista Assaí e a credenciadora de cartões GetNet.”

Fonte: Capital Reset, 01/12/2021

Santander e BB continuarão a compor carteira do índice de sustentabilidade da B3

“O Santander e o Branco do Brasil informaram nesta quarta-feira (1º) que continuarão a compor a carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, que irá vigorar de janeiro a abril de 2022. Promovido pela B3, o índice agrupa as empresas com melhor performance em sustentabilidade corporativa. Em comunicado, o BB pontua que está listado no Índice desde o seu lançamento, em 2005 e lembra que o ISE tem por objetivo “apoiar os investidores na tomada de decisão de investimentos socioambientalmente responsáveis e induzir as empresas a adotarem boas práticas de sustentabilidade empresarial”. Já o Santander informa que a “manutenção do Santander Brasil no ISE, pelo 12º ano consecutivo, confirma o compromisso da companhia com a sustentabilidade, aliado ao engajamento de seus funcionários, que constroem diariamente a história da instituição no país”.”

Fonte: Valor Econômico, 01/12/2021

Clique aqui para acessar o nosso último relatório | “B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo”

Previ quer mais clareza sobre informações ESG das companhias

“Os investidores demonstram cada vez mais preocupação com as questões ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês), e também com integridade, um tema que vem sendo observado de perto pela Previ, o maior fundo de pensão do Brasil. “Queremos fortalecer e melhorar a qualidade dos ativos disponíveis, além de criar um ambiente de negócios mais sadio para o país”, afirmou o presidente da entidade, Daniel Stieler, ao participar do encontro de governança corporativa realizado ontem. A Previ, em conjunto com a iniciativa internacional Princípios para o Investimento Responsável (PRI, na sigla em inglês), realizou um trabalho para compreender como as políticas e procedimentos relacionados ao tema integridade têm contribuído para a boa governança das empresas. As medidas são recentes, mas a intenção das companhias em demonstrar essas políticas é clara, segundo o levantamento. “Para que haja a possibilidade de incorporação do tema nas oportunidades de investimento, as empresas precisam ampliar a divulgação em relação a esses pilares, bem como os principais indicadores de efetividade dos princípios de integridade”, disse Stieler.”

Fonte: Valor Econômico, 02/12/2021

Estudo vê retorno financeiro de até 28% em cultivo de árvore nativa

“O cultivo de árvores nativas brasileiras pode gerar um retorno financeiro atrativo, de até 28,4%, além de contribuir para a mitigação das mudanças climáticas com a remoção de gases da atmosfera e de melhorar a qualidade da água que escoa para os rios. Um estudo feito pela Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura e a WRI Brasil mostra que o plantio das espécies se apresenta como opção rentável de economia de baixo carbono e alternativa para a recuperação de áreas degradadas. A análise foi realizada em 40 projetos em quatro dos seis biomas do país, que ocupam 12 mil hectares de silvicultura, sistemas agroflorestais (SAFs) e integração lavoura-pecuáriafloresta (ILPF). As taxas internas de retorno (TIR) dos investimentos no plantio das árvores nativas ficaram entre 2,5% e 28,4%, com média de 15,8%, percentual competitivo na comparação com outras atividades agropecuárias.”

Fonte: Valor Econômico, 01/12/2021

Valgroup, de embalagens de plástico, e Casa dos Ventos firmam acordo de energia renovável

“A Valgroup, multinacional de origem brasileira que produz embalagens plásticas rígidas e flexíveis, e a Casa dos Ventos fecharam um contrato de compra e venda de energia eólica por 15 anos, garantindo a entrega de 25 megawatts (MW) médios ou cerca de metade do consumo de energia das operações do grupo no Brasil. A energia será gerada no Complexo Eólico Babilônia Sul, em construção na Bahia com 360 MW de capacidade. O contrato prevê a possibilidade de compra de participação no empreendimento, de forma que a Valgroup pode se tornar autoprodutora mais adiante. Em nota, as empresas informaram que o suprimento terá início em julho de 2023, e o objetivo da Valgroup é aumentar, gradativamente, a participação de energia renovável em sua matriz elétrica.”

Fonte: Valor Econômico, 01/12/2021

Terceiro Setor

Impacto sistêmico gera transformações sociais em cinco latitudes

“Em “The Systems Work of Social Change” (Trabalho Sistêmico para Mudança Social, em tradução livre), François Bonnici e Cynthia Rayner dissecam experiências de organizações sociais em diferentes geografias. A Folha selecionou cinco exemplos de práticas organizacionais e táticas que levaram a mudanças em sistemas e efetiva transformação social em variados contextos: África, Ásia, Europa e Américas. Todos os casos são de empreendedores sociais membros da Fundação Schwab, da qual Bonnici é diretor-executivo. “É uma reformulação radical de como precisamos trabalhar para reimaginar o futuro”, diz ele.”

Fonte: Folha de São Paulo, 01/12/2021

Internacional

Empresas

ExxonMobil anuncia novas metas para emissão de carbono

“A ExxonMobil ampliou suas metas de redução da quantidade de dióxido de carbono liberado com cada barril de petróleo que ela produz, aplicando-as em todas as suas operações, mas evitou os cortes mais profundos nas emissões endossados por companhias de petróleo concorrentes da Europa. A gigante de energia dos Estados Unidos disse que almeja reduzir a intensidade dos gases de efeito estufa que produz em 20% a 30% até 2030. A meta anterior da Exxon era uma redução de intensidade de 15% a 20% até 2025 para suas operações de produção de petróleo e gás que, segundo ela, foi alcançada neste ano. A atualização das emissões e dos planos de investimentos, anunciada nesta quarta-feira, é a primeira desde que a Exxon perdeu assentos no conselho de administração em uma batalha por procuração com o Engine No 1, um fundo hedge ativista que afirmava que a companhia estava mal preparada para um futuro com baixas emissões de carbono.”

Fonte: Valor Econômico, 01/12/2021

Primeira usina nuclear flutuante do mundo alimenta as ambições árticas da Rússia

“Atracada na pequena cidade ártica de Pevek está a Akademik Lomonosov – a primeira usina nuclear flutuante do mundo e um sinal de como as ambições do presidente Vladimir Putin para o Extremo Oriente da Rússia estão tomando forma. Este porto na costa norte da Sibéria já foi conhecido como um gulag soviético. Hoje em dia, faz parte do plano de Moscou abrir uma grande rota de navegação através do Ártico e trazer os recursos naturais a um alcance mais fácil. O porto de Pevek fica livre de gelo apenas quatro meses por ano, mas pretende se tornar um centro de navegação comercial na chamada Rota do Mar do Norte, conforme a mudança climática gradualmente facilita a passagem pelo Ártico. E a energia fornecida pelo Akademik Lomonosov tem como objetivo ajudar Pevek a se tornar uma porta de entrada para Chukotka, uma região próxima ao Alasca e rica em ouro, prata, cobre, lítio e outros metais. “Sem o NSR, sem o porto, não haveria Pevek”, disse Maxim Zhurbin, vice-prefeito de Pevek, durante uma entrevista na cidade em outubro.”

Fonte: Financial Times, 01/12/2021

Iberdrola e H2 Green Steel planejam mega usina de hidrogênio verde

“O grupo de energia eólica global Iberdrola e a startup sueca H2 Green Steel planejam construir uma vasta usina de hidrogênio renovável na Península Ibérica para alimentar a produção de ferro usado para fazer aço com emissões de carbono drasticamente reduzidas. A União Europeia está promovendo o desenvolvimento de uma cadeia de abastecimento de hidrogênio “verde” – feito pela divisão das moléculas de água com eletricidade renovável – para substituir os milhões de toneladas de hidrogênio “cinza” – feito com carvão ou gás natural – que sua indústria consome a cada ano. A Iberdrola e a H2 Green Steel disseram na quinta-feira que procuram um local na Espanha ou em Portugal para construir uma planta de eletrólise e uma torre de redução direta para tratar o minério de ferro que esperam queimar até 2026. A instalação planejada de 1 gigawatt (GW) de eletrólise a capacidade ultrapassaria em muito os cerca de 0,3 GW atualmente em operação globalmente. A UE tem como meta 40 GW até 2030.”

Fonte: Reuters, 02/12/2021

Política

Rascunhos de documentos da UE planejam remover mais emissões de carbono do ar

“A União Europeia planeja capturar cinco milhões de toneladas de dióxido de carbono da atmosfera a cada ano até 2030 por meio de tecnologias, e criar um sistema da UE para certificar remoções de carbono, de acordo com um rascunho de documento visto pela Reuters. A UE comprometeu-se a atingir emissões líquidas zero até 2050, eliminando os mais de três bilhões de toneladas de equivalente de CO2 que emite atualmente a cada ano. Capturar cinco milhões de toneladas seria uma pequena fração das emissões totais da UE, mas a meta tentaria impulsionar tecnologias na Europa para capturar CO2 e colocá-lo em locais de armazenamento de longo prazo. Bruxelas também quer incentivar os agricultores e proprietários de terras a armazenar mais CO2 nas árvores, no solo e nos pântanos. “O desenvolvimento e implantação em escala de soluções de remoção de carbono é indispensável para a neutralidade climática e requer um apoio direcionado significativo na próxima década”, disse o documento, que a Comissão Europeia deve publicar em 14 de dezembro.”

Fonte: Reuters, 01/12/2021

Clique aqui para acessar o nosso último relatório | “COP26: Implicações do documento final”


Índices ESG e suas performances

Última atualização: 26/11/2021

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

  • ESG: O que moldará os investimentos sustentáveis em 2022? (link)
  • Carteira ESG XP: Sem alterações em nosso portfólio para dezembro (link)
  • Radar ESG | Burger King Brasil (BKBR): Espaço para avanço na agenda, mas os planos ambiciosos adiante animam (link)
  • COP26: Implicações do documento final (link)
  • Expo Dubai: Buscando soluções diante de recursos finitos (link)
  • Expo Dubai: Todos os olhos voltados para o futuro da mobilidade (link)
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  • Expo Dubai: Três principais destaques do evento nesta segunda-feira, dia do Brasil na feira (link)
  • COP26: Um encontro decisivo para conter o aquecimento global (link)
  • Seleção BDRs ESG​: 15 nomes para exposição internacional ao tema (link)
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  • Radar ESG | Empresas de Autopeças: Preparando a estrada ESG; Governança e segurança em primeiro lugar (link)
  • Radar ESG | Unifique (FIQE3) e Brisanet (BRIT3): O que as empresas de telecomunicações brasileiras têm feito? (link)
  • Radar ESG | Natura&Co. (NTCO3): Não é apenas maquiagem; ESG é uma realidade! (link)
  • Vale (VALE3): Feedback do Webinar ESG; Todos os olhos voltados para a redução de riscos (link)
  • Radar ESG | Totvs (TOTS3): A melhor posicionada no setor de tecnologia sob a cobertura da XP (link)
  • Assembleia Geral da ONU: Cenário climático alarmante centraliza as discussões (link)
  • Amazônia: Entendendo a importância da maior floresta tropical do mundo (link)
  • ESG no centro das discussões; Três principais aprendizados da Expert XP 2021 (link)
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  • Relatório do IPCC: Um chamado para todos, inclusive para o mercado, frente a um cenário alarmante do clima (link)
  • Radar ESG | WEG (WEGE3): Um player ESG bem equipado para se beneficiar das tendências adiante (link)
  • Radar ESG | Boa Safra (SOJA3): Agenda ESG em produção, semente por semente (link)
  • Água: Onde há escassez, há oportunidade (link)
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  • B3 anuncia nova metodologia para o ISE; Positivo (link)
  • Radar ESG | G2D (G2DI33): Abraçando os pilares S e E através do portfólio de investimentos de impacto (link)
  • Ambev (ABEV3): Feedback do evento ESG; Reforçamos nossa visão positiva (link)
  • Radar ESG | Setor de infraestrutura (CCRO3, ECOR3, RAIL3, HBSA3, STBP3): Preparando o asfalto (link)
  • Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema (link)
  • Radar ESG | Incorporadoras de Imóveis Residenciais Populares: Construindo os andares ESG (link)
  • Radar ESG | Arezzo & Co. (ARZZ3): Caminhando com seus próprios passos pela agenda ESG (link)
  • Trilogia ESG (Pt. I): Um mergulho no pilar E; Três nomes que são parte da solução (link)
  • Radar ESG | Blau (BLAU3) e Hypera (HYPE3): Em busca da fórmula ESG (link)
  • Bitcoin e ESG: Entenda os dois lados da moeda (link)
  • Radar ESG | Bemobi (BMOB3): Diversidade é o nome do jogo (link)
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  • Panorama do marco regulatório de investimentos ESG no Brasil (link)
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