Volume de emissões de títulos verdes atinge recorde no Brasil | Café com ESG, 24/11

Comece o dia bem informado com as principais notícias ao redor do Brasil e do mundo quando o tema é ESG!


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Bom dia! Neste relatório diário publicado todas as manhãs pelo time ESG do Research da XP, buscamos trazer as últimas notícias para que você comece o dia bem informado e fique por dentro do que o Brasil e o mundo fala sobre um tema que tem ficado cada vez mais relevante: ESG – do termo em inglês Environmental, Social and Governance ou, em português, ASG – Ambiental, Social e Governança.

Quais tópicos abordamos ao longo do conteúdo? (i) Notícias no Brasil e no mundo acerca do tema ESG; (ii) Performance histórica dos principais índices ESG em diferentes países; (iii) Comparativo da performance do Ibovespa vs. ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial, da B3); e (iv) Lista com os últimos relatórios publicados pelo Research ESG da XP.
Por que essas informações são importantes? 
Porque elas indicam os temas dentro da agenda ESG que estão sendo cada vez mais monitoradas por parte dos investidores e das empresas, e podem impactar os preços das ações de diferentes companhias.

Esperamos que aproveite a leitura!

Principais tópicos do dia

• Ontem, o mercado encerrou em território positivo, com o Ibov e o ISE em alta de +1,5% e +1,2%, respectivamente.

• No Brasil, (i) apesar da baixa representatividade quando comparado ao cenário internacional, o volume de emissões de títulos verdes vem crescendo de forma mais acelerada nos últimos três anos e, em 2021, bateu recorde de captação, atingindo R$78,1bn, alta de 700% vs. 2019; e (ii) a crise climática tem despertado interesse crescente das empresas em cooperar com startups que criam soluções para reduzir impactos ambientais e, no Brasil, as greentechs ou ESG Techs, receberam US$532,4mn (R$2,9bn) em aportes, quase o dobro do ano passado, segundo dados da Distrito.

• No internacional, os reguladores do mercado estabeleceram ontem uma estrutura global para verificar as classificações de investimento ESG e ajudar a combater o ‘greenwashing‘ no setor financeiro através da elaboração de regras básicas para facilitar a punição do mesmo em um setor onde o investimento está “explodindo”.

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Brasil

Empresas

Emissão de títulos verdes aumenta 700% em dois anos

“Investidores preocupados com o planeta vêm dando o tom da crescente emissão de títulos verdes no Brasil, apesar de o país caminhar atrás dos desenvolvidos. Puxados pela pressão internacional, os gestores de recursos disputam esses papéis e carregam compromissos socioambientais e climáticos para dentro de suas carteiras. Os fundos ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança, na sigla em inglês) representam 41,6% no total da indústria de fundos da Europa e 33% nos EUA, mas no Brasil não atingem 5%, segundo dados da Global Sustainable Investment Alliance (GSIA) e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima). Apesar da baixa representatividade, esse volume vem crescendo de forma mais acelerada nos últimos três anos e, em 2021, bateu recorde de captação, saindo de R$ 9,7 bilhões, em 2019, para R$ 78,1 bilhões de janeiro a 4 de novembro deste ano, alta de 700%, levando a indústria dos ‘títulos verdes’ a um estoque de R$ 131,46 bilhões, conforme levantamento das emissões domésticas e internacionais feitas pela Sitawi Finanças do Bem.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Greentechs somam R$ 2,9bi em aportes

“A crise climática tem despertado interesse crescente das empresas em cooperar com startups que criam soluções para reduzir impactos ambientais. No Brasil, as greentechs, também conhecidas como ESG Techs, receberam US$ 532,4 milhões (R$ 2,9 bilhões) em 54 aportes de investidores até 5 de setembro, quase o dobro do ano passado, segundo estudo da plataforma de inovação aberta Distrito. Outro levantamento, realizado pela 100 Open Startups, identificou 194 relacionamentos dessas startups com corporações, em comparação a 86 em 2020. O segmento que mais contratou greentechs foi o de bens de consumo e alimentação, seguido por energias renováveis, serviços profissionais, agronegócio e mineração. “As greentechs têm sido prioridade para empresas que buscam se diferenciar da concorrência e também por pressão do mercado”, observa o diretor-presidente do Distrito, Gustavo Araújo”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Essa empresa promete estocar vento usando ‘baterias de concreto’

“O governo do Rio Grande do Norte fechou uma parceria com uma startup suíça que promete transformar em realidade uma ideia curiosa sugerida pela ex-presidente Dilma Rousseff seis anos atrás: estocar vento. Ou quase isso. A tecnologia desenvolvida pela Energy Vault é uma espécie de bateria mecânica que permite guardar energia eólica em blocos de concreto de 35 toneladas. A ideia é surpreendentemente simples. Com a eletricidade gerada pelos cataventos gigantes (ou por qualquer outra fonte), motores erguem os blocos a uma altura de 120 metros. Uma vez lá no alto, eles estão “carregados” de energia gravitacional.”

Fonte: Capital Reset, 24/11/2021

A importância das boas práticas de governança em ESG e compliance

“Empresas de todas as áreas de atuação precisam estar atentas a um grande número de requisitos legais. No caso daquelas que atuam no setor portuário, essa complexidade é multiplicada. “Há as leis municipais, as estaduais e as federais, que muitas vezes até se sobrepõem, e no nosso caso há ainda as leis internacionais”, destacou Claudio Barroso Gracioli Moreira, gerente de Segurança do Trabalho da Multiterminais Logística Integrada, durante live promovida pelo Estadão Blue Studio. O evento foi patrocinado pela Ambipar, empresa especializada em gestão de resíduos e economia circular, que desenvolve projetos e soluções para a indústria e o agronegócio e está presente em 26 países. A Multiterminais foi a vencedora da categoria Saúde e Segurança na 6ª edição do Prêmio Compliance ESG Brasil, promovido pela Ambipar e anunciado no início de novembro. Trata-se do reconhecimento ao trabalho desenvolvido nessa área pela MultiRio, arrendatária do Terminal de Contêineres II do Porto do Rio de Janeiro desde a licitação ocorrida em 1998.”

Fonte: Estadão, 23/11/2021

Regulação

Dados ambientais podem compor balanço de empresas

“Sob pressão ambiental, o sistema financeiro do país reportará riscos climáticos como norma, a partir de 2022, com base em anúncio de setembro pelo Banco Central, em linha com padrões globais no tema. Além dos bancos, o movimento regulador pode se ampliar para o mundo das empresas de capital aberto em geral, de forma que façam com a sustentabilidade o mesmo já praticado – por força de normativas – no balanço contábil. Após consulta pública, a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) prevê divulgar novas diretrizes no início de 2022, com base na análise dos feedbacks e nas experiências em outros países. Segundo analistas, a divulgação clara, consistente e padronizada de informações climáticas pelas empresas tende, mais cedo ou mais tarde, a ser mandatória. O objetivo da atual reforma pela CVM – órgão que integra grupo de trabalho no International Financial Reporting Standards – é aprimorar o reporte ligado a questões de sustentabilidade, para atender à crescente demanda de investidores. Além do destaque para o risco climático, haverá exigência de posicionamento dos emissores de títulos quanto aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), da ONU.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Clique aqui para acessar nossa nota | CVM anuncia nova pesquisa ESG; Reguladores do mercado financeiro seguem em evolução na pauta

Internacional

Empresas

Um preço global para o carbono ainda é uma miragem

“Os créditos de carbono têm um futuro brilhante. Entretanto, isso não significa que o sonho dos economistas de um preço global do carbono esteja prestes a se realizar. Para as empresas, um dos resultados mais concretos da COP26 foi um acordo sobre a contabilidade e as regras de negociação. Isso deverá ajudar a conter o atual clima de “Velho Oeste” nas negociações de créditos de emissões, que deixa a porta aberta para o greenwashing (termo ligado ao marketing exagerado em torno da sustentabilidade). O acordo parece já ter atraído um novo interesse sobre o mercado de créditos de carbono da União Europeia (UE), que é o mais desenvolvido do mundo. O preço de um crédito atingiu um novo pico de € 69,36 (US$ 78,26) a tonelada métrica na sexta-feira. No modelo da UE, as companhias geradoras de energia e alguns setores muito poluentes compram os instrumentos para cobrir suas emissões de carbono ou vender esses créditos se emitirem menos do que sua cota atribuída.”

Fonte: Valor Econômico, 24/11/2021

Clique aqui para acessar o relatório | Crédito de carbono: Capturando parte da solução; 5 nomes para exposição ao tema

Indiana TCS cria tecnologia que calcula sequestro de carbono no campo

“A multinacional indiana Tata Consultancy Services (TCS), de serviços de TI, desenvolveu uma solução que combina sensoriamento remoto e Internet das Coisas (IoT) para quantificar o sequestro de carbono na atividade agropecuária. Em projeto-piloto nos Estados Unidos, a tecnologia reduziu o custo de certificação desses créditos em até 80%. O mercado de carbono está dando seus primeiros passos no Brasil. A empresa calcula que o país poderá gerar quase US$ 9 bilhões em créditos quando o mercado de carbono for regulamentado. Após a definição dos protocolos (as fórmulas para cálculo de sequestro de CO2 equivalente), a tecnologia da TCS servirá para medir os volumes de carbono que o solo e a biomassa das plantas retêm e também para verificar se as fazendas estão adotando boas práticas de manejo.”

Fonte: Valor Econômico, 23/11/2021

Regulação

Transparência das classificações de investimento ESG enfrenta escrutínio regulatório

“Os reguladores do mercado estabeleceram uma estrutura global na terça-feira para policiar as classificações de investimento ambiental, social e de governança (ESG) e ajudar a combater o ‘greenwashing‘ no setor de crescimento rápido e multitrilhionário. Os reguladores estão reprimindo muitos aspectos do investimento ESG com regras básicas para facilitar a punição do greenwashing, onde as credenciais ambientais de um investimento ou atividade são exageradas, em um setor onde o investimento está “explodindo”. A Organização Internacional de Comissões de Valores Mobiliários (IOSCO), que agrupa vigilantes de valores mobiliários dos Estados Unidos, Europa, Ásia e América Latina, publicou 10 recomendações para seus membros aplicarem no trabalho do dia-a-dia. “O que estamos tentando fazer agora é colocar esta base no lugar para que tenhamos alguma possibilidade de ir atrás de uma lavagem verde e não apenas falar sobre isso”, disse Erik Thedeen, presidente da força-tarefa sustentável da IOSCO e diretor geral do cão de guarda de mercados da Suécia.”

Fonte: Reuters, 23/11/2021

Bancos da zona do euro devem fazer mais para enfrentar os riscos das mudanças climáticas

“O Banco Central Europeu pediu aos bancos que melhorassem “urgentemente” os planos para proteger seus negócios do risco das mudanças climáticas, depois que uma revisão encontrou deficiências generalizadas na abordagem dos credores aos desafios ambientais. O BCE, que supervisiona diretamente os maiores bancos da zona do euro há sete anos, concluiu sua primeira avaliação da preparação dos bancos para lidar com o aumento dos riscos climáticos e ambientais. Constatou que nenhum banco sob sua supervisão estava perto de atender às expectativas do BCE. O banco central disse que os credores podem “eventualmente” enfrentar maiores demandas de capital à medida que integrou as avaliações de risco climático com seu trabalho regular na definição dos níveis de capital de bancos individuais.”

Fonte: Financial Times, 23/11/2021


Índices ESG e suas performances

(1) O Índice ISE (Índice de Sustentabilidade Empresarial da B3) tem como objetivo ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de empresas com reconhecido comprometimento com o desenvolvimento sustentável, práticas e alinhamento estratégico com a sustentabilidade empresarial.
(2) O Índice S&P/B3 Brasil ESG mede a performance de títulos que cumprem critérios de sustentabilidade e é ponderado pelas pontuações ESG da S&P DJI. Ele exclui ações com base na sua participação em certas atividades comerciais, no seu desempenho em comparação com o Pacto Global da ONU e também cias sem pontuação ESG da S&P DJI.
(3) O ICO2 tem como propósito ser um instrumento indutor das discussões sobre mudança do clima no Brasil. A adesão das companhias ao ICO2 demonstra o comprometimento com a transparência de suas emissões e antecipa a visão de como estão se preparando para uma economia de baixo carbono.
(4) O objetivo do IGCT é ser o indicador do desempenho médio das cotações dos ativos de emissão de empresas integrantes do IGC que atendam aos critérios adicionais descritos nesta metodologia.
(5) A série de índices FTSE4Good foi projetada para medir o desempenho de empresas que demonstram fortes práticas ambientais, sociais e de governança (ESG).
(6)
O Índice MSCI ACWI, que representa o desempenho de todo o conjunto de ações de grande e médio porte do mundo, em 23 mercados desenvolvidos e 26 emergentes.


Nossos últimos relatórios

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